Textos sobre Olhar
O deserto da alma...
Te fará olhar coisas que escondeu porque doía, te fará questionar a Deus, duvidar de si mesmo, e se perguntar se vale a pena viver, Você olhará ao redor e verá o mundo existindo, as pessoas vivendo e você sobrevivendo dia após dia, Mesmo sendo forte, terá dias que apenas desejará um colo para chorar, e nesses momentos se dará conta que o colo sempre foi você.
Ouço tua boca me chamar em silêncio, como se o desejo tivesse voz própria. e teu olhar diz pra ficar, mesmo quando devo partir.
me deixa ser a tua fantasia, não só no agora, mas no depois. guarda na lembrança o meu cheiro, como quem guarda um segredo bom, que não se explica. só se sente...
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Quando Deus Me Fez Olhar
por Purificação
Eu disse em voz baixa, cansado de tudo:
Senhor, eu não quero mais continuar.
Eu aceito parar. Eu aceito entregar.
Mas Ele não me respondeu com palavras.
Ele me mostrou.
De repente, foi como se o chão abrisse a alma.
E eu vi —
não com os olhos,
mas com algo que doía por dentro.
Havia um homem.
O corpo arqueado,
os ombros feridos,
as mãos tremendo de tanto carregar.
Não falava nada,
mas cada passo parecia uma prece sem som.
E a Voz me perguntou:
“O que vês?”
Eu disse:
“Vejo um homem sendo conduzido…
e alguém atrás dele, com algo nas mãos…
um chicote talvez…
e cada golpe parece rasgar o céu.”
“Fala mais.”
Vejo poeira, vejo sangue
e vejo gente que não entende o que está vendo.
O homem cai,
os joelhos abrem,
o chão se mistura com o sangue,
mas ele tenta se levantar.”
“E o que mais vês?”
Eu respirei fundo, e disse:
“Vejo dor…
mas vejo amor no meio da dor.”
E então a Voz falou, calma, firme, real:
“Não estás vendo outro homem.
Estás vendo o que Eu quis construir dentro de ti.”
“A cruz não é sinal de fim,
é símbolo de processo.
O peso que te dobra é o mesmo que te molda.”
E naquele instante eu entendi.
O madeiro que ele carregava não era de madeira —
era propósito.
O sangue não era castigo —
era entrega.
A dor não era derrota —
era lapidação.
E o chicote?
Era o som da alma sendo forjada.
“Purificação,” — disse Ele —
“quando pensares em parar, lembra:
a fé não anda em linha reta,
ela rasteja, tropeça, cai,
e mesmo sangrando, continua crendo.”
Eu chorei.
Não porque doía —
mas porque entendi o que o amor de Deus faz com quem não desiste.
O silêncio Dele não era ausência.
Era treinamento.
E ali, no meio daquela visão,
com o chão molhado de lágrima e luz,
eu disse:
“Senhor, se for pra seguir,
que cada ferida vire testemunho,
e cada queda ensine alguém a se levantar.”
E o céu se abriu.
E o peso virou presença.
E eu me levantei.
Porque agora eu sabia —
não era o fim do ministério.
Era o começo da missão.
✍️ Purificação
Se ele soubesse o que meu olhar diz, talvez parasse de subestimar o silêncio que carrego. Meu olhar não mente; ele revela o que palavras tentam esconder. Ele fala de noites em claro, de decepções, de força contida e de uma calma que parece frágil, mas é fogo por dentro. Meu olhar não suplica, não implora, não se curva: ele observa, pesa, entende e julga. Se ele soubesse o que meu olhar diz, talvez finalmente percebesse que há mais em mim do que ele jamais tentou enxergar.
Glaucia Araújo
Às vezes, um olhar revela muito mais do que as palavras podem expressar.
O olhar abraça, acalma, chama... e até mesmo confessa o que a boca não consegue dizer. É como se o olhar fosse uma linguagem silenciosa que fala direto ao coração. Nutrir o sentimento que vem dele é essencial, pois é nesse olhar que encontramos conexão e compreensão.
O olhar ilumina, sorri e transborda alegria quando vê a pessoa certa.
E sabe o que é mais incrível? Quando olhamos para quem amamos, a luz, a paixão e o amor refletem de volta, criando um ciclo de amor e conexão.
Olhe para quem você gosta por alguns segundos... e veja como o amor retorna para você em forma de olhar.
Eu quero me impregnar em suas belas imperfeições, me incendiar no teu olhar encantador, no teu sorriso que me fascina, na elegância da sua explícita simplicidade, nas nossas conversas tão inspiradoras que me faz esquecer que o tempo ainda existe.
Definitivamente, das verdades do passando, nada me importo!
VERTIGEM
O silêncio é a febre que me desvela,
Emoção que, no olhar, a si mesma congela.
Um mergulho suspenso em estuário raso,
Onde o sal do teu nome corrói cada passo.
Na urgência de tocar a tua derme fria,
Como a raiz na treva, cega, nua, se avia.
Quase sempre perdido, num só abraço me acho,
E no calor de um toque, o caos desfaço.
Anseio por olhares. E que em mim se demorem,
Por mãos que em meu peito uma pátria explorem.
Num enlace de dedos, na fusão das retinas,
Ancorar o destino em praias adamantinas.
Ah, ser o desejo! Não a brisa que passa,
Mas o magma que rompe a crosta da desgraça.
Com a fúria do centro, sem temor ou medida,
Que arrasta e consome. E funda outra vida.
Ofereço meu mundo, não a gasta promessa,
Mas o chão que em meus pés, sangrando, se expressa.
Moveria os céus. As estrelas traria.
Por um só instante que a morte justificaria.
Busco em ti o meu eco, o avesso do meu ser,
Que decifra o meu caos e me ensina a querer.
Um espelho de abismos, em vertigem perfeita,
Na dança do tempo, a história desfeita.
Por um amor que seja rio a escavar
O leito da memória, e em nós se demorar.
Almas que se incendeiam, que em chamas se fundem,
Em laços que se tecem. E destinos que se confundem.
Você é o detalhe que eu quase não noto,
Mas que faz toda a diferença no meu dia.
Um olhar, um sorriso, e tudo se desmorona,
E eu fico perdido em você, sem saber por quê.
Talvez seja o jeito que você sorri,
Ou a forma como você se move, me consome.
Seja o que for, eu não consigo explicar,
Mas você mexe comigo de um jeito que me destrói,
Me deixa sem ar, sem chão, sem voz.
Quero ver se você nota também,
Se sente o mesmo, ou se é só uma ilusão.
Talvez seja apenas uma emoção,
Um vazio que precisa ser preenchido, mesmo que me doa.
Mas a verdade é que eu não sei mais,
Se é você que eu quero ou a ideia que eu criei.
Se é o seu sorriso ou o meu próprio reflexo,
Que me faz sentir vivo, mesmo que por um momento.
Eu sinto que estou me afogando,
Em um mar de incertezas e desespero.
E se eu disser e você não entender?
E se eu mostrar e você virar as costas?
Aí fico aqui, com este segredo,
E o silêncio que sufoca, me mata, me consome.
Eu pequei e te peço perdão, pequei ao te olhar sem me julgar, pequei quando não entendi e me amargurei, pequei quando o sentimento eu culpei.
Me perdoe, perdoe-me em te julgar, em não validar o que sentia, em fragmentar tudo que vinha.
Talvez eu seja a insana e tola, talvez eu veja sensatez onde não há, talvez eu digo, talvez com certeza eu não saíba amar.
Sou covarde pra não ser forte, sigo firme contando com a sorte. Em meus sonhos de “dia feliz“, um dia eu te quis.
"É permitido ir embora,
mesmo amando muito.
É proibido olhar para trás,
ou deixar a porta entreaberta.
É permitido recomeçar do seu jeito,
mesmo sentindo saudades.
É proibido carregar culpa ou remorso,
só lembranças.
É permitido parar para descansar.
É proibido parar para desistir.
Se a Vida te empurrar para frente,
não hesite e segue!"
O amor sereno não grita nem sufoca; ele apenas é.
Manifesta-se no olhar que acolhe, no silêncio que conforta e na presença que sustenta.
É a escolha da paz em vez da ansiedade, do respeito em vez da posse, do cuidado em vez da cobrança.
Um amor que floresce no equilíbrio entre liberdade e entrega. Princesa Nádia
Há uma alegria serena em olhar para trás e reconhecer o caminho que me trouxe até aqui.
Não foi sorte — foi escolha.
Foi coragem de me mover, mesmo quando o coração tremia.
As maiores mudanças nasceram no silêncio,
quando entendi que estava tudo bem deixar para trás
o que não me fazia crescer.
A vida foi se abrindo,
como quem diz:
“eu sabia que você viria”.
Hoje, carrego comigo o orgulho do que vivi
e a gratidão pelo que me tornei.
E sigo — confiante —
porque sei que a história continua,
e ainda há muito de mim para florescer.
— Edna de Andrade
Corpo
Da cor dos meus sonhos
contorno bem desenhado
Passeio pelas curvas
Olhar aflito , desejo , paixão
Me detenho contemplando os mirantes
Estão nas colinas e nos prados
As suaves paisagens escondidas
Sugerem que eu fique ali
Perscrutando os montes e os bosques
Absorvendo o frescor que acalenta a alma
Pensamentos sobem
pelas colunas cilíndricas , orgânicas ,
Que sustentam a obra divina
A perfeição imperfeita de cada traço
Rabiscado com giz feito de mel
Adoça o sentir e embriaga os olhos
Os lábios aprisionados
um palmo abaixo do ponto onde
o início da vida se fez presente
Se escondem
querendo ser encontrados
Enrubecidos pulsam febris
Encontro ali
o universo do deleite dos sentidos
Escalo um pouco mais este monumento
As forças me faltam
Me percebo afetado
pelo querer permanecer ali
adormecer na cama macia , quente , convite ao eterno
Mas sigo
Deslizo pela plana pele
Posso ver o vai e vem do ar
entrando e saindo
contemplo a abertura entre dois montes
Perfeitamente dispostos, níveos ,
observo as coroas que adornam
o topo de cada um deles
A respiração
acelerada acusa que o desejo
quase não pode mais ser contido
Resisto.
Escorrego através de uma via estreita
Contorno a última encosta
Duas luzes brilhantes
alcançam meus olhos
Coincidência de intenções,
lágrimas excitadas embaçam as pupilas
Não existem palavras
Nem tempo
Já não há mais pensamentos
Apenas a emoção do estar , do querer ficar
A moldura das duas dobras carnudas se expande ,
o carmim latejante
já não esconde a branca cadeia marfínea que enfeitam e iluminam
os abraços da alma
Na apoteose da viagem
uma enxurrada de prazer e felicidade inunda o instante
O sabor morno dos fluídos hidrata a alma
Que agora extasiada ,
se deixa absorver sem pressa
e calmamente repousa
sobre o manto macio
que envolve seu corpo.
Pensamentos...
Menina moleca, mulher... mulher-menina de olhar brilhante, do cabelo comprido, lindo, perfeito.
Olhos que enxergavam o mundo com clareza, pureza, destreza.
Aquela mulher que chamava atenção — e nem sempre queria ser olhada, admirada.
Ela mesma, que carregava um espírito lindo e uma alma pura: doce e, às vezes, rude.
Um coração tão verdadeiro quanto o seu sorriso — que, em certos momentos, não aparecia, se contraía, até se escondia.
Mulher-menina do olhar sincero e cativante, da doçura da pele macia como nuvem de algodão.
Ela se entregava inteira, com o coração, mesmo ferido, mas tão lindo que nem ela mesma imaginava.
Menina-mulher que, ao mesmo tempo frágil, era poderosa.
Cheia de metas, de objetivos.
Não gostava do comum; buscava sempre o melhor — para si e para todos.
Mulher que deixava quem estava à sua volta de boca aberta, tamanha a graça que carregava.
E hoje, mesmo não estando mais aqui, continua presente.
Vive na saudade que aperta, mas também na lembrança que aquece.
Permanece como inspiração, força e exemplo, em cada gesto, em cada memória.
Partiu deixando silêncio, mas também deixou um legado de luz, coragem e amor.
Enfim... aquela mulher forte e doce que todo mundo queria ter ao lado —
e que, mesmo ausente, segue viva dentro de nós, para sempre.
D.S.S
Sabe quando sua menininha cresceu?
Quando, ao olhar essa foto, não reverberou no seu íntimo nenhum espaço interno de julgamento:
“Pra que tanta exposição?” ou “Que incrível, um feminino livre se expressando.”
Quando conectadas à nossa energia de base, vibramos além do julgamento, do medo, da raiva, da sexualização do corpo para joguinhos e manipulações.
Em energias mais sutis, é possível reconhecer o receptáculo que tu és da energia da fonte criadora e experimentar o corpo como fonte de prazer sagrado.
Essa energia da mulher sempre foi difícil de sustentar.
Ela atrai olhares, julgamentos e, o pior, o julgamento de outras mulheres,
que condenam e estão em uma energia masculina tão densa,
que não se recordam nem de que possuem um corpo capaz de sentir e se expressar.
Uma mulher desconectada do seu feminino, nesse papel de julgamento,
na verdade, não está julgando a outra, e sim o lugar onde gostaria de estar:
livre dentro de si, mas não consegue, porque ainda não foi possível acolher sua criança ferida.
O importante não é a dor que carregamos, mas o que estamos aprendendo
e como estamos utilizando essa dor para o nosso crescimento pessoal.
Eu, por muito tempo, não senti prazer por meio do meu corpo.
Vivia dentro da minha mente ansiosa.
Precisei me desconstruir, me reconhecer de volta, voltar às origens.
Foi um processo longo, nem sempre em flores,
mas a caminhada valeu a pena para conquistar a minha liberdade de mim mesma,
do meu próprio autojulgamento.
Ao curar a menina, a mulher cresce.
Vamos curar nossas meninas?
15/08/2021 20h21
O que que é o tempo?
O tempo é um presente de Deus para quem tem um olhar amplo e resignante, compreensivo ao momento, e é exatamente ali que Deus faz tudo se modificar, se transformar, abrindo todas as janelas da alma para que você possa ver e sentir, escolher e decidir.
O que que é o tempo?
É o que ele faz e traz e muitas vezes somente nós entendemos.
Amém 🙌
Poeta vs Inteligência Artificial
Nós escrevemos com a alma... Com o olhar, com mãos calejadas...
Tu, escreves com comandos, fazes buscas rápidas, tens métricas e informações.... Fazes buscas em milésimos de segundos, e constrói e entrega o que foi pedido.
Pode parecer perfeito, mas, falta algo. Que não tens, e nunca terá, a alma poética.
Uma história pode ser escrita, narrada ou mesmo a ti solicitada e corrigida até se chegar ao perto de um poeta humano. Mas, o poeta tem sentimentos, amor, dor, ilusão, sofrimento, decepção...
Poetas não escrevem, declamam... Dizem por linhas o que se diria olhando aos olhos...
E nesse olhar mora a verdade que nenhuma máquina alcançará.
Cada verso carregado de vida, cada pausa marcada pelo coração, cada lágrima silenciosa que inspira uma linha...
Não há algoritmo que reproduza o tremor da emoção, o arrepio do encontro com a própria alma.
Enquanto tu replicas, o poeta se desnuda, se entrega, se transforma.
E é nesse espaço vulnerável, entre o sentir e o dizer, que nasce a poesia verdadeira.
Autores: Paulo Poeta Reis e Stephany Freitas
Olhar profano
Juvenil Gonçalves
Teu olhar, açoite e prece,
Labareda em tom sombrio,
Entre o céu que me enaltece
E o inferno onde me fio;
És luxúria que me impele,
Olhar de cachorro no cio.
Fere, inflama, envenena,
És astro em desvario;
És serpente que envenena
Com veneno doce e frio.
És pecado em forma plena,
Eucaristia do desvio.
No templo da tua face
Arde o culto proibido;
Teu olhar, quando me abraça,
É altar de amor bandido.
Nele o anjo perde a graça
E o santo cai corrompido.
Por ti rasgo o Livro Santo,
Profano a fé que te evoco;
Pois me tomas pelo encanto
Que se oculta em teu sofoco.
E o que era virtude, em pranto,
Faz-se brasa em fogo louco.
Ó delírio que me assalta,
Labirinto sem saída;
Quando teu olhar me exalta
Desmantela a minha vida.
Nele a morte se ressuscita
E o inferno vira guarida.
Se sou servo ou penitente,
Nem o céu define o fio;
Pois me entrego inteiramente
Ao prazer que desafia o brio.
E tudo começa novamente
No olhar vagabundo no cio.
memória apagada
me apagou da sua memória feito arquivo,
como quem fecha uma janela sem olhar o céu.
fui palavra que não coube na tua página,
fui verso que não rimou com teu tempo.
e no teu gesto simples, quase sem peso,
desinstalou-se o que em mim era inteiro.
não houve drama, nem despedida
só o silêncio de quem não quer lembrar.
mas eu, que ainda guardo tua voz em pastas invisíveis,
sigo abrindo arquivos que você renomeou como nada.
sigo lendo entre linhas o que você quis esquecer,
como quem revisita cartas que nunca foram enviadas.
porque há amores que não se apagam,
mesmo quando deletados.
eles ficam —
em cache, em sombra, em sonho.
em mim.
24/10/25
DECIDIR
Já me vi no chão sem saber pra onde olhar
Com o peito em guerra e o mundo a desabar
Mas aprendi que a dor não é prisão
É só estrada pra uma nova direção
Tem dia que o céu escurece sem razão
E a dúvida vem forte, feito furacão
Mas toda lágrima que já deixei cair
Me ensinou a arte de seguir
Entre ficar ou partir
Entre calar ou reagir
Descobri que o que me move
É ter coragem de decidir
Porque rir ou chorar sou eu quem escolho
A cada queda, eu limpo o olho
E vou, mesmo sem mapa, mesmo sem sinal
A vida exige um passo, mesmo sem final
Porque lutar ou desistir só depende de mim
E mesmo com medo, eu digo sim
O mais difícil não é sofrer ou insistir
É não se perder por medo de decidir
Já me culpei por não ser o esperado
Por não caber num molde limitado
Mas hoje abraço a minha contradição
Sou tempestade, calma e coração
E quando tudo em mim parece desandar
Eu lembro que viver é caminhar
Sem certeza, sem controle, sem aviso
Mas com a fé de quem já viu um novo riso
Entre fugir ou construir
Entre romper ou prosseguir
É no incerto que eu me encontro
E é no “sim” que volto a me abrir
Porque rir ou chorar sou eu quem escolho
A cada queda, eu limpo o olho
E vou, mesmo sem mapa, mesmo sem sinal
A vida exige um passo, mesmo sem final
Porque lutar ou desistir só depende de mim
E mesmo com medo, eu digo sim
O mais difícil não é sofrer ou insistir
É se anular por medo de decidir
E se eu errar, ao menos foi tentando
E se eu cair, foi porque fui andando
Não sou de ferro, mas também não sou refém
Quem escolhe o passo sabe pra onde vem
Rir ou chorar… amar ou fugir
Tudo é escolha, tudo é por vir
E o mais bonito que aprendi da vida
É que viver… é decidir
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