Textos sobre Tempo

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O Tempo de Agora

Não olhes para trás com pesar ou saudade,
o que passou já escreveu sua história.
Guarda no peito apenas a verdade,
o amor que ficou e a tua memória.

O que foi dor, serve como aprendizado,
mas não deixes que te prenda ou te impeça.
Liberta o que já não está ao teu lado,
o mal se desfaz, o bem permaneça.

Quem partiu deixou sua marca e lição,
seja doce ou amarga, ficou lá atrás.
Hojo tu segues com fé no coração,
fazendo do presente a tua paz.

Tens em tuas mãos o poder da mudança,
a força que vence qualquer batalha.
Crê em Deus, crê em ti, mantém a esperança,
que o futuro se tece com o que hoje trabalha.

Vive intensamente esse momento,
sorrir, amar e florescer.
O mundo responde ao teu sentimento,
e a felicidade... já está em você.

O Infinito em Teu Olhar


De tudo, em ti, meu ser se fez atento,
Com um zelo que o tempo não desfaz.


Em cada gesto, um novo encantamento,
Que a alma busca e o coração refaz.


Fui mar sem porto, estrela sem cometa,
Um eco errante em busca de canção.


Até que em ti, a vida se completa,
E o antes, sem ti, perde a dimensão.


És a rara melodia que me invade,
O segredo que o futuro me revela.


Em cada toque, a mais pura verdade,
Uma promessa que o amanhã sela.Não busco o fim, nem temo a despedida,
Pois em teu ser, o eterno se faz lar.


Que seja intenso, a cada batida,
Infinito, enquanto Deus me permitir te amar.


Neste amor, a urgência do presente,
A certeza de um laço sem igual.
Minha alma em tua alma, transparente,
Um elo forte, um bem que não tem par.⁠

Ocidente e Ocidente

⁠quanto mais tempo eu leio como um curioso as obras da academia ocidental e à 'pesquisa', mais eu me torno hostil à intervenção da erudição ocidental branca nos assuntos dos povos colonizados.

não há necessidade de contribuições brancas, ocidentais, questionamentos ou análises em relação ao sul global, povos colonizados ou minorias étnicas.

acadêmicos e professores brancos fetichizam, estetizam e exploram em nome de sua educação, estudos e carreiras.

uma sala de aula ocidental facilitada por um acadêmico branco é um local de violência, não de revolução

Algoz Invisível
O tempo não é amigo.
É algoz disfarçado de continuidade.
Não caminha comigo — me arrasta, me despedaça, me consome em silêncio.
Se ele soubesse que o desafio, talvez hesitasse…
Mas não hesita.
O tempo não pensa, não sente, não negocia.
Ele apenas avança — indiferente, brutal, absoluto.
Eu não conto com ele. Eu o confronto.
Mas ainda assim ele me atravessa todos os dias como lâmina invisível.
Se eu quero algo, ele me responde com demora.
Se eu espero, ele me pune com pressa.
Se eu imploro, ele ri na forma do atraso.
Sou seu inimigo sem poder vencê-lo.
Ele é meu juiz sem ter sido eleito.
E ainda assim ouso perguntar:
Se eu pudesse dobrá-lo, seria liberdade ou tirania?
Se eu o dominasse, eu ainda seria humano — ou apenas outro tempo, frio e sem culpa?
Talvez o verdadeiro desespero não seja o tempo passar…
Mas perceber que nada nele precisa de nós para continuar.
Se as estações fossem justas, eu desconfiaria.
Se a primavera fosse perfeita, eu temeria seu veneno escondido.
Se o inverno tivesse piedade, eu chamaria isso de mentira.
Porque nada que é absoluto pode ser inocente.
Tempo, você não é idêntico.
Você é guerra constante contra tudo que insiste em existir.
E eu não me curvo — não porque sou forte,
Mas porque já estou sendo quebrado.
Izaias Afons

A Resiliência do Tempo, Quando O Passado Ecoa no Presente

Eco de um passado distante, mas que ainda se faz presente como uma grande porta que fica aberta permanentemente, ecoando o fato de autora, talvez, uma prova de que o tempo também é resiliente.

Ecoa materializado em alguma construção antiga, nas suas paredes, utensílios, artes e cenários ou guardado em uma memória viva — na mente daqueles que vivenciaram ou dos que ouviram e leram atentamente.

Ecoado por estar descrito nas páginas de algum livro de história entre a escrita, a fala e a leitura; nas suas marcas deixadas pela natureza, ecoando de várias formas e até espalhadas pela selva de pedras.

Ser mãe é viver uma história de amor e dificuldade ao mesmo tempo. No Dia das Mães, muita gente lembra dos presentes e das homenagens, mas nem sempre percebe tudo o que uma mãe enfrenta desde a gravidez até a vida adulta do filho.

Tudo começa na gravidez, quando surgem os medos, as dores e as preocupações. Mesmo cansada, ela continua firme, porque o amor pelo filho já existe antes mesmo do nascimento.

Depois que o filho nasce, chegam as noites sem dormir, o cansaço e a responsabilidade de cuidar de alguém tão pequeno e dependente. Mesmo exausta, a mãe sempre encontra forças para cuidar, proteger e dar carinho.

Com o tempo, vêm os desafios de educar. Ensinar o certo e o errado não é fácil. Muitas vezes o filho não entende as regras, responde mal ou acha que a mãe está exagerando, mas tudo isso faz parte do cuidado dela.

Na adolescência, as preocupações aumentam ainda mais. A mãe sente medo das escolhas do filho, das amizades e dos caminhos que ele pode seguir. Mesmo quando ele se afasta, ela continua ali, se preocupando em silêncio.

E quando o filho cresce, a mãe continua sendo mãe. Mesmo na fase adulta, ela ainda se preocupa, sente saudade e quer o melhor para o filho, mesmo sem demonstrar o tempo todo.

O Dia das Mães é mais do que uma simples comemoração. É um momento para reconhecer tudo o que uma mãe enfrenta por amor. Porque, apesar das dificuldades, ela nunca deixa de cuidar, apoiar e amar.

A Solitude do Ser: O Tempo como Espelho e a Maturidade como Realidade
Por: Prof. Me. Yhulds Bueno


A percepção da solidão é uma construção temporal que raramente se revela durante o vigor da juventude. Em nossos anos iniciais, vivemos sob uma espécie de entorpecimento social, cercados por "andarilhos do tempo" figuras efêmeras que transitam por nossas trajetórias, compondo um cenário de aparente plenitude. Nessa fase, a juventude atua como uma lente distorcida, onde o movimento constante de pessoas é confundido com conexão, e a presença física é interpretada como permanência emocional.


À medida que avançamos, a vida adulta transforma nossa relação com o cronômetro. O tempo deixa de ser um pano de fundo para se tornar um protagonista ambíguo: ora aliado estratégico na construção de legados, ora adversário implacável na gestão das urgências. É um período de alta densidade, onde o fazer muitas vezes camufla o sentir.


Contudo, é ao cruzar o limiar dos 50 anos que a narrativa da existência sofre sua mudança mais profunda. A maturidade nos despe das ilusões coletivas. Surge, então, a consciência de uma solidão intrínseca, que independe do cenário exterior. Percebemos que, mesmo em casas repletas, ambientes de trabalho dinâmicos ou círculos sociais ativos, a essência do ser permanece isolada.


Essa revelação torna-se ainda mais aguda quando o mundo externo começa a silenciar. A rarefação dos convites e a escassez de lembretes funcionam como um termômetro social da nossa suposta "importância". É o momento em que o tempo, nosso algoz e mestre, nos força a encarar o espelho sem adornos.


Nessa fase, compreendemos que a jornada é, em última instância, um monólogo profundo. A maturidade não traz a solidão como um castigo, mas como uma verdade incontornável: a de que a única presença garantida do início ao fim é o encontro de nós com nós mesmos. Aceitar essa condição é o passo final para transformar o peso do isolamento na leveza da solitude.

A gente vive como se tivesse tempo de sobra. E o tempo… anda de fininho, pregando peça na gente. Poucas coisas nos humanizam tanto quanto o luto. É um choque seco, direto. Um corte na ilusão de que tudo pode esperar, de que dá pra deixar pra amanhã. Porque, quando a perda chega, de repente, o amanhã que a gente guardava com tanto cuidado… não existe mais.

A gente passa a vida fazendo planos como se o calendário fosse o nosso aliado, como se o relógio estivesse do nosso lado. E o luto escancara isso sem delicadeza nenhuma. Perder alguém muda o jeito como a gente enxerga o tempo. Você percebe que ele não era tão longo quanto parecia. Que aquela conversa podia ter acontecido. Que aquele abraço podia ter sido dado. Que aquele café não precisava ter esfriado.

É como se o relógio risse da nossa pressa. A gente corre para tudo… menos para o amor, menos para o afeto. E aí, quando não dá mais, a gente entende. Entende tarde. Entende na dor.

O luto humaniza porque tira a gente do automático. Ele quebra essa ideia de controle que a gente insiste em ter. Ele lembra que a vida não é um projeto infinito. É uma travessia. Uma viagem.

O tempo não avisa quando vai acabar. Mas sempre mostra, do jeito mais duro, que ele nunca foi garantido. Zero garantias.

A vida é uma
bolha de sabão.


Ah,
esse martelar
não para.
Oco,
vazio,
o tempo todo,
o mesmo assunto,
sem descanso um
minuto.


Pra que isso aqui!!
Pra que tudo isso!!!
Pra que esse desperdício!!!
E a mesma pergunta,
sem resposta:
pra que existir
se vou deixar
de existir?


Isso é uma
loucura
que parece
sem cura!!!!


Sem entender,
isso vai desaparecer.
De novo isso na minha
mente.


Isso é só
oco,
vazio.
A vida é vão,
feito bolha
de sabão.

⁠Tudo tem o seu tempo

Não importa o lugar, muito menos o tempo...
Quando Deus escolhe as pessoas, ele transforma o errado, aos olhos dos outros, em certo.
É ele quem une as pessoas. Alguma vezes só para originar outras pessoas que, não teriam como vir ao mundo, sem que essa união acontecesse.

Certos encontros, irão resistir por algumas estações... já outros, não passarão do calor de um verão.

Há encontros que terminaram num inverno rigoroso, mas, por insistência, prolongam por muitas outras estações, adiando assim, o inevitável. Os motivos são os mais diversos: às vezes, para poupar o sofrimento dos filhos, outras, talvez, por conveniência, insegurança, receio do que os outros irão pensar, ou simplesmente medo de seguir em frente sozinho...
Por mais tempo que passem juntos, ainda assim, eles não irão permanecer até o fim.

Cada ser humano tem um limite a ser vencido no tempo certo.

No fundo, as pessoas têm a consciência que o encontro não deu certo, porém, muitas optam por dedicar uma vida inteira na esperança que o outro mude, que os ponteiros se acertem e que eles permaneçam juntos até a última badalada do relógio da vida... coisa que, infelizmente, muitas vezes não acontece.

Mas existem também as almas gêmeas, que possuem uma sintonia incrível... essas, quando se encontram nunca saem da primavera, o universo todo conspira a seu favor. Não há dúvidas que eles serão companheiros pelos restos de suas vidas...
Pode ser que esse encontro aconteça na juventude, ou em qualquer fase da vida, porque a alma não envelhece...

É, recomeçar nunca é fácil, mas viver uma vida ao lado de uma pessoa sem o companheirismo, sem o apoio e, principalmente, sem compartilhar os mesmos sonhos que você, é perca de tempo... principalmente o seu!

Nossos encontros são como as estações... elas mudam independente das nossas vontades.

E se, o seu encontro mudou, virou um eterno inverno, encontre coragem e tranque a porta para essa estação e, não esqueça de jogar a chave fora. Abra uma nova porta, sem pressa... deixe que a primavera chegará!
Tenha fé! Deus sabe de todas as suas lutas e, se da vontade dele for, seus sonhos ele realizará, porque só ele sabe o tempo certo de todas as coisas...

O Bom Dia Durante a Noite 2


Mas o tique-taque é um carrasco,
lembrando que o tempo não para.
O nosso brilho é apenas um lasco
de um sol que o destino nos nega a cara.


Dizemos "bom dia" com o peso do adeus,
num quarto onde a lua é a única espia.
Teus dedos traçam nos ombros meus
a aurora que a lógica nunca veria.


Se o mundo lá fora condena o agora,
e exige que a noite seja o fim,
eu nego o relógio, eu jogo-o fora,
contanto que amanheças dentro de mim.


Pois que venha o abismo, o silêncio, a saudade,
e que a sorte nos cobre o que for.
Morrer no teu abraço é a única verdade
de quem fez da treva o seu dia de amor.

TEMPO IGUAL HOJE NÃO HÁ.


Existem coisas que o tempo não apaga,
que o dinheiro jamais paga:
a lembrança que se tem.


A boa vida que a gente vivia,
com amor e alegria...
até chego a chorar da lembrança que me vem.


Minha família reunida ao sol poente,
sem dinheiro, mas contente
de poder se abraçar.


Havia risos e alegria de verdade...
Ah, meu Deus, quanta saudade!
Tempo igual hoje não há.


Que saudade do meu tempo de criança,
daquela vida da infância
que jamais vai voltar.


Que saudade de um tempo tão singelo,
onde o amor era tão belo
e não precisava se explicar.


Hoje em dia, tudo isso é diferente,
pois o povo é descrente,
sem amor, sem se amar.


Cada um está preocupado com o seu “eu”,
o amor já se perdeu
neste mundo em que se está.


Já não há lugar pra Deus
no café da manhã
ou na mesa do jantar.


E no meio de tanta correria,
perdeu-se a alegria
de simplesmente amar.


Cícero Marcos

Cidades de pluma flutuam no balde,
o tempo é um gato de vidro e metal.
Não deixe que o brilho do escuro te escalde,
na dança quadrada do sal mineral.O brilho do plástico rima com o nada,
a estante suspira um peso de pó.
A vida é uma quina de mesa quadrada,
prendendo o destino num laço de nó.


DeBrunoParaCarla

Os seus batimentos são ritmados pelo amor, na maior parte do seu tempo, considerando a versão amável da sua personalidade, tanto por um ritmo doce quanto por um intenso, mas seja qual for, são sempre acompanhados da sua verdade, dos seus forte sentimentos e principalmente por sua elegante calmaria que já é tão característica,

Singularidade que se utilizar da sua bela voz para transmitir a arte do seu lindo canto ao ponto de agradar ouvidos e acalmar corações de um jeito único, num tom emocionante de romantismo, que conversa com a alma de quem possui um lado emotivo, um mínimo sensato de sensibilidade, o grande apreço pelos bons momentos vividos

Dessa maneira, ela consegue se destacar entre muitos através da sua sonoridade que faz uma diferença imprescindível para vários mundos, razão de sorrisos e olhares exultantes, até mesmo alguma identificação como o efeito causado por uma canção cativante, uma melodia de muita emoção e cantando, deixa que o amar seja constante.

Reclamar com frequência claramente desgasta o espírito, uma perda de tempo, pois a facilidade frequente não pertence à jornada,

a resiliência não vem à toa, trata a gratidão imprescindível, assim, esta deve ser persistente, praticada sempre que possível,

percebendo que Deus está presente em cada etapa, por mais que seja difícil, uma conduta sensata, que diante do seu agir, é o mínimo.

Ciente de que a vida é muito passageira e de que o tempo não costuma esperar, sou um viajante aventureiro, estou sempre em busca de uma viagem, de uma nova aventura e posso afirmar seguramente que uma das melhores partes é poder conhecer pessoas incríveis, que tornam certas experiências melhores, inevitavelmente, inesquecíveis,

A maioria delas muito provavelmente estará conosco apenas durante aqueles momentos e está tudo bem, teve a sua devida relevância, é evidente, porém, felizmente, algumas continuarão, mesmo que à distância e em encontros breves, sendo sempre marcantes, alegres, gratificantes, amizades surpreendentes, conquistadas com uma afinidade fascinante

Melhor presente ou lembrança que podemos trazer de uma viagem, que deixa o nosso coração mais leve, às vezes, até acelerado por bons sentimentos, intensos e valorosos e não quer dizer que sejam relações perfeitas e sim mais compatíveis que possam ser, demonstrando de verdade um jeito zeloso com afeto e respeito Graças a Deus e a sua Bondade.

No decorrer de certas noites, quando o tempo se mostra oportuno, cercado por uma escuridão densa, iluminado apenas pela luz da lua, fico em silêncio e passo a ter uma conversa sincera com Selene, dando voz aos meus pensamentos mais frequentes como se ela conseguisse ouvir todos eles

Assim, prontamente, consigo ficar imerso em um momento particular, permitido por Deus, um dos meios da minha mente desabafar, estando diante de uma ouvinte perfeita, que a ouve atentamente lá do céu, sem expressar nenhum sinal de desconforto, ouvindo tudo até o final, um respeito desejoso

E levando em conta o meu alívio mental, de acordo com um prisma lúdico, imagino que toda vez que conversamos, ela ouve e responde de uma maneira sábia a cada pensamento meu que decide falar sobre vários assuntos, paixão, rotina, sonhos, imaginação, amor e outras coisas da vida.

⁠⁠Nesta noite tão aguardada,
tudo o que for inoportuno ficará em silêncio, o tempo estará em pausa, agora, nada terá mais relevância,
o nosso deleite que terá a prioridade,
estás maravilhosa em todos os detalhes, a suavidade da tua pele,
as curvas da tua boca, os teus cabelos graciosos, o fulgor do teu olhar sedento, minhas pupilas chegam a dilatar de tanto entusiasmo que provocas, ficas muito excitante com este teu vestido preto, sabes o quanto que isso me agrada, nem consigo disfarçar,
quero tirar proveito da tua sensibilidade, fazendo arrepiar cada parte do teu corpo
através do meu toque, de beijos intensos, dos nossos sentimentos vívidos,
fico fascinado pela vivacidade dos teus movimentos,
adoro este teu jeito doce e atrevido
que faz meu desejo por ti só aumentar e sei pela verdade e avidez dos teus olhos que é recíproco
da maneira que tem que ser,
se não fosse assim, não teria tanto apreço, aliás, não faria sentido,
não é mesmo?

⁠Ela é várias ao mesmo tempo
que consegue ser única,
às vezes, é extrovertida,
há momentos em que é mais reservada,
aprecia um pouco de loucura,
entre suas condutas sensatas
por isso que tentar decifrá-la
é uma verdadeira aventura
diante de uma personalidade tão rara.

Não aceita e não se importa
em ser limitada principalmente
por quem não a conhece de verdade, que só sabe
de algumas falhas, de alguns fatos,
sem saber de suas lutas,
de como foi moldada por certas circunstâncias, que suas vitórias
não vieram de uma maneira fácil,
foram frutos de muita perseverança.

Sendo assim, é uma linda mulher profusamente interessante, inspiradora, doce, intensa,
cativante, uma benção do Senhor
com um amor ardente
que precisa ser conquistado
com muito fervore nutrido constantemente.

"Se tivesse o poder de voltar no tempo,
Queria só um instante, eu pararia naquele instante que te vi,
Naquele momento que te olhei pela primeira vez.
Só pra te admirar, este momento se tornaria uma eternidade,
Uma eternidade pra te amar.
Onde o amor ficaria congelado no tempo e jamais, jamais passaria.
Neste momento o amor seria o olhar
Onde pela primeira vez que te vi me apaixonei.


Se pudesse voltar no tempo naquele momento que te vi pela primeira vez,
Eu pararia o tempo naquele instante com o beijo que desejei te dar.
O tempo se ficaria por toda eternidade no nosso beijo.
Eu te vi pela primeira vez e me apaixonei.
Naquele momento o tempo nunca mais passou pra mim,
Ali naquele momento o tempo parou.


Eu te vi."


Por Marcio Melo