Textos sobre Liderança
Uma liderança eclesiástica sábia e prática é essencial para gerar o crescimento do corpo, bem como a edificação de seus ministérios, apoiados por homens experientes, com discernimento espiritual, humildade e integridade, proporcionando uma comunicação eficaz, apoio e desenvolvimento da comunidade cristã, treinando e formando novos líderes com suas respectivas equipes, preparadas, capacitadas e firmadas pelos aconselhamentos da Bíblia.
Aplicando-se a palavra líderes para rebanho espiritual todos são obreiros e tratados como servos cristãos, debaixo do mesmo jugo, devem cuidar e ajudar uns aos outros, pois um só é Líder, Jesus, o Regente das congregações, e dá a elas todas as diretrizes para uma liderança eficaz e exemplos de como servir a comunidade cristã.
Todo ditador político é autoritarista, um líder carismático negativo, soberbo, controlador de poderes, narcisista, paranoico, manipulador, tem medo do que é correto, aversão à verdade, promovendo culto a si mesmo, rebelião, perseguidor, irresponsável diante da justiça e dos direitos sociais, irresponsável pela administração pública, civil e militar, além de boicotar toda e qualquer ideia contrária à liberdade, igualdade e fraternidade, apto à censuras, um ativista de ódio contra à democracia, corrupto e promotor do ódio, incompetente para trazer a paz, a economia, o trabalho digno para o crescimento e o bem-estar social do povo e da nação, que jurou protegê-la e se fracassou com tiranias, corrupções e poder em sua duvidosa eleição.
Qualquer liderança que pratica a rejeição dos seus eleitos, solta relatórios falsos, ignora e desrespeita os bons costumes da casa do Senhor ou da sã doutrina e ainda tendo discórdias com os irmãos, omitindo-os dos serviços cristãos colherão os frutos amargos de sua ignorância: falta de credibilidade de seus participantes, ministérios fragilizados, abandono de adeptos da verdade e se envergonharão da própria incompetência pública.
Pastores com dedo duro, que dá nomes de irmãos à liderança para não contar com eles, têm o corpo mole no meio do rebanho, esperando serem reconhecidos internamente como guias fortes; mas, não passam de fofoqueiros, ditadores e covardes, em vez de considerarem tais irmãos como membros da Família de Cristo.
Liderança eclesiástica é uma combinação de estratégias espirituais para o rebanho, mediante a competência, zelo e fidelidade de seus ministros, onde o pasto é o campo de atuação, crescimento e edificação das ovelhas, sendo conduzidas pessoal e publicamente aos seus ministérios e às suas realizações em família.
Por causa das tradições religiosas das doutrinas católicas e espíritas, os líderes deixaram de anunciar ao povo brasileiro as verdades das profecias divinas, que expressam as raízes do rebanho e do poder de Deus na pessoa de Jesus Cristo, Autor e Consumidor da nossa fé, hoje reveladas nas Sagradas Escrituras.
A liderança eclesiástica que manda ou ordena a expulsão física dos seus membros, contrários às ordens internas da comunidade, sem depreciar o patrimônio ou distorcer a ordem social, está sujeita às leis dos homens e às leis de Deus, cujos atos não estão inseridos em nenhuma categoria das Escrituras nem da Lei Civil.
O maior problema da maioria das lideranças de igrejas é que ela não está preparada para compartilhar com seus membros as 4 OPERAÇÕES da Matemática Divina: a da MULTIPLICAÇÃO de dons espirituais para fazer a igreja crescer, o da DIVISÃO para compartilhar com outros os Seus ministérios e propósitos, o da ADIÇÃO de bênçãos para muitos testemunharem as Suas maravilhas e os Seus milagres e o da SUBTRAÇÃO para tirar as ovelhas da inércia espiritual para que, com todas as forças do Senhor, operar no PODER do Espírito Santo.
No perfil de um líder extraordinário entram comportamentos, competências, responsabilidades, visão para o crescimento de lideranças, comunicação e exemplo de um amigo servidor, sábio, compreensivo e humilde, cujas qualidades e pretensões é compartilhar experiências, buscar o sucesso, fortalecer seus alvos, contribuindo com o melhor de seus relacionamentos, de suas realizações e, acima de tudo, mostrando confiança, treinamento inteligente e recompensar a todos de sua equipe.
Formar, treinar e deliberar responsabilidades à lideres ou aos liderados é uma relação eficaz de empatia, credibilidade e paixão, onde todos fazem parte de uma organização equilibrada, que nunca param para continuar investindo em conhecimentos e aprimoramentos, visando um mundo corporativo, combinando estratégias com startup, determinação com resiliência, sucesso com responsabilidades, formação com graduação, gerando uma equipe administrativa, produtiva e qualitativa, voltada aos interesses de seus funcionários quanto aos de seus clientes, onde esta relação é contínua, satisfatória, amigável, respeitosa e conhecida por seus valores e conceitos pessoais, sociais e comerciais como um todo.
A escassez de líderes empresariais, gestores excepcionais e de líderes de igrejas com sabedoria atinge a maioria das cidades, onde a máquina humana é explorada por falta de conhecimentos, treinamentos e credibilidade em seus potenciais, habilidades e dons, cujas oportunidades são ignoradas, além de manter elementos despreparados ocupando lugares de honra e das pessoas dignas de apreço, reconhecimento e dotadas de experiências com empatia e influências educacional, familiar, profissional, social e espiritual, que promovem o crescimento, a união e a edificação de todos.
Antes que o país afunde em crises sociais e espirituais, ore pelos seus líderes com o propósito de administrarem com sabedoria os interesses do povo e promovam a paz e a produção do trabalho, da educação, da saúde e do transporte públicos e que, no cumprimento de seus deveres políticos, cumpram suas responsabilidades e respeitem os termos da Legislação Brasileira, a fim de fazer jus à credibilidade de seus eleitores para o desenvolvimento da nação, proporcionando a todos ordem e progresso.
São verdadeiros os ensinos da liderança para a igreja; porém todos os membros precisam ser afinados com os dons e os serviços do Espírito Santo, quando ouvirem o mestre das Escrituras, apresentando uma verdadeira sintonia espiritual, cujas obras e adoração agradem aos olhos e os ouvidos de Deus.
Aparecem mais críticas sobre a ignorância dos líderes de igrejas que pregam a sã doutrina dos apóstolos do que as frases e pensamentos daqueles que convidam seus leitores a serem remodelados à luz da boa moral ou das Escrituras, uma vez que eles mancham a sua reputação e seus relacionamentos fraternais, conjugais ou familiares em casa ou fora para que ninguém mais possa descobrir ou denunciar o seu lado oculto repulsivo, repreensível e sejam reprovados pelas suas atitudes e comportamentos como tais.
Abandone ou corrija todos os pastores e líderes de igrejas que comentam, incitam e participam de movimentos contra a democracia e o bem-estar na nação, que junto de um povo revoltado, desrespeita e desonra, com discursos e atos inflamatórios de anarquia, violência e opressão contra as autoridades do Senhor, sendo falsos representantes do rebanho de Cristo, negando obediência às Escrituras e sujeição às ordens pacíficas de Deus.
Sabe, diria um entendido em crises brasileiras, desemprego em massa, lideranças obsoletas, egoístas e medíocres e em oportunidades acadêmicas, profissionais e espirituais, que o Brasil tem soluções mil para ser uma nação abençoada, próspera e feliz, se apenas cada cidadão, família e classe social, mostrasse fidelidade, obediência e praticidade aos princípios morais, educacionais, éticos e espirituais das divinas Escrituras.
As Escrituras chamam de estúpidos todos aqueles que aborrecem as repreeensões da liderança; mas, quando outros de fora chamam a sua atenção para imitarem a liderança de Jesus, que usa de humildade, os benefícios e o vínculo do amor, as oportunidades dos relacionamentos sadios da fé, os valores da sã doutrina, as soluções em prol das necessidades de Suas ovelhas e não atendem aos apelos da Palavra de Deus em santa confrontação, estes são, além de insensatos, maledicentes silenciosos aconchegados aos seus bastidores e aos rodízios da sardinha cristã, oportunistas do rebanho, sim, com certeza, são estúpidos incorrigíveis, ocupando os lugares de quem é grato, humilde, sábio, experiente e amigos do bem, impedindo-lhes de exercerem as suas habilidades e os seus dons, porque gostam de fazer tudo sozinho como se fossem estrelas dos púlpitos.
Líder descontrolado emocionalmente, levado por posições discordante internas ou pela pressão de outros para fazer retaliações públicas ou pessoais, sofrem depois sozinho com seu temperamento arrogante e desprezível, se não retratar imediamente suas falhas e pedir perdão aos seus ofendidos o quanto antes, antes mesmo de fazer as próximas apresentações, aulas, mensagens ou exposições, para não comprometer a sua própria imagem, além de perder a credibilidade, a empatia e a confiança de seus liderados, que analisaram o efeito de seu péssimo comportamento sobre uns aos outros nos bastidores de sua liderança.
Quando toda a liderança está unida geram líderes altamente produtivos e profundamente fecundos, humildes e mestres nas Escrituras, aptos para edificarem a igreja e eles nunca usarão o púlpito para fazer defesa da ignorância ou soltar o chicote da língua para desonrar os seus ouvintes com frases curtas ou palavras de retaliação fraternal.
