Textos sobre Fé

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A fé não anula o intelecto; ela abre os olhos para que eu creia de forma existencial e consciente. E é exatamente essa vivência da Graça que me leva a compreender o Evangelho com uma profundidade cada vez maior, tornando meu crer cada vez mais puro, simples e livre de dogmas e catecismos humanos.

As boas obras são a prova da fé verdadeira (Tg 2.14-24; Mt 25.31-46; Tt 3.8,14; Ap 20.12). Paulo, Tiago e Jesus não se contradizem: eles diferenciam boas obras (fruto da fé) de obras da lei (práticas da antiga aliança ou Deuteronômio). Paulo sempre refuta as obras da lei ao exaltar a graça, mas nunca descarta as boas obras como evidência da salvação.

A fé cristã não se trata de possuir todas as certezas, mas de confiar Naquele que é a própria Verdade. Quanto mais andamos com Cristo, mais percebemos que o Evangelho desfaz nossas falsas seguranças. A maturidade espiritual não elimina nossas interrogações, mas transforma o ceticismo em um questionamento reverente que aprofunda nosso relacionamento com Deus.

Se a hipocrisia e o fracasso dos homens fizeram você abandonar a sua cruz, isso prova que a sua fé não estava ancorada em Cristo, mas apenas alimentando as conveniências da carne. Pois aquele que verdadeiramente caminha com o Deus vivo persevera diante dos fariseus, mesmo que toda a igreja decida apostatar.

Vir a Cristo, então, inclui arrependimento, auto negação, e fé no Senhor Jesus Cristo, e agrega dentro de si todas aquelas coisas que são o necessário acompanhamento destas grandes condições do coração, tais como a crença na verdade, diligência na oração a Deus, e submissão da alma aos preceitos do evangelho de Deus, e todas aquelas coisas que acompanham a aurora da salvação da alma. Vir a Cristo é exatamente a única coisa essencial para a salvação do pecador. Aquele que não vir a Cristo, faça o que faça, ou pense o que pense, está ainda “em fel de amargura e laço de iniquidade”. C.H. Spurgeon - Pregado em 7 de Março de 1858 por Charles Spurgeon No Royal Surrey Gardens-Londres.

⁠E mesmo que de tudo errado ..e daí? Eu tenho fé, eu tenho tempo , eu tenho planos , sonhos , vontade de recomeçar ,coragem , tenho força e tenho eu mesma pra levantar e andar ... aprender faz parte e o bom que sem pressa eu vou me remendando, vou me reerguendo , vou me reconstruindo denovo ..aos poucos me refazendo ... aprendendo , caindo , levantando e tá tudo bem ... faz parte cair ..mas é opcional se manter no chão...

Quando enfrentamos as tempestades da vida, mesmo com perdas e danos, pela fé conseguimos superar. Os tempos de bonança e calmaria nos elevam ao sublime prazer de atravessar pontes, caminhos, horizontes que nos despertam forças pra continuar, com otimismo, os limites que nos preparam e fortalecem pra nunca desistir ou parar em meio às adversidades!

Deus, aumente minha fé, para que eu consiga alcançar a compreensão dos meus sentimentos, para acalmar os meus pensamentos e assim viver em paz. Senhor, que os erros alheios não afete minha vida, pois meu desejo é ser melhor a cada instante, com orações para corrigir minhas falhas e seguir meu caminho em direção do amor. Senhor, que eu valorize sempre a vida, pois viver de verdade é acreditar que Tu, Senhor, nos dá a chance de alcançar a vida eterna!

Acredito muito que a fé, a religiosidade branda e a espiritualidade universalista são de grande importância e apoio para as famílias e para as crianças, adolescentes e para os indivíduos que têm algum tipo de neurodiversidade, no entanto sem exageros. Digo isto, por que não é tudo que, a interseção do Espirito Santo, cura. Acredito que Ele ajuda por fé, esperança e alento em vários tratamentos clínicos, já comprovado. A única comorbidade que tenho sobre alerta, das religiosidades extremas e seitas é o Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC), chego mesmo a achar que os vários mártires da Igreja, do tempo passado, tinham TOC, mas era desconhecido e por isto autoflagelavam tanto pela fé.

Por fé em uma Energia Universal que equilibra o mundo por ação e reação, com amor, generosidade e empatia por tudo que nos rodeia neste momento e dimensão em que vivemos, pelos caminhos percorridos, construímos e semeamos a nossa própria sorte sempre e a vida por conseqüência nos responderá e nos agraciará com carinhos.

Corrupta não é apenas a política que compra o silêncio da Igreja. É também a fé que se cala de graça quando o político certo está no poder. Tem cristão que não precisa receber dinheiro para vender seus princípios. Basta colocar seu candidato no poder e sua consciência já aceita o pagamento.

Eu já te amei… e nesse amor depositei uma fé quase sagrada, como quem entrega a própria vida a um destino sonhado. Acreditei em você, não apenas como pessoa, mas como promessa de eternidade. Achei que meus sentimentos eram verdadeiros, e talvez tenham sido mais reais que nós mesmos. Quando se imagina uma vida com alguém, não se projeta apenas um futuro, cria-se um universo inteiro, feito de gestos, silêncios e possibilidades. Mesmo quando o amor morre, esse universo não desaparece; ele permanece suspenso, habitando um lugar secreto dentro de nós, como se fosse um eco do que poderia ter sido. E esse eco… nunca se apaga por completo.

A fé genuína é questionadora, não aceita respostas prontas. Ela pede provas, duvida e, depois, acredita com convicção medida. Essa fé é adulta: não precisa de cenários épicos para existir. Vive de pequenos milagres domésticos e de evidências quietas. E se fortalece no exame honesto dos próprios limites.

A fé inabalável é a bússola que nos guia mesmo quando o horizonte se esconde sob densas nuvens de incerteza, sendo a certeza da presença Dele em cada passo. Eu escolho confiar, mesmo sem entender o desenho completo dos planos divinos, pois a Palavra dita que Seus caminhos são mais altos e Seus pensamentos maiores do que podemos conceber em nossa limitada visão humana. É nessa entrega total que reside a verdadeira força, sabendo que a ausência de resposta imediata não significa Seu abandono, mas sim a preparação de algo que transcende toda expectativa, exigindo apenas a paciência daquele que sabe que o melhor de Deus está por vir.

A fé não nasce do conforto, mas do abismo. É no desespero que o espírito aprende a pronunciar o nome de Deus com autenticidade, sem liturgia, sem máscaras. Ali, no limite entre desistir e respirar, algo sussurra que ainda vale a pena tentar mais uma vez. E esse sussurro é mais forte do que qualquer escuridão.

A fé em Cristo não apaga as lágrimas do caminho, mas as transforma em sementes de propósito; não silencia a tempestade, mas sussurra sentido ao vento que agita nossa alma. Mesmo nos dias cinzentos, quando a dor insiste em permanecer, há uma luz que não se apaga: a certeza de que nenhum sofrimento é desperdiçado nas mãos dAquele que faz todas as coisas cooperarem para o bem. Até as noites mais longas carregam em si o propósito da aurora.

A história é escrita pelos vencedores, mas a fé foi muitas vezes moldada pelos dominadores. A religião não nasceu apenas do mistério, mas da necessidade de ordem. Ao transformar a obediência em virtude e o sofrimento em 'teste divino', criaram-se correntes invisíveis. Para o forte, a regra; para o fraco, a promessa de um paraíso que exige, como entrada, a submissão no aqui e agora. A maior prisão não tem grades, tem dogmas."

O sistema FÉ, que implica no crê e no não crê, tem vários níveis na mente humana: fé positiva e ativa, fé negativa e passiva e fé neutra. Penso que a Fé em si, mas em nós, jamais é ludibriada. Ela conhece o nível da nossa crença, em qualquer elemento q focamos, tanto no físico qto no metafísico. F. Meirinho

Sigo o modelo que minha própria mente construiu. Não deposito fé em humanos, nem em livros. Sou a fonte suprema de conhecimento. O agente epistêmico perfeito questiona ciência, filosofia e história, testando seu próprio modelo contra o mundo, mesmo quando entra em conflito com o conhecimento aceito.

Não demonstrar Deus não significa refutá-lo: entre a certeza da fé e a certeza da negação permanece o território epistemicamente mais honesto da dúvida, onde a razão, sem abdicar do rigor, ainda pode admitir a possibilidade de uma inteligência transcendente ou de um princípio ordenador do real. Se é que houve um princípio de tudo.