Textos sobre Tempo
Somos a primavera que nunca se cansa,
O livro que se abre, sem ter mais final.
No tempo, pairamos, em terna dança,
Um amor que a vida não pôs no portal.
Somos jovens demais para a dor que nos toca,
Para o adeus que o futuro insiste em soprar.
A alma, ingénua e forte, ainda se choca
Com o cinza que a aurora há de nos mostrar.
Éramos a promessa, o brilho sem fim,
Agora, a saudade que o hoje não sente.
Eternos amantes, neste jardim,
Jovens demais para sermos... ausentes.
O tempo corre, mas a ferida não.
O mesmo vazio persiste, amargo e fundo.
Foi a palavra não dita, a incompreensão,
que nos lançou em lados opostos do mundo.
Não foi a falta de amor, e sim o medo.
A covardia sutil de quem se cala.
Guardamos o maior de todos os segredos:
a dor que o orgulho, em silêncio, instala.
Nada mudou.
Mas hoje, na moldura do "antes",
escutei sua voz — um fio de luz,
lembrando os juramentos distantes,
do amor que a alma ainda conduz.
E se a distância foi por nós criada,
eu creio na ponte que o tempo pode refazer.
Pois o que foi quebrado, em cada madrugada,
ainda pulsa em mim, e pode reviver.
Amar-te de verdade é o que o tempo não permite,
mas o meu zelo é maior que o meu querer.
Pois quem ama de verdade não admite
fazer da alma do outro uma prisão.
Não sou teu dono, nem do teu destino,
embora o meu futuro insista em te chamar.
Deixo você ir, com uma dor forte no peito,
pois amar é também saber libertar.
Dizem que o tempo cura tudo, mas ele não apaga os lugares onde a gente não foi. Eu ainda te vejo em cada esquina que a gente planejou visitar e em cada letra de música que parece ter sido escrita sobre nós dois.
Nosso final não foi feliz, porque, no fundo, ele nem parece um final. É uma interrupção. Um nó que não desatou. Eu sinto que deixamos pegadas profundas demais para serem sopradas pelo vento. Hoje, você é uma saudade que eu visito em silêncio. Fica aqui o meu registro do que não foi dito: você ainda mora no meu peito, mesmo que a vida tenha nos levado para direções opostas.
TEORIA MINIMALISTA
Com o tempo, você tem notado que aparecem na mídia, ou redes sociais, algumas palavras que confundem nossa mente.
Não se trata de uma "modinha", qualquer, e sim de um assunto que faz parte do nosso processo de evolução. Haja visto que a população brasileira é gigantesca e sua cultura é extremamente diversificada.
Imaginemos informar para a sociedade de uma maneira geral, o qual recentemente aumentou seu consumo, que segundos o minimalistas, não é preciso de muito para ser feliz. Seria totalmente incompreensível tal raciocínio perante aos modos convencionais de seus gastos e aquisições.
Como explicar, para alguns, sendo jovens ou não, aquilo que está sentindo o prazer de comprar um carro, uma TV de LED ou até mesmo um smartphone, não é legal. Entretanto é preciso abrir mão das coisas materiais?
Para isso advém o minimalismo, que em tese é se livrar de todo o tipo do supérfluo.
Minimalismo é para aqueles nos quais já se cansaram do consumismo desenfreado e agora estão prestando um pouco mais de atenção em coisas que o dinheiro não pode comprar, como a satisfação com a vida, felicidade, liberdade e o convívio harmonioso com a natureza.
Isso não quer dizer, viver em um apartamento pequeno com poucos móveis modernos e brancos e não ter televisão. Também não significa vender todas as roupas, o carro, pedir demissão do emprego e seguir o exemplo de São Francisco de Assis.
Minimalismo é muito mais do que um estilo de vida. É uma ferramenta que pode ajudar a todos aqueles que estiverem dispostos a se livrar dos excessos em favor de se concentrar no que é importante para encontrar a sua realização pessoal.
Um estilo de vida com o princípio de reduzir ao mínimo o emprego de elementos ou recursos.
Quando identificamos o que não é necessário, começamos a tomar decisões mais conscientes e isso acaba nos libertando de medos, preocupações, angústias, culpa e das armadilhas do consumo que acabamos construindo em nossas vidas e que nos fazem sentir que estamos presos aos nossos empregos ou a determinados círculos sociais.
Nada mais é o que diz o ditado; “Não precisamos de muito para viver bem, porém não quer dizer que vivemos com pouco”. Simplesmente curtindo a vida de forma simples e eficaz.
PERCURSO DO TEMPO
O tempo segue seu caminho,
Sem jamais olhar pra trás,
Carrega sonhos e destinos,
Leva os fortes e os demais.
Hoje somos voz presente,
Nome vivo e conhecido,
Mas amanhã, lentamente,
Seremos quase esquecidos.
Primeiro fica o retrato
Dependurado na parede,
Onde um olhar, vez ou outra,
Mata a saudade que precede.
Depois viramos lembrança
Guardada em velho arquivo,
Entre papéis e memórias,
Num silêncio pensativo.
As histórias vão ficando
Mais curtas a cada ouvido,
Até que reste apenas
Um nome meio perdido.
O relógio não se cansa,
Nem conhece compaixão,
Transforma reis em poeira,
E castelos em chão.
Por fim, seremos um objeto
Que o destino fez sumir,
Como folha levada ao vento
Sem ninguém para seguir.
Mas há quem vença o esquecimento
Sem riqueza ou posição:
Quem plantou amor na vida
Floresce no coração.
Pois o tempo apaga rostos,
Datas, feitos e brasões,
Mas não destrói por completo
O bem semeado em milhões.
Assim percorre o tempo,
Do nascimento ao partir;
E o homem vira memória,
Até memória não existir.
Mas enquanto houver bondade,
Mesmo após o fim da lida,
Algo de nós permanece
Caminhando pela vida.
Só o tempo sabe
para onde segue a estrada.
Mesmo quando dizemos conhecer o destino,
quem pode prever o que nos aguarda?
Será o ponto final…
ou o primeiro passo de uma nova jornada?
As rotas mudam,
os ventos trocam de direção,
mas o essencial permanece:
seguir adiante
com os olhos atentos
ao lugar onde o coração deseja chegar.
E quem pode dizer
se o amor cresce no mesmo compasso
em que o coração escolhe sentir?
O coração suspira quando o amor se eleva,
e chora silencioso
quando o amor se despedaça.
Quem pode prever
o instante em que dois caminhos se encontram?
O amor precisa estar desperto,
vivo no peito,
para reconhecer essa magia que toca
como luz suave,
como energia pura
que renova tudo o que somos.
E como fluirá o dia?
Quem ousaria afirmar seu fim,
se a noite — misteriosa, profunda —
guarda no silêncio das estrelas
tudo aquilo
que habita o seu coração.
“Tudo e Nada”
Ao mesmo tempo em que achamos ter domínio — sobre bens, pessoas ou até sobre nós mesmos — a vida sopra o contrário.
Se é seu, cuide.
Se pode, faça.
Se domina, não se preocupe.
Mas lembre-se: existem muitos tipos de força e poder, e o verdadeiro desafio é saber onde e quando usá-los.
Acreditar que temos poder absoluto sobre tudo é perda de tempo.
Quando pensamos saber demais, é aí que ainda não aprendemos nada.
O tudo e o nada caminham juntos nas escolhas que fazemos.
Você pode imaginar que tem total controle sobre si,
mas o que realmente possui são responsabilidades.
Com o tempo, isso fica claro.
A sabedoria vem quando entendemos que o maior tesouro é a felicidade —
a única que tem valor real e dá sentido à vida.
E você saberá que a encontrou
quando perceber que aquele vazio antigo já não existe mais.
Vivemos confusões, dores e quedas…
mas tudo passa.
E aqui está você: de pé, diferente, mais consciente.
Não crie expectativas sobre pessoas, coisas ou situações.
Apenas viva o que precisa ser vivido,
faça o que precisa ser feito — hoje, sempre.
Não subestime ninguém,
mas também não supervalorize.
Dê a cada pessoa o valor que suas atitudes mostram.
E não seja bajulador: isso não leva a lugar algum.
Seja prudente, mesmo quando a dúvida tentar assombrar a alma.
A vida é boa e maravilhosa quando entendemos sua importância.
Alegria, felicidade e amor são parte da existência —
e isso sim pode ser seu, meu, de qualquer pessoa que compreenda essa verdade.
Porque vem da alma, do espírito, do coração.
Com o tempo, aprendi a ser quem sou
e a ouvir o meu próprio ritmo.
Entre o barulho e o silêncio,
é na calma que encontro paz
e onde minhas ideias florescem.
Gosto da vida simples,
das pequenas alegrias
que iluminam o dia sem esforço.
Não sigo padrões que aprisionam;
prefiro a liberdade da mente desperta.
Alguns vivem presos à própria verdade,
girando em círculos sem perceber.
Por isso escolho a serenidade:
um lugar silencioso
onde a alma respira
e a mente vê além dos olhos.
Aquilo Que Permanece
O tempo possui uma característica inevitável.
Ele segue adiante.
Não importa quem somos, onde estamos ou quais são nossos planos. Os dias continuam passando, as estações se sucedem e a vida avança em seu próprio ritmo.
Ao longo dessa caminhada, muitas coisas mudam.
Pessoas entram e saem de nossas vidas.
Sonhos se transformam.
Certezas dão lugar a novas perguntas.
Lugares que um dia fizeram parte da nossa rotina tornam-se apenas lembranças.
E nós também mudamos.
Talvez mais do que imaginamos.
Quando somos jovens, costumamos acreditar que aquilo que temos hoje estará conosco para sempre. Com o passar dos anos, descobrimos que a vida é feita de movimento. Nada permanece exatamente igual.
Essa constatação pode parecer triste à primeira vista.
Mas existe outra maneira de enxergá-la.
Porque, embora muitas coisas mudem, algumas permanecem.
Nem sempre de forma visível.
Nem sempre da maneira como esperamos.
Mas permanecem.
Permanecem os ensinamentos deixados por pessoas que fizeram parte da nossa história.
Permanecem as palavras que chegaram até nós no momento certo.
Permanecem os gestos de bondade que recebemos e aqueles que oferecemos sem esperar nada em troca.
Permanecem os valores que escolhemos carregar ao longo da vida.
Há lembranças que resistem ao tempo.
Há afetos que continuam presentes mesmo quando a distância ou os anos se acumulam.
Há experiências que se transformam em parte daquilo que somos.
Quando olho para trás, percebo que muitas das coisas que julgava importantes ficaram pelo caminho.
Objetos foram substituídos.
Planos mudaram.
Circunstâncias passaram.
Mas aquilo que verdadeiramente contribuiu para minha jornada continua presente de alguma forma.
Talvez não na memória de todos.
Talvez não registrado em fotografias ou palavras.
Mas gravado na essência daquilo que a vida ajudou a construir.
Com o tempo compreendemos que a existência não é medida apenas pelo que acumulamos.
Ela também é medida pelo que deixamos.
Pelas marcas que imprimimos nos caminhos que percorremos.
Pelos sentimentos que despertamos.
Pelas vidas que tocamos, ainda que sem perceber.
No final, talvez aquilo que permanece não seja aquilo que conseguimos guardar.
Mas aquilo que conseguimos compartilhar.
Porque algumas coisas atravessam os anos.
Outras atravessam gerações.
E existem aquelas que continuam vivendo silenciosamente dentro das pessoas que encontraram o nosso caminho.
Muitas informações girando ao mesmo tempo . Acontecem muitas coisas simultaneamente . Muitos fazendo previsões e muitas profecias ,que deixam o povo apavorados , mais do que já estão . Os falsos tentam ludibriar por ganância e dinheiro , enquanto os verdadeiros , que realmente proferem a verdadeira Palavra , onde muitos que por desconhecerem os propósitos de Deus e seus ensinamentos , embalam nas loucuras de tantos, para destruir os sagrados laços da aliança com o Senhor . Estamos envoltos num emaranhado , como numa teia , onde o devorador espreita os fracos e despercebidos , para consumirem suas almas ,enlaçadas no véu do esquecimento , pois muitas ilusões estão levando o homem , perder o sentimento da fé e que pela corrupção, fazem com que acreditem que estao sendo conduzidos ao bom caminho e não enxergam a face dos lobos que estão desviando a humanidade do Bom Pastor .
João Batista Barbosa
POUCO TEMPO!
Temos pouco tempo
Pra dizer palavras simples
Olhar dentro dos olhos
Esperando um sorriso.
Temos pouco tempo
Brincar como criança
Correr pelas calçadas
E tomar banho de rio.
Vamos então dançar
Chutando poças d'água
Sentir gosto do beijo
Na chuva lavando a rua.
Vamos que o tempo é pouco
Amar os sonhos desta vida
Encontrar novo brilho.
Vamos que o tempo é pouco
Pra gritar pra todo mundo
Que o amor assim no ar
Nas linhas sem dimensão
Do pouco tempo que corre
Eternizando os pensamentos.
Da vida girando ventos
Desejos antes contidos
Agora purificados
No milagre do tempo!
AUTOR - JOÃO BATISTA BARBOSA
NÃO HÁ TEMPO!
Não há tempo para lágrimas
Que secaram na poeira
Do chão preto do asfalto!
Não há tempo de chorar
Das lembranças e momentos
Que você banalizou
Que você nem ligou ...
Histórias da própria vida...
Enquanto passa a madrugada
No silêncio da noite
Olhos vidrados no espaço
Viajando os pensamentos:
Entre a chegada ao destino
Ou antecipado o retorno
Calor que engasga a garganta
Ronco de motores
Entre viradas e contornos
Não há tempo ...
Só a pressa de passar
Sem os sonhos nem emoções
Deixando atrás pelo retrovisor
As voltas que já se foram
E que jamais retornarão
Na busca do mesmo tempo
Que não mais teremos
Vida para vivermos novamente
O mesmo tempo jogado fora!
AUTOR – JOÃO BATISTA BARBOSA
MIMOSO DO SUL ES
POESIA
O SILÊNCIO
O silêncio beija o tempo
Vezes derramando lágrimas
Outras em pensamentos.
Viajam através das emoções
Sorrisos ou até mesmo ilusões
O silêncio tem o frescor
Quando ameniza a dor
Esvaziando a nossa mente
Para tentar assim realmente
Buscar a pura verdade
Sem medos ,despir da vaidade
Daí surge dentro da gente
Forças pra voar novamente
Daí o silêncio vai embora
Esquece tudo que outrora
Trouxe vazio e sofrimento
E no percurso do momento
Uma voz que vem de dentro
Dizendo você é capaz
De buscar através da paz
Sua harmonia interior
Esta voz que toca e reluz
Sentimos em meio ao silêncio
Nesse momento percebemos
Que estamos nos braços de Jesus!
POESIA
JOAO BATISTA BARBOSA
MIMOSO DO SUL ES
VIAGEM
Na brisa da madrugada , percorrendo olhares onde estrelas ponteiam ao mesmo tempo que a lua com seu brilho misterioso , desenha contornos nas águas dos rios .
A distância percorrida vai de encontro a vários lugares , relembrando tempos ali passados, memórias já vividas e agora uma nova corrida pelos cantos que sempre deixa novas histórias.
Viagens nos fazem encontrar novos horizontes , marcando sinais de novos tempos e formalizando outros contatos e acontecendo novos instantes que serão relembrados por se viver continuamente numa roda que só pára de girar quando cessam os caminhos, que parem de perfazer a vida que enquanto pulsa, faz sempre acontecer cada fato , visões, cheiros, céus e terras , num trajeto que marcam cada segundo de nossa existência .
Somos cada pessoa um marco diferenciado para em cada pessoa que partilhamos nossos momentos , fazem também parte de bons , ruins ou simplesmente monotonias , mas que de qualquer forma registram uma passagem no universo de nossas mentes .
A viagem da vida é algo que com o passar do tempo vai guardando saudades ou arrependimentos do que não deveria ter sido feito ou por sentimento por não termos completados nossas etapas , mas até essas lembranças são marcantes para flutuar novas aventuras.
Viagens voam no passar dos olhos em natureza e em tudo que surgem a cada emoção que perpetuam e nos fazem desejar que a vida se renove e se repita , mesmo que meio a fumaça de poluição ou nos encantos floridos e misturados a cores e perfumes que eternizam sonhos ou experiências pra que sintamos a diversidade e o prazer de viajar pra que o reflexo do céu faça moradia em nossas recordações.
Num ciclo que enquanto olhos e corações surgem pelos horizontes , vivificam e transformam o viver no mais lindo romance do amor que amadurece dentro da gente .
João Batista Barbosa.
O Tempo das Respostas
Muitas pessoas acreditam que os sonhos se realizam quando a oportunidade aparece.
Talvez não.
Talvez eles se realizem quando nos tornamos capazes de reconhecer aquilo que sempre esteve vindo em nossa direção.
A vida raramente responde no momento em que perguntamos. Ela responde quando estamos prontos para compreender a resposta.
Por isso, nem toda espera é atraso.
Há caminhos que precisam ser percorridos antes da chegada. Há aprendizados que precisam acontecer antes da conquista. Há versões de nós mesmos que precisam nascer antes que determinados sonhos encontrem espaço para existir.
O que hoje parece distante pode estar apenas seguindo o ritmo necessário para permanecer quando chegar.
Nem tudo o que demora está ausente.
Às vezes, está apenas amadurecendo.
— Wander von Muller
CORAGEM DA FÉ
O tempo que renova, transforma... também leva embora quem amamos, deixando saudades. Porém o mesmo tempo perpetua as memórias de todas as emoções vividas.
O tempo não permite rascunho de vida, e sim a coragem da fé, a persistência do arrependimento e as mudanças que nos permita harmonia para alcançarmos a paz, pois o tempo eterniza o amor!
QUANDO O TEMPO
Quando o tempo embalar minhas sombras
Entre as madrugadas frias
e chuva fina caindo...
Na memória percorrendo o tempo vivido
Como flash num
circuito muito veloz...
Quando o vento soprar novamente
Meu rosto sombrio, feito estátua
Meus olhos já não vertem lágrimas
Somente o vazio percorrendo o horizonte
Por momentos o coração parece parar
Fixado corpo sem nenhum movimento
Sem emoções que possam me envolver
Somente o vazio pairando no ar
Fecho meus olhos entre paredes vazias
Entrego meu corpo esparramado no chão
Deixando para trás as paixões tão sofridas
E sucumbir por latrinas da própria sorte
Quando o tempo soprar calado ao vento
Eu possa estar flutuando outro espaço
Entre lacunas que já foram transcritas
No destino passado que já fora vivido!
SOZINHO NA MULTIDÃO
Moro sozinho com meus pensamentos, moro no tempo que passa, e, mesmo com outras pessoas, sou pessoa única. Nas variantes, vago entre minhas escolhas... algumas amargas, outras felizes, mas só eu posso decidir os caminhos onde irei pisar.
Cada pessoa pode fazer o que bem entende, somos livres para colher risos ou lágrimas, paz ou guerra, ódio ou amor.
Por isso a solidão de sermos sozinhos, mesmo entre multidões, vale sentir o universo que existe dentro de nós, onde Deus o tempo todo tenta preencher nossas almas... basta você deixar que Ele faça parte e torne sua vida um turbilhão de sentimentos, que farão de você cada dia um ser melhor!
Tempo
O meu tempo não é o mesmo que o seu tempo.
A minha forma de enxergar a vida não se mede pelos padrões dos outros, nem pela correria do mundo. Eu vivo um dia de cada vez, sem depositar minha felicidade no amanhã. Vivo o hoje.
Aprendi que é melhor voltar atrás para pedir perdão do que carregar mágoas que corroem a alma em silêncio. Aprendi também que um abraço sincero, oferecido em meio à tempestade, vale muito mais do que a indiferença de quem escolhe se afastar.
Eu vivo nos detalhes.
Na fotografia que eterniza um instante.
Na pintura que dá vida a uma parede.
Na música que toca baixinho ao final da noite.
Nos pequenos gestos que, para muitos, passam despercebidos, mas que para mim dão sentido à existência.
A vida nunca foi sobre a ausência de obstáculos. Ela é sobre continuar caminhando apesar deles.
E, mesmo depois de um dia difícil, adormeço sonhando. Porque é nos sonhos que encontro forças para acordar todas as manhãs e continuar acreditando que vale a pena viver, sentir, criar e recomeçar.
— Fhayom
