Textos sobre Tempo

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Meu presente é simples



Não te entrego ouro
Nem promessas vazias,
te dou meu tempo,
meu cuidado, meus dias.
Dou-te o silêncio que escuta
teu falar e o abraço que insiste em te amparar.


Meu presente é simples,
mas é inteiro:
um coração sincero, verdadeiro.
Lateja intenso, infinito, feito prece,
cada vez que teu nome aparece.


Te dou meus sonhos para dividir,
meus medos para juntos
enfrentar e seguir.
Dou-te amor sem prazo,
sem medida, daqueles que escolhemficar pela vida.


E se um dia o mundo pesar demais,
lembra: em mim sempre haverá paz.
Porque o maior presente que posso te dar é amar você…
e sempre te amar.

Eu te amo no tempo que não cobra, no passo calmo de quem cuida.
Um amor que não invade, aprende a permanecer.


Não te quero por medo do vazio, mas pela alegria de te ver livre. É afeto que não aperta,
é presença que respira contigo.


Se um dia teu sentir encontrar o meu, que seja por vontade, não por urgência. Se não for, sigo inteiro, porque amar também é saber soltar.


E quando o mundo cansar teu peito, que em mim exista silêncio e abrigo. Eu fico — não por posse ou promessa, mas porque te amar é onde sou verdadeiro.

A dona dos meus dias


A dona dos meus dias chega sem aviso, faz do tempo um lugar
mais lento e bonito.
Quando sorri,
o mundo aprende a respirar,
e tudo em mim encontra
um motivo pra ficar.


Ela mora nos detalhes
que ninguém vê:
no silêncio que conforta,
no jeito de entender.
É porto seguro em meio à confusão,
é calma vestida de amor,
batendo no meu coração.


Se um dia eu me perder nas curvas da vida, que seja nos braços dela, minha direção escolhida.
Porque amar assim
não é acaso ou poesia:
é destino escrito
— ela, a dona dos meus dias.

"Cordel o tempo"


"O tempo não pede pressa,
Nem se curva à ansiedade,
Ele ensina no silêncio
O peso da realidade.
Quem quer pular etapa
Tropeça na própria vontade.


O tempo fecha caminhos
Que pareciam direção,
Não por falta de promessa,
Mas por falta de preparação.
Há propósito que só nasce
Depois da maturação.


Nem todo atraso é perda,
Nem todo “não” é rejeição.
Tem livramento escondido
Por trás da frustração.
Porque o tempo protege
O que ainda é construção.


O propósito não grita,
Ele cresce devagar,
Primeiro forma o caráter,
Depois ensina a alcançar.
Quem aprende a esperar
Aprende também a durar."


@Suednaa_Santos

Tentar amar duas pessoas no mesmo sopro romântico é como tentar ouvir, ao mesmo tempo, duas melodias complexas: talvez se perceba as notas, mas a canção se desfaz.
O coração até pode se dividir em afetos, mas o amor que se reconhece como paixão de alma — aquele que nos move a transcender o ego e nos lança na vulnerabilidade — esse, por sua própria natureza, pede a unidade de quem o sente.

Criança, joia rara;
Trem-bala que o tempo não para; leveza, clareza, sabedoria, bela pureza!
Criança, entoa riso em tudo que é preciso; é energia, é alegria, e é sempre clara.
Criança é carinho, é caminho, é semente que brota e desabrocha pouco a pouco do nosso ninho;
Criança é gigante, faz do simples núcleo, um feliz universo avante.
Criança, fase mutante e curta;
Aceite e aproveite! E nunca a esqueça na remanescente estação adulta.

Vamos nos perder no tempo?

Amanhecer o dia com a alegria de uma criança recebendo um brinquedo.

Acordar de súbito, sabendo que o sonho não passou de um pesadelo.

Levantar-se e ver a vida com a sutileza do voo de uma libélula em plena primavera.

Cair da cama e sair correndo para não deixar as coisas boas do mundo acontecerem sem a sua participação.

Sair de casa com a esperança de dias melhores, mesmo com o futuro recente incerto.

Apreciar, da janela, a firmeza e a dedicação de pessoas desconhecidas, porém essenciais no dia a dia.

Vestir-se de amor em todos os momentos e enfrentar, com cautela, tudo e todos.

Ir ao trabalho todos os dias, sem calendário, como se fosse uma eterna sexta-feira.

Ver o mundo, ver a vida, ver as coisas partindo do pressuposto da conformidade entre o que somos, o que temos e o espírito permanente de justiça.

Contemplar entardeceres, viver menos na compulsoriedade e aproveitar o hedonismo.

Rir, cantar e assobiar aquela musiquinha chata que não sai da cabeça.

Perder-se no tempo e voltar ao itinerário sem usar nenhum atalho.

Vamos nos perder no tempo!

Eu deixo você ir embora,

O tempo sabe a hora,

- se não for de verdade,

Você já pode ir agora,

Quero um aconchego

Com sabor de sossego,

- se é amor de verdade,

Enfrento até o medo.

Quando se ama, se divide

Até o maior segredo,

- se você é anjo que caiu do céu,

No meu colo

Eu te recebo.

Tenho em mim a alma

De todos os continentes,

- o meu espírito é cigano

O cigano só muda de lugar,

Mas o amor sempre

Leva com ele.

O amor quando acontece

É o maior dos presentes.

Talvez você não conheceu o caminho

Do amor e da afeição,

- o amor quando acontece

Tem a paciência que só vem do coração.

Se é amor de verdade, não corremos perigo;

- quero te amar até na tempestade,

E também ser o teu ninho.

O amor segue os nossos passos,

- sem escravizar um ao outro,

Eu ocupo os teus sonhos,

E você os meus planos.

Conheça um pouco mais

Desse espírito crítico,

- amor sublime, amor....

tenha juízo, por favor!

Eu te observo desde de sempre, e ainda quero

Acreditar que você existe amor!

Esse sorriso quando sorri é para tentar

Transformar esse mundo sombrio,

Mas não significa que ele

Não te pertença,

Sou tua caça, e ser tua

Caçadora bem atenta.

⁠O desamparo fértil
das circunstâncias
da vida fala o tempo
todo nos ouvidos,
Eu quero saber quando
chega a liberdade
dos presos políticos.

Ah! A região sórdida
do inconsciente
que não deixa
a razão descansar
para encontrar
a saída para
se reconciliar
com toda a gente.

Este travesseiro
parece um mar
e a mente um
barco a balançar
lembrando
que o General
está preso injustamente,
uma tropa, paisanos
e um velho tupamaro
em trágica situação igualmente.

Tudo isso é de rasgar
a minh'alma abertamente
que aleatoriamente
segue como a poetisa
destes invisíveis incansavelmente

Confesso abertamente que,
não tenho nenhuma pena deles, porque cada um está escrevendo
com honra clara um capítulo
para mudar o curso da História
e devolver para a Venezuela a glória.

Os heróis jamais serão
dignos da minha pena,
Cada herói merece mesmo
é mais de um poema,
Assim como o Esequibo
merece aparecer em todos
os mapas que estão em equívoco.

Tenho pena mesmo
é dos covardes que insistem
em se abrigar na soberba
se distanciando de viver
a vida com paz, dignidade
e em reconciliação com a verdade.

⁠Não há jeito mais medonho de perder Tempo do que passar Tempo longe do Dono do Tempo.


Há os que erroneamente acreditam que o Tempo só se perde nas distrações, nos atrasos, nos desvios da vida…


Mas, na verdade, não há forma mais sombria de desperdiçá-lo do que tentar vivê-lo longe Daquele que o sustenta.


Distante Daquele que até dele é Senhor.


Tempo sem sentido é aquele que tentamos carregar sozinhos — como quem tenta segurar água nas mãos.


Esse é o Tempo que inevitavelmente escorre, some e evapora.


Estar longe do Dono do Tempo é caminhar com pressa, mas sem destino; é preencher os dias, mas não a alma; é envelhecer por fora sem amadurecer por dentro.


Quando nos afastamos da Fonte, até os minutos pesam.


Mas quando nos reaproximamos, até o silêncio floresce.


O Tempo ganha outra textura quando lembramos que não somos seu dono, apenas passageiros.


E que sentido maior existe do que entregar essa travessia a quem conhece todos os portos?


No fim, o maior desperdício não é o Tempo perdido — é a vida não vivida na presença de quem a criou.


É ali, e apenas ali, que os dias se encaixam, que as horas respiram e que o Tempo, enfim, encontra propósito.


Tempo bom é aquele vivido nos braços de seu Dono!

⁠⁠Sempre que
oTempo Trabalhado estende o tapete paraa Arrogância desfilar, erros são Ignorados —Minimizados ou Romantizados.


Quando o “tempo de serviço” passa a ser usado como 'Currículo Moral', algo se perde à beira do caminho.


A experiência, que deveria ensinar humildade, acaba estendendo um tapete vermelho para a Arrogância desfilar a fantasia de mérito.


E, nesse espetáculo, os erros deixam de ser mestres severos para se tornarem figurantes das conveniências.


O que antes exigia revisão, agora se justifica pela “bagagem”.


O que cobrava correção é minimizado pelo “histórico”.


E o que deveria causar constrangimento acaba sendo romantizado como traço de personalidade ou preço do sucesso.


Assim sendo, o tempo deixa de lapidar e passa a blindar.


Mas tempo não absolve falhas, só as revela com mais nitidez.


Quanto mais longa a caminhada, maior deveria ser a capacidade de reconhecer tropeços e aprender com eles.


Quando isso não acontece, o problema já não é o erro em si, mas a vaidade que lhe empresta as sandálias medonhas para desfilar.


Porque Experiência sem Autocrítica não é Sabedoria — é apenas a repetição confortável dos mesmos equívocos, agora amparados pelo tic-tac do relógio.


Não é sobre ter 10, 20 ou 30…


É sobre ter plena consciência de que errar é um risco inerente aos que se entregam, aos que fazem, aos que vivem.


E corrigir erros é permitir-se muito mais humano!⁠

⁠Talvez o mais trágico não seja os humanos terem que provar para as máquinas, o tempo todo, que não são uma delas.


O drama maior parece estar na naturalidade com que passamos a imitá-las — e, pior, na pressa com que nos deixamos confundir com elas.


A máquina não sente cansaço moral, não hesita diante do outro, não se constrange com a própria indiferença.


Quando o humano começa a responder sem escuta, decidir sem empatia e repetir padrões sem reflexão, não é a tecnologia que o desumaniza: é a abdicação silenciosa daquilo que o tornava distinto.


Há um perigo sutil em trocar o tempo do cuidado pelo tempo da eficiência, a dúvida honesta pela resposta pronta, o encontro pelo desempenho.


Nesse processo, já não é a máquina que nos exige provas de humanidade; somos nós que, pouco a pouco, deixamos de exigi-las de nós mesmos.


No fim, talvez a pergunta mais urgente e necessária não seja “como convencer as máquinas de que somos humanos?”, mas “em que momento nos tornamos tão confortáveis em agir como se não fôssemos?”.

⁠A imagem de
“forte o tempo todo”
só é vendida nas gôndolas da falta de opção.


Essa imagem muitas vezes não nasce da coragem, mas da falta de escolha.


É uma armadura vestida quando não há espaço para fraquejar, quando o mundo exige produtividade, controle e respostas prontas, mesmo em dias em que tudo o que existe é só o cansaço.


Ser forte, nesse contexto, vira sobrevivência — não virtude.


Ninguém é forte o tempo todo.


E nem deveria ser.


A força constante quase sempre desumaniza, silencia dores legítimas e transforma vulnerabilidade em culpa.


Há uma força mais honesta em admitir o peso, em parar, em pedir ajuda, em permitir-se sentir.


Porque a verdadeira resistência não está em nunca cair, mas em reconhecer os próprios limites e ainda assim continuar, um passo de cada vez, do jeito que dá.

⁠Felizes os que não extraviam o Tempo do Propósito para desperdiçá-lo em guerras erradas.


Porque tempo é vida em estado bruto — e vida não admite rascunho.


Há batalhas que seduzem pelo barulho, pela plateia, pela falsa sensação de heroísmo.


São guerras que inflam o ego, mas esvaziam a alma.


Lutas que parecem urgentes, mas não são importantes.


Conflitos que prometem justiça, mas só alimentam vaidades feridas.


Escolher as próprias guerras é um ato de maturidade espiritual.


É entender que nem toda provocação merece resposta, que nem toda divergência exige trincheira, que nem todo ataque precisa de contra-ataque.


Às vezes, a maior vitória é permanecer inteiro.


Quem aprende a escolher suas guerras descobre que propósito não combina com distração.


Que energia é recurso sagrado.


Que paz não é covardia — é estratégia.


E que há combates que só existem para nos afastar daquilo que realmente fomos chamados a construir.


Felizes os que discernem.


Felizes os que aprenderam a escolher suas guerras.


Porque não vencem todas as batalhas — mas preservam aquilo que nenhuma vitória pode devolver: o próprio destino.

Não tive filhos
por dois motivos:
por falta de tempo
ou porque Deus
deve ter escrito
algo diferente
no meu destino.


Não desencorajo
quem quer ter,
porque tudo tem
a sua razão de ser.


Há quem lembre por
esta razão de Uadi,
e comece a comer Pequi
por crer talvez no Divino.


Só me lembro mesmo
é da Ciência por ser
o conjunto de tudo que
fez a gente chegar até aqui.


(É sobre orientação e respeito).

TEMPO INTERIOR E O PESO DO OLHAR ALHEIO.
Do Livro: Não Há Arco-íris No Meu Porão.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro.

Há um instante na vida em que a presença do outro se torna uma espécie de espelho de profundidade. Não o espelho superficial que devolve formas, mas aquele que devolve densidades. Quando alguém se inclina para compreender aquilo que guardamos sob as camadas do cotidiano, desperta-se uma tensão antiga: reconhecer-se, permitir-se e, ao mesmo tempo, temer-se.
A filosofia clássica recorda que o ser humano é dividido entre o que conhece de si e o que evita conhecer. A psicologia aprofunda esse paradoxo ao mostrar que nossas regiões mais sensíveis raramente se revelam por vontade, mas por contato. E o contato que tenta desvendar nossas zonas obscuras é sempre grave. Há uma penumbra que pulsa, uma sombra que observa, uma quietude que denuncia o quanto somos opacos até para nós.
Essa aproximação do outro funciona como rito. Exige cuidado, lucidez e um silêncio que escuta. É antropologicamente raro e é espiritualmente comprometido, pois trata do mistério da interioridade humana. Quem adentra o território da alma alheia participa de um processo tão antigo quanto as civilizações que refletiram sobre a intimidade, a confiança e o vínculo.
E, no entanto, o verdadeiro movimento filosófico surge no interior daquele que percebe essa aproximação. A alma, antes reclusa em seu próprio labirinto, começa a se ver pelos olhos de alguém que não teme a escuridão. Isso provoca uma espécie de iluminação discreta, uma revelação que não estoura, mas amadurece.
O drama existe, mas não é destrutivo. É drama de reconhecimento. É a constatação de que somos feitos de camadas que só se revelam quando alguém se aproxima com coragem e intenção sincera. Nesse gesto repousa a grandeza da psicologia do encontro humano: a alma só se completa quando aceita ser lida.
E toda leitura profunda, ainda que assombre, sempre reacende a força que sustenta a travessia.

Que cada olhar que te alcança em profundidade te lembre de que a verdadeira imortalidade começa no instante em que alguém percebe quem você é.

A ÉPOCA DA RAZÃO PROVOCADA
A FÉ RACIOCINADA DIANTE DO NOSSO TEMPO.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro.


“Fé raciocinada somente é aquela que pode encarar a razão face a face em todas as épocas da humanidade.” Esta afirmação, situada no coração da filosofia kardequiana, exige que perguntemos a nós mesmos: em que época estamos? Que espécie de tempo histórico interpela o pensamento e convoca a fé a este exame rigoroso?


Estamos em uma época marcada pela abundância de informações e pela escassez de reflexão profunda. Jamais houve tantos textos, tantos documentos, tantas vozes, tantas análises. No entanto, raras vezes a humanidade se mostrou tão dispersa, tão imediatista e tão inclinada a formar julgamentos sem o devido estudo. Por isso, a frase de Kardec não é apenas uma advertência, mas um critério de maturidade espiritual.


Em que época estamos?
Estamos na época em que o pensamento crítico tornou se uma necessidade vital. A razão é diariamente pressionada por conclusões rápidas, interpretações impulsivas e opiniões que substituem investigações. A fé raciocinada, para existir neste cenário, precisa demonstrar coragem intelectual e serenidade moral. Ela deve erguer se acima da agitação mental, examinando cada ideia com calma e lucidez.


Em que época estamos?
Estamos na época em que muitos confundem tradição com estagnação. Mas Kardec, ao afirmar que a fé deve encarar a razão em todas as épocas, reconhece que cada período histórico traz novas questões, novos desafios e novas exigências. O século vinte e um não é exceção. Pelo contrário, é talvez o século em que esta frase ressoa com mais força, porque a razão foi convertida em arena de pressões constantes.


Em que época estamos?
Estamos na época em que a responsabilidade intelectual se tornou prova de caráter. Avaliar, estudar, fundamentar, compreender antes de opinar tornou se ato de resistência moral. A fé raciocinada não floresce na pressa, mas na ponderação. Não vive do eco das massas, mas da coerência íntima entre razão e sentimento.


Por isso, enfatizar a frase kardequiana neste contexto significa reconhecer que a fé raciocinada permanece como exigência permanente. Ela não é conceito do passado, mas compromisso do presente. Encarar a razão face a face significa encarar nosso próprio tempo, suas fragilidades, seus excessos e suas urgências.

Está difícil conciliar o tempo com as obrigações
Mas sou responsável pelo meu próprio tempo e tenho a obrigação de fazer o meu melhor por mim e principalmente pelos que me admiram e me veem como um exemplo a seguir.
Eu não sou a mulher de aço, mas confesso que gosto de ser a mulher maravilha aos olhinhos tão pequenos que me olham com tanto orgulho.
Esse é o meu amor que dinheiro nenhum compra e a recompensa que o futuro traz.
Adultos são os heróis das crianças, então procure ser sempre um bom exemplo para quem os segue com o coração...
É isso.
PRESENÇA 🫂
#futuro#familia# atenção

Durante muito tempo, confundi autonomia com soberba.
Acreditei que ser livre significava não ouvir, não considerar, não ponderar.
A ilusão do controle absoluto é sedutora — e cara.


Com o tempo, a mente amadurece e passa a reconhecer padrões.
Percebe que grande parte do sofrimento não nasce do acaso,
mas da repetição de decisões mal avaliadas.
Não foi o mundo que feriu — foi a insistência.


A maturidade não apaga os erros; ela os decodifica.
E ao compreendê-los, surge algo raro: responsabilidade sem culpa
e mudança sem arrogância.


Então fica claro que paz não é fraqueza,
é eficiência emocional.
E que conselhos não são imposições,
são dados coletados pela experiência alheia.


Ignorá-los é possível.
Aprender com eles é inteligência.

O tempo:

O tempo é um conceito abstrato que governa nossas vidas. Ele é implacável, sempre avançando, nunca parando. O tempo é uma força poderosa que nos molda, nos desafia e nos inspira.

O tempo é um mestre da paciência. Ele nos ensina a esperar, a ser pacientes e a confiar que as coisas acontecerão no momento certo. O tempo também nos ensina a ser resilientes, a superar desafios e a crescer com as experiências.

O tempo é um professor da sabedoria. Ele nos ensina a valorizar cada momento, a aproveitar cada oportunidade e a aprender com cada erro. O tempo nos mostra que a vida é curta e que devemos viver cada dia com intensidade e propósito.

O tempo é um amigo da memória. Ele nos ajuda a lembrar dos momentos mais felizes, dos momentos mais difíceis e de todas as experiências que nos moldaram como pessoas. O tempo também nos ensina a deixar ir as coisas que não podemos mudar e a seguir em frente com esperança e otimismo.

O tempo é um aliado da mudança. Ele nos mostra que nada é permanente, que tudo muda e que devemos estar dispostos a nos adaptar e a evoluir. O tempo nos ensina a ser flexíveis, a abraçar a mudança e a crescer com ela.