Textos sobre Felicidade
Muitas vezes embriagados por sentimentos conflitantes, perdemos a lucidez, e acabamos por viver de uma forma que flertamos intensamente com a perda total de nossa capacidade de discernir sobre o certo e o errado. Flutuamos amarrados em uma cadeira de plástico. E, subjugados diariamente pela falta da razão, vivemos de modo que não controlamos mais nossas vontades.
A perda da lucidez aprisiona nossa mente, nos cegando de tal forma que apenas enxergamos pequenos feixes de luz daquilo que um dia chamamos de consciência. Fato é que sem essa, tudo vira um grande loop de erros e consequências que apenas nos causam dor e sofrimento.
Augusto Martins
Não cobre demais de você,coma doces ,sinta o sabor de viver ...cante ,dance, sorria e nunca esqueça da inocente época que vivia...
Lá não existia maldade, tudo era puro e com verdade... O mundo pode girar ,o tempo passar,mas nunca deixe de um dia acreditar ,que o amor ,ainda poderá ,muitas coisas curar. <3
Cada um de nós, depende do seu conhecimento, e da sua consciência para viver.
Resiliência não é dada, não é herdada mais sim conquistada.
O vento assopra em todas as direções, Mais o que nos manten firme parado e resistente!
É como uma montanha inabalável sobre a tempestade, isso é poderoso.
Aquele que aprendeu a andar na escuridão! Nunca mais se perde.
Você é a luz que manter o fogo acesso, nessa escuridão.
As pessoas se aproximam dessa luz querendo se aproveitar dela, mais não trás combustível para manter essa chama viva.
Um rio tem muitos desvios no caminho, encontra pedras moinhos, mais nunca para seu fluxo buscando encontrar o mar.
Muitos duvidaram de você, diram coisas te julgaram!
Mais o caminho a perseguir é seu.
Não busque validação ou aplausos, apenas força dentro de si para se tornar a luz nessa estrada escura que o persegui.
Por que a luz que você agora anda! Seus pés não vacila mais.
Porquê esse caminho de clareza! te levará a eterna glória.
Às vezes falamos de Deus sem conhecer a Deus. Às vezes falamos de amor sem viver o amor. Às vezes falamos de perdão sem carregar o perdão.
A frase do dia:
Quando você é magoado, aprende a odiar. Por outro lado, quando você magoa alguém, será odiado — e a amargura também nasce dentro de você.
Conhecer a dor é o que nos faz crescer e entender que devemos carregar o perdão em nosso coração.
— Ronan Helio de Souza
Amor, volta para mim? Sem você, eu confesso que perdi o meu chão e já não sei mais como é viver. Eu te quero aqui, do meu lado, preenchendo cada espaço vazio que você deixou.
Eu te amo com uma intensidade que as palavras mal conseguem explicar, mas quero passar o resto da vida te provando isso em cada gesto, em cada abraço e em cada detalhe. Você é o meu mundo, e a minha única certeza é que a vida só faz sentido se for com você. Volta para os meus braços?
Vou te pedir um último favor: me deixe viver e me ajude a te esquecer. Eu preciso muito disso agora. Quanto mais longe estivermos um do outro, melhor será para a minha cura.
Eu queria muito que o meu caminho fosse ao seu lado, mas dói aceitar que não vai ser. Por isso, só me deixe seguir o meu rumo em paz. Espero, de coração, que você também consiga seguir o seu e encontrar o que procura. Adeus.
Há muitos de mim escondidos em meu ser,
tantos caminhos que ainda quero viver.
Sou força e ternura, sou noite e sou dia,
sou medo, coragem, desejo e poesia.
Tenho um que se esconde, outro quer se mostrar,
um fecha os seus olhos, outro prefere encarar.
Um carrega mistérios, outro busca a verdade,
mas ambos caminham na mesma vontade.
Às vezes sou homem, às vezes sou flor,
às vezes sou fogo, às vezes amor.
Não cabe em palavras aquilo que sou,
sou muitos caminhos dentro de um só.
Tenho tantas faces, mas uma só essência,
tantas diferenças na mesma existência.
E quanto mais busco saber quem eu sou,
mais vejo quantos vivem dentro de um só.
Não quero escolher o que devo parecer,
nem qual das versões o mundo vai conhecer.
Quero ser inteiro, sem medo ou prisão,
mistura de alma, desejo e razão.
E se alguém perguntar: “Afinal, quem você é?”
Eu sorrio e respondo: “Sou tudo o que eu puder ser.”
Sou ontem, sou hoje, sou sonho e sou pó,
sou muitos, muitos mesmo,
vivendo dentro de um só.
Sandro Paschoal Nogueira
Se eu não tivesse seu amor
Meu Pai
Eu não seria capaz de viver
Sem seu amor
Por favor, Pai, me dê
Um pouco de amor
Porque eu sei que
Você tem muito amor para dar
Você é quem fez o amor
Com suas mãos sagradas
Também é o amor que cura
Meu coração partido
Que está em dor
Eu já tomei muitos analgésicos
E nada funcionou
Sim, eu overdosei em analgésicos
Isso é algo muito
Perigoso de se fazer
Mas eu também estava ficando desesperado
Sim, Pai, muitas pessoas quebraram
Meu coração novamente
Também eu não sei mais o que
Fazer
Porque eu odeio ficar sozinho
Sem amigos
A BÊNÇÃO E O CASTIGO DA LUCIDEZ
Viver sem fantasia é ver o mundo sem vaidades e sentimentalismo.
É existir sem o consolo das imagens mentais,sem os espelhos do passado,
sem o teatro das lembranças e seus ideais inalcançáveis de futuro.
Caminho entre silêncio e fatos, presente e gratidão.
Não sonho.
Não recordo.
Reconheço.
A realidade me atravessa crua.
Sem filtros.
Sem refúgio.
Chamam de deficiência o que é clareza.
Chamam de vazio o que é consciência.
O mundo vive do que inventa para suportar o império restrito da hiperfantasia de poucos egoístas.
Eu sobrevivo do que é real.
Ser lúcido é morar entre abismos.
É saber demais e sentir o necessário.
É compreender o todo e ainda carregar o silêncio ao observar o absurdo.
A solidão é real, mas também é o preço da verdade.Quem vê sem ilusão sustenta o peso do céu com as próprias mãos.
A lucidez é um exílio.
Mas é também o lugar da liberdade.
Abençoado quem suporta ver o mundo como ele é e ainda escolhe não se corromper.
Que se entrega ao dever do bem não sofre nas mãos do egoísta vaidoso.
Onde os Tempos se Tocam
Dizem — nas margens do que chamamos de realidade — que viver é mais do que mover-se entre dias.
É atravessar uma ponte invisível,
lançada entre o que já foi e o que ainda pulsa para nascer.
Cada passo que damos arrasta consigo vozes que não ouvimos mais,
mas que ainda nos atravessam como brisas ancestrais.
Não começamos onde pensamos.
E não caminhamos sozinhos.
Seguimos por trilhas abertas por mãos que hoje jazem na memória do mundo.
E mesmo sem perceber, somos continuidade:
pedaços de um legado que nos habita sem pedir licença,
que se acende nos nossos gestos mais íntimos,
e nos sonhos que julgamos originais.
Talvez o passado não esteja atrás de nós —
mas entrelaçado no agora, como uma raiz viva sob nossos pés.
Talvez sejamos o sonho deles.
O desejo sussurrado por alguém,
em uma noite de incerteza, sob outro céu,
pedindo que o mundo não esquecesse de existir com beleza.
Mudamos os cenários.
Mudamos as palavras.
Mas será que mudamos, de fato, os enredos?
A humanidade, em suas vestes rotativas,
parece buscar sempre o mesmo:
pertencer. durar. compreender.
E nesse movimento repetido, a cultura se faz semente.
Ela não é um museu de coisas mortas,
mas uma constelação de sentidos vivos —
uma tapeçaria tecida em conjunto,
em que cada história contada é um ponto que costura
feridas e esperanças, memórias e futuros.
Mas… e se tudo isso estiver se perdendo?
Não por maldade. Mas por distração.
Por esquecermos de escutar os mais velhos.
Por desligarmos os rituais do cotidiano.
Por tratarmos como ornamento aquilo que é fundamento.
Porque cultura não é espetáculo — é espelho.
Não é passatempo — é permanência.
Ela pulsa, sustenta, atravessa.
É a herança que escolhemos manter viva.
E mais do que isso: é o espelho onde o coletivo se reconhece.
Em cada tambor ressoado, em cada canto preservado,
em cada arte que resiste ao esquecimento,
há um sinal:
não estamos sozinhos.
Nem no tempo. Nem no destino.
Somos aqueles que recebem e entregam.
Que carregam e renovam.
Que repetem não por inércia,
mas por reverência.
E talvez — apenas talvez —
o mais sagrado de sermos humanos seja isso:
participar do fluxo que une o primeiro gesto ao último suspiro.
Do fogo primordial ao toque digital.
Agora, pare.
Respire.
Sinta o tempo tocando você por dentro.
E se tudo isso ainda estiver acontecendo —
porque você aceitou continuar o fio?
M. Arawak
Cheguei numa fase onde tento viver um dia de cada vez.
Em alguns nem consigo viver, nem queira entender, apenas siga o fluxo em seu viver.
Levamos a vida em segredo, ninguém sabe o que sente ou suporta no íntimo do teu ser.
Deus é a única testemunha, aquele que consegue plenamente o descrever.
Terapia ou diálogo ocasional apenas esboça a nuance de uma realidade intrínseca do indivíduo. Porque nossas mentes, muitas vezes não coadunam com nossos lábios, e as palavras inalditas permanecem nas câmaras reservadas do silêncio, em algum lugar dos pensamentos, porque lá elas estão protegidas de nós mesmos, de serem usadas contra nossas próprias vidas.
EFÊMERO É VIVER
Quando tudo nasceu,
era contigo que eu estava.
Quero estar contigo
quando tudo acabar.
Só quero estar contigo.
Só quero estar contigo.
Que fosse eterno,
eu queria.
Como queria.
No passar da vida,
passa a vida.
Eterno, nada é.
Nem o que bem se vive,
porque passa.
Eu só quero estar contigo
quando tudo não estiver mais.
Téia Alves
SENTIR PARA VIVER
A PAIXÃO
Sinto-me lisongeado tenho um coração enorme, preciso ser bliscado para acreditar a razão de viver apaixonado pela vida, amar e tocar na alma das pessoas tem que ser medida, desculpe, não quero-lhe causar infortúnio o meu ser mesmo imperfeito clama pela musa que na sua bondosa generorisade me comprende, me aceite como sou e respeite, numa liberdade mutua da corrente corrida a favor e contra as forças do viver, havendo os tempos actuais em que não se prendemos a velhos rituais,cabe encontrar tempo, espaço para eu fazer morada no sua fonte da água da vida que me anima e alegra porque tem sentimentos e se apaixona, viver a vida com essa senciblidade é algo muito elevado que transcede o dito normal e passa a viver um magnifico, um bonito climax que perdura sempre que alimenta esse sentimento.
Beijinhos doces minha querida e linda amiga.
Sonhar acordado é um exercício de liberdade que nos permite saborear o viver, transcendendo o tangível para construir mundos interiores. Nesse estado de consciência, tecemos pontes invisíveis e teias de conexão, onde a partilha e a união não são apenas desejos, mas a própria essência da expansão humana. É nesta partilha que o conhecimento flui, alimentando a evolução mútua e transformando o ato de existir numa obra de arte contínua.
Ao contrário da busca por satisfação através do acúmulo material — como observado no Efeito Diderot, onde uma nova aquisição desencadeia uma espiral de consumo que muitas vezes confunde o bem-estar com a posse —, o verdadeiro progresso reside na riqueza das trocas imateriais. Enquanto o fenómeno psicológico do consumo sugere que objetos podem preencher vazios, a nossa jornada propõe que a verdadeira plenitude nasce da conexão genuína.
Em vez de deixar que o consumismo dite o ritmo da vida, podemos escolher a consciência:
Valorizar o essencial: Tal como o planeamento financeiro nos ajuda a distinguir entre a necessidade real e o impulso, a nossa mente pode filtrar o que realmente alimenta a alma.
Transformar comportamentos: Ao identificar os gatilhos que nos levam a buscar satisfação fora de nós, ganhamos autonomia para direcionar essa energia para a criatividade e o intercâmbio de saberes.
Expandir através da doação: Assim como dar uma segunda vida a objetos que já não utilizamos evita a espiral desnecessária, partilhar as nossas vivências e criações permite que o nosso legado se multiplique nas vidas dos outros.
Nesta teia de conexões, cada pensamento partilhado e cada ponte erguida é um convite para que a evolução seja um ato coletivo, onde a verdadeira riqueza não está no que acumulamos, mas na forma como nos permitimos crescer uns com os outros
A FILOSOFIA DE EMANUEL BRUNO ANDRADE
Novo Humanismo — A Arte de Saborear o Viver
A filosofia de Emanuel Bruno Andrade parte de uma pergunta essencial:
O que fazemos com aquilo que vivemos?
O ser humano recebe a vida através da matéria, percebe-a através da sensibilidade, experimenta-a através da existência e procura compreendê-la através da consciência. É neste percurso que nasce o Novo Humanismo.
O Novo Humanismo não procura criar um ser humano perfeito. Procura criar um ser humano mais consciente daquilo que é, daquilo que sente, daquilo que faz e daquilo que transmite aos outros.
I — A Fórmula da Experiência
A primeira expressão filosófica é:
F = (M × S × E) / (N − k)
onde:
M representa a matéria e os elementos concretos da realidade;
S representa a sensibilidade, a perceção e a dimensão estética;
E representa a experiência e o significado vivido;
N representa o nível de consciência, conhecimento e compreensão;
k representa os fatores de resistência, bloqueio, medo, preconceito ou distorção.
Esta fórmula não pretende medir matematicamente o ser humano. É uma metáfora conceptual para pensar a experiência.
A matéria, sozinha, é apenas matéria.
A sensibilidade permite senti-la.
A experiência permite vivê-la.
A consciência permite compreendê-la.
E os bloqueios podem impedir que aquilo que vivemos se transforme em conhecimento.
Assim, a experiência humana não está apenas naquilo que acontece, mas naquilo que conseguimos fazer acontecer dentro de nós depois que acontece.
II — A Fórmula da Comparação
A segunda expressão é:
C = [(M₁ + S₁ + E₁) − (M₂ + S₂ + E₂)] / (N − k)
Esta fórmula introduz o outro.
Já não existe apenas uma experiência. Existem duas realidades que se encontram.
Duas pessoas.
Duas obras.
Duas culturas.
Duas ideias.
Duas experiências.
Comparar, neste sentido, não significa estabelecer imediatamente quem é superior.
Significa descobrir:
o que aproxima, o que diferencia, o que falta, o que acrescenta e aquilo que podemos aprender com cada realidade.
Por isso, no Novo Humanismo:
«Comparar é reconhecer diferenças sem destruir a ligação entre as coisas.»
A verdadeira comparação não diminui o outro.
Amplia a nossa compreensão.
III — A Consciência como ponte
Nas duas fórmulas existe uma variável fundamental:
N — Consciência, conhecimento e compreensão.
É ela que transforma a experiência em aprendizagem.
Sem consciência, podemos repetir indefinidamente os mesmos erros.
Sem conhecimento, podemos confundir opinião com verdade.
Sem compreensão, podemos transformar a diferença em conflito.
A consciência é, portanto, uma ponte entre aquilo que somos e aquilo que podemos tornar-nos.
Quanto mais compreendemos, menos necessidade temos de destruir aquilo que é diferente.
IV — O papel do bloqueio
O elemento k representa aquilo que impede a compreensão.
Pode ser o medo.
Pode ser o preconceito.
Pode ser o ego.
Pode ser a ignorância.
Pode ser a intolerância.
Pode ser a dor não compreendida.
Pode ser também a dependência da aprovação dos outros.
O Novo Humanismo não pretende negar esses obstáculos.
Pretende reconhecê-los.
Porque aquilo que não reconhecemos dentro de nós pode acabar por controlar-nos.
Conhecer o bloqueio é começar a libertar-se dele.
V — A Arte como transformação
Para Emanuel Bruno Andrade, a arte é uma das formas mais profundas de realizar este processo.
O artista recebe o mundo.
Observa.
Sente.
Experimenta.
Transforma.
E devolve ao mundo uma nova realidade.
Uma mancha pode tornar-se linguagem.
Uma cor pode tornar-se emoção.
Uma ferida pode tornar-se obra.
Um erro pode tornar-se descoberta.
Um vazio pode tornar-se espaço.
O artista não copia simplesmente aquilo que vê.
Transforma aquilo que vive.
Por isso, a arte é uma forma de consciência.
E a consciência, quando encontra a criatividade, pode transformar a experiência em significado.
VI — O Joio e o Trigo
A filosofia do Novo Humanismo também procura separar o joio do trigo.
Mas não se trata de separar pessoas.
Trata-se de distinguir aquilo que, dentro da experiência humana, faz crescer daquilo que sufoca o crescimento.
O trigo representa a dignidade, o amor, a liberdade, o conhecimento, a responsabilidade, a criatividade, a partilha e a capacidade de recomeçar.
O joio representa aquilo que destrói a ligação humana: o egoísmo, a manipulação, a intolerância, a violência, a indiferença e tudo aquilo que transforma o outro em objeto.
Mas existe uma dimensão ainda mais profunda:
o joio também pode existir dentro de nós.
Por isso, antes de perguntar quem é o joio, devemos perguntar:
«Que existe em mim que está a impedir o trigo de crescer?»
VII — O ser humano perante a tecnologia
O Novo Humanismo não rejeita a tecnologia.
Também não a coloca acima do ser humano.
A tecnologia deve ser uma extensão da inteligência humana, não uma substituição da dignidade humana.
A inteligência artificial, as ferramentas digitais e as novas tecnologias podem ampliar a capacidade de criar, comunicar, investigar e colaborar.
Mas existe uma pergunta que nenhuma máquina pode responder por nós:
Para que queremos utilizar aquilo que conseguimos criar?
A questão fundamental do progresso não é apenas:
“O que conseguimos fazer?”
É:
“O que devemos fazer?”
VIII — A ética da reciprocidade
O ser humano não existe isoladamente.
Aquilo que fazemos influencia os outros.
Aquilo que os outros fazem influencia-nos.
Por isso, o Novo Humanismo coloca a reciprocidade no centro da vida social.
Receber implica reconhecer.
Conhecer implica partilhar.
Ter implica responsabilidade.
Ser livre implica respeitar a liberdade do outro.
A verdadeira riqueza humana não está apenas naquilo que acumulamos, mas também naquilo que conseguimos partilhar sem perder.
IX — A Arte de Saborear o Viver
Saborear o viver significa estar presente na própria existência.
Não significa ignorar a dor.
Não significa viver sem dificuldades.
Significa aprender a encontrar significado mesmo dentro da imperfeição.
A vida pode ser amarga e doce.
Pode ser perda e encontro.
Pode ser queda e recomeço.
Pode ser silêncio e expressão.
O Novo Humanismo procura transformar essa experiência numa consciência mais profunda:
«Não vivemos apenas para passar pela vida. Vivemos para compreender, criar, amar, partilhar e transformar aquilo que recebemos.»
X — A síntese filosófica
As duas fórmulas podem finalmente encontrar-se num único percurso:
EXPERIÊNCIA → CONSCIÊNCIA → COMPARAÇÃO → COMPREENSÃO → TRANSFORMAÇÃO → PARTILHA
A primeira fórmula pergunta:
«“O que acontece quando matéria, sensibilidade e experiência encontram a consciência?”»
A segunda pergunta:
«“O que podemos compreender quando colocamos duas realidades em relação?”»
E o Novo Humanismo responde:
«“A experiência transforma-se em conhecimento quando a consciência consegue compreender aquilo que vive; e a diferença transforma-se em conhecimento quando conseguimos comparar sem destruir a ligação.”»
Assim nasce a filosofia de Emanuel Bruno Andrade:
«“A matéria dá-nos o mundo, a sensibilidade permite senti-lo, a experiência permite vivê-lo, a consciência permite compreendê-lo, a comparação permite reconhecer o outro e a partilha permite transformar a compreensão individual em humanidade.”»
XI — O princípio fundamental
A filosofia pode ser finalmente condensada numa frase:
«“Viver é experimentar; compreender é tomar consciência; comparar é reconhecer; transformar é criar; partilhar é humanizar.”»
E o propósito maior:
«“A Arte de Saborear o Viver é transformar a experiência em consciência, a diferença em compreensão e a consciência em humanidade.”»
Este é o caminho do Novo Humanismo de Emanuel Bruno Andrade.
O Templo do Silêncio e a Escolha da Paz
Viver em uma casa física marcada pelo barulho excessivo, pelos gritos, pela desorganização e pelo desassossego é abrir as portas para o desânimo de viver. Ninguém cresce e ninguém vence em um lar espiritualmente desestruturado, onde as paredes ecoam raivas, ressentimentos e discórdias cotidianas. O caos externo contamina o altar interno. No entanto, em meio a esse mundo conturbado, nós sempre temos uma escolha, uma opção sagrada. Podemos escolher silenciar a mente, fechar as portas para as energias de destruição e transformar o nosso lar — e o nosso próprio ser — em uma casa espiritual de acolhimento. O silêncio não é a ausência de som, mas a presença da paz divina. Buscar a ordem material e a harmonia espiritual é o único caminho para resgatar a nossa força e vencer as batalhas da vida. A paz do seu lar começa na escolha que você faz hoje.
Falar de saudade do que nunca se teve é, de certa forma, querer viver aquilo que nunca esteve ao nosso alcance.
Mas o que eu guardo?
Guardo o sonho interrompido.
A vontade de ser mais de quem eu sempre fui para alguém.
Guardo os dias de trilhas e pores do sol que não tive a oportunidade de viver.
Guardo as conversas que ficaram pelo caminho, os planos que não chegaram a nascer e tudo aquilo que existiu primeiro dentro de mim.
E, principalmente, guardo a necessidade de ser tudo, mas não para qualquer pessoa.
Agora eu quero ser tudo para quem não vai transformar meu coração em abrigo.
Porque até os abrigos são temporários.
Eu quero ser morada.
Morada para quem chega e escolhe ficar.
Para quem não procura apenas proteção, mas pertencimento.
Para quem entende que um coração não foi feito para ser passagem.
Talvez seja essa a saudade que eu sinto.
Não de alguém.
Mas da vida que eu ainda não vivi com alguém que saiba ficar.
* A Poesia do Viver *
Por onde eu vou, sempre há algo
que desperta um sorriso no meu olhar
e uma espécie de gratidão-felicidade
no meu ser...
uma flor,
um pássaro,
uma planta,
uma paisagem,
uma criança,
um casal (de adolescentes ou idosos)
entre tantas outras coisas...
tudo me inspira
a pureza
e a beleza
da poesia de viver...
por onde eu passo,
a vida me toca;
um lampejo, um gesto,
um respiro de beleza
se infiltra no instante,
como se o universo me sussurrasse:
- “Vê? Ainda há poesia no caos.”
uma flor rasgando o asfalto,
um pássaro que canta
apesar do ruído do mundo,
uma criança que corre sem medo,
um casal que se ama
com o tempo nas mãos...
tudo me atravessa,
me sacode,
me lembra que existir
é um dom indomável...
A poesia de viver
não se lê e não se escreve,
ela pulsa em mim! ...
Por onde sigo,
o mundo me sorri,
há sempre um brilho,
uma cor,
um pequeno milagre
a despertar ternura em meu olhar...
uma flor se abre para mim,
um pássaro me oferece canção,
uma criança me devolve inocência,
e um casal idoso, de mãos dadas,
me ensina o amor paciente....
Tudo é prece suave,
um murmúrio de gratidão
que se aninha no meu peito...
Ah!!! Viver
é ser tocada pela poesia
que habita o simples...
✍©️@MiriamDaCosta
Eu nunca perdi
esse vício indomável, quase insano,
de acreditar na poesia do viver
no mundo que insiste em ser árido.
Sou um tsunami de sentimentos e emoções,
uma força que não se contém,
um transbordamento constante
de tudo o que sinto e penso
e parece não caber em mim.
Sigo
encravada nos versos da vida
como raiz que rasga a pedra do âmago,
como onda que inunda a praia d'alma,
como quem foi escolhida pela palavra
nua e crua, não para sobreviver,
mas para permanecer viva
e vibrar vida vestida de versos.
✍©️@MiriamDaCosta
O CASAMENTO PERFEITO.
Pessoas “imperfeitas” podem viver um casamento perfeito sim,
e serem perfeitas no amor a dois, conjugal,
e como isso pode acontecer?.
A fórmula mágica não esta nos livros blindados,
na politica e muito menos nas religiões....
nem acontecem na pérgola do Copacabana Palace,
em cerimônias de total “ ostentação”,
nem são celebrados por religiosos famosos, com seus ternos caríssimos,
a fórmula de um casamento perfeito esta simplesmente no no jeito sincero de amor...
amor incondicional, que transforma você na pessoa mais linda do mundo,, aos olhos do seu amado ou amada
amor que não dá muita importância para o tamanho da festa ou para aos que acontecem,
nos mais caros salões...
amor que supera o tempo , tempo que traz as rugas, a barriga nem um pouco de tanquinho,
amor que nem dá bola pára a “ força da gravidade,
a “ calvicie que chega, mas que não diminui o amor pelos poucos cabelos brancos...
Isso sim é amor !
Esse amor que faz um “ casamento ser perfeito”,
supera o tempo, a rotina, e a beleza daquelas fotos que não voltam mais.
O amor é perfeito, e só acaba quando fracassamos em nossas promessas e votos, de cuidar da pessoa amada ,até que a morte os separe.
Pessoas imperfeitas amam de verdade !
Pessoas não tão perfeitas, amam em qualquer idade!
Pessoas se amam de verdade em qualquer cidade!
E assim seguem vivendo...
cada um amando e querendo fazer o outro ou a outra feliz.
Amor é isso : faz a gente se sentir gente de verdade,
amor verdadeiro que traz a felicidade,
e faz da vida a dois um “casamento perfeito”, uma família feliz!
Portanto a única e eficaz fórmula de um “ casamento perfeito” entre duas pessoas,
é o “ amor” em doses homeopáticas ou superdosagem, do único remédio que cura
qualquer doença!
Um casamento feliz e um casamento perfeito, somente com muito amor...não tem jeito !
Se o seu casamento acontecer num castelo, num jardim, na praia ou num casabre ,você será muito feliz existindo amor !
O casamento perfeito by Celebrante Gilberto Braga. 2016
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