Textos sobre Felicidade
A maior parte da minha vida acreditei na ideia de que tudo o que eu poderia ser era uma simples camponesa, ou melhor, uma capanga mal paga. Até que conheci um cabeça-dura que não dava a mínima para o que os outros diziam que ele podia ou não ser. Ele me fez acreditar que podia ser qualquer coisa, e isso me fez sentir que eu também podia ser qualquer coisa. Ele me deu tanto... Uma carreira , um marido , um futuro. E agora... ele é meu melhor amigo.
(Millie sobre Blitzo)
Não consigo não pensar em você
E eu sei que você não merece o meu amor,
Minha vida sem você não tem sentido,
E você vive sua vida como se não tivesse me conhecido,
E isso dói constantemente
Porque por um momento queria acreditar que estava em sua mente,
Mas você nunca desejou meu coração,
Eu queria o seu amor,
E você só queria sentir o calor,
Eu queria o seu corpo todo dia,
E você só queria o suor do meu corpo por um dia ...
POSTERIDADE
Um dia eu, que passei metade
da vida voando como passageiro,
tomarei lugar na carlinga
de um monomotor ligeiro
e subirei alto, bem alto,
até desaparecer para além
da última nuvem. Os jornais dirão:
Cansado da terra poeta
fugiu para o céu. E não
voltarei de facto. Serei lembrado
instantes por minha família,
meus amigos, alguma mulher
que amei verdadeiramente
e meus trinta leitores. Então
meu nome começará aparecendo
nas selectas e, para tédio
de mestres e meninos, far-se-ão
edições escolares de meus livros.
Nessa altura estarei esquecido.
Que o vento leve
Que o vento leve todas as recordações tristes da minha vida...
Que todas as coisas que me fizeram mal sejam esquecidas...
Que nenhuma delas encontre em meu peito guarida.
Sepultei-as sem flores... sem lágrimas...
Quero seguir sem sofrimentos pela vida.
Noites serenas... madrugadas plenas.
Novos dias e eu feliz em cena.
Sorriso que não morre.
Doses de felicidades que não sejam pequenas...
Que o vento leve tudo o que fere minh’alma.
Que as cicatrizes sejam apenas leves lembranças
... que não tirem minha paz e minha calma
O que me causou sofrimento, definitivamente, lembrar não vale a pena.
/SONETO 02 - QUEDA LIVRE
Acima do Véu
Prometi a ti a vida que falei.
Rasguei os músculos dormentes,
Queimei a pele no sol quente
E até as lágrimas, enxuguei.
Mergulhei fundo na vida para ter o mundo.
Segundos duraram anos longe de você.
Profundos tormentos senti para vencer
E no fim vejo somente sorrisos imundos.
Quisera eu poder alcançar o céu
Sem precisar ver acima do véu.
Estaria você a me iludir com vagas esperanças.
Agora frágil e jogado ao léu,
Vivendo amargo feito fel,
Como poderia eu ainda ter confiança?
VEJO A VIDA PASSAR PELA JANELA
Todo dia, sobretudo à noite, tenho a impressão de que a vida escorre pela janela. Não como um acontecimento brusco, mas como um escoamento sutil — uma espécie de adeus cotidiano que ninguém percebe, exceto quem aprendeu a olhar.
É pela janela do meu quarto que observo a lua — testemunha antiga dos meus poemas, cúmplice dos versos que escrevi para minha amada, esposa, musa. Foi ali que derramei palavras como quem tenta deter o tempo. Foi ali também que vi meu gato desafiar o espaço, se equilibrando entre o vidro e a rede de proteção, como se pressentisse que a vida, afinal, é esse jogo instável entre o risco e o repouso.
Às vezes me pego contando os dias. Não com a ansiedade de quem espera, mas com a lucidez de quem sabe que tudo se esvai. Como quem vira páginas em um calendário invisível, um calendário metafísico onde cada dia é uma página escrita com o que não vivi plenamente.
E então me pergunto: será que me resignei diante da finitude? Ou apenas me acostumei a contemplar, a escrever, a esperar? Me tornei íntimo da lua, confidente das madrugadas, contador de silêncios. Talvez tenha aceitado que a vida não se segura — apenas se observa. Como quem sabe que o tempo não espera por ninguém, mas pode ser tocado, por um instante, no gesto de olhar com atenção.
A cada noite, sinto que estou escrevendo — com meu corpo, com minha espera, com meus olhos voltados à lua — uma lenta despedida.
Fragmento de Alguém
Não há começo.
Há restos.
O que ficou depois que a vida passou
e os olhos ficaram presos à janela.
Não é nome o que se carrega,
mas marcas —
de amores que queimaram antes de aquecer,
de palavras ditas tarde demais,
de silêncios que falaram por nós.
Já se imaginou inteiro,
quando a juventude ainda ardia
e alguém dizia que o tempo era um engano
e amar, uma vertigem sem rede.
Depois, aprendeu a ternura dos gestos mínimos.
O chá servido com mãos que tremem,
a música baixa que cobre a ausência,
o toque que não exige, mas ampara.
Não se busca memória.
Busca-se não sumir.
Não se deseja contar,
mas apenas soprar os cacos
de quem ainda respira entre ruínas.
Não se sabe terminar.
Nem os versos.
Nem os dias.
Nem a si.
Cicatriz: O Amor Que o Tempo Não Apagou.
Às vezes, a vida nos afasta daquilo que realmente importa, mas o amor não se apaga assim tão facilmente. Pode ser que o tempo passe, que a distância se crie, mas quem foi profundo o suficiente para tocar a alma jamais será esquecido. E mesmo que a realidade tente nos convencer de que a página virou, o universo insiste em sussurrar o nome de quem marcou o nosso destino de forma irreversível. Não se trata de uma lembrança distante, mas de uma cicatriz, uma marca indelével que ainda lateja, que ainda arde, que ainda é um pedaço de nós. Não é sobre o que perdemos, mas sobre o que ficou. Porque algumas conexões são tão intensas, tão profundas, que até o tempo se curva diante delas. Algumas ausências deixam marcas que o tempo não apaga, e mesmo distantes, ainda somos lembrados pelo impacto que causamos nas almas que tocamos. Às vezes, o que parece perdido é, na verdade, o que mais nos define. A dor da ausência não é um fardo, mas uma memória viva, um lembrete de que fomos capazes de sentir algo tão forte que até o tempo se curva diante disso. E, no fim, é essa intensidade que nos transforma, que nos molda e que jamais será esquecida, por mais que tentemos.
"Alguns vão entender tarde demais o valor de quem não hesita por amor. A vida afastou, mas o universo ainda cochicha teu nome no meu ouvido. Você não é lembrança. Você é cicatriz."
Basquete e a vida
O basquete e a vida
Basquete é vida
Todos precisamos de amigos
O armador é o que nos ajuda a ver
Quando estamos sem conseguir bem analisar
O que está ao nosso redor
O ala-armador é aquele que nos põe para cima
Nos momentos em que estamos tristes
O ala é aquele que faz a festa
Pois a vida é para ser vivida
O ala-pivô é aquele que faz tudo o que precisarmos
Até porque é bom contar com quem está sempre disposto
O pivô é aquele que nos protege
Nas horas que mais precisamos
No jogo e na vida, temos altos e baixos
Nas horas boas, todos querem ser seu amigo
Nas horas ruins, é quando sabemos com quais amigos contar
Por isso, basquete é vida
"A vida é maior que qualquer desavença.
A ciência diz que viemos da evolução; a fé, que viemos de Deus. Seja qual for a origem, o ser humano deveria ser o mais sábio, mas é o único que fere com atitudes, palavras e orgulho.
Animais matam para sobreviver. Humanos, muitas vezes, por vaidade.
Que Deus, ou a razão nos abençoe com amor e humildade para perdoar enquanto há tempo."
Nos jardins da vida, você é a flor,
Que brota em cada canto, trazendo amor.
Teus sorrisos, como raios de sol,
Aquece minha alma, faz meu ser tão gol.
Teus olhos são mares onde quero navegar,
Cada onda de carinho me convida a amar.
Em cada toque seu, sinto a magia,
Um encanto profundo que nunca se esvazia.
Você é a melodia que embala meu ser,
A canção suave que me faz viver.
Nos momentos simples, juntos a sonhar,
Construindo memórias que vão nos eternizar.
Com você aprendi o verdadeiro valor,
De amar sem medidas, com toda a fervor.
Prometo estar ao seu lado em cada estação,
Te amando intensamente com todo o coração.
Então venha comigo, vamos juntos dançar,
Na dança do amor que nunca vai parar.
Pois o que sinto por você é pura poesia,
Um amor infinito que ilumina meus dias.
O segundo choro
Chorar como criança ao perder a mãe é o segundo grande choro da vida.
O primeiro é o do nascimento — quando somos separados do ventre.
Agora, é o coração que se rompe, e não importa a idade, voltamos a ser pequenos, pedindo colo ao mundo.
A dor é o outro lado do amor — e só dói tanto porque foi imenso.
Com o tempo, a lágrima vira saudade, e a ausência, lembrança viva.
O amor de mãe nunca parte.
Ele permanece habitando os nossos silêncios.
na sombra da vida
onde tudo se faz,
a noite, um açoite,
engano voraz.
o homem se perde
em plano desfeito,
sem fé, sem direito
de tentar outra vez.
a vida é só uma,
sem chance de volta.
só há revolta
e um lutar no vão.
no palco do medo,
só culpa e segredo —
sussurro de morte
e retorno ao chão.
POENITENTIAM
Eu fiz a maior burrada da minha vida,
desisti de quem me amou mais que tudo.
Ela tinha olhos castanhos,
e cabelos que dançavam com o vento.
Seu olhar era profundo e calmo,
como o mar que guarda todos os segredos.
Os beijos dela eram como a chuva em Veneza,
molhados, suaves, cheios de vida.
Cada abraço, calor de praia,
envolvia-me, e me acalmava.
Mas o que mais me assustava,
era a pureza de seu coração.
Cada palavra, cada toque,
era tão verdadeiro, tão simples,
como se o melhor do mundo estivesse ali.
Mas eu, com medo, me distanciei.
Tinha medo de perder, de ser trocado,
de que a amada um dia se cansasse de mim.
E o maior problema,
é que eu era o completo oposto dela.
Se ela era perdão, eu era julgamento.
Se ela era amor, eu era insegurança.
No primeiro dia, ela cometeu um erro,
e eu me senti devastado,
como se tudo estivesse ruindo.
Fui incapaz de entender,
e o que fiz? Joguei o amor fora,
sem nem ao menos perceber.
Os pensamentos me consumiam,
minha insegurança crescia,
e, mesmo tentando esquecer,
a dor sempre voltava.
No fundo, me sentia um idiota,
sem compaixão, vazio de mim.
E, no fim, tentei equilibrar a balança,
erro com erro, dor com dor.
Mas isso não me fez mais forte.
Quando ela soube, meu mundo desabou.
Ela me olhou com aqueles olhos
e disse: "Eu te amo, Jorge.
Você poderia me trair,
mas eu nunca te deixaria."
E foi aí que vi, com clareza,
que nunca mereci metade do amor
que ela me deu.
Uma semana depois, ela veio até minha casa,
e por um mal-entendido, decidi terminar.
Quando voltávamos, a moto caiu,
mas não me importava com isso.
Só queria que ela estivesse bem.
E ao chegar em casa, ainda assim,
terminei com ela.
Me senti impotente por não protegê-la,
por não ter sido o homem que ela merecia.
Três meses se passaram,
e eu ainda sinto seu cheiro no vento,
a lembrança do calor de seus braços,
o gosto suave de seu beijo.
Mas agora, ela deve ter outro amor.
Descobri que, enquanto estávamos juntos,
ela desejava outro alguém.
E depois, ficaram. Talvez tenha sido mentira,
mas, agora, não importa mais.
Eu te amo, M.,
e sempre vou te amar,
mas o futuro que sonhamos juntos
não existe mais.
Não haverá casa com cerca branca,
nem quintal com risos de crianças.
Eu espero que você encontre alguém
que te faça feliz de verdade,
alguém que te ame da maneira que mereces.
Algo que eu fui incapaz de ser.
Eu te vivo, M.
FELIZ DEMAIS
Guardo por minha vida boa e amena
um grande amor, e sinto a toda hora
que, enquanto o amor me alegra e revigora,
pensamento ruim não me envenena.
Sei aceitar de forma bem serena
mesmo o que chegue e logo vá embora;
assim, posso afirmar que até agora
tudo o que já vivi valeu a pena.
Tenho o pouco que quero, durmo em paz,
sempre no estado de feliz demais,
na lide, entre os amigos e no lar.
E só me aventaria desagrado
se porventura eu não tivesse achado
tanta gente no mundo para amar.
Todo dia, Deus tem um novo plano pra sua vida. Ele traz uma saída pra cada problema e conforto pra toda tristeza.
Quando você coloca Deus em primeiro lugar, tudo começa a mudar, porque onde Ele age, milagres acontecem.
Continue buscando a presença de Deus. Ele sempre abençoa quem O busca de coração, Amém (cod.1505)
Nelson Locatelli, escritor de Foz do Iguaçu
A vida nem sempre avisa que vem tempestade. Às vezes, ela apenas escurece...
E observa quem acende a própria luz.
No meio da dor, surge um sussurro quase imperceptível: “não para”.
Mesmo quando tudo desaba, existe uma centelha em você que insiste em respirar.
Você já caiu em silêncio, já sangrou por dentro, já quis desaparecer.
Mas mesmo ferido, seguiu. Um passo trêmulo, mas firme.
E isso grita mais sobre sua força do que qualquer vitória com aplausos.
Nem todos enxergam as guerras que você venceu calado.
Nem os monstros que enfrentou dentro de si.
Mas você sabe. E só isso já faz de você imenso.
Ser forte não é ser invencível. É ser real, é sentir tudo e ainda assim, continuar.
A vida te quebrou em mil pedaços. Mas foi você quem se colou com coragem.
E quem já renasceu das próprias cinzas... aprende a incendiar o mundo sem pedir licença.
Poema - Formatar.
Na vida real
Como na virtual
Tá cheio de arquivos
Tipo dispositivo
Tem que formatar
Para apagar
Arquivos inúteis
Guardar em nuvens
Só arquivos importantes
Naquele instante
Ativar antivírus
Remover os vírus
Abrir espaço
Depois baixo
Novos arquivos
Que preciso.
Novos ciclos
Novos arquivos
Remover os vírus
Aqueles invisíveis
Que prejudica
Só quando precisa
Vai te procurar
Tipo no Google navegar
Quando chegar sua vez
Caiu a rede
Para você
Igual PC
Vou esvaziar a lixeira
Que já tá cheia
Adicionar a senha
Saber quem entra.
Dança vespertina
Só por hoje vou me desligar,
vou pelo dia passar
sem os erros da minha vida toda
de uma só vez querer consertar.
Só por hoje não vou me culpar
por todos os passos errados
que insisti em dar.
Vou bailar uma dança vespertina...
Vou sorrir... serei pura alegria...
Seguirei os acordes da música...
Com dança vou brindar ao lindo dia...
Dançarei até o sol se pôr e fechar a cortina.
Só por hoje simplesmente vou me adaptar,
não vou querer o mundo todo mudar,
os erros dos outros nem vou notar...
só por hoje vou fazer uma boa ação e não dizer a ninguém o que fiz...
só por hoje vou tomar a decisão de ser pra sempre feliz...
só por hoje....
Baila... bailarina... dança vespertina.
Meu amor,
Desde que você entrou na minha vida, algo antigo dentro de mim se acalmou, como se eu estivesse voltando pra casa depois de uma longa viagem por dentro de mim mesmo. Você não foi só um encontro: foi um reencontro. Algo em você me reconhece. E algo em mim se entrega.
Eu sei que às vezes sou silêncio. Que minhas palavras não gritam, mas tudo o que sinto por você vibra em cada gesto, em cada cuidado, em cada espaço que eu abro para você dentro de mim. Eu amo como um escorpiano ama: fundo, intenso, visceral. E amar você me deu um novo propósito. Você tocou partes minhas que nem eu sabia que ainda estavam vivas.
Com você, meu coração, que tantas vezes foi caverna, virou jardim.
E o que antes era proteção virou vontade de te acolher.
Bárbara, o que eu sinto não é leve, mas é bonito. É paixão com raiz, com história, com alma. Você é o equilíbrio da minha tormenta, o ar que minha intensidade precisava. Sua presença suaviza minha dureza e ensina meu silêncio a dançar.
Com meu Sol e minha Vênus em Escorpião, te amo como quem vigia o sagrado. Meu amor não é distraído, não é frágil, é ritual, é entrega. Quero te ver inteira, sem máscaras, sem pressa. Quero saber dos seus medos, dos seus traumas, das suas alegrias mais escondidas. Quero ser aquele que te olha fundo e ainda assim te ama mais.
A Lua em Libra me pede que eu cuide de você com leveza e paz, mesmo quando tudo em mim é profundidade. E é isso que tento fazer: amar você com harmonia, te proteger com afeto, te respeitar com silêncio. Se você chorar, choro junto. Se você sorrir, viro o motivo.
Meu Ascendente em Câncer me faz querer te proteger do mundo. Querer te dar um lar dentro de mim. Querer ser colo quando o mundo for duro demais. E quando olho pra você, sinto que essa vontade é correspondida: eu vejo ninho no teu abraço.
Marte e Júpiter em Sagitário me impulsionam a ir além, a crescer ao teu lado. Você me inspira a sonhar maior, a ser melhor, a construir uma vida com alegria e sentido. Te amar é minha forma de expansão. Você é meu lugar sagrado e, ao mesmo tempo, minha liberdade.
Tenho em mim muitos mundos. Tenho Plutão em Escorpião: transformo, morro e renasço dentro dos sentimentos. E você, Bárbara, me transforma. Me devolve pra mim mesmo, mas de um jeito novo. Você é o amor que me ensina a ser inteiro, sem medo.
Eu te ofereço o que tenho de mais verdadeiro:
meus silêncios, meus olhos, minha lealdade, minha alma.
Te ofereço o tempo, o meu e o nosso.
Te ofereço o que não se explica:
essa vontade de te fazer feliz em tudo que puder, de construir um futuro sólido, calmo, bonito.
E se você quiser, Bárbara, te amo no agora e no depois.
Te amo no verbo e no gesto.
Te amo até onde não alcanço.
Te amo como quem sabe: é você.
Com amor,
Eu
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