Textos sobre Felicidade

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SINUOSA E SELVAGEM


⁠A feminilidade perpassa por sinuosidades as quais as travessias da vida nos leva.
Nesse fluxo, o feminino é plural.
Forte e presente, Frágil e ausente, fluido e volátil.
A mulher é a capacidade ínfima da sinuosidade e da adaptabilidade, e isso é ser selvagem.
Assim, com tudo, caminha, garantindo sua sobrevivência e confiando que a vida é extravagantemente abundante e perfeita.
Mulher inteira e madura, segue a força viva da vida.
Atendendo as exigências que o viver à pede, porém sem jamais perder sua força e essência.
Pois, em comunhão há frequências de forças femininas que à sustenta.
Suas ancestrais.
E por esses laços poderosos e que somos todas....Una.
Por Erikah Aparecida

Às vezes, a vida não é trilha de um só,
no nó da família, o laço vira nó.
Por mais que o rosto tente o brilho sustentar,
há um peso invisível que faz tudo desabar.
Os problemas não guardam RG ou lugar,
a raiva e a dor insistem em contagiar.
Tento ser ilha, viver o meu norte,
mas o sangue é o rio que corre mais forte.
Psíquico e espírito em fios emaranhados,
meus passos, por eles, parecem travados.
Quero a partida, a estrada, o além,
mas a culpa me puxa e me prende também.
Como seguir, sem ao peso me entregar,
se deixá-los para trás parece me abandonar?


Ass Roseli Ribeiro

Amor eterno


Nossa vida é movida pelo teu amor,
Sem ti, seríamos sombra, inércia e dor.
Contigo, o mundo desperta e se move,
É tua presença que nos faz ir além.
A motivação renasce a cada amanhecer,
No zelo de cuidar e em ti se reconhecer.
Saber que ainda precisas do nosso cais,
Dá sentido aos dias e paz aos nossos ais.
O amor que sentimos não impõe condição,
É entrega absoluta de alma e coração.
Pois, se um dia o teu brilho se apagar,
Tudo o que resta em cinzas irá se tornar.
— Roseli Ribeiro

Anatômico


A vida que se faz entre os ventrículos
urgência silenciosa


um motor cego,
engenharia bruta sem licença,
transmuta o mundo sem sossego


Houve o silêncio,
o quase,
o não querer,
a porta estreita


o sopro hesitou
mas o sangue,
rio teimoso no dever,
insiste, insiste


em canais apertados encontra caminho


Milagre pesado,
sem seda, sem ornamento


batida seca contra a grade das costelas


uma aposta alta
onde a alma não cede,
não cede,
e acende no escuro
as próprias velas


O átrio recebe o medo,
o ventrículo devolve vida,
gramática de carne indizível


Pela fresta da pálpebra
a dor cedeu


e o soco do peito bate, bate, bate
até fabricar luz.



Carina Gameiro

Cansada!
Estou cansada da rotina da vida
das obrigações e deveres
cansada de dormir pra esquecer
cansada de estar cansada
cansada de todos os meus dias serem iguais
Casada de seguir toda indicação médica
e não me curar
cansada de remédios
cansada de lutar
de pensar exausta...
Olho ao redor e penso
não vou dar conta
olho no espelho
Quem é essa pessoa?

Somos, hoje, o mapa que guiará a sociedade de amanhã.


Realmente, o que mais importa na vida é tão simples.

A gente perde tanto tempo balanceando as culpas que esquece de pesar nossos próprios erros!

A verdade é essa.

E na hora do nosso juízo final, Deus não vai ficar perguntando para a gente sobre os pecados de ninguém!

Quando a gente faz nossas orações, a gente até pode dizer: 'me perdoa pelos meus pecados e pelos pecados do mundo inteiro.

Mas, no fim das contas, é só você e Deus

É sobre você que ele quer saber!

Então, não fique tentando mudar o mundo.

Não adianta você se chatear com a atitude errada de ninguém, o máximo que você pode fazer é mudar a sua.

Não desista de querer o bem e, principalmente, de pedir isso em oração.

Mas deu-se a cada um a missão de corrigir os próprios erros.

O mundo está tão pesado e caótico, as coisas poderiam ter sido diferentes no passado.

Para que talvez hoje fosse um pouco mais leve.

A minha infância teve memórias boas e ruins também.

Minha família poderia ser mais unida, eu falo tanto da parte materna quanto paterna, tenho primos e primas por esse Brasil inteiro que muitos eu nem sequer conheço.

Por um orgulho besta, uma disputa sem noção por algo que eu não sei nem o que é.

Que afasta famílias e cria abismos é um dos maiores causadores de arrependimentos. O tempo é implacável e passar por cima dessas barreiras é um ato de amor próprio e de cura.

Poderíamos ter amado mais!

Assim como o tempo passou ontem, também irá passar amanhã!

E continuamente.

As crianças têm salvação, a gente talvez não.

Então, o que podemos fazer hoje é tentar mudar a nós mesmos.

Para salvar uma sociedade inteira amanhã.

Porque cada dia que passa, crescem um bocadinho mais os olhos de quem nos observa e segue nossos exemplos!

No final, a vida se resume ao amor, ao perdão e a tentar ser alguém melhor do que fomos ontem e dar mais valor ao que:



REALMENTE IMPORTA!

"Não tenha medo de começar de novo. Às vezes, o que parece um fim é apenas a vida te redirecionando para algo muito maior. As flores não escolhem o jardim onde nascem, mas escolhem florescer apesar dos espinhos. O seu novo capítulo será a sua melhor história.




​Lúcia Reflexões & Vida"

O Espelho do Outro


​"Muitas vezes, o que nos incomoda na vida do outro é apenas o reflexo daquilo que ainda não resolvemos em nós mesmos. Quem cuida do próprio jardim não tem tempo de contar as flores do vizinho."




Lúcia Reflexões &Vida

"Que possamos sempre seguir pela estrada da vida suportado nossas dores acreditado que amanhã tudo será melhor !
Não, nem sempre temos o que queremos o que merecemos mas a vida é uma jornada incrível !
Existe um Mundo lá fora e devemos viver porque a passagem é muito curta recordemos sempre o passado com saudade mas não devemos permitir que nos impeça de ser felizes no presente e sem grande preocupação com o Fuuturo porque não sabemos se chega ..
A vida é o momento e devemos temos o direito e dever de fazer com que cada momento seja único, memorável e isso cabe a nós próprios!
porque no dia que você permitir que alguém tone as redeas da sua vida você já deixou de ser você!

Tem uma coisa curiosa sobre a gente que ninguém conta no manual da vida, até porque esse manual nunca foi entregue. A gente sonha coisas que parecem roteiro de novela das nove, cheio de drama, olhar atravessado e silêncio pesado. Acorda meio confusa, meio irritada, às vezes até com vontade de tirar satisfação de algo que, tecnicamente, nem aconteceu. E aí vem a frase racional, quase como uma tentativa de se proteger do próprio coração: sonho não é prova de nada. E não é mesmo. Se fosse, a gente já teria perdido o juízo há muito tempo.

Mas também existe essa outra verdade, mais quieta, mais sutil, que chega sem fazer alarde: sentimento não nasce do nada também. Ele não brota como mato em terreno abandonado. Tem raiz. Tem história. Tem pequenos detalhes acumulados que a gente vai fingindo que não vê, vai empurrando para debaixo do tapete emocional, como quem acredita que ignorar é o mesmo que resolver. Não é.

Às vezes, o sonho é só um exagero da mente, um teatro meio bagunçado do que a gente viu, ouviu ou temeu durante o dia. Mas o sentimento… esse é mais honesto. Ele pode até se confundir, pode até exagerar, mas dificilmente é totalmente inventado. Ele costuma ser um sussurro do que já estava ali, pedindo atenção, pedindo nome, pedindo coragem.

E eu fico pensando que o problema não está no sonho em si. Está no que a gente faz depois de acordar. Tem gente que ignora tudo, como se nada tivesse acontecido. Tem gente que se afoga naquilo, como se fosse uma verdade absoluta. Mas talvez o caminho mais difícil, e mais verdadeiro, seja olhar para dentro com uma certa sinceridade desconfortável. Aquela que não acusa ninguém primeiro, mas também não se abandona.

Porque sentir não é crime. Mas também não é sentença.

É só um convite. Um convite para investigar o que dentro da gente está pedindo mais cuidado, mais atenção, mais verdade. Às vezes não tem nada a ver com o outro. Às vezes tem tudo a ver com inseguranças antigas, com medos que a gente achou que já tinha superado, mas que só estavam quietinhos, esperando uma brecha.

No fim das contas, sonho pode até ser ilusão. Mas o que a gente sente… isso é real o suficiente para merecer ser ouvido, nem que seja em silêncio, numa conversa sincera consigo mesma, dessas que a gente evita, mas sabe que precisa ter.

E se você já se pegou pensando assim, talvez não seja sobre desconfiar do mundo. Talvez seja sobre entender melhor o seu próprio coração.

Agora me conta uma coisa… já aconteceu de você acordar com um sentimento que parecia mais real do que o próprio dia?

E quando terminar de refletir, clica no link da descrição do meu perfil e vem conhecer meus e-books. Eu escrevo como quem conversa, e talvez você se encontre em alguma dessas palavras.

Tem um momento na vida em que o silêncio do outro começa a fazer barulho dentro da gente. É curioso isso, porque o silêncio em si não diz nada, mas a nossa mente… ah, essa não suporta o vazio. Ela é como uma escritora ansiosa, dessas que não dormem enquanto não terminam a história, mesmo que precise inventar metade dela.


Quando alguém fica mais quieto, mais distante, a gente não observa apenas… a gente interpreta. E interpretar, quase sempre, é correr o risco de exagerar. Eu mesma já me peguei criando enredos dignos de novela das nove, com direito a traição, abandono emocional e até diálogos que nunca aconteceram. Tudo isso enquanto a outra pessoa talvez só estivesse cansada, distraída ou simplesmente vivendo um dia ruim.


A mente não gosta de lacunas. Ela vê um espaço em branco e já pega a caneta. Só que ela não pergunta se pode escrever. Ela vai lá e escreve do jeito que acha mais coerente com os nossos medos. E é aí que mora o perigo. Porque raramente a mente preenche os vazios com leveza. Ela prefere o drama, o alerta, a defesa. Como se estivesse tentando nos proteger, mas, no fundo, só nos deixa mais inquietas.


E o mais irônico é que quanto menos informação a gente tem, mais certeza a gente sente. É quase uma coragem ilusória. A pessoa não respondeu direito, pronto, alguma coisa está errada. Ficou mais calada, pronto, tem algo acontecendo. E assim, sem perceber, a gente começa a reagir a histórias que nunca foram confirmadas.


Só que viver assim cansa. Cansa porque a gente sofre por antecipação, cria distâncias que talvez nem existam e, às vezes, acaba tratando o outro com base em algo que só aconteceu dentro da nossa própria cabeça. É como brigar com um fantasma e sair machucada no final.


Talvez o grande aprendizado aqui seja respirar antes de concluir. Nem todo silêncio é rejeição. Nem toda distância é abandono. Às vezes, é só… silêncio mesmo. E talvez confiar um pouco mais no que é real, no que foi dito, no que foi construído, seja um ato de maturidade emocional que a gente vai aprendendo aos poucos, tropeçando nas próprias suposições.


No fim das contas, nem tudo que a mente cria merece palco. Algumas histórias precisam ficar onde nasceram… dentro da cabeça da gente, sem virar verdade na vida real.


E se você gosta desse tipo de reflexão que abraça, cutuca e faz pensar ao mesmo tempo, clica no link da descrição do meu perfil e vem conhecer meus e-books. Tem muita coisa lá que parece ter sido escrita exatamente para esses dias em que a mente resolve falar alto demais.

Ônibus da Vida


Desce, sobe
Continua, para


Entro com esperanças de chegar.
Passo na catraca.


Continua, desce
Sobe, para


3 pessoas entraram.
Não sei quem são,
mas são como eu.


Sobe, buzina
Continua, para


Sinto que estou chegando.
Me sinto sempre perdido.


Continua, para
Continua, continua


Não sei mais onde estou.
Não sei quando vou descer.


Continua, continua
Continua, continua


Estou perdido.


Ele continuou
e parou no meu lugar.


Mas eu não desci.


Agora perdido estou.


Ele continuou
e eu fiquei.

"Seja a sua própria companhia, de vida, de dança, para se fazer feliz.
Seja você, se conheça em primeiro lugar.
E o resto? Bom, o resto irá fluir, desabrochar como uma rosa.
Às vezes, você poderá dar de cara com alguns espinhos,
Porém faz parte da vida.
Se cure e continue sua jornada.
Use as cicatrizes como lembrete de aprendizado, para o seu amadurecimento.
E o mais importante: se perdoe sempre e coloque-se em primeiro lugar."

Às vezes, a vida precisa de pausas…

Sim, vez por outra a vida precisa de pausas. Necessitamos de um tempo só nosso para repensar, relaxar, refletir melhor sobre alguns fatos que não estão nos deixando confortáveis, quem sabe realizar algumas mudanças, reformular algumas posturas e conceitos, enfim, vivemos em processo de metamorfose contínuo.
A vida é dinâmica e o tempo avança veloz, nada permanece estático no Universo.
Nossa vida não seria diferente, precisa cumprir seu papel evoluindo para ascender a mundos melhores e mais felizes.
Nossa existência é sempre um eterno recomeçar, um vai e vem que não cessa, já que somos seres em processo de transição, daí a necessidade de aprimoramento e lapidação de nossas almas, aparando nossas arestas, burilando nossos espíritos, por vezes, ainda rebeldes, recalcitrantes nos erros, no sentido de nos reconstruir cada vez melhor, procurando acompanhar o incansável ritmo do tempo, na busca incessante da perfeição.
Trata-se de um longo caminho a ser percorrido, árduo, doloroso, cheio de dificuldades, mas nós o vencemos, passo a passo, desde que para isso estejamos dispostos e enfrentar os desafios com muita garra, coragem, disposição no bem e muita fé.
Já nos diz, do alto de sua sabedoria, o consagrado escritor Rubem Alves: Não haverá borboletas se a vida não passar por longas e silenciosas metamorfoses.
Então, mudanças desde que sejam para melhor, são sempre necessárias e precisam acontecer, porém, para que ocorram, necessitamos parar um pouco e analisar o que deve e pode ser transformado em cada um de nós.
Parar para rever valores, novas tomadas de posições, não é estagnação inócua, significa, antes de tudo, sabedoria e vontade de crescer e vencer, visando um dia atingir a meta traçada por Deus para cada um de nós.


Não hesitemos, pois, em parar, ao detectarmos que algo não anda bem conosco, que nos incomoda e causa desconforto.
Façamos pausas, conscientes de que mudanças são sempre bem-vindas, desde que sejam para nos acrescentar algo melhor, que nos impulsione ao progresso.
Mudemos por nós mesmos, pelo nosso bem-estar, pela nossa paz interior, para que possamos nos sentir bem conosco, sobretudo, para facilitar que os planos divinos se cumpram em nossas vidas; nunca para se enquadrar aos padrões desejados por ninguém.
O que importa é o nosso querer, não o que os outros querem que sejamos. A pessoa mais importante para nós somos nós próprios. Pensemos nisso e decidamos o que nos fará bem e nos tornará mais felizes!
Permanecer como somos ou mudar? Na dúvida, se é que existe alguma, escolhamos o que nos deixa leves e nos traz paz ao coração.

Estrada da Vida
Na estrada da vida, começamos a viagem carregando beleza, pureza e sonhos.
Os primeiros quilômetros surgem cheios de costelas de burro, sacudindo a alma e testando a coragem.
Seguimos assim, ano após ano, atravessando curvas inesperadas, subidas cansativas e retas que parecem nunca terminar.
E então, um dia, percebemos que talvez estejamos nos aproximando do trecho final.
Mas, em vez de acelerar, a sabedoria nos convida a reduzir a marcha.
Afinal, é quando desaceleramos que a paisagem revela sua verdadeira beleza —
e a vida, enfim, mostra o valor de cada detalhe que antes passava despercebido.
Cléber Novais.

Milagre


As pessoas passam a vida procurando por milagres...
Esperam morrer para ver o milagre de voltar.
Imaginam potes de ouro no fim do arco-íris,
E até procuram o "fim" dele.


Mas não percebem que o maior milagre é o amor...
E a maioria passará a vida inteira sem senti-lo.
Não por falta de merecimento,
Mas por falta de humildade.
2021

Flor Azul

Com a sinfonia da vida
vou seguindo delirante,
entre o barulho das cidades
e o perfume das plantas.

Vou triste pela estrada,
vou sonhando com o meu destino.
Vai na minha mão a flor azul,
que parece estar murchando...

Eu a quero tão bem
quanto quero quem me deu.
Essa flor guarda uma história
que, infelizmente, se perdeu.

A vida é assim,
nada é como se quer.
A minha Flor Azul está secando,
e eu, com ela.

Adeus, Flor Azul.
Adeus, meu amor.

Seu filho - em outra família


A vida espiritual não tem volta.
Uma vez sentida…
você nunca mais é a mesma.


Talvez você não entenda agora —
mas o que é seu… encontra um caminho.
Sempre encontra.


O texto diz que volta como neto.
Mas eu sinto que pode vir antes…
em qualquer rosto,
em qualquer criança que cruza o seu caminho.


Sem anúncio.
Sem milagre visível.
Só presença.


E, ainda assim…
você reconhece.


No meio de mil,
é aquela.


Algo chama.
Algo pulsa.
Algo sussurra: é ela.


E você escolhe…
de novo,
e de novo,
mil vezes, se for preciso.


Porque o amor —
quando é de verdade —
não precisa de explicação.
Nem de forma.


Pode vir em
uma criança especial ou
de outras maneiras
não convencionais.


Você vê traços,
marcas,
gestos…
um pedaço seu
em alguém que não te pertence.


E, mesmo assim… é.


Vem uma paz estranha,
dessas que abraçam por dentro.


Até que, um dia,
distraída,
ela te chama de “mãe”…


tão natural
que o mundo para por um segundo.


E a lágrima vem —
não de tristeza,
mas de reconhecimento.


Eu não sei se isso é bênção
ou prova.


Ver de longe…
amar em silêncio…
esperar.


Mas, no fundo,
fica a certeza quieta:


o amor não se perde.
Ele só muda de caminho…


até voltar pra casa.🌞🌜

E se o depois da vida for apenas a continuação do que já sentimos aqui, mas sem pressa, sem medo e sem despedidas? Talvez o amor ao próximo seja a única coisa que atravessa tudo — como uma força invisível que nos conecta, mesmo quando não entendemos o porquê.
Há quem diga que o “cupido” nos une como uma magia silenciosa, aproximando caminhos que nunca se cruzariam. Mas, como toda magia, às vezes ela se desfaz… e o que sobra não é vazio, mas aprendizado.
Talvez, na eternidade, o amor deixe de ser paixão e se transforme em algo mais puro — uma amizade leve, sem expectativas, sem perdas. E se tudo isso for uma grande ilusão bonita? Um roteiro invisível que nos guia, colocando pessoas certas em momentos certos.
Nem todas permanecem. Mas nenhuma vem por acaso. Cada encontro deixa uma marca silenciosa que, de alguma forma, nos transforma para sempre.

⁠Existência
O paradoxo da vida
Emergiu a minha existência
Puro antítese da sorte
Um misto de lucidez e demência
Parar, pensar e agir sensitivamente...suave
Como os flocos da neve
Que flutuam pelo ar,
E repousam mansamente na relva
Que solitária está.
Eis que na minha existência
Houvera de cingir- te a tua
Resplandente como sol
Oculta como a lua
Lua, oh lua !
Guarda-te todos os seus mistérios.
Pedir-te-ei a tua alma
O teu coração!
E adentrarei na tua mente.
Aí; Todos os seus segredos
Serão desvendados.