Textos sobre Felicidade
SOBRE O AMOR PRÓPRIO
Sou grata por tudo. Sou quem sou hoje, porque resolvi olhar para tudo de frente e me escolher. Essa, sem dúvida, é a melhor decisão da vida: SE ESCOLHER, SE AMAR, SE CUIDAR — tornando-se, de fato, um adulto. Ao cuidar da nossa vida, da nossa saúde e dos nossos sonhos, damos ao mundo o melhor presente que podemos oferecer. Pessoas que escolhem o crescimento libertam aqueles ao seu redor. O mundo seria completamente diferente.
Liliane Carvalho | Psicóloga (CRP 04/46421)
@psicologalilianecarvalho
O homem contemporâneo corre,
como se o tempo fosse seu inimigo,
e nessa correria ele esquece de observar
que os caminhos por onde ele passa
é onde está o que lhe proporciona a
significação do seu viver,
pois tudo, além disso, é pura ilusão
de um desejo insaciável de crescer.
༻Meu💙Tempo༺
༺༻
Não existe noite que não se inicie contigo em mim.
Não existe amanhecer que não estejas comigo.
A verdade?
Não é apenas na noite ou ao amanhecer que te tenho em mim.
Tu estás constantemente em mim, no pensamento te fazes presente pela alma me teres tomado da mais linda forma possível e por consequência tua residência é meu coração.
Não tem hora nem lugar para te ter comigo quando não estás, pois meu amor por Ti💙 não é para ocupar tempo e sim é meu tempo inteiro!
༺༻
Tc.06022025/018
Somos frutos das dores e dos amores.
Das alegrias e temores.
Da convivência e da rotina.
Somos os filmes que assistimos.
As músicas que ouvimos.
Os momentos que curtimos.
Somos companhia.
Somos solidão.
Somos a casa vazia da infância, naquele momento do tempo que já não volta.
Somos a esperança plantada no peito.
Somos quem somos e quem queremos ser.
Somos o plantio e a colheita.
Somos o resultado da receita que não seguimos e achamos ter desandado.
Mas num certo dia acordamos e percebemos que as experiências vividas criaram um novo sabor e a gratidão sempre foi o melhor tempero.
Quando nascemos, temos a certeza de que vamos ter um fim algum dia. Mas essa caminhada é repleta de desafios, conflitos, bons momentos, memorias, e mesmo que algumas sejam difíceis, são importantes para sermos quem somos hoje e vamos nos tornar um dia.
Ao longo da vida, vivemos momentos de alegria e tristeza, e no meu ponto de vista e vivência, os momentos de tristeza são mais memoráveis, talvez por serem momentos de solidão. Só eu sinto a tristeza em mim quando algo me machuca, e quando não percebemos a tristeza dos outros e acabamos invalidando, mas não quer dizer que outras pessoas também sintam-se assim.
Acho que um dos maiores desafios que temos na vida é isso, entender que mesmo com nossas dores, outras pessoas ao nosso redor também se sentem assim, não é só a gente, com momentos de tristeza e solidão, nem todo mundo está em um dia bom, às vezes somos egoístas em pensar só em nossas dores e desvalorizar a dor de quem está ao nosso lado.
Às vezes, a solidão surge da sensação de perda ou abandono, mas é importante lembrar que o tempo muda as coisas e que novas oportunidades e conexões podem vir. A vida é um ciclo de mudanças, e é importante buscar conforto na esperança de que dias melhores virão, mesmo tendo medo, porque isso que é necessário, ter medo e mesmo assim fazer, isso é coragem.
Uma vez vi uma frase "O que você quer ser quando crescer?. Gentil, disse o menino" do livro "O menino, a toupeira, a raposa e o cavalo". E desde então fico pensando, e se eu não me tornar a pessoa que eu visualizo hoje? Se eu não for gentil como o menino quer ser? E se eu não for uma pessoa agradável e acabar sozinho na vida? Acho que eu não aguentaria tanta solidão, eu não poderia viver em um mundo aonde não tenho ninguém, por isso meu desejo é ser gentil, assim como o menino.
A solidão de ser rejeitado, ou a tristeza de se sentir deixado para trás. Quando crescemos, conhecemos pessoas, lugares e muita das vezes nos apegamos a isso, mas importante é entender que nem tudo vai permanecer conosco quando o tempo passar, é necessário reconhecer que nem tudo é para sempre, nem a vida
Escolhas
Ao despertar para a realidade de que o tempo passa sem piedade, surge a inquietude de não estar vivendo plenamente, de não ter feito algo de significativo. Então, nos vemos diante do imperativo de decidir, de fazer escolhas. Mas escolher não é tão simples como parece. O desafio se manifesta quando nos deparamos com a incerteza do que escolher, que direção tomar, por onde começar.
É comum que essa incerteza assombre muitos de nós. No entanto, a vida não espera indefinidamente. Enquanto hesitamos, o mundo continua girando, o tempo prossegue seu curso, e nós envelhecemos a cada instante. Nossa indecisão, aos olhos da vida, é interpretada como uma escolha pela inércia, pelo imobilismo.
As escolhas permeiam nossa existência, desde o momento em que despertamos até o momento em que voltamos a dormir. Escolhemos nossas roupas, nossa alimentação, nossos investimentos, nossas amizades, nossos parceiros. Cada momento é uma decisão, e nossa vida é o reflexo das escolhas que fazemos.
Há uma escolha fundamental que não podemos negligenciar: optar por viver. Faça-se a pergunta todos os dias: "Estou vivendo verdadeiramente?" Esta é uma reflexão essencial.
No cotidiano, observo uma multidão de "mortos-vivos" que vagueiam pelas ruas. Sim, mortos-vivos! São pessoas que existem, mas não vivem plenamente. Abandonaram seus sonhos, desistiram no meio do caminho, e agora não encontram felicidade nem creem nela. Vivem uma ilusão, tentando convencer a si mesmas de que fizeram o que era certo, mas a falsidade consigo mesmo é a pior das mentiras.
Optaram pela solidão, pelo desânimo, pela ilusão, pela mentira. Ignoram que estão afundando a cada dia, estão "vivas", porém não optaram por viver.
Um dia, acordei e vi que o tempo tinha passado, a ficha caiu e vi que não tinha feito nada de significante, estava morto. E em uma tarde de domingo, enquanto caminhava pelo parque, observando as árvores balançarem suavemente ao ritmo do vento, me deparei com um senhor de cabelos grisalhos, sentado num banco, com um olhar perdido no horizonte. Sua expressão era serena, porém carregava consigo uma certa melancolia.
Curioso, aproximei-me e puxei assunto. Ele se chamava Miguel. Com uma voz tranquila, começou a compartilhar sua história.
Miguel, há muitos anos, havia sonhado em ser músico. Seu coração pulsava ao ritmo das notas musicais, e seu maior desejo era encantar o mundo com sua arte. Ele aprendeu a tocar violão desde criança, e sua habilidade só crescia com o passar dos anos.
Contudo, conforme os anos se passavam, a vida o conduziu por outros caminhos. Ele se viu envolvido em responsabilidades familiares, e o sonho de seguir a carreira musical foi deixado de lado, guardado numa gaveta empoeirada de lembranças.
Ao longo dos anos, Miguel se dedicou a sua família e sua profissão, mas sempre havia um vazio em seu coração. Sentia-se como um pássaro enjaulado, privado de voar pelos céus da sua paixão pela música.
Um dia, porém, ao assistir um concerto ao ar livre, viu um jovem músico tocando violão com uma paixão avassaladora. A música fluía dele como um rio selvagem, inundando o ambiente com emoção e beleza.
Naquele momento, Miguel percebeu que ainda havia vida pulsando em suas veias, que seus sonhos não estavam mortos, apenas adormecidos. Foi como se uma chama dentro dele fosse reavivada, e uma voz sussurrasse em seu ouvido: "Ainda há tempo. Ainda é possível viver seus sonhos."
Decidiu então retomar sua paixão pela música, mesmo que fosse apenas como um hobby. Comprou um violão, matriculou-se em aulas de música, e aos poucos, redescobriu a alegria de criar melodias e harmonias.
Naquele dia no parque, ao compartilhar sua história comigo, Miguel tinha um brilho nos olhos que há muito tempo não via. Ele me disse que, embora tenha demorado a perceber, finalmente havia escolhido viver, escolhido seguir seus sonhos, mesmo que fosse tarde.
E ali, sentado no banco do parque, com o sol se pondo no horizonte, Miguel me ensinou uma valiosa lição: nunca é tarde demais para escolher viver plenamente, para perseguir nossos sonhos com coragem e determinação.
Optei por fazer história, por não passar pela vida sem deixar uma marca. Recordo as palavras de um homem: "Quando morrer, quero que minha lápide diga: ele morreu enquanto estava vivo." É paradoxal, mas muitos estão vivos apenas fisicamente, enquanto a vida real escapa entre os dedos.
Ao nascermos, deveríamos nos falar que estamos morrendo, apenas para nos lembrar da brevidade da vida, para nos impulsionar a viver intensamente, sabendo que cada momento é único e valioso.
Fazer a escolha certa não é fácil, mas quando a fazemos, sentimos a plenitude, a felicidade pela opção feita. Devemos manter o bom senso diante das inúmeras escolhas que surgem, não deixando escapar as oportunidades de sermos felizes, criando-as se necessário. A vida é o reflexo das nossas escolhas.
Hoje é um novo dia, repleto de oportunidades. Aproveite e escolha viver plenamente, escolha ser feliz.
Não preciso dizer o que sou
Não preciso divulgar o meu amor
Não preciso falar o que me amargou
Muito menos, postar a minha dor
Mas...
Necessito viver o que sou
Necessito compartilhar amor
Necessito enfrentar o que amargou
Apenas aprender com a dor
Porque...
Não preciso ser o que não sou, mas reconhecer como estou
Para poder conquistar o esplendor
De me ver realizador
De um sonho que me renovou.
Voltar-se para algo que produz repetidamente uma espécie de
conforto dá as pessoas uma falsa sensação de segurança.Conseguimos afastar a dor de não conseguirmos satisfazer as nossasnecessidades mais profundas
"Trecho do livro "O livro das virtudes para geração Z e Alpha"
Hoje eu vejo como o mundo está cheio de pessoas que se dizem
“normais” e que estão julgando outras por suas atitudes diferentes.
Não percebem que, para ter equilíbrio é preciso um pouco de
insanidade.
"Trecho do livro "O livro das virtudes para geração Z e Alpha"
As coisas tem mudado em tão pouco tempo, e eu sei o que devo fazer.
Quando eu te deixo meu silêncio é porque existe um barulho explosivo dentro de mim, mas ele sempre foi barulhento o suficente para que as pessoas percebessem sem eu ter que fazer um minimo esforço.
Eu não quero te forçar a viver nada que não esteja dentro do seu coração;
Na realidade eu sei onde ir ou o que fazer na hora certa.
Se você se perder no meio do caminho, não se preocupe comigo, eu sempre sei onde ir.
Já fui abandonada, já abandonei já não é angustiante mais.
A Jornada da Existência: Um Círculo de Coragem e Renovação.
Por: Alexandre Aniz!
A existência é, desde seu princípio, um mistério intrincado e um desafio constante. Antes de sermos plenamente, já enfrentamos nossa primeira prova: a disputa silenciosa, mas feroz, pela oportunidade de existir. Nesse instante primordial, não éramos mais do que potencial. Contudo, é justamente nesse potencial que reside a centelha do que nos tornamos — uma essência que, ao vencer o caos inicial, comprova sua vocação para o desafio.
No ventre, somos uma ideia em formação. Isolados e vulneráveis, somos protegidos por um ambiente que nos prepara para o mundo, mesmo sem jamais nos dar garantias. Esse período de gestação não é apenas biológico, mas simbólico: uma metáfora para todas as vezes na vida em que precisamos nos recolher, nos fortalecer e nos moldar, antes de encarar o desconhecido.
O nascimento marca o primeiro grande rompimento. Saímos de um espaço seguro para um mundo que desconhecemos, e a dor do primeiro respiro nos ensina uma verdade irrevogável: a vida exige esforço e, muitas vezes, dor para que possamos realmente vivê-la. É curioso como a própria existência celebra esse momento com uma ambiguidade única — o alívio do choro que confirma a vida e o desconforto do novo que nos acolhe.
Crescemos, e cada etapa da infância é uma lição disfarçada de instinto. Aprender a sustentar o próprio corpo, a engatinhar, a andar, a cair e a levantar — são atos que parecem simples, mas carregam um simbolismo profundo: a resiliência natural que nos impele a tentar, sem questionar o porquê, apenas movidos pela necessidade de continuar.
Mas, ao longo da jornada, o peso do conhecimento começa a nos moldar. Aquilo que nos impulsionava sem hesitação, a inocência do desconhecido, dá lugar à dúvida. Compreendemos a dimensão da queda, a dor do fracasso, e a consciência da opinião alheia começa a projetar sombras sobre nossas decisões. Tornamo-nos, aos poucos, reféns de nossos próprios medos, de nossas incertezas, e da ideia de que somos definidos por aquilo que os outros veem.
A grande lição da maturidade, então, é resgatar a pureza da coragem que nos fazia seguir adiante na infância. É aceitar que o mundo nunca será plenamente compreendido, que o desconhecido sempre estará presente, mas que a vida não acontece na certeza. Ela floresce, sim, na tensão entre o medo e a coragem.
Enfrentar a solidão da existência é um ato inevitável, mas não um fardo. É, na verdade, uma celebração da liberdade que nos é concedida: nascemos sozinhos, partiremos sozinhos, mas, entre esses dois extremos, temos a chance de construir conexões, legados e significados que transcendem nossa individualidade.
Se as palavras do mundo externo nos ferem, cabe a nós decidir como reagir. O julgamento pode ser uma lâmina ou uma ferramenta — e o poder de escolha está em nossas mãos. No entanto, mais do que isso, está em nossas mãos a decisão de viver plenamente, não como uma concessão ao que é esperado de nós, mas como um ato de afirmação do que realmente somos.
Ao final de tudo, a vida não é uma linha reta, mas um círculo. Retornamos à fragilidade do início, mas agora com o peso da experiência. E é nessa fragilidade que reconhecemos a essência do viver: não é o acúmulo de conquistas que nos define, mas a coragem de existir, de enfrentar o ciclo contínuo de desafios e renascimentos.
A vida, portanto, é um convite irrecusável à transformação. É o ato contínuo de nos tornarmos, não algo perfeito, mas algo pleno. E, no final, o que permanece não é o que conquistamos, mas a intensidade com que ousamos viver, amar, criar e transformar.
O que é viver, senão perguntar?
Um ciclo sem fim, um eco a vibrar.
Porque vivemos? Porque existimos?
Será o destino, ou passos perdidos?
Será que vivo, ou apenas respiro?
Será que sou mais do que o pó que retiro?
Há uma palavra para explicar tal dor?
Ou o silêncio responde com mais rigor?
Será que Deus guarda a resposta em segredo,
Ou somos nós presos no mesmo enredo?
Porque vivo, se um dia vou partir?
Porque morro, se ainda quero sentir?
Porque e porque… a pergunta persiste,
Na busca do sentido que nunca desiste.
Viver é dúvida, morrer é certeza,
Entre os dois, resta-nos só a beleza.
A Essência das Conexões Verdadeiras
As escolhas que fazemos revelam o que valorizamos e determinam quem atraímos para nossas vidas. Quando permitimos que interesses egoístas guiem nossas decisões, construímos relações frágeis, sustentadas por expectativas de troca e não por afinidades autênticas. Ao medir o valor do outro pelo que ele pode oferecer materialmente, privamo-nos da vivência plena — aquela que reside no respeito mútuo, na compreensão e no amor desinteressado.
O verdadeiro significado da vida não está em acumular bens, mas em cultivar laços que nos nutrem e nos completam. Enquanto enxergarmos o próximo apenas como um meio para alcançar nossos próprios fins, jamais conheceremos a profundidade das relações baseadas na essência, no ser, e não no ter.
É preciso coragem para mudar esse filtro. Deixar de lado o desejo pelo efêmero e abraçar o eterno: a troca genuína, o cuidado mútuo e a presença verdadeira. Somente então compreenderemos que a vida não é sobre o que possuímos, mas sobre quem caminha conosco, mesmo quando nada temos a oferecer além de nós mesmos.
"Quando o interesse é egoísta, o vazio é certo; mas quando a escolha é pelo outro, o que se constrói é a eternidade de um encontro verdadeiro."
Que Venham Mais Sextas-Feiras 13
Enquanto você fica em casa hoje, alimentando sua histeria,
temendo encontrar um gatinho na esquina,
Com medo de viver a vida...
Eu tô indo caminhar na praia, ou na rua ou na praça
Eu tô indo celebrar a vida, ao invés de delegar ao azar o controle de minhas decisões.
Me desculpe se fui grossa mas, sinceramente –Diminua as tenções!
É que eu tô cansada de mediocridade...
E que venham mais sextas-feiras 13
Se eu apenas estiver viva, já serei grata, e viverei minha vida sem maiores preocupações.
Não ficarei intimidada;
Não por uma simples data;
Não por superstições;
Pode ficar em casa. Só não me impeça de ir à praia, na rua, ou na praça.
Me deixe viver a vida sem maiores preocupações.
Nunca!
Jamais, vimos movimentos populares,
em pequena ou grande escala, sejam manifestações ou passeatas em que saia
no lucro a população.
A estes, distribuem só, e apenas, as migalhas!
E desafio me provarem ao contrário.
Tudo é ilusão!!!
A grande miragem que está imersa o povo.
PENSAMENTOS SOBRE A ESCOLA BÍBLICA DOMINICAL – EBD
Quem leva a sério a EBD, analfabeto espiritual deixa de ser!
Considerando que o ser humano é um ser em constante formação, EBD tem valor permanente!
A EBD, por meio do ensino da Bíblia, dá-nos sabedoria para viver triunfantemente sobre o pecado e o mal.
A EBD nos ajuda a desenvolver o hábito de ler, a arte de interpretar e a habilidade de expressar o que pensa.
A EBD é uma escola eficiente na formação de novos líderes e líderes altamente capazes.
Queridos
Nem todo dia é bom,
mas é possível colorir.
Viver é fazer escolhas,
sementes que vão florir.
Aproveite os detalhes,
viva a vida devagarinho.
A pressa bloqueia sonhos,
atravanca o caminho.
Flores são flores,
dançam livres ao vento.
Faça o mesmo,
não culpe o tempo.
Nem todo dia é bom,
mas todo dia é recomeço.
Às vezes, vem a rasteira,
a vida cobra seu preço.
Poema de autoria: #Andrea_Domingues ©️
Todos os direitos autorais reservados
Na raça
Em silêncio e sozinho encontrei caminhos que jamais havia percebido antes,
A dias que só agente sabe o que passamos para sobrevivê-los,
Os falsos amores e as palavras vazias vão e vêm, mas em nós elas ficam por mais tempo e nos causam tormentas dolorosas,
Me ensinaram a viver sem máscaras, porém tive que descobrir na raça que o mais sábio a fazer é dançar com máscaras também,
Ser diferente, se apresentar verdadeiramente como somos nesse mundo não é o ideal racional.
Saber de si,,,
A tua ausência deixou uma passagem dolorosa, porém hoje me trás paz,
O tempo no amor por vezes é imediato, se não souber bombear o coração na temperatura apropriada, então deixará de vê-lo respirar por um todo,
Os dias de silêncio falam muitas coisas ao pé do ouvido e se temos que lutar por um posicionamento no coração de outra pessoa será melhor correr em círculos do que esperar ser aceito,
Em meio a uma grande perda encontrei o grande achado, e foi no instante da última música que eu fui seduzido a dançar, a me mover sendo conduzido até a janela aonde os ventos entraram e se espalharam pela casa trazendo novos ares, apresentando vários lugares e rostos diferentes,
Contagiado pelo que me fazia bem decidi me libertar das sombras do passado, agora o grito da alma chama pelo conhecer, pelo vibrar, chama pelo viver.
Os espinhos que nos fere estão entre as flores mais lindas.
Assim como as pedras que tropeçamos estão nos caminhos irregulares que nos levam a lugares encantadores.
Não deixemos de gostar das flores por causa de algum espinho que nos feriu e nem deixemos de desbravar novos caminhos por causa das pedras que nele há.
Faz parte da vida se ferir na caminhada.
O aprendizado vem da dor e do sofrimento, mas sempre passa.
Há dualidade em tudo e jamais saberíamos de fato o que é bom se não tivéssemos provado o ruim e vice versa.
A vida é maravilhosa pra quem sabe viver e tão efêmera.
Somos presenteados todos os dias ao abrir os olhos e muitas das vezes não percebemos.
Lá fora está repleto de belezas a serem apreciadas, algumas delas oferecem riscos, mas sempre vale a pena apreciar.
Saiam da bolha e bora viver!
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