Textos sobre Jovens Carlos Drummond

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⁠ Sobre o cair da chuva, me perco ao observar o céu e as estrelas a brilhar. mas nada é mais reluzente do que o brilho do seu olhar, seu sorriso é mais caloroso que as brisas do verão, sorriso esse que aquece o meu coração.
tudo isso para eu perceber que são esses pequenos gestos, que me faz ver. que eu só penso em você.

Inserida por RuanFernandessanti

⁠" EMBUSTE "

Eis que ela fez a aposta; deu em nada!...
Jogou todas as fichas sobre a mesa
contando, displicente, co’a certeza
de, enfim, ganhar o jogo de virada.

O amor tem regras próprias, sem defesa!
Não deixa o uso de carta marcada
nem que se quebre a banca, se a jogada
negar o uso de total clareza.

Bancou seu jogo de fera matreira
e não notou o avanço da rasteira
que a levaria a, ali, quebrar a cara…

Nas mãos, as suas cartas deste embuste
mostraram-se, do amor, fora de ajuste
por vícios, por luxúria, farsa e tara!

⁠Reflexões Sobre o Desabafo
(crônica)

É comum — quase corriqueiro — encontrar alguém que, no intervalo do café ou numa conversa despretensiosa, deixa escapar o peso dos próprios dias.
Despejam, sem cerimônia, as frustrações que apertam o peito:
o trabalho que exige demais,
a casa que nunca está em ordem,
o marido bagunceiro, ranzinza, pão-duro,
os filhos que não colaboram, que não estudam, que vivem grudados ao celular.

Falam dos pets que dão mais trabalho que companhia,
dos negócios que andam tropeçando,
dos sonhos adiados que já nem sabem se ainda são seus.

E a gente escuta — porque também precisa ser ouvido.
Porque falar parece aliviar.
Desabafar parece resolver.
Como se o simples ato de partilhar fosse suficiente para reorganizar o caos.

Mas será que estamos mesmo lidando com os problemas… ou apenas empurrando-os para fora, esperando que o outro nos ajude a carregá-los?
Será que desabafar, sempre, não vira um atalho para fugir de nós mesmos?

E se, em vez de apenas falar, a gente aprendesse a escutar… mas escutar a si.
Se olhássemos com mais cuidado para o que está dentro, onde os verdadeiros incômodos fazem morada?
Talvez, então, estivéssemos dando um passo além da queixa — rumo ao amadurecimento.

Porque crescer dói.
Dói encarar que, às vezes, o que mais nos irrita no outro é o reflexo do que não curamos em nós.
Dói perceber que não temos controle sobre tudo, nem todos — mas temos escolhas.
E, entre criticar ou ser exemplo, o segundo costuma ecoar mais fundo.

É preciso parar.
Nem que seja por um instante.
Um gole de silêncio entre as falas.
Um olhar mais suave sobre o mundo.
Uma escuta mais atenta para quem somos — e para quem estão ao nosso lado.

Pergunte-se:
O que me afeta, realmente?
Cabe a mim mudar algo?
Isso fala de mim ou do outro?
Onde está o meu papel nessa história?

Talvez a gente descubra que a vida não é sobre estar certo, mas sobre estar presente.
E que ninguém é perfeito — nem precisa ser.
Mas todos temos a chance de sermos mais gentis, mais compreensivos, mais inteiros.
Com o outro.
E, principalmente, com nós mesmos.

Inserida por WisleneCardoso

⁠Sendo um homem comum,
Discordo normalmente de algumas ideias.
Reflito diariamente sobre Deus, sobre a existência ou não desse ser.
Vivendo em uma rotina cotidiana, vivo minha vida sem destaque ou marca.
Viajando pelo mundo, visito os mesmos lugares que todos vão.
Como sou uma boa pessoa, brigo pelos mesmos políticos que todos.
Sempre sendo pouco romântico, me apaixono pelas mesmas garotas que todos.
Para manter minha sanidade, me iludo com cada uma delas.
Contendo meus pensamentos líricos, não chego a conclusão alguma;
não me destaco. Este texto,
como uma dissertação rebuscada e complexa,
permanece como no começo: invisível perante a multidão.
Finalizo com um simples "tchau".

Inserida por Athosalves

⁠A pessoa tóxica e o narcisista só terão poder sobre seu mental, se você estiver disposto ( a) a tolerar o que eles fazem e quiser permanecer sendo menosprezado.
A sua dor não gera empatia, mas com certeza irá massagear o ego deles; o descarte é natural e os destroços que ficaram é você que terá que recolher.

Inserida por ISLENESOUZA

⁠⁠⁠O mau sempre deixará confortável aqueles que já estão sobre seu domínio.
Exibirá vantagens em uma vida em amar somente si e esquecer do próximo.
Focará em mostrar valor nos bens matérias ao invés dos valores espirituais.
Mostrará que uma solitária e mais lucrativa que a união familiar e com Deus.
Fará validar sempre o caráter dos outros e esquecer completamente do seu.
Convencerá que ninguém é confiável e o amor é um erro. Lembre-se, nenhuma árvore boa pode dar frutos ruins, assim como árvore ruim pode dar bons frutos.

Inserida por hiltonvinhola

⁠Não Me Encolho

O que eu sei é o que eu senti.
E isso já diz muito sobre mim.
Sobre minha capacidade de sentir, de estar presente, de querer algo além da superfície.
E por mais que isso doa agora, sei que não é fraqueza. É força.
É coragem de não viver na superfície.
É coragem de não me encolher por medo de ser “demais”.

Então escrevo. Não para ele, mas para mim.
Para lembrar que sentir não é erro.
E que a falta de resposta do outro não invalida a minha entrega.

Inserida por claiverolivrs

⁠Sobre o risco de não ser

Há quem passe a vida
a desejar outro lugar,
outra pele,
outro nome.

Acredita que será mais inteiro
se for como os outros,
se parecer com os que brilham,
se for aceite
nos salões onde se aplaude o vazio
como se fosse grandeza.

Mas o que brilha
nem sempre ilumina.
E o que parece
quase nunca é.

O esforço de parecer
rouba a paz de ser.
E quando se apaga a chama
do que nos tornava únicos,
fica apenas o eco
de quem já não sabe quem é,
nem para onde voltar.

Não há perda maior
do que perder-se de si mesmo.
Não há engano mais cruel
do que acreditar
que a dignidade depende do olhar dos outros.

Ser quem se é
— com verdade, com firmeza, com simplicidade —
é tarefa para os que recusam dobrar-se
à mentira do mundo.
É caminho sem prémios,
mas com sentido.

E só o sentido,
mesmo que nos isole,
nos salva do nada.

Quem rejeita a sua natureza
para caber onde não pertence,
corre o risco de não pertencer a parte nenhuma.
Nem aos outros,
nem a si.

Cuidado com a ilusão dos que se dizem grandes,
mas vivem de fingimento e vaidade.
Ser visto não é o mesmo que ser verdadeiro.
Ser aplaudido não é o mesmo que ser digno.

Acredito que não nascemos para caber em moldes.
Nascemos para ser inteiros.

A dignidade,
se é que tem morada,
não vive nos olhos dos outros.
Vive, talvez,
na coerência secreta
entre o que se sente
e o que se é.

E há uma solidão peculiar
em já não pertencer
nem ao mundo que se tentou imitar,
nem ao que se abandonou.

O que assusta não é falhar —
é perder-se no caminho
por ter querido ser outro,
sem nunca ter sido inteiro.

⁠Reflexão

Nesta noite de terça, pensemos sobre a coragem de Jesus em continuar sua missão mesmo sabendo do sofrimento que viria. Ele não fugiu, não se escondeu. Ele amou até o fim.

E nós? Diante dos desafios, temos confiado em Deus? Temos caminhado com fé mesmo quando o futuro parece incerto?
Para esta noite:

. Silenciar o coração e ouvir a voz de Deus;
. Perdoar alguém que te magoou;
. Praticar a humildade e a compaixão.

A Semana Santa é um convite diário para morrer um pouco para o ego e renascer com mais amor.

Inserida por iran_amador

Dualidade

Me pego pensando sobre a fala de um livro que acabo de ler.
Como automatizamos comportamentos infantis até hoje.
Vejo o quanto me reprimi, de sentir
Para não sofrer,
Para me proteger.
E, visto essa capa de proteção até hoje,
Parece que até sentimentos bons,
Eu não me permito vivenciar.
O silêncio paira,
E o coração é calado,
O pensamento embaraça,
E, simplesmente não tenho reação.
Desejo atravessar a minha criança sombra,
Que está solitária e pede ajuda.
Na imensidão do meu eu,
Se confunde com a adulta de hoje.
Mas são diferentes...
E dessa forma, cada uma precisa existir dentro do seu espaço.
Hoje elas soltam as mãos,
Para cada uma poder seguir
Livre na sua direção,
A criança Sol e a criança Sombra.

13/08/2024

Inserida por taiscoll

Criaram uma lenda sobre mim
dizem que sou forte
dizem que sou luz
dizem que aguento tudo
mas esqueceram de perguntar
se eu queria ser muralha
se eu tinha escolha
se eu ainda tinha chão
me vestiram com a armadura da expectativa
e agora exigem que eu lute
mesmo quando não tenho forças pra levantar
ninguém quer ver a minha dor
porque ela mancha o que projetaram em mim
porque quebra a ilusão
de que sou imbatível
mas hoje
eu não consigo fingir
não tenho mais sorriso de reserva
nem palavra bonita pra aliviar os outros
não quero consolo
quero silêncio
estou a ruir por dentro
os pedaços de mim já não se encaixam
e tudo o que era esperança
virou pó
não me peçam coragem
não me peçam pressa
não me peçam nada
só respeitem o vazio que ficou
e me deixem reaprender
quem sou
sem essa dor

Inserida por zorictha

⁠PLENITUDE

Se sentir pleno, é sobre aceitação de seu ser, de sua vida, estar bem consigo mesmo, considerando você por inteiro, seus defeitos e qualidades. Somos únicos no universo, precisamos estar conscientes de quem a gente é, do que nos faz bem, do que não nos faz bem, impor limites, não precisamos aceitar tudo o que a vida nos apresenta, devemos ser seres conscientes que podem fazer escolhas e temos o livre arbítrio para isso. Quem a gente é, só a gente sabe, não somos perfeitos, mas somos seres incomparáveis, o mundo apresenta tanta coisa, o corpo perfeito, as roupas do momento, o padrão de beleza, o status financeiro ideal para se ter uma boa vida e, tudo isso faz com que a gente se distancie cada vez mais de nossa autenticidade, do nosso ser, dificultando também essa busca pela plenitude, por isso é necessário cada vez mais, termos momentos de solitude, de percepção de si mesmo, de reflexão, para que possamos desenvolver mais o autoconhecimento, pois se cada dia, pararmos e nos enxergarmos, vamos descobrir coisas novas todos os dias, vamos nos deparar que estar vivo, é sofrer a mudança de nosso ser diariamente, somos um universo de possibilidades, estamos em constante evolução e, para enxergar este processo de crescimento é necessário apenas observar, observar a vida que está acontecendo ao nosso redor e também no nosso interior. Quando buscamos uma compreensão melhor de nós mesmos, começamos uma caminhada consciente de nossa transformação, aprendendo a nos valorizar, aprendendo a nos respeitar, exercendo mais o desapego e aceitando mais a nossa individualidade. Logo, alcançamos pelo menos um pouquinho de plenitude, desta tão desejada mas não inalcançável, plenitude. Me pergunto, porque o ignorante existe? Porque o mal existe? Não podemos nos indignar com o que para nós é desnecessário, pois se está na natureza, é porque a natureza precisa dela. É a mesma coisa que pedir para o cachorro não latir, para a criança não chorar ou para o passarinho não voar. Estamos nessa vida, cada um, para cumprir uma missão, para também aprender uns com os outros. Portanto, precisamos aprender com o ignorante, a não agir com ignorância, precisamos saber que o mal existe e que ele também está dentro de nós, cabe a gente escolher como agir. Precisamos fazer o bem sem esperar nada em troca, assim como o olho olha e os pés caminham, eles não recebem nenhuma recompensa para agir de acordo com sua natureza. Nós, como seres humanos racionais, devemos agir sem esperar alguma recompensa. E nós como seres humanos, só alcançaremos a plenitude, quando deixarmos de lado, o que nos prende e, cada um sabe pelo que é dominado. Logo, compreender isso, é dar um passinho para essa constante metamorfose que existe dentro de nós e que acontece sem fazer o tempo parar.

2023

Inserida por taiscoll

⁠A Cruz e o Silêncio

Na tarde que se deita sobre o mundo,
o silêncio pesa mais que a pedra do sepulcro.
Há um homem suspenso entre o céu e a terra,
e o seu corpo é a ponte entre o abismo e o eterno.

Sexta-feira, dia sem cor,
em que o sangue se torna verbo
e o madeiro, altar de um sacrifício antigo
como o tempo que nos escapa dos dedos.

Não é a dor que nos salva —
é o amor que aceita a dor
sem exigir resposta,
sem exigir justiça.

Cristo não grita contra os pregos,
não amaldiçoa os que o erguem ao vento:
olha-os como quem compreende
que só o amor cego pode ver o mundo claro.

E morre, não como quem perde,
mas como quem entrega.
Entrega-se ao Pai,
entrega-se ao silêncio,
entrega-se a nós.

A cruz, então, já não é castigo,
mas espelho:
e nele vemos o que somos
quando deixamos de fingir.

Na Sexta-feira Santa,
não se celebra a morte,
mas a entrega.
Não se chora o fim,
mas o princípio escondido na última palavra:
“Está consumado.”

E o mundo, suspenso com Ele,
aguarda o terceiro dia
em que a pedra será rolada
e o silêncio se fará luz.

Finitude: a arte de viver o agora

A lucidez sobre a fragilidade da existência, pode ser interpretada não apenas como fonte de tristeza, mas também como um convite a uma libertação paradoxal. Ao reconhecer que a vida não se sustenta em grandiosidades épicas ou em felicidade perene, descobrimos que sua beleza reside justamente na efemeridade e na imperfeição. A consciência da finitude não precisa ser apenas um peso, mas pode ser o que nos ensina a valorizar os "pequenos momentos insignificantes" como únicos e insubstituíveis.

Se o amor não é um conto de fadas, sua fragilidade o torna mais precioso — não porque dura para sempre, mas porque, justamente por ser passageiro, exige presença e cuidado. Se a felicidade é fugaz, sua raridade a torna mais intensa quando surge, como um raio de luz em meio à escuridão. A solidão do entendimento, por sua vez, pode ser o preço da autenticidade: ao nos afastarmos das ilusões coletivas, ganhamos a chance de viver com maior profundidade, mesmo que isso nos separe superficialmente dos outros.

Nesse sentido, a tristeza de saber demais não é o fim da experiência, mas seu verdadeiro começo. Ela nos tira do automatismo e nos coloca diante da vida como ela é — frágil, transitória e, por isso mesmo, digna de ser vivida com atenção e coragem. A melancolia não é um beco sem saída, mas um portal para uma existência mais consciente, onde cada instante, por mais breve que seja, ganha um significado precioso porque não durará. A verdade pode doer, mas também nos liberta para encontrar beleza no efêmero e significado no que, de outra forma, pareceria insignificante.

Inserida por RobervalCulpi

⁠A Sexta-feira da Paixão nos convida à reflexão sobre o amor incondicional, o sacrifício e a esperança que renasce.

Que possamos lembrar o verdadeiro significado deste dia e encontrar paz no coração, mesmo em meio às dores da vida.
Que o exemplo de Jesus nos inspire a amar mais, perdoar mais e viver com mais propósito.

Inserida por iran_amador

⁠Podemos falar em julgamento ou preconceito quando criamos ou imaginamos um conceito sobre algo ou alguém sem saber a verdade ou conhecendo apenas parte dela.
Prefiro usar o MeuConceito: pesquisar, entender, perguntar à pessoa, se necessário, e só então formar uma opinião ou conceito sobre alguém ou algo.

⁠Dizem que o trabalho nos deixa calvos, distantes de nós, sem vida.
Sobre isso, eu me pergunto:
quem esteve no futuro e voltou para afirmar que o presente seria diferente, se nossas ações fossem outras?

Enfim, no meio de tantas possibilidades,
encontrar uma desculpa é sempre mais fácil do que encarar a própria realidade.

A única certeza é que o nosso tempo é o presente.
E como é difícil — e raro — encontrar pessoas realmente presentes...

Inserida por ThiagoMoreiraSantos

Este livro não é sobre política no sentido tradicional; trata-se de um livro sobre poder – sobre como ele é conquistado, exercido e mantido por aqueles que compreendem as regras invisíveis que governam a mente coletiva.
Mortaza, J. (2025). O Algoritmo das Massas: Decifrando os movimentos políticos. Porto Alegre: UICLAP.

Inserida por jean_mortaza

⁠Entre as carícias da agulha sobre o vinil
as melodias da juventude
passeiam pelas memórias afetivas
saudosistas
de um tempo
incoerentemente sofrido.

As notas do passado
repletas de cores e amores vãos
entoam as cantigas de ninar
das sonhadoras crianças
crescidas
que romantizam alegremente
os anos dourados
e o paraíso perdido no tempo.

Inserida por Valnia

⁠Me peguei pensando aqui: por que eu procuro quem não me procura?
Me pego refletindo sobre o que se passa na cabeça das pessoas o que elas buscam, o que exercem, ou até mesmo como conseguem ser tão hipócritas ou irresponsáveis.
É curioso como algo aparentemente pequeno pode ter o poder de destruir um futuro inteiro...

Existem certas coisas que penso e que resumem bem esse turbilhão de ideias, como nesta frase:
"Não existem pessoas frias. Existem pessoas que aprenderam a bloquear seus sentimentos."

Às vezes, o mundo exige tanto que acabamos criando cascas. Mas, por dentro, ainda sentimos mesmo que em silêncio.

Nietzsche disse uma vez:
"Quem luta com monstros deve cuidar para não se tornar um monstro. E se você olhar por muito tempo para um abismo, o abismo também olha para dentro de você."
Talvez, ao lidar com tantas decepções, criamos versões de nós mesmos que não reconhecemos mais duras, mais distantes.

E assim seguimos, tentando entender por que esperamos empatia de um mundo que mal sabe lidar com a própria dor.
Buscamos sentido nas ações alheias, mas muitas vezes esquecemos de que cada pessoa vive a partir de seus próprios traumas, suas próprias feridas.
Jean-Paul Sartre dizia que "o inferno são os outros", não por maldade, mas porque projetamos nos outros aquilo que gostaríamos que nos dessem e nos frustramos com a ausência.

No fundo, todo esse pensamento gira em torno de uma coisa: o ser humano é um mistério. Inconstante, contraditório, sensível e, ainda assim, muitas vezes cruel.
Mas talvez a beleza esteja justamente nisso na tentativa constante de compreender o incompreensível.

Estou a beira do delírio?

Inserida por Ayrus