Textos sobre a vida para encontrar beleza no caminho

Ódio, é bom senti-lo correndo nas veias, tomando seus pensamentos, modificando sua vida.
Ódio é melhor que o amor, pois ele não espera ser correspondido e você não tem medo que ele acabe; você apenas sente. Trabalhar o ódio é uma tarefa fácil, precisamos apenas usá-lo de forma energética. Isso faz a gente viver em paz, sentindo o ódio correr dentro de nós.
Obrigada por me fazer odiar, precisava ter essa experiência. Quando escutamos alguém falar que odeia, você não entende... é como o amor! Só quem sente sabe.

A Grande sacada da vida, não esta na busca por: Poder, Dinheiro, Status pois essas buscas se tornam inalcançaveis em comparação ao outro.
O detalhe fundamental do bem viver, está conectado a um estado de espírito, impulsionado por Sonhos, Esperança, Felicidade e um propósito de vida no qual trará benefícios a si e outros.

Quem perdeu tudo na vida perdeu o que precisava ser arrancado, não o que merecia permanecer. Há perdas que não são castigo, são encerramento. O que cai quando tudo desmorona nunca esteve firme o bastante para seguir adiante.
Não existe repetição para certas quedas. A vida não desperdiça lições oferecendo o mesmo abismo duas vezes. Quando tudo se vai, não é para testar força, é para definir limites. Depois do fundo, não há outro fundo igual — há apenas a escolha de subir ou continuar vivendo de restos.
Nem todos os caminhos se cruzam novamente. Pessoas, oportunidades, versões de nós mesmos ficam para trás porque cumpriram seu papel. Insistir no retorno é negar o aprendizado. Quem entende a perda deixa de implorar pelo passado e passa a construir com o que sobrou de verdade: consciência, silêncio eó maturidade.
Perder tudo não é o fim. É o ponto exato onde a ilusão morre e a verdade começa.

Quando você compreende que a sua igualdade não se mede pela vida do outro,
e que não existe espaço em você para disputar superioridade,
é nesse instante que descobre: a transformação já estava em curso há muito tempo.
Agora, não é mais sobrevivência — é vida plena.
Um recomeço firme, consciente, diferente.

Não vivo uma boa fase da vida.
E talvez esse seja o maior problema:
já não sei mais quando foi a última vez
em que a vida realmente me habitou.
Os dias passam,
mas não deixam marcas boas.
Só acumulam cansaço.
Um cansaço antigo, profundo,
que não some com descanso
porque não vem do corpo —
vem da alma.
Estou brigado com quase toda a minha família.
Não por ódio,
mas por desgaste.
Por palavras ditas tarde demais
e silêncios longos demais.
O presente cobra explicações,
o passado cobra perdão,
e eu não tenho forças para pagar nenhum dos dois.
Perdi o trabalho.
E junto com ele,
perdi a sensação de utilidade,
de pertencimento,
de dignidade.
Quando não se tem mais um lugar claro no mundo,
qualquer lugar vira fuga.
Passei a sair de casa como quem foge de um incêndio invisível.
Coloco a mochila nas costas
— às vezes vazia, às vezes pesada —
e pego um ônibus qualquer.
Não importa o número,
não importa o destino.
O movimento engana a dor por alguns minutos.
Enquanto o ônibus anda,
parece que a vida também anda.
Mas quando desço,
tudo continua exatamente igual.
Tento me enganar.
Tento enganar os outros.
Finjo que estou resolvendo coisas,
que estou sendo útil,
que estou indo atrás de algo.
Mas, no fundo,
só estou tentando adiar o momento
de encarar o que me dói.
As pessoas dizem que eu sou louco.
Talvez porque eu suma.
Talvez porque eu não saiba explicar
o que acontece dentro de mim.
Às vezes, eu mesmo começo a duvidar da minha sanidade.
Porque não é normal se sentir tão deslocado
mesmo estando rodeado de gente.
Não é normal carregar tanta tristeza
sem saber exatamente onde ela começou.
Eu não quero morrer.
Mas também não sei mais como viver assim.
Existe um espaço estranho entre essas duas coisas
— um lugar onde a pessoa apenas aguenta.
E é lá que eu moro hoje.
O que eu queria
não era luxo,
nem reconhecimento,
nem vitória.
Eu só queria um lugar tranquilo.
Um lugar onde eu pudesse descansar em paz
sem precisar fugir,
sem precisar provar,
sem precisar ser forte.
Queria um lugar
onde o passado não gritasse,
onde o presente não cobrasse,
onde o futuro não assustasse.
Queria silêncio.
Queria pausa.
Queria alívio.
Porque viver assim,
carregando tudo sozinho,
se sentindo errado,
cansado,
perdido…
isso também machuca.
Só não deixa cicatriz visível.

Um dia, uma vez, em outro momento — tudo pode acontecer nos caminhos da vida.
Não é o destino que decide sozinho, mas os gestos que carregamos no coração.
Um olhar sincero pode atravessar muralhas invisíveis.
Um abraço verdadeiro pode curar feridas que ninguém vê.
Uma palavra de carinho honesto pode reacender esperanças que já pareciam apagadas.
Às vezes, é nesse instante simples, quase despercebido, que o rumo de toda a caminhada se transforma.
Porque a vida não se mede apenas em grandes conquistas, mas na força dos pequenos atos que revelam quem realmente somos.

A vida é como um quebra cabeça:
As vezes as peças se encaixam, perfeitamente
Ou demoram um tempo para se encaixar, verdadeiramente
Antes de achar seu caminho,
é preciso conhecer esse mundo sombrio
Para saber qual é o melhor lado a se encontrar
Talvez comece tudo no aveco
Até mesmo sem um começo
Quando vc acha que a peça está certa
É apenas a vida mostrando aquela nova descoberta: podendo ser um erro ou acerto
Ou comece tudo perfeito
Apenas completando aquele ciclo já feito!

Reconheço as perdas significativas em minha vida, que advêm desta condição de pessoa que não crê em Deus. Uma dessas perdas está na própria literatura. Deus é um nome bonito, encera poesia, enseja belas peças literárias em verso e prosa. Diria que tal nome foi uma das mais felizes invenções do ser humano, como a própria figura do criador supremo, que rege a psique da humanidade e torna possível gerir o mundo, apesar do ódio, da ignorância que depreda e das hecatombes que assolam.
É sempre belo introduzir Deus no que se escreve, decanta e canta. Parece haver um dispositivo nas emoções do homem, que absorve o vocábulo como se aspira um bom perfume. Esse nome desarma espíritos, convence, credibiliza e serve até mesmo para enganar pessoas desavisadas e de boa fé, porque nem tudo é perfeito e abutres são encontráveis em qualquer meio social.
Tenho inveja de quem dá graças a Deus por coisas grandes ou miúdas. Dos que dizem fique ou vá com Deus, Deus lhe pague, acompanhe, seja louvado... Chego a ficar triste, ao constatar que ao invés do clássico e doce Deus lhe abençoe, o Maximo que minha sinceridade permite responder ao “benção, pai”, é o esdrúxulo e lamentável... “çoe”.
Surpreendo-me tantas vezes admirando a beleza cênica dos que, por crerem, revoltam-se contra Deus, tecendo lamentações ricas em sinônimos rebuscados. Esbravejar contra Deus é de um aparato poético surpreendente na fala e na escrita. Quem o faz, por estar profunda e sinceramente magoado com Ele, desnovela um discurso dramático e de conteúdo que eu acharia, uma vez crendo, impossível não tocar o coração divino.
Deve ser muito bom crer em Deus. E deve ser grandioso, exatamente por isso, brigar com ele; bradar ofensas contra o Criador da vida e tudo quanto existe abaixo e acima do firmamento. Um desabafo desta natureza é capaz de resultar o alívio imediato e dar a certeza de que Deus é mesmo pai, por não fazer o mundo ruir nos ombros do filho rebelde, pois entende a fraqueza que o leva a blasfêmia.
Gostaria de me abrir aos motivos que os seguidores de todas as crenças acham para se agarrar ao mito consolador da existência do paraíso, da vida após a morte, a recompensa eterna por todos os percalços, dores e desenganos próprios da vida na terra. Queria encontrar as mesmas justificativas e consolos que o mundo encontra para não perder a ternura em razão dos males da humanidade. Para continuar acreditando na proteção divina e na velha máxima de que o sofrimento engrandece e purifica o ser humano, chegando a ser necessário para nos tornarmos pessoas melhores.
Sou um poeta a quem falta a poesia da fé em Deus. A pureza do medo do Diabo. A fábula da luta mística entre o bem e o mal. Há quem tente me convencer da realidade possível disso tudo, mas pessoas não têm esse poder na minha mente, no meu estado emotivo, na minha visão das coisas. Como não terão esse acesso a eventual cura milagrosa, uma nova abertura do mar vermelho, a reincidência das pragas do Egito nem qualquer outro desempenho do possível Deus, para quebrantar meu espírito.
Admiro e respeito as múltiplas vertentes da fé religiosa. É com carinho que sei do quanto rezam, oram e até fazem pajelanças pela cura de meu corpo e a salvação de minh’ alma, sem que eu precise estar presente. Meu ateísmo não é uma rebeldia, muito menos o vômito inconformado de um filho que desejasse a predileção.
Seja como for, eis uma prosa cheia da Deus. Ainda que nestes termos, mas de fato cheia. Uma bela desculpa de quem queria este ingrediente para compor algo mais doce... mais aveludado..mais poético.

Nosso porto inseguro

Morre um pouco de vida no sonho frustrado,
mas o sonho dá muda e renova o caminho,
revisita o passado em razão do futuro
que se rende às verdades de boa raiz...
Vivo desse voltar das entranhas do fim;
desse fundo que o poço no fundo não tem,
quando quem o conhece não quer prosseguir
pela sombra do nada e sua desistência...
Os que nascem das mortes vivem como nunca,
têm o sempre nas margens do seu nunca mais
lá na praia e no cais do seu porto inseguro...
Há um tempo a ganhar onde o tempo perdido
reconhece o sentido de voltar ao sonho,
recompor a vontade que se decompôs...

Não deixe de lutar vá em frente.
A vida é difícil e, infelizmente, continuará sendo bastante desafiadora.
Não adianta ficar aí, parado, esperando ganhar na loteria.
A vida é uma corrida contra o tempo, e ninguém vai esperar por você.
Não se iluda achando que vai contar com a ajuda dos amigos, pois isso pode acabar te decepcionando.
Por isso, é importante lutar, não desistir e ser fiel a quem você é.
Tenha perseverança, pois ela é fundamental para alcançar a vitória.
Enquanto ainda respirarmos, temos uma grande oportunidade de conquistar nossos objetivos.
Tenha certeza de que você é capaz de superar todos os obstáculos que surgirem pelo caminho.

Sangue igual ao meu, uma pessoa importante que Deus me deu o prazer de compartilhar uma vida até meus últimos dias, seja de tristeza ou alegria, que dure pra sempre esse amor, de irmão, ou seja, qual for, o importante é que nunca vou deixar de senti-lo!

Para minha irmã, Débora Caleffi de Almeida

Quantas oportunidades você acredita que terá para viver oque você mais deseja na vida!?


Provavelmente apenas uma;
E se você ainda não sabe oque quer da vida!


É bem provável que você esteja desperdiçando chances para chegar na grande oportunidade da sua vida.


Porque a vida nos oferece inúmeras chances, mas oportunidades extraordinárias para viver coisas extraordinárias!?
São apenas uma.

Há momentos na vida em que tudo parece árido: os afetos se retraem, as respostas não chegam e o silêncio pesa mais do que o ruído. Chamamos esses períodos de “deserto”, como se fossem castigos ou abandonos. No entanto, o deserto não é um lugar de morada, mas de travessia. Ele existe para ser atravessado, não para nos aprisionar.

No deserto, o supérfluo cai. O excesso se dissolve, as ilusões se queimam sob o sol inclemente, e resta apenas o essencial. É ali que aprendemos a escutar a própria consciência, a reconhecer limites, a perceber que a força não nasce do conforto, mas da necessidade de seguir adiante mesmo com poucos recursos. A escassez educa o olhar e afina o espírito.

Toda travessia transforma. Quem entra no deserto não sai o mesmo, porque o caminho ensina aquilo que a abundância não ensina: paciência, humildade e confiança. O deserto obriga a caminhar com atenção, passo a passo, lembrando que cada avanço, por menor que pareça, já é um sinal de vida e resistência.

Por isso, quando o sofrimento se fizer presente, não o tome como destino final. Ele é passagem, não residência. Permanecer no deserto é desistir do horizonte; atravessá-lo é afirmar que há um depois, que há terra fértil além da aridez. A fé, a esperança e a coragem são como bússolas silenciosas que apontam para a saída, mesmo quando os olhos ainda não a veem.

Assim, lembre-se: o deserto não define quem você é, apenas revela quem você pode se tornar. Ele não anuncia o fim, mas prepara o recomeço. Caminhe. O oásis existe, e a travessia, por mais dura que seja, sempre conduz a um novo amanhecer.

A afirmação de que a vida não é uma sucessão de acasos, mas uma construção deliberada, nos convida a enfrentar uma das questões centrais da filosofia:atensão entre o destino e a autonomia.

Ao dizer que a vida é construída, abandonamos a postura de espectadores passivos da nossa própria existência. Sob a ótica doExistencialismo, como proposto por Jean-Paul Sartre, "a existência precede a essência". Isso significa que não nascemos com um roteiro pronto; somos o resultado das nossas escolhas. Cada atitude plantada hoje é um tijolo na fundação do nosso "eu" de amanhã. Não somos o que as circunstâncias fazem de nós, mas o que fazemos com o que as circunstâncias nos oferecem.

A metáfora do plantio remete àLei da Causalidade. No campo da ética, isso significa que nossas ações não desaparecem no passado; elas se transformam em ambiente. Se plantamos agressividade, o mundo ao nosso redor torna-se hostil. Se plantamos "luz" aqui entendida como consciência, empatia e integridade, estamos, na verdade, moldando a percepção que teremos da realidade futura. A "consequência" não é um castigo ou prêmio externo, mas o desdobramento natural da semente que escolhemos cultivar.

"Plante luz, pois é essa mesma que vai iluminar seu caminho." Esta frase encerra uma sabedoria profunda:nós só enxergamos no mundo aquilo que carregamos dentro de nós.Se a nossa atitude é de obscuridade (egoísmo, ressentimento, ignorância), caminharemos no escuro, tropeçando em obstáculos que nós mesmos criamos.

Ao optar por atitudes luminosas, não estamos mudando apenas o futuro, mas alterando a nossa capacidade de navegar pelo presente. A luz que você planta hoje não ilumina apenas o destino final; ela clareia o próximo passo, permitindo que a jornada seja feita com clareza e propósito.

Se hoje você parasse para observar o jardim da sua vida, o que veria germinando? O acaso pode até trazer o vento e a chuva, mas é a sua mão que decide qual semente merece o solo da sua atenção. Construir-se é um ato de coragem diária. O que você escolhe plantar agora, enquanto lê estas palavras?

A vida, às vezes, se apresenta como uma estrada maltratada, cheia de buracos e curvas perigosas. Para quem já aprendeu a caminhar entre tombos e tropeços, cada obstáculo deixa de ser um fim e passa a ser apenas mais um trecho do caminho.
Os buracos não paralisam quem já conhece a dor da queda. Pelo contrário, tornam-se parte da paisagem, lembrando que a resistência não nasce do conforto, mas da luta. Quem vive aos trancos descobre que a estrada ruim não é inimiga, mas professora: ensina a levantar rápido, a endurecer o passo e a enxergar além da poeira.
O percurso não é fácil, mas é verdadeiro. E quem segue, mesmo entre tropeços, carrega dentro de si uma força que não se mede pela suavidade da estrada, mas pela coragem de continuar caminhando.

Eu não te peço amor como súplica,
nem imploro que faças da tua vida um altar para mim.
Peço apenas que sejas verdadeira,
que não me ofereças migalhas quando tens um universo dentro de ti.
Se não fores capaz de incendiar teus dias ao meu lado,
se não fores capaz de viver o teu melhor comigo,
então não posso permanecer na sombra do que poderíamos ser.
Prefiro a solidão honesta
ao abraço morno que não me sustenta.
Prefiro partir com a dignidade intacta
do que ficar onde o coração não floresce.
Eu sou feito de intensidade,
de horizontes que pedem coragem,
de sonhos que exigem presença.
E só quem ousa viver o próprio melhor
pode caminhar comigo até o fim.

Minha vida amorosa é tão organizada quanto gaveta de meia: você abre achando que vai encontrar um par certinho e sai com três meias diferentes e nenhuma serve. Eu até tento levar a sério, mas o amor sempre me olha e fala: “não hoje”. Kakakakakaka


Sou aquela pessoa que se apega rápido, desapega devagar e sofre no meio do caminho inteiro. Prometo não criar expectativa… cinco minutos depois já tô imaginando o nome dos filhos, a cor da parede da sala e o cachorro chamado Thor. Ksksksksks, patético? Sim. Humano? Também.


Quando finalmente parece que vai dar certo, a pessoa some. Não avisa, não explica, não deixa bilhete. Some igual wi-fi bom em casa cheia. E eu fico lá, encarando o celular, como se ele fosse criar consciência e dizer: “calma, campeão, é só trauma mesmo”.


E o pior é quando eu falo “agora vai”, porque toda vez que eu digo isso o universo dá uma gargalhada alta: KJKKKKKKKK. Agora vai… pra terapia, talvez. Porque relacionamento pra mim é igual promoção falsa: promete muito, entrega pouco e ainda deixa sequelas emocionais.


Mas tá tudo bem. Eu rio, faço piada, sigo em frente. Um dia dá certo… ou não. Enquanto isso, sigo solteiro, bonito (às vezes), emocionalmente confuso e colecionando histórias pra contar.


— Cyrox

Não há resposta fixa no horizonte,
Nem voz suprema a nos dizer por quê;
A vida nasce breve, quase fonte
Que corre antes que a sede possa crer.


Entre o que fomos ontem e o que afronta
O hoje incerto que insiste em renascer,
Moldamos o sentido que desponta
No gesto simples de ainda escolher.


Não é eterno quem nunca se arrisca,
Nem pleno quem só busca conclusão;
O vivo é chama frágil que se arrisca.


Se há rumo, é feito à mão, não por visão:
A vida vale mais quando se arrisca
A ser pergunta antes de solução.

⁠"Você que era o amor da minha vida, agora é o amor da minha morte.
Encontrar você foi meu maior azar e eu achando que era sorte.
Você é minha maior fraqueza e eu achava que me fazia forte.
Eu me perdi tentando te encontrar, eu achava que você era o meu Norte.
Você que sempre fora o meu mel, percebi que é de veneno, uma dose.
Você acredita que eu sempre te abandono, mas nas suas crises, sou eu quem te socorre.
Sua presença sempre foi minha maior riqueza, agora sua ausência me faz pobre.
Você se fez rainha da minha vida, mas se esqueceu de me fazer consorte.
Eu já tomei nota da sua indiferença, já não espero mais que me note.
Viver é bom, mas em sua ausência, é preferível a morte..."

"A nossa vida é como um livro, cada página lida nos leva em direção ao túmulo.
Como de ti me livro? Como te repugno?
Como posso ir pro próximo capítulo, se continuo lendo e relendo o último?
Amar quem é incapaz de amar é do absurdo o cúmulo.
Das nossas lembranças não me livro, e com isso as mazelas acumulo.
Tento esquecer, mas me recordo de tudo.
Ela ou eu, não sei quem tem menos escrúpulo.
Percebi, há muito, que não seríamos um, mas nosso amor é rútilo.
Ao meu eu, ela sempre em primeiro; pra ela, eu sempre em último.
A nossa vida é como um livro, e quando finalizei a página de nós dois, encontrei-me em meu túmulo..." - EDSON, Wikney