Textos sobre Tempo
A trajetória de uma vida terrestre é apenas um momento. Nosso tempo se esgota em um instante, e esta linda oportunidade de viver no meio da multidão, chega-nos ao fim.
Sábio, é quem sabe aproveitar esta breve temporada para semear o bem, trilhando o seu caminho com fé no coração; porque Deus é o único capaz de dar crescimento à uma planta, e ainda transformá-la em árvore frutífera.
Atitudes benéficas atraem as pessoas que são semelhantes, e como prêmio maior; conquistamos a amizade dos filhos da luz.
Estive muito tempo buscando encontrar uma mulher que inspirasse a minha vida.
Alguém a quem eu pudesse imitar seus passos; que tenha sobrevivido lutas parecidas com as minhas;
Uma figura feminina que eu pudesse olhar e me motivar.
Uma donzela fenix que ressurgiu das cinzas.
Para que nos meus dias difíceis eu pudesse dizer: "Se ela conseguiu, eu também posso!".
Hoje eu descobri que essa mulher sou eu.
Dezembro chegou com cheiro de festa,
Trazendo nas asas o brilho que resta.
É tempo de sonhos, de luz a brilhar,
De abraços que aquecem e fazem morar.
O ano suspira seu último fôlego,
E a esperança renasce, num doce diálogo.
Dezembro é promessa, é fim e começo,
Um laço de tempo que envolve o endereço.
Então, que venha com riso e ternura,
Com paz que acalma e amor que perdura.
Dezembro chegou, trazendo alegria,
Um presente embrulhado em pura magia!
No silêncio da natureza, onde o tempo parece desacelerar, encontramos refúgio para nossas almas inquietas. Dias incríveis se desdobram diante de nós, como páginas de um livro aberto pela brisa suave.
E o cheiro de mato, é como uma poesia que desperta nossos sentidos. Cada inspiração é um convite para nos perdermos na vastidão verde que nos cerca, lembrando-nos da beleza intrínseca que muitas vezes passa despercebida na agitação do dia a dia.
Assim, em meio a esses dias incríveis na natureza, descobrimos um equilíbrio renovado e um apreço mais profundo pela simplicidade que o mundo natural oferece…
Encontramos um poema escrito pela própria essência da vida.
Quem somos:
Um instante no tempo?
Pendurados ao relento?
Suspensos no Espaço?
Solitários de fato?
A imensidão que nos cerca!
A fina linha que equilibra cada peça!
A compreensão do nosso tamanho!
Crer no TODO PODEROSO não deveria ser algo estranho!
Pessoalmente vejo o Universo na Flor,
É óbvio que de alguma forma,
A Fonte Geradora de Tudo,
No mínimo, tem que ser chamada de AMOR.
O Soma da Água:
Quero o barulho da água e o sopro do vento.
A imagem do tempo e o cheiro da terra.
O som do riso e a liberdade do poeta.
Quero amar, orar, cantar e dançar sem ser julgado.
No lugar que escolher para derramar ali minhas emoções em palavras.
Sem travas!
Posso?
Respiro e ando, então vou!
Decido e faço, então sou!
Suspiro meus sentimentos.
Disparo minhas gargalhadas.
Longe de tudo quem me julgará?
O som da água!
No palco da vida, breve jornada,
Cada alma dança, uma balada.
Efêmero é o tempo que aqui se tem,
Mas na essência da existência, há um além.
Não são anos que contam a história,
É a intensidade que traz à memória.
Na dança efêmera do respirar,
Encontramos razões para amar.
Não importa o relógio que tic-taca,
Mas sim a alegria que em nós se destaca.
Cada batida do coração, um compasso,
A vida, um poema que escrevemos em abraços.
Morreremos todos, destino comum,
Mas como vivemos é o nosso cartum.
No caderno do tempo, o que gravamos,
São os sorrisos, os amores que deixamos.
Que a melodia da vida seja intensa,
Que o amor seja a essência.
Na efemeridade do nosso viver,
A beleza está em aprender a florescer.
Nas sombras do tempo, ele caminhava solitário pelas ruas de memórias desbotadas. Seu coração, um mausoléu de amor, guardava o fogo sagrado por ela. Ela, a musa imortal de seus sonhos, vivia na penumbra de sua ausência, uma presença tão vazia quanto as ruínas de um templo esquecido.
Anos haviam se passado desde que suas vozes se entrelaçaram em canções de promessas e suspiros. Anos desde que seus olhares se perderam nos labirintos da alma um do outro. Mas para ele, o tempo era apenas uma cortina fina entre o que foi e o que poderia ser.
Ela era como a névoa da manhã, presente, mas intangível. Ignorava-o como se ele fosse uma sombra indesejada em seu horizonte. Seu silêncio era uma sentença, sua indiferença, uma espada que dilacerava sua alma a cada dia.
Mas mesmo na morte ficta de sua conexão, ele persistia, seu coração como um farol na escuridão, esperando por um vislumbre da chama que um dia ardeu tão intensamente entre eles. Ele a amava além das palavras, além do tempo, além da própria morte.
Em seu amor, ele encontrava uma imortalidade que transcende os limites do mundo físico. Seu amor era uma epopeia, uma saga de esperança contra toda a lógica, contra toda a razão.
E assim, nas brumas do esquecimento, ele continuava a tecer os fios do seu amor, esperando pelo dia em que a morte ficta que os separava se dissolveria, e eles se encontrariam mais uma vez nos braços do destino, onde o tempo não teria poder sobre o eterno laço que os unia.
Por todo este tempo, eu vivi... respirei, caminhei, cumpri os dias como quem atravessa paisagens sem se deter nelas. Estive presente, mas não inteiro. Fiz o que se esperava, sorri quando era preciso, calei o que gritava por dentro. E, ainda assim, algo sempre faltava.
Agora entendo: eu vivi, sim… mas nunca tive uma vida que fosse verdadeiramente minha. Nunca abracei meus próprios desejos sem medo. Nunca me permiti ser, apenas ser, sem me moldar ao olhar dos outros.
Talvez, só agora, ao reconhecer essa ausência, eu comece a construir o que é meu... um caminho onde viver não seja apenas existir, mas pertencer a mim mesmo. E nisso, finalmente, pode nascer uma vida.
Temos tempo para assistir desconhecidos, acompanhar vidas que não nos pertencem e percorrer infinitamente uma tela, mas cada vez menos tempo para olhar nos olhos daqueles com quem compartilhamos o mesmo sangue.
Aos poucos, tratamos os nossos como se fossem obsoletos, sem perceber que algumas despedidas não nos darão uma segunda chance.
Talvez essa seja a grande ironia da vida: um dia, a morte nos chama ao subsolo de um hospital para reconhecer justamente o corpo daquele que tivemos uma vida inteira para conhecer.
Bruno Renan M. Soares
Mas há tempo, ainda há tempo, de volta ao caminho e recomeçar sem fim. Com o coração arrependido, em fé sem igual, encontra a grandeza no amor celestial.
Há tempo de mudar a direção, servir o dono da obra com mais dedicação, com coração contrito, a fé renovada, na casa do pai, a verdadeira luz será achada.
Porque Ele diz: Eu te ouvi no tempo aceitável e te socorri no dia da salvação; eis aqui agora o tempo aceitável, eis aqui agora o dia da salvação."
(2 Coríntios 6:2)
Hoje é o dia em que os céus estão abertos!
Hoje é o dia em que o Pai estende os braços!
Hoje é o dia em que Jesus chama pelo nome e oferece nova vida!
O tempo se curva, a eternidade acena,
a criação geme por vida plena.
E entre lutas, e dores,
um grito sobe e alcança os céus:
“Vem, Senhor Jesus!”
Não é um clamor de desespero,
mas de amor sincero e verdadeiro.
É saudade do lar que não se vê,
é a voz da fé que diz: “Eu criei!”
Deus nos dá a dádiva do tempo como um presente sagrado. Cada dia é uma chance de plantar, de amar, de servir, de perdoar e de cumprir o chamado. O tempo da ação é o presente, porque depois que partirmos, a nossa missão neste mundo se encerra.
Aplica a prática:
• Perdoe hoje.
• Ame hoje.
• Evangelize hoje.
• Ore hoje.
• Obedeça hoje.
Tu és bom em todo tempo,
Mesmo quando os dias são escuros e o céu se fecha.
Ensina-me a reconhecer Tua presença nos momentos difíceis
E a ver que cada estação tem um propósito.
Não quero apenas sobreviver ao dia mau,
Mas aprender com ele, crescer e Te honrar.
Ajuda-me a confiar, mesmo sem entender.
Porque sei que o Senhor fez o dia da alegria
E o dia da adversidade — ambos com amor.
Em Ti eu descanso, e em Ti eu prossigo.
Não é o mundo que está acabando... é o tempo que está se esgotando. Arrependa-se, santifique-se, vigie e ore...
Porque o tempo não está se repetindo, está se encerrando."
“E digo isto, conhecendo o tempo, que já é hora de despertarmos do sono; porque a nossa salvação está agora mais perto de nós do que quando aceitamos a fé.”
(Romanos 13:11)
"Não é o mundo que está acabando, é o tempo."
“Porque ainda em bem pouco tempo, aquele que há de vir virá, e não tardará.”
Hebreus 10:37
Vivemos dias em que as dores da criação são visíveis. Guerras, fomes, enganos, frieza espiritual, e um amor que se esfria até entre os que dizem conhecer a Verdade.
Fragmento I - Ankou
Um vulto indistinto, entre outros vultos distantes.
Não houve um tempo em que ele era, não houve sequer um instante.
Os outros deixam para trás seus sonhos, desejos e deveres, seus inconstantes.
Ele, porém, em seu sadismo divino, ínsito na própria penumbra,
flutua, do nascimento ao desaparecimento, protegido no seio da imortalidade.
Saulo Nascimentto
A vida me fez ser uma pessoa que não pode ter medo nem inseguranças, não posso perder tempo com distrações.
Aprendi que, num cotidiano marcado pela dor, hesitar pode significar retroceder. A cada passo, preciso demonstrar coragem mesmo quando as pernas tremem. Essa imposição de resistência constante cria um estado de alerta quase doentio, cada distração vira um risco de me fazer esquecer o quão frágil sou.
A toxidade de uma pessoa, com o tempo, se torna contagiosa, conviver com olhares de pena e comentários maldosos é como ser exposto a uma substância química que lentamente corrói a autoestima, para me proteger, aprendi a criar
defesas emocionais, porém, esse isolamento preventivo também me isola de afetos genuínos, mostrando o custo alto de preservar a sanidade em meio a tanta negatividade.
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