Textos sobre a vida para encontrar beleza no caminho
no fundo do pensamento
Me tenho como parte
De algo inimaginável
De algo ainda não visto
No fundo de alguma coisa
Me tenho
E só me toco por que estou dentro
A arte se faz bordão
E o cordão umbilical se rompeu
Mas antes de cortar
A mãe disse não
Sinto saudade
Sentimento forte que aprimora o contido de minha alma
Penso logo consigo
As vezes
Nem sempre
Ultimamente não ando conseguindo muito
O suficiente pra meu mundo não acabar
O suficiente pra eu sobreviver
Na base do impossível posso afirmar
Mas não vai ser o bastante se o eu não arder
Me sinto bruta
E singela
Como gato na madruga
Ou em cima da magrela
Quero pra já
O gosto do sabor doce
O amargo não quero lembrar
E não quero me saciar do cítrico
Peço a minha alma para que me ouça
Mas dessa vez se faça de cabeça
Para entender minhas vontades
E saber quando preciso
E se preciso
Do verbo
ESTOU VIVO ISTO BASTA
Acordar com saúde,
eis a maior riqueza de um homem
olhar a vida que se apresenta
com esperança
ter confiança
que a felicidade é possível
enfrentar com coragem
as adversidades
comuns aos seres humanos,
é de fato algo incrível.
Ser positivo
esperar o melhor do semelhante
abraçar um amigo
ou companheiro de viagem
sem distração com coisas vãs,
seguir adiante.
é o que queremos...
estar vivo e confiante!
Nessa estrada versátil da vida diante de momentos solenes, pessoas entram e saem de nossas vidas, algumas ainda ficam por longos tempos e outras para sempre. Pessoas novas chegam e esse ciclo continua, mas para todas estas pessoas, o importante foi tê-las em nossos caminhos, marcando nossas vidas de uma maneira que nos deixam saudades, um aprendizado, uma lembrança, uma dica, um ensinamento, uma experiência.
O mais precioso presente é o damos uns aos outros: a amizade.
Tarde quente. Angústia no ar...
A janela aberta é um atrativo para se jogar.
Deitada na cama pensando na vida...
Lembrando e se depravando com o passado não vivido.
Desnorteio-me com o tempo atual.
Fecho os olhos. Tento dormir mais um pouco.
Dessa vez não quero acordar.
Meu sono é turbulento...
Mesmo assim, a realidade enquanto acordada é mais perniciosa.
Pra que atribuir a autoria da sua obra, que se chama vida, a outrem?
Não precisamos criar autores fictícios que possuem personalidade já que temos nossa própria individualidade consciente.
Se para algumas pessoas não somos reconhecidas em razão das nossas funções ou mesmo feições, elas não merecem nosso préstimo, destreza, talento, pendor...
Olha que garota bacana,
Atenciosa, amigável e humana.
Há dez anos mora sozinha,
Um longo trajeto, mantendo-se na linha.
No correr do dia não se prende às horas;
Deixando-as passar... Até o romper da aurora.
Mesmo com o relógio no pulso
Se chegar atrasada improvisa um bom discurso.
Trilha sonora do repertorio MPB,
Violão soando retro, não demodê!
Se chover,
Não há problema,
Isso não lhe atormenta.
Ouve com calma o barulho que lhe acalenta.
Gosta do frio que aquece e acolhe; Paisagem interna como uma pintura de Van Gogh.
No crepúsculo frio das coisas da vida
Em momentos solenes de veraz alegria.
Com sua moto ao se locomover, Deixa seu percurso para o próximo alvorecer.
O futuro é a continuidade do agora
Cada instante constitui uma historia.
No final das contas
"A vida é de se entregar..."
Nada de perder tempo,
Pois em algum momento, ela há de se findar.
Muito no dia, dia bom!
Muitos estão esperando uma segunda onda da Covid 19, o que vale dizer, esperando a morte, a desgraça, etc.
Que tal mentalizarmos uma onda de coisas positivas, ao invés de uma segunda onda da Covid 19?
Afinal, "basta a cada dia o seu próprio mal", disse o Mestre.
“A vida é uma contínua busca pela felicidade, não importa como será o fim da estrada, o que mais importa é a linda paisagem no caminho, que devemos aproveitar de maneira intensa, seja na solitude ou na companhia de outro.”
Somos todos prodígios de personalidades mortas, que morreram pelo mundo e que carregam em si a vontade de continuar sendo o que eram antes.
Somos a dor da perda e a relutância em deixar o passado se esvair.
E nossos trabalhos como as estrelas que vemos no céu, o reflexo de astros que já se foram.
- E, assim, a arte se cria.
Ela não esta em percurso, sabe la se ainda já trassou sua rota.
Gesticulou algumas horas, não se importou com o que encontrou do lado de fora.
Com passos fundos, lentos e seguros, se ergueu e amou o resto do mundo.
Comprometida apenas com suas pequenas fascinantes histórias, vivendo intensamente todas as horas.
Não jogou muita conversa fora, pé na estrada vivendo o agora.
Um beijo aurora!
Oh, aquelas mulheres existem.
Parte delas darão boas esposas, mas ainda assim, existem aquelas que preferem viver a só do que um clímax familiar.
Costumo compará-las como pássaros presos em gaiolas, seu canto não soa livre mais, também não sabe se ainda existe.
Talvez o excesso de informação de um marido com sua carga familiar pese e pese mais do que queiram carregar.
Não as vejo menos mulheres ou covardes por isso, talvez possamos culpar as asas, essas que se recusam a fechar.
Penso que talvez essas sejam livres demais, algumas jovens demais ou exista algo a mais amarrado em sua barra de calça.
Essas, como sinto pena, geralmente são mal vistas pelas sogras e egoístas perante aos olhos do cônjugue e apenas compreendidas somente por mulheres iguais a essas mulheres.
Ás vezes precisamos fazer alguns esforços para construirmos o futuro que buscamos.
Abandonar nossa casa e criar asas.
Deixar amigos, desgrudar de amores e encararmos sozinhos o que está por vir.
Como dizia Suassuna “A tarefa de viver é dura, mas fascinante”, e estando sempre entre a constante do que dói agora e focar no futuro brilhante, mora a dúvida no peito dos que choram, de saudade ou nostalgia, de melancolia ou alegria.
Deixar nunca foi fácil para mim, simplesmente abrir mão e seguir, mas necessário foi!
Certamente é uma tarefa para os corajosos, esses que já se mudaram tanto que colecionaram lembranças suficientes para lhe marcarem o espírito e tocarem a alma.
E todo conselho que nos damos é: -“Calma!”.
Uma hora você chega, uma hora você descansa, pois a vida é uma dança, mas nunca foi brincadeira para criança, quem tem perseverança alcança e quem cansa não avança.
Ele é breu
Faltou o doce do mel, faltou o azul do céu.
A nascente sem água, uma floresta sem mata.
Um céu sem estrelas, uma noite fria sem fogueira.
A vida é cinza do seu lado do horizonte, não existe cores, amores ou mais nada que o encante.
Ele é breu, não chama nada de seu, caminha na solidão, não quer nada no coração.
Seu argumento só será válido quando você tirar ele da cabeça e testar o poder da sua ideologia na reação alheia.
Mirar em uma pessoa é tortura.
Como vai ser a sua construção sentimental?
Sem ação não há reação, tudo que está parado não evolui.
A razão da vida é a coleção de sentimentos bons que podemos ter.
Só você sabe sua forma de sentir, e se não souber, vai trilhar a história de alguém.
O ser humano procura títulos, filosofias e religiões para justificar a sua própria existência.
Nenhuma dessas é capaz de explicar ou dar sentido a vida.
A vida é o espetáculo organico, biologico e mutável que da sentido a todas construções socias, filosóficas e políticas.
O sentido da vida é subjetivo e proporcional a percepção única de cada indivíduo.
A procura de sentido da vida em regras de massa é a fuga da realidade individual, a única capaz de proporcionar algum sentido real a vida.
A crença nas filosofias, títulos e religiões são fugas da realidade e de nada valem para a busca de um propósito de vida.
Viver a procura de reconhecimento faz parte da ilusão do ego humano, é necessário ser criador de sua própria filosofia, sem desejo de ter seguidores ou de seguir, apenas ser livre em seu próprio sentido da vida.
No palco vasto da existência,
Onde a vida dança em fluência,
Humanos e bananas em harmonia,
Com ancestrais na mesma melodia.
Genomas como manuscritos divinos,
O destino de cada ser tece fino,
Cada um, um universo singular,
Na trama da vida a se entrelaçar.
Um ancestral remoto, a história desvenda,
Onde toda vida se comanda e se agenda,
Humanos e bananas, formas diversas,
Mas unidos pela mesma força imersa.
No DNA, o segredo da vida se revela,
A essência da existência em cada senda,
Uma epopeia narrada pela evolução,
Cada espécie, uma encantadora canção.
No jogo das nações, o capital impera,
Na busca alucinante pelo lucro que hoje se espera.
Riquezas são cobiçadas, terras são tomadas, e nas entranhas do sistema, a guerra é forjada.
Onde os interesses econômicos ditam o caminho, o povo sofre calado e sozinho.
Indústrias bélicas prosperam, alimentadas pela ganância, enquanto corações partidos se acumulam a distância.
A competição voraz, a busca pelo poder,
Leva civis alienados a se enfrentar, mesmo sem querer.
Em nome do mercado, vidas são sacrificadas, e o ciclo vicioso da guerra nunca é questionada.
Mas quebrar as correntes do capital, é possível sim, escolher o caminho da paz, um futuro de amor humano enfim.
Só existe o presente. O resto é parte de uma fantasia que podemos carregar como uma âncora que nos atrasa, ou assumir a vida com a forma que ela se apresenta e fazer alguma coisa que justifique a existência.
Que tal começar por algo que te faça se sentir viva? Não viva pra ninguém, mas saiba reconhecer o valor no outro.
Uma vida com um grande amor compensa, sentimento tem degrau e só entende a experiência do topo quem caminhou junto lado a lado ao longo do tempo, da jornada de duas vidas entrelaçadas em exclusiva cognição e conação.
Se você começar a treinar ou fazer dieta, precisa esperar 6 meses pra fazer resultado, as coisas não são imediatas.
A vida é uma aventura finita, e ela acontece apenas na sua simulação e apenas na sua simulação tens um corpo único, com instintos de vida e de morte, capaz de compreender percepções jamais vistas, dentro de você.
Então se ame e respeite a simulação do outro, desta forma você sempre saberá que ninguém terá direito de desrespeitar a sua simulação.
Às vezes fico pensando o quanto é bom viver, com todos os desafios, pois eles servem como ponte para a nossa resiliência.
Ter uma família, um teto, trabalho e amigos, são presentes da vida que devemos cuidar com amor, respeito e disciplina.
Precisamos valorizar o que temos e apoiar aqueles que ainda lutam pelas suas conquistas.
O espelho e eu
Aos 20 você se olha no espelho e admira aquela pele de pêssego macia. Tudo é encantador!
Aos 30 você olha atentamente e vê umas linhas de expressão que não estavam ali. "De onde você veio?"
Aos 40 você já procura lugares onde não tem as linhas, porque elas já te desafiam.
Aos 50?
Ainda não sei como será (certamente as linhas só aumentarão), mas a única certeza é que quero chegar lá.
E depois aos 60, 70, 80 e sonhar com a linha de chegada aos 90 (não sou tão exigente).
Viva a vida intensamente!
É você que decide como quer ser feliz!
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