Textos sobre Tempo
"Nas trilhas do tempo, o vento a sussurrar,
Segredos antigos nos convidam a sonhar.
Com gestos simples, o carinho a florescer,
E no ceder, encontramos o crescer.
O verdadeiro amor, único a brilhar,
Presente divino que nos faz encantar.
Lembre-se, o que te barra não é amor,
É apenas um desafio, um caminho de valor."
MANIPULADOR
Pare de vestir a fantasia de pessoa frágil
Que está dodói o tempo todo.
Para de se doer até pelo que não existe
E pare de se fazer de vítima.
Pare de subtrair de mim
O que você tem mais do que eu.
Para de exigir e implorar
Uma atenção que ninguém pode dar.
Pare de extorquir meus bens
Pare de agir como um canalha
Como alguém realmente do mal.
Sempre quer receber e nunca pode se doar.
Nunca pode ouvir e sempre quer falar.
O manipulador sempre tem uma história triste para contar.
Amor.
Quero ser amado porém não sei amar, me pergunto por quanto tempo sozinho irei ficar. Ver todos felizes faz doer a ferida que não quer se tornar cicatriz.
Ó sofrimento que me faz querer deixar tudo de lado, me abandone por favor, quero sentir que a vida é bela e não apenas sofrimento e dor.
Alguns bons amigos agora dizem que faço falta, porém em vida, nunca haviam me convidado para fazer nada!.
Aos meus irmãos, peço perdão por não ter sido alguém melhor, principalmente não ser presente .
Hoje posso dizer
que tudo o que me resta
é tempo.
A vida cobra
as nossas concupiscências,
as nossas escolhas,
e um dia, sem aviso,
a fatura chega.
Já bati na trave
algumas vezes
para deixar esta existência.
Não me agradaram
essas passagens —
nem as médicas,
nem as emocionais,
pela forma dura
como me atravessaram.
Doeram.
Assustaram.
Marcaram.
Mas também me obrigaram
a pensar sobre a vida
com mais seriedade
do que eu jamais pensei.
Existe, de fato,
um paraíso para nós?
Seremos lembrados
na memória de Deus?
O tempo tem conexão
com esta vida
ou apenas nos atravessa
como um rio indiferente?
Será tudo isso
apenas presunção,
um pensamento insistente
que eu alimento
para suportar os dias?
Ou existe algo
depois desta vida —
algo que não cabe
em palavras,
mas faz sentido
no silêncio?
Hoje,
não tenho certezas absolutas.
Tenho perguntas maduras.
E talvez isso seja fé:
continuar vivendo
mesmo sem todas as respostas,
confiando que o tempo
não seja o fim,
mas um caminho.
Hoje chorei. Como havia muito tempo não chorava. Não havia razões claras. Apenas chorei. Talvez por razões passadas, histórias ancoradas no porto do meu ser, ali onde a dor não se ossificou, não se fez concreta, não mostrou a face, mas pairou soberana e silenciosa.
Talvez por razão nenhuma. Nem sempre a dor tem razão. Dói por doer, por não ser outra coisa, por ser dor apenas.
Eu nunca imaginei que pudesse me apaixonar dessa maneira. O tempo passa, ano após ano, e ainda assim não consigo tirar você da minha mente. É como se fosse sempre o primeiro dia em que te conheci: meu coração dispara, sinto borboletas no estômago e minhas mãos ficam geladas. Nunca vivi nada parecido.
Foi ali que entendi o que é o amor e como ele pode ser cruel conosco. Meus pensamentos insistem em voltar para você, e isso dói profundamente. Dói saber que não posso te ter em meus braços, nem sentir teu cheiro de rosas, o gosto do teu beijo. Você me fazia feliz apenas por estar presente.
Ao seu lado, experimentei sentimentos que nunca tive por ninguém. Era intenso, quase viciante, e a sua ausência se transformou em abstinência. Preciso de você para me sentir completa, para me sentir bem.
"Leva-me Senhor à Teu evangelho no Seu tempo e destempo onde eu possa ouvir, ver andar, falar e tocar sobre o Reino da Tua vontade, até que o céu se manifeste em mim. Que os Teus sentidos no dom da Tua Palavra funcione através de mim e primeiramente sobre mim. Se sou transformada fluirá transformação aos que me rodeiam."
—By Coelhinha
SÉRIE II
Pensar o Nosso Tempo
Texto VI – O Tempo
O nosso tempo não é neutro.
Ele educa, molda e condiciona.
Vivemos num tempo que valoriza a pressa e duvida da profundidade. Tudo deve ser líquido, inclusive o pensamento. Mas o humano não amadurece à pressa.
Pensar o tempo é recusar ser apenas seu avalanche.
Sou de um tempo onde na Umbanda o médium era e se comportava como instrumento da entidade.
Hoje, infelizmente, tem uma inversão de valores e de posições, os médiuns utilizam as entidades como meros instrumentos para alimentar os próprios egos e sustentar suas vaidades e consumos materiais vários.
Isso é um fato bem visível
a quem tem olhos que enxergam e querem enxergar, não uma opinião de parte ou um parecer nostálgico, tipo: antigamente tudo era melhor... não tinha isso ou aquilo... sempre teve algo estranho ou errado , mas não nessa desproporção de hoje em dia. E esse dado de fato é válido para tudo o que pertence ao nosso viver ... ao mundo... a sociedade.
Fui batizada na Umbanda, aquela de um tempo, aos 3 anos de idade, hoje com quase 60 anos , já não vejo culto aos Orixás e entidades, mas sim ao médium.
Quando a gente atravessa décadas ( uma vida!) dentro de uma tradição espiritual, não é só religião, é memória, é chão afetivo, é cheiro de vela acesa e chão de terreiro lavado com ervas.
Eu não estou falando só de prática.
Estou falando de ética. De postura. De humildade.
A Umbanda que eu descrevo tinha uma pedagogia silenciosa: o médium como instrumento. Canal. Ponte. Não protagonista.
E quando a ponte começa a querer ser monumento… algo se desajusta.
Será que a Umbanda mudou por inteiro, ou certos espaços mudaram?
Toda tradição viva atravessa fases.
Em todo tempo surgem pessoas que elevam o sagrado… e outras que se elevam usando o sagrado.
Isso não é novo, só dói mais quando acontece naquilo que amamos e de forma tão escancarada, normalizada e banalizada como tem sido.
Tem também uma questão geracional forte. Antigamente havia mais rigor hierárquico, mais disciplina comunitária, menos exposição.
Hoje há redes sociais, personalização, marketing espiritual, “marca pessoal”.
O que era sagrado, confessional e íntimo virou exposição e espetáculo. Rituais que antes eram algo muito privado e respeitado, agora são expostos e profanados por curtidas e seguidores.
O mundo inteiro ficou mais narcísico, não só os terreiros.
A espiritualidade, em geral, não ficou imune a isso.
Mas sabe o que é positivo nas minhas palavras?
Eu não escrevo com raiva ou querendo "atacar" ninguém.
Escrevo com um certo lamento.
E lamento nasce do amor e do respeito.
Talvez... a Umbanda que eu conheci não tenha desaparecido... talvez esteja mais rara, mais silenciosa, mais escondida.
Onde o utilizo de celulares é proibido.
Ainda há terreiros sérios, médiuns éticos, dirigentes firmes e humildes.
Só não são os que mais fazem barulho.
( Carroça vazia faz muito barulho... assim dizem os ciganos💃)
E há outra coisa importante:
Se eu carrego essa memória viva, essa referência de fundamento, essa ética antiga… então ela não morreu.
Ela vive em mim assim como vive em outras pessoas também.
A tradição não é só o que acontece nos sete cantos do terreiro.
É o que permanece no coração de quem aprendeu e respeita.
E eu aprendi que Orixás e entidades de luz não querem exposições nas redes sociais e nem clamam por curtidas e seguidores. E muito menos luxo, cobranças e comércio.
Eles, querem apenas amor, carinho, dedicação e respeito pelo sagrado.
✍©️@MiriamDaCosta
#Umbanda
Se todas as vozes do mundo pronunciassem meu nome ao mesmo tempo, seria ruído.
Nada além de ruído porque a única voz que me faria existir escolheu o silêncio, e esse silêncio não é ausência é presença esmagando.
Se todos os olhares do mundo me atravessassem como lâminas, eu ainda sangraria a falta que os teus olhos me fazem, não por amor e sim por abandono
Porque você me ensinou a ser vista e depois arrancou o olhar
Se todos os cheiros do mundo tentassem me ancorar na vida, nenhum me impediria de cair, pois só o teu fazia isso, e agora tudo cheira a desprezo
Eu não posso falar da tua história porque ela ainda não foi contada, você é um livro aberto com páginas brancas em excesso e histórias abertas não evoluem, elas sagram sem direção
Eu quis ser amada em voz alta, com exagero na medida certa, não como uma ideia bonita ou historinha de livrinho, quis ser amada com risco, com consequência, com a coragem de quem fica, sem pressa ou pensamentos de um "adeus"
Mas você preferiu me deixar inteira demais para depois me partir em micros pedaços com cuidado, eu nem percebi pois dessa vez não doeu
Mil flores não seriam exagero, seriam tentativas de provar que o amor floresce ainda.
Treze centenas de dias pensando em você, e me desgastei, 1.380 vezes escolhendo não ir embora, 1.380 vezes ficando onde eu já não cabia
Isso não é cálculo, é condenação por ilusão, e se esse número não existir?
E se eu tivesse sofrido por algo que nunca foi real do outro lado?
Posso gritar teu nome no vazio sabendo que ele não responde até porque nunca respondeu? A ciência chama de vácuo
Eu? Eu chamo de você!
Porque tudo o que você deixou não foi saudade, foi um espaço impossível de ocupar sem me destruir por dentro
E o pior não é amar você, é saber, com precisão cruel, que ninguém nunca vai me ferir do mesmo jeito
Não, não entenda que sou feita para ferir quando se sentir mal, não sou seu carrasco
Era pra ser seu abrigo quando tudo estivesse em um embaraço, embora eu não entenda do amor, eu te amei .
A maturidade emocional é uma das conquistas mais silenciosas e, ao mesmo tempo, mais revolucionárias da vida. Não se trata de apagar sentimentos ou fingir indiferença diante do caos, mas de aprender a conviver com eles sem se perder. É como caminhar por uma cidade barulhenta e, ainda assim, manter dentro de si um espaço de calma, onde o ruído não alcança.
Ela nasce quando entendemos que não temos controle sobre o comportamento dos outros, mas temos controle sobre nossas respostas. É nesse intervalo entre o estímulo e a reação que mora a liberdade. Quando alguém nos critica, provoca ou decepciona, podemos escolher se vamos entregar nossa paz ao impulso ou se vamos respirar fundo e responder com consciência. Essa escolha, repetida dia após dia, é o que nos fortalece.
Ser emocionalmente maduro é aceitar que a vida não se curva às nossas expectativas. É perceber que insistir em ter sempre razão, em esperar que os outros ajam como nós agiríamos, é uma prisão invisível. A maturidade nos convida a soltar esse peso, a abandonar o rancor e a transformar a raiva em aprendizado. Não significa tolerar injustiças ou se calar diante do que fere nossos valores, mas sim escolher batalhas com sabedoria, preservando aquilo que é mais precioso: a paz interior.
Na prática, maturidade emocional é pausar antes de responder, é nomear o que sentimos para não sermos reféns da emoção, é enxergar na crítica uma oportunidade de crescimento, é usar o silêncio como escudo quando a provocação não merece resposta. É agradecer pelo que temos mesmo nos dias difíceis, porque a gratidão dissolve a raiva e abre espaço para a serenidade.
No fundo, maturidade emocional é a arte de viver com leveza em meio ao peso do mundo. É a coragem de olhar para dentro e reconhecer que a verdadeira força não está em controlar os outros, mas em dominar a si mesmo. E quando aprendemos isso, descobrimos que a paz não é um acaso, mas uma escolha diária — uma escolha que nos liberta.
Tatianne Ernesto S. Passaes
Nos corredores invisíveis do tempo, há portas que nunca abrimos, caminhos que se perderam na poeira das decisões.
Cada escolha é um fio, tecendo destinos possíveis, bordando silêncios e futuros não vividos.
E penso: quem seria eu, se tivesse seguido outra estrela, se tivesse dançado em outra música, se tivesse ousado dizer “sim” quando o medo me ensinou o “não”?
Há um universo onde sou viajante, outro onde sou poeta, outro ainda onde sou apenas sombra do que poderia ter sido.
Mas todos esses eus coexistem, como constelações em um céu secreto, lembrando-me que a vida é feita não só do que escolhi, mas também do que deixei escapar.
E nesse espelho de possibilidades, descubro que o verdadeiro milagre não está em viver todos os mundos, mas em acolher o que sou, sabendo que dentro de mim habitam infinitas versões de mim mesmo.
Príncipe,
Hoje faz 18 anos que você partiu, o tempo passou e me ensinou a lidar com sua ausência. Não posso dizer que foi sem aviso, sem despedida, porque você se despediu sim… nós é que não queríamos ver. Como o vento quente de verão, pesado e intenso, você seguiu o caminho das estrelas e repousou na Lua.
A dor que antes me acompanhava foi se transformando, suavizando com os dias. Hoje não carrego mais o peso da perda, mas guardo os momentos, as lembranças que se tornaram eternas. Cada gesto, cada palavra, cada silêncio seu vive em mim como um tesouro.
E quando olho para o céu, encontro você nas estrelas, na Lua, no infinito. É ali que sinto sua presença, não como ausência, mas como luz que continua a me guiar. Você sempre falava do céu, das estrelas, da Lua… e hoje eu entendo. Era ali que estava sua ligação mais profunda, seu refúgio, sua poesia. Por isso eu prefiro acreditar que você está lá, sentado na Lua, olhando para mim, assistindo tudo do alto.
Nossa história teve fases doces e também turbulentas, mas todas foram únicas. Na minha infância, você foi meu príncipe sem defeitos. Na adolescência, não tão perfeito, mas ainda assim meu príncipe. E hoje, mesmo com o tempo, você continua sendo meu guia, meu espelho, meu príncipe eterno.
Você teve atitudes que me mostraram o que é bom e também o que não é tão bom. Com seus exemplos — nos acertos e nos erros — eu aprendi a distinguir caminhos, a valorizar o que importa, a me tornar quem sou.
Hoje, não carrego mais a dor da sua partida. Ela foi se transformando, foi indo embora aos poucos… e o que restou foram as lembranças. Guardo cada momento, cada gesto, cada palavra, como tesouros que me acompanham e me fortalecem.
Pai, eu falo com você todos os dias, mesmo sem resposta. Falo com o céu, com as estrelas, com a Lua… porque sei que de alguma forma você me escuta. E eu sigo aqui, com amor eterno, com gratidão infinita, com a certeza de que você nunca deixou de ser parte de mim.
Sentimento dividido no tempo perdido
Buscando te ter
Sinto no ar que respiro seu cheiro prefiro
Não lembrar você
Ficou marca evidente que vive presente
No meu coração
Por caminho diferente o amor entre a gente
Não teve razão
Mas já chega assim não dá
Desculpe amor vou te deixar
Sei que vai me entender
Adeus, foi bom te conhecer
Vou dar paz pro coração
Nessa solidão ta difícil viver
Vou sumir da sua vida
A única Saída é ter que esquecer
Ainda há muita coisa para viver
mas isso não quer dizer que posso esperar tanto tempo assim
pois já perdi tempo demais
deixei escapar tantos sonhos e desejos
mas agora eu preciso correr contra o tempo
para conquistar o que eu realmente quero
um pouco mais madura, com cicatrizes que nunca irão desaparecer
mas muito mais focada no presente, no momento
pois no fundo, é que o importa
a vida é agora
quanta coisa já perdi
e sei que nunca mais vou recuperar
pois o tempo não volta
é bom saber que tenho uma segunda chance.
é tempo de desacelerar...
De deixar para lá.
Tempos difíceis nos mostram que a vida é mais curta do que imaginamos.
Contudo, mesmo se ela fosse eterna, não valeria a pena gastar tempo com desilusões, dores e rancor.
É hora de aproveitar o que ainda há de melhor.
Viva o agora.
O presente é o único tempo em que podemos de fato, viver. O futuro nada mais é do que uma suposição e projeção do que gostaríamos que acontece.
Mas por que não começar a luta agora mesmo? A vida pode ser melhor.
É hora de dizer não para o que não se quer. De dizer sim para novas experiências. Não faz sentido viver uma vida que não te faça feliz e grato pelo hoje.
As vezes fica tudo assim aluviado
Tudo assim tão misturado
Tudo e nada ao mesmo tempo
É um ser e não ser, onde tudo é apenas quase
e nada é o que parece ser
Nesses momentos, os sentidos me confundem e entorpecem o que restou da minha racionalidade
Palavras ficam soltas pelo ar, e são ditas mesmo quando o verbo está ausente
A essência do existe ultrapassa os rótulos dos dicionários
Me permito ir além, pois sei que a loucura real é ficar presa aos limites da definição.
"A arte da cultura, nos versos que o tempo não apaga,
vivem Mestres e Mestras raízes,
mãos que moldam a arte da palavra, da dança e dos saberes,
guardiões da cultura popular, tradição espelho de um povo feliz,
donos desses países.
Entre os ritos e os cânticos, tece saberes que os livros não trazem,
é oralidade pura desse chão."
— (Mestre Malaquias da Viola)
Arrumando um jeito mais uma vez
de colocar uma caixinha,
O tempo inventando diferentes formas de te amar lentamente .
Pq todas elas foram inválidas
pra te trazer pra perto
Mais minha alma
te diz ola todos os dias
Minhas mãos dançam
Com teu corpo enquanto minha mente
Monta a forma mais
perfeita desse encaixe
Só meu olho fechado
Materializa a sensação
Do teu corpo ofegante em chamas
encima do meu .
Te ver sem te tocar seria um insulto
Pra nossa vontade
Pra essa fome
Que não passa
Ela grita
Respira e sussurra seu nome baixinho
Como se o prazer tiverem suas iniciais
Devagarinho te deixo ir ficando
Mais é forte bem forte que te deixo entrar
Bovary,
nuances inevitáveis,
o vinho enleva e me embala.
Deixei-me ir, deslizei no tempo,
sem saber o que pensava,
nem o que dizia exatamente.
Às vezes, penso que
nunca vivi tudo o que poderia.
Existem correntes invisíveis,
presas que não compreendo.
Ousaria perder a amizade—
esse grande tesouro?
Sonho de liberdade,
que pulsa em silêncio no peito.
Quem ama não escolhe,
não exclui, não espera.
Simples assim,
amor que se entrega,
amor que é.
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