Textos sobre o que o meu Pai Ensinou me
O que esperar dessas Almas Sebosas que arregimentaram as almas “inocentes” para salvar o país e, desde então, nunca mais pararam de tentar vendê-lo para se salvarem?
Talvez nada além do que já entregam: a velha arte de travestir interesses pessoais em projetos de nação, a habilidade de manipular esperanças alheias enquanto negociam, sob o apagão das luzes, o próprio futuro.
Porque quem sempre se salvou à custa dos outros — da boa-fé, da ingenuidade, da fome por esperança — não aprende a sustentar o peso da verdade.
Passa a vida em mercados de ocasião, onde cada crise vira moeda, cada medo vira mercadoria, cada voto vira barganha.
E é justamente nesse teatro de sombras medonhas que se revela a nossa parte: perceber que país nenhum é salvo por quem está disposto a vendê-lo.
Talvez a verdadeira inocência não esteja em quem foi enganado, mas em quem ainda insiste em acreditar que o destino de uma nação pode caber no bolso de uns poucos iluminados por suas próprias ambições.
O resto, no fim, é só ruído — só guerra palavrosa — de almas sebosas riscando fósforos perto demais do futuro que prometem proteger.
Meu Pai só permitiu à Tristeza me abraçar até a minha alma aprender a chorar, porque Ele já havia tecido Lenços de Misericórdia.
Há dores que não chegam para nos destruir, mas para nos ensinar a linguagem que antes não sabíamos falar.
A Tristeza, quando autorizada pelo Pai, não vem como castigo, vem como professora silenciosa.
Ela nos abraça não para nos aprisionar, mas para que a alma — ainda rígida, ainda orgulhosa de resistir — aprenda a chorar.
Embora haja choros de remorsos e infortúnios, chorar é um verbo sagrado.
Ainda que muitos infalivelmente fortes considerem fraqueza.
Mas admitir isso seria também admitir que o Filho do Homem fraquejou.
É quando o coração finalmente admite que não é de ferro, que precisa ser cuidado, que não foi criado para atravessar desertos sozinho, longe do Pai.
E Ele sabe disso.
Por isso, Ele não impede o abraço da Tristeza de imediato.
Ele permite o tempo exato: nem um minuto além do necessário, nem um segundo aquém do aprendizado.
Enquanto a alma aprende a chorar, o céu trabalha em silêncio.
Cada lágrima encontra um destino, cada soluço é ouvido, cada queda é contada.
Antes mesmo que o pranto escorra pelo rosto, Lenços de Misericórdia já estavam sendo tecidos — fio por fio, com paciência eterna, do tamanho exato da dor.
Esses lenços não apagam a história, mas secam o excesso de peso.
Não negam a ferida, mas impedem que ela infeccione.
São gestos suaves de um Pai que nunca esteve ausente, apenas respeitou o processo.
Quando a Tristeza se retira, não leva consigo a fé; deixa uma alma mais humana no lugar, mais inteira, mais capaz de consolar.
Porque quem foi enxugado pela Misericórdia aprende, um dia, até a ser lenço nas mãos de Deus.
Independentemente da prova que o Pai nos permitiu, aonde quer que estivermos, celebremos com júbilo o nascimento do Filho d'Ele.
Para muito além da prova que o Pai nos permitiu, há um convite que atravessa todas elas: celebrar.
Não porque a dor se ausentou, nem floresceu de repente, mas porque Deus decidiu nascer dentro da nossa história — inclusive nas suas frestas.
O Filho não veio quando tudo estava em ordem, veio quando o mundo estava cansado e carente.
Tudo era caos!
Ele não escolheu palácios, escolheu manjedouras.
Não aguardou aplausos, aceitou o silêncio interrompido apenas pelo choro de um recém-nascido e pela respiração dos que também não tinham muito a oferecer.
Por isso, aonde quer que estejamos — no vale ou no monte, na sala cheia ou no quarto solitário — há espaço para o júbilo.
Um júbilo que não nega a prova, mas a atravessa.
Um júbilo que não faz barulho para disfarçar a dor, mas canta baixo, com a alma ajoelhada.
Celebrar o nascimento do Filho do Homem é confessar que nem a noite, nem o medo ou a dúvida nos venceram.
É afirmar que, mesmo quando não entendemos o “porquê” da prova, confiamos no “para quê” do Amor.
É reconhecer que Deus não ficou distante do sofrimento humano — Ele entrou nele.
Que o nosso coração, onde quer que esteja, se faça manjedoura para o nascimento e renascimento do Filho do Homem.
Que o júbilo não seja euforia, mas esperança viva.
E que, mesmo em meio às provas permitidas pelo Pai, a Luz continue encontrando lugar para nascer em nós.
Feliz e Abençoado Natal para todos os que creem no Aniversariante de hoje.
Pai, se não puderes passar de mim esse cálice, poupe-me ao menos dos amantes da espetacularização.
Não temo os tropeços, as tempestades ou a morte — nem minha, nem dos meus — pois nenhum destes barulhos consegue ser mais ensurdecedor que o espetáculo feito deles.
Há cálices que não doem pelo amargor do conteúdo, mas pelo coro que se forma ao redor deles.
O tropeço ensina, a tempestade depura, a morte silencia — todas cumprem um papel sagrado no trato da alma.
O que fere é o aplauso, o holofote aceso sobre a dor alheia, a pressa em transformar cruz em palco e lágrima em argumento.
Quem caminha com fé não pede a ausência da noite, mas a dignidade do escuro.
Não implora pela fuga da provação, mas pelo recolhimento necessário para atravessá-la.
Há dores que só frutificam no segredo, há processos que se perdem quando exibidos.
O espetáculo rouba o sentido; o silêncio, ao contrário, devolve profundidade.
Por isso, minha súplica parece-me justa: se o cálice não puder ser afastado, que ao menos não venha acompanhado da plateia.
Que a dor seja escola, não vitrine.
E que o barulho venha do céu, não dos que confundem compaixão com curiosidade e fé com entretenimento.
Amém!
Um pai imprestável é igual ou até pior que um c0rn0: o último a saber dos feitos dos próprios filhos.
Há ausências que gritam mais alto do que qualquer traição.
O pai imprestável não é apenas o que erra — é o que se ausenta do palco onde a vida do filho acontece.
Enquanto aprende tarde demais, não porque foi enganado, mas, porque nunca quis olhar.
Ser o último a saber não é azar, é consequência.
Não da falta de informação, mas da falta de presença.
Porque quem caminha junto percebe os passos antes do tombo, os sonhos antes da fuga, os feitos antes do aplauso alheio.
A ignorância, nesse caso, não é inocência: é abandono disfarçado.
E o preço disso não se paga em humilhação pública, mas em vínculos que não se formaram — e em histórias que o tempo já contou sem ele.
Enquanto uns precisam de um tropeção para cair nos braços do Pai, outros para tentar quitar o aluguel das cabeças dos asseclas.
Há os que só descobrem a própria fragilidade quando o chão falta sob os pés.
O tropeço, para esses, não é punição: é convite.
Na queda, cessam as ilusões de autossuficiência, e o abraço do Pai deixa de ser discurso para se tornar refúgio.
A adversidade, então, cumpre seu papel mais nobre — revelar limites, ensinar silêncios e reordenar as prioridades.
Mas há os que fazem do tropeço um espetáculo, arrastando para o centro do palco um dos mais nojentos dos comportamentos — o vitimismo.
Não caem para aprender, caem para acusar e se vitimizar.
Transformam a adversidade em vitrine e o sofrimento em moeda, tentando pagar o aluguel das cabeças dos asseclas com versões convenientes da própria dor.
O vitimismo vira estratégia, não confissão; ruído e não arrependimento.
Em vez de atravessar a noite, preferem manter acesa a fogueira da queixa.
A diferença não está na queda, mas no destino dado a ela.
Uns permitem que a dor os humanize; outros a instrumentalizam.
Uns se levantam esvaziados de si e cheios de fé; outros se erguem inflados de razão e pobres de verdade.
No fim, a adversidade sempre cobra seu preço: ou nos reconcilia com o essencial, ou nos aprisiona na necessidade de plateia.
E talvez aí resida o discernimento que nos falta: nem toda lágrima nos cobra empatia, nem toda queda é lição.
Há tropeços que salvam, e há tropeços que apenas alugam consciências.
Pai, se não puderes passar de mim esse cálice, permita-me ao menos cuidar dos meus antes de sucumbir-me ao cansaço da alma.
Há momentos em que a fé não implora o milagre da retirada do cálice, mas a misericórdia de adiá-lo por amor.
Não é a negação do sofrimento, mas o reconhecimento de que há responsabilidades que ainda pesam mais do que a própria dor.
Quando a alma se vê exausta, não é rebeldia suplicar por tempo; é humanidade.
É dizer: Pai, eu aceito o peso, mas deixa que minhas mãos ainda sirvam, que meu olhar ainda proteja, que minha presença ainda seja abrigo.
Pois, há dores que não escolhem hora, mas há amores que não aceitam partir sem antes cumprir o cuidado.
Cuidar dos seus, mesmo à beira do esgotamento, também é uma forma silenciosa de oração.
É fé traduzida em gesto, em permanência e renúncia…
Não se trata de heroísmo, mas de fidelidade: a fidelidade de quem sabe que o fim pode esperar alguns instantes quando o amor ainda precisa ficar.
E talvez seja nesse intervalo — entre o cálice e a rendição — que Deus mais se revele.
Não como quem afasta a dor, mas como quem sustenta o coração para que ele não se torne empedernido.
Porque às vezes, a maior graça não é ser poupado do sofrimento, mas não deixar de amar enquanto se sofre.
A
maior pretensão
da
Mãe da Incoerência
é ser
Pai da Verdade.
Há algo de profundamente humano — e perigosamente confortável — em tentar vestir a verdade com as roupas da conveniência.
A incoerência, quando não confrontada, deixa de ser um deslize e passa a ser método.
Ela se reinventa, se justifica, se enfeita… até ousar reivindicar autoridade sobre aquilo que nunca gerou.
Ser Pai da Verdade exige muito mais do que discurso: exige compromisso com o que permanece de pé mesmo quando nos desmonta.
Já a incoerência, essa mãe indulgente, aceita qualquer versão de nós mesmos — inclusive aquelas que negam o que defendíamos ontem com fervor.
O problema maior não é errar.
É construir narrativas para transformar o erro em razão, o tropeço em caminho e a contradição em identidade.
Nesse ponto, já não buscamos a verdade — buscamos apenas a validação de uma versão confortável de nós mesmos.
E talvez seja aí que tudo se perde.
Porque a verdade não precisa de herdeiros, nem de títulos.
Ela não implora reconhecimento, nem aceita ser adotada por quem a distorce.
A verdade simplesmente é — firme, incômoda e, muitas vezes, solitária.
Cabe a nós decidirmos: queremos ser filhos da verdade, com toda a humildade que isso exige…
ou continuar alimentando a ilusão de que podemos gerá-la a partir das nossas próprias incoerências?
Às vezes, tudo que precisamos para cairmos nos braços do Pai é só um
tombo bem tomado.
Há quedas que ferem o corpo, outras esmagam até o orgulho.
Algumas arrancam de nós aquilo que passamos anos tentando sustentar diante do mundo: a falsa sensação de controle, a autossuficiência, a ilusão de que conseguimos carregar a vida nos ombros sem precisar de ninguém.
E talvez seja justamente aí que muitos finalmente encontrem Deus — não no auge da própria força, mas no limite dela.
Porque, enquanto tudo parece funcionar, é comum confundirmos conquistas com capacidade absoluta, vitórias com invulnerabilidade e caminhos desbravados com mérito exclusivo.
Mas, quando a vida desaba, quando os planos falham, quando a dor atravessa as certezas e o chão desaparece sob os pés, há uma verdade difícil de ignorar: somos muito menores do que imaginávamos.
E é curioso como, muitas vezes, o colo de Deus só se torna perceptível quando todas as outras seguranças falham.
Não porque Deus precise da nossa dor para se aproximar, mas porque há barulhos dentro de nós que só o silêncio do sofrimento consegue interromper.
Há arrogâncias que só a queda desmonta.
Há corações tão endurecidos pela vaidade, pela revolta ou pela distração que apenas um tombo bem tomado é capaz de fazê-los olhar para cima novamente.
Ainda assim, até na queda existe graça.
Graça por permanecer vivo…
Graça por não enlouquecer…
Graça por encontrar amparo onde antes havia apenas desespero…
Graça por descobrir que Deus continua acolhendo até quem passou anos fugindo d’Ele.
Mas existe um perigo muito tentador depois do recomeço: transformar a misericórdia recebida em troféu pessoal.
Como se a restauração fosse um certificado de superioridade espiritual.
Como se Deus tivesse escolhido alguns por serem melhores, mais dignos ou mais especiais que os outros.
Quem realmente conhece a graça entende que ela não humilha os caídos para exaltar os restaurados.
Pelo contrário: ela lembra diariamente que ninguém se sustenta sozinho.
Por isso, testemunhar o bom e misericordioso Deus exigemuita honestidade.
Exige reconhecer que foi socorrido, não premiado.
Que foi alcançado, não priorizado.
Que o milagre não aconteceu porque havia merecimento suficiente, mas porque houve amor e misericórdia suficiente da parte do Pai.
E talvez uma das principais responsabilidades de quem foi levantado por Deus seja impedir que outros pensem que a fé é recompensa para perfeitos, quando na verdade ela sempre foi abrigo para necessitados.
Que todos quantos experimentarem a graça de cair no colo de Deus sejam fiéis e leais o bastante — em atos e palavras — ao ponto de não deixar ninguém confundir graça com merecimento ou sorte!
Graça e Paz!
Pai
Lembro da minha infância
Lembro que não tinha muita imaginação
Meus heróis só tinham uma aparência
Do único herói que vi em ação.
Você é Ulisses
Quando viaja nas suas odisseias.
Você é Hércules
O homem mais forte que conheci.
Você é Aquiles
E morreria numa guerra pela sua Helena.
Enfrentou os minotauros da vida
E eu estremeci com sua força de vontade.
O melhor contador de história que conheci
Entre onças, piranhas e jacarés
Suas histórias, com muita atenção eu ouvi.
E quando via seus pés
Machucados da longa caminhada,
Percebi que você lutou muito, para voltar para sua amada.
Que orgulho tenho
De ser filho de um herói de verdade.
Amor de Pai
Difícil falar, difícil de explicar, assim o tempo vai passado e não conseguimos perdoar.
Quando uma dor tão cruel nos invade o coração,
o vento nos traz a falta daquela atenção.
O amor de pai as vezes é muito difícil de explicar,
Mas a falta deixa bem claro em meu olhar,
Que sem o seu amor “pai”
não da pra ficar.
Pai, Não Poderia Ser Diferente!
Pai, no dia em que sua voz se calou para sempre, minha alma também silenciou... silenciou para o mundo, porque nunca mais eu poderei chamar “Pai”.
Quando a vida se esvaiu de você, minha existência findou, esvaiu-se os sonhos que tivemos juntos, as palavras que sempre trocamos, os abraços apertados que nunca mais te darei.
Não foi somente o seu coração que parou para o mundo, o meu calou-se para sempre, nunca mais entoará nossa canção de amor.
Eu não sei onde você está, mas, seja onde for, tem que ser o melhor, o mais bonito, o mais perfeito lugar de todo este universo. Não pode ser diferente!
Quando seus olhos se fecharam para sempre, os meus fecharam-se para o futuro, que agora é solitário, a esperança, minha alegria e essência foram enterrados contigo.
A única luz que me aquece a alma é a certeza que você hoje é só luz...não podia ser diferente!
Quando suas mãos se fecharam para a eternidade e deixaram de me acariciar, as minhas se fecharam para a vida... e nunca mais se abrirão.
Pedi ao arcanjo que enviasse o meu amor até você, minha alma e minha vida, todas transformadas em amor...
A morte não me separou de você, ela me separou de mim mesma. Nunca mais eu serei o espírito que transpassa o tempo, espaço, céus e mares... não poderia ser diferente!
Você deixou de ser pai para ser anjo... o céu ganhou, mas eu perdi o meu anjo, o meu último anjo...não poderia ser diferente!
Você foi meu tudo ao meu lado e meu nada, longe de mim:
meu inicio e fim;
minha alegria e dor;
minha prece e minha angústia;
meu êxtase e minha mais profunda amargura;
minha mais bela prece de amor e de dor;
você foi meu pai, minha mãe, meu amigo, meus olhos, meu caminho, minha existência.
Agora, não sou mais nada... não poderia ser diferente!
Meus dias agora são noites, o sol se apagou, a alegria foi enterrada junto a você...
Ninguém entenderá a minha dor... porque ninguém teve você como eu tive... não poderia ser diferente!
Muitos dirão, são coisas da vida, ele está em paz... eu direi são coisas da morte, eu estou mergulhada na mais profunda dor... não poderia ser diferente!
Sua sabedoria nata contida em suas palavras ecoa em minha alma profundamente e lá permanecerá até o fim de minha existência... não poderia ser diferente!
Pedi ao arcanjo que guiasse os seus passos, como sempre você guiou os meus,
Que te protegesse, como você sempre me protegeu,
Que te entregasse o maior amor deste infinito universo, assim como eu te amei.
Que levasse você até Deus para que ouvisse dele tudo aquilo que eu sempre disse a você...
“Este é Meu Pai Amado!..”
Pai, meu pai... porque, como ninguém neste planeta, eu tive um Pai em toda sua plenitude... não poderia ser diferente!
Ser Pai é Ser Você...
Uma criança com sua inocência chega ao seu pai e pergunta: Pai pra que serve o Céu?
Ele com sua ignorância responde: O Céu serve para tomar o tempo dos bestas que ficam olhando para ele e sonhando, sendo que no final o Máximo que podem adquirir é uma topada.
-
Depois de alguns anos a menina já na adolescência vê seu pai em uma doença terminal no leito de um hospital...
Vai fazer uma visita a ele, e leva consigo as fotos de um passeio escolar.
O pai olhando as fotos percebe que ah uma que só tem o Céu, olha para a filha e fica emocionado, pois recordou das fúteis palavras que havia dito á ela há algum tempo atrás...
A filha chega perto do pai e diz: Pai, eu descobri pra que serve o Céu. Ele serve para levar as pessoas um pouco mais de beleza de forma simples, aos olhos, a alma a mente... Ao coração. E pena que algumas pessoas só conseguem enxergar isso quando se encontra em estados críticos.
- O Céu assim como diversas belezas naturais, são coisas simples, e é dentro da simplicidade que conseguimos chegar a essência da felicidade.
"Qual é a definição de pai?
Na realidade não há uma verdadeira definição.,pois pai é amor,pai é carinho e afeto!
Todo pai é necessário na vida de um filho., e todo filho é necessário na vida de um pai!
A felicidade só está a um passo de nós, agora sei a verdadeira felicidade..
Pai é tudo, e sim com um pai que aprendemos o verdadeiro sentido de ser feliz!
Deus, Ô Pai,
Confio tudo que tenho ao Senhor,
Deixo tudo em suas mãos,
Meus amigos, minha família,
Sei que o Senhor pode acabar com a escuridão do mundo,
Agradeço por tudo que me deu até agora,
Clamo por teu nome e peço para proteger aqueles que precisam,
Por todo o sangue que a humanidade derramou ate agora, peço perdão por todos nós, ainda somos ingênuos, e não sabemos o que fazemos,
Sei que a fé é maior que tudo,
Não deixar-nos cair em tentação
Livrair-nos dos pecados, e dos demonios que nós mesmos criamos, e de todo mal,
Amém.
Carta para o meu pai
Cartas para um pai geralmente não começam assim,mas essa foi a foram mais explicável possível de como estou me sentindo depois de todos esses anos!
A sua presença na minha vida faz eu me sentir muito feliz,´quando converso com você percebo nossas inúmeras semelhanças,e me sinto feliz por falar com você!
Por muito tempo na minha vida lamentei o fato de não ter tido um pai,e chorei muitas lágrimas pensando em como seria bom ter sido criada perto de meu pai,foram tempos dificies!
Fui crescendo, e tive uma familia maravilhosa que me deu amor e carinho,mas, sempre senti sua falta, sentia falta de um pai presente,um pai que se preocupasse comigo, um pai que se preocupasse com o que estou sentindo...
Mas, de uma forma mais inexplicável possível nos falamos,e assim toda aquela angustia e dor por não ter tido um pai, ja havera saído de minha vida,porque hoje mesmo distante de mim, estar presente,ñão só na minha vida,mas no meu coração!
E depois de 15 anos,Deus cruzou os nossos caminhos, e saiba que o passado é passado,a sua falta naquela época não é levada como uma mágoa,mas como uma escolha de Deus, a sua ausência de 15 anos atrás,já não é mais uma ausência, porque agora tenho você!Mesmo que longe mas sei que você existe, e que você me ama!
Nunca saia de minha vida,pois depois de todos esses anos agora tenho um pai presente, e não suportaria perde-lo!
Está chegando o momento que iremos nos encontrar frente a frente, e tenho muita ansiedade por ve-lo.,sei que Deus fez tudo para nossa alegria,e depois de todos esses anos só tenho uma frase para te dizer: Eu te amo pai!
Com amor para : J.C.B
"Pai nosso que estais no céu, na terra, em todos os mundos
espirituais.
Santificado e Bendito seja sempre o Vosso Nome, mesmo
quando a dor e a desilusão ferirem nosso coração.
Bendito Sejas.
O pão de cada dia dai-nos hoje, Pai dai-nos o pão que, revigora as forças físicas, mais dai-nos também o pão para
o espirito.
Perdoai-nos as nossas ofensas, mais ensinai-nos antes a merecer o Vosso perdão, perdoando aqueles que tripudiam
sobre nossas dores, espezinham nosso corações e, destroem nossas ilusões.
Que possamos perdoa-los, não com os lábios e sim com o coração.
Afastai de nosso caminho todo sentimento contrário a caridade...
Que este Pai Nosso seja dadivoso para todos aqueles que
sofrem como espíritos encarnados e desencarnados.
Que uma partícula deste Pai Nosso vá até os cárceres onde
alguns sofrem merecidamente, mas outros pelo erro judiciário.
Que vá até os hospícios iluminando os cérebros conturbados
que ali se encontram.
Que vá até os hospitais, onde muitos choram e sofrem sem o
consolo da palavra amiga.
Que vá a todos aqueles que neste momento transpõem o
pórtico da vida terrena para a espiritual, para que tenham
um guia e vosso perdão.
Que este pai nosso vá até os lupanaranes e erga as pobres e infelizes criaturas que para ali foram tangidas pela
fome, dando-lhes apoio e fé.
Que vá até o seio da Terra onde o mineiro que está exposto
ao fogo do grizu e que ele, findo o dia, possa voltar ao
seio de sua família.
Que este Pai Nosso vá ate os dirigentes das Nações para
que evitem a guerra e cultivem a paz.
Tende piedade de todos os órfãos e viúvas.
Que aqueles que até esta hora não tiveram uma côdea de pão.
Tende compaixão dos navegadores dos ares.
Dos que lutam contra vendavais no meio do mar bravio.
Tende piedade da mulher que abre os olhos do ser à vida.
os olhos do ser à vida.
E que a paz e a harmonia do Bem fique entre nós e estejam com todos.
Amém."
Eu quero voltar ao braços do meu Pai
estar diante de ti e contemplar a vossa face Gloriosa
eternamente viver para teu louvor
eternamente viver no teu Amor
Quando essa vida passar
dor não mais existirá
pois para ti meu Amor irei retornar
As dores aqui sofridas,
as feridas escondidas
nada mais vai existir nessa nova vida
Quando essa vida passar
aqueles que tanto amo irei encontrar
e lá junto a eles para todo sempre
iremos adorar o Senhor do nosso amar
Como anseio em retornar,
encontrar este meu lar
que Tú mesmo disse que iria preparar
Como valeu a pena,
cada dor ter que suportar
tudo isso não será nada,
quando eu regressar para o meu lar,
Pois tudo que me destes
era para me provar
era para o meu amar
Como anseio em teus braços retornar
E quando a doce irmã morte
vier me buscar, ahh, com toda alegria
irei me entregar, pois sei que para
Ti irei retornar
Como anseio juntos a todos os meus
os teus, anjos e santos viver eternamente
nessa terra santa que é o Paraíso Celeste
CAMINHO DE LUZ
Caminho de paz.
Caminho eterno e amoroso que nos guia até o Pai.
Caminho que abriga as nossas ansiedades, as nossas frustrações, que consola e amortece as nossas quedas.
Caminho que ensina, que ilumina, que atende às nossas necessidades do coração, do amor, do desamor.
Caminho que anda e caminha com uma luminosidade intensa que anima os ânimos, que aumenta o amor, que faz crescer.
Caminho de luz.
Abrigo dos bons, dos puros, dos meigos de caráter, de coração e de mente.
Ampara os necessitados, os maus de coração, os desabrigados da luz. Ilumina, ilustra e faz crescer o espírito pequeno e engatinhante de cada ser.
Ser pai, é uma dádiva de Deus...
Ás vezes sinto medo, é o medo de perder, de perder você,DE PERDER uma das pessoas que está se tornando muito importante na minha vida,mesmo depois de todo esse tempo distante...
Tenho medo de perder vocÊ, porque já és presente na minha vida, que mesmo não estando aqui todos os dias já tem o seu lugar no meu coração...
Acredito que você luta por mim meu jovem pai.
Desculpe, o meu medo é um dia você partir, sem me dar Adeus, sem me deixar dizer minhas ultimas palavras e te dar o abraço
mais apertado de todos, te dizer o quanto o amo, e o quanto tenho orgulho de você pai.,
Você Sabe o quanto você me deixa feliz quando diz muitas palavras? quando me liga? Você é meu novo presente,pois o encontrei com 15 anos!
Te ver feliz, me deixa feliz. "Pai, a minha nova jóia rar "
Eu quero cuidar de você, quero ter a maior paciência do mundo, atender a todos os seus pedidos mesmo quando você não gostar de algo,sei que isso irá acontecer no futuro.. Te dou minha palavra que não vou te decepcionar, mas caso isso ocorra, por favor, entenda que eu também sou um ser humano, e também erro. Quero tirar uma dia, uma tarde, uma hora, ou nem que seja um segundo, para passar ao seu lado,
e te dizer o quanto tenho orgulho de você. Você me ajudou a acreditar na minha capacidade, obrigada por ter se preocupado comigo.
Se um dia errar com você "Desculpe",
Nesse 1 mês e 11 dias de convivência com você, aprendi várias coisas com você, espero que tenhas aprendido comigo também! Eu posso não ser tão perfeita mas acredite, eu tento ser boa em tudo que faço...
Lembre-se que o passado não se apaga, mas se perdoa...
E no futuro ele pode se tornar diferente, com todo esse tempo distante, só quero que entenda que toda sua falta já não é uma falta, você agora vive em mim, vive no meu coração, e viverás eternamente...
Sete letras e 3 palavras apenas: Eu te amo.
Com amor para: J.C.B
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