Textos sobre como Curtir a Vida

Cerca de 104367 frases e pensamentos: Textos sobre como Curtir a Vida

Muitas vezes certas mudanças são bastante difíceis de aceitar. É difícil perceber que tudo aquilo que você sonhou parece ter sido quebrado. É difícil poder acreditar que será possível construir tudo novamente, mas com uma direção totalmente diferente.
Sei muito bem o quanto é difícil enxergar coisas boas em meio a tantas mudanças inesperadas, mas para Deus toda essa mudança é necessária e importante para que Ele trabalhe a nosso favor. É doloroso olhar à nossa volta, lembrar do quanto corremos rumo aos nossos sonhos e sentir como se o vento estivesse levado tudo embora.
Uma mudança é um processo complicado, não é algo simples. É um processo de organização, determinação e coragem. Em algumas circunstâncias é dolorosa ou traumática.
Nossa vida não está imune às certas modificações, pois o ciclo da vida é realizado por diversas transformações. Às vezes temos medo da mudança porque não é fácil aceitar e mudar nossos hábitos e costumes.
Quando mudamos de casa, bairro, cidade ou até mesmo de família sentimos o impacto da adaptação.
A mudança parte de querer aceitar o porvir, largando os medos e os anseios. É necessário acreditar na esperança de dias melhores. Em certos casos, vivemos em uma vida a qual Deus nos convida a mudar. Ele sabe o melhor para cada um dos seus filhos. Quando acreditamos e recebemos a Cristo como Senhor e Salvador, aos poucos o processo de mudança é fixado em nossa vida e aprendemos a nos equilibrar de acordo com a vontade do Espírito Santo de Deus.
O que importa agora é pedir que Deus seja a nossa direção e que Ele nos faça aceitar a perfeita vontade do seu coração.
Mudar às vezes é necessário, mas uma realidade que nunca muda é o amor e a justiça de Deus que está sobre cada um de nós. O que Ele é ontem e é hoje, Ele é eternamente.

Nada é tão cansativo que a espera, isso pode gerar angústia e ansiedade. Passam horas, dias ou até mesmo anos e não conseguimos segurar o tempo. Às vezes o sofrimento atinge o nosso ser quando vemos o “tic tac” batendo e nada mudando em nossa vida. Deus quer que confiemos Nele, que confiemos em sua Palavra e em suas promessas.
Quando confiamos e temos fé no tempo do Senhor, aprendemos a esperar, amadurecemos, ganhamos experiências e recebemos a esperança de que a benção está a caminho. Quem nunca ouviu “espere no tempo do Senhor”? Pode até parecer algo clichê, mas é algo poderoso e verdadeiro. Devemos esperar no bom tempo de Deus, pois Ele tem preparado maravilhas para nós. No momento certo desfrutaremos das bênçãos de sua bondade.
Como é difícil confiar no tempo de Deus… Quando Ele nos faz uma promessa, ficamos alegres e confiantes no momento, mas às vezes com o decorrer do tempo passamos a nos cansar de esperar as coisas se realizarem. Muitas vezes nos esquecemos que o Senhor é fiel e verdadeiro em suas palavras. Muitas vezes nos sentimos preocupados porque não enxergamos as coisas acontecerem.
Às vezes nos esquecemos que Deus sabe exatamente qual é o tempo certo de cumprir tudo o que nos disse. Ele deseja que nós mantenhamos a nossa fé firmada Nele. Que possamos aprender a confiar e descansar Nele, pois no momento certo Deus chega com aquele presente maravilhoso para cada um de nós.

O que Jesus tem a ver com inteligência emocional?

Jesus sabia quando falar e quando silenciar. Sabia confortar o aflito sem absorver a dor, e sabia ver defeitos sem deixar de amar. Confrontava sem humilhar e respondia à altura — sem perder a compostura — a quem queria o ridicularizar. E, em meio a tantos acusadores, invejosos e julgadores incrédulos com o olhar, nunca sentiu a necessidade de provar alguma coisa — sendo capaz de disfarçar o milagre que acabara de realizar, como quem não quer que saibam, pois não sentia carência de aprovação.
Ele sabia quem era, de onde vinha e para onde ia. Seu propósito era claro, e ninguém o podia atrapalhar.
Jesus viveu pleno em todo momento, mesmo em um mundo de pessoas hostis. Basta observá-lo com profundidade, e aprenderemos segredos de como agir diante das hostilidades — e, principalmente, de como não sermos nós mesmos essas pessoas que provocam o caos relacional.

Onde os Tempos se Tocam


Dizem — nas margens do que chamamos de realidade — que viver é mais do que mover-se entre dias.
É atravessar uma ponte invisível,
lançada entre o que já foi e o que ainda pulsa para nascer.
Cada passo que damos arrasta consigo vozes que não ouvimos mais,
mas que ainda nos atravessam como brisas ancestrais.

Não começamos onde pensamos.
E não caminhamos sozinhos.
Seguimos por trilhas abertas por mãos que hoje jazem na memória do mundo.
E mesmo sem perceber, somos continuidade:
pedaços de um legado que nos habita sem pedir licença,
que se acende nos nossos gestos mais íntimos,
e nos sonhos que julgamos originais.

Talvez o passado não esteja atrás de nós —
mas entrelaçado no agora, como uma raiz viva sob nossos pés.
Talvez sejamos o sonho deles.
O desejo sussurrado por alguém,
em uma noite de incerteza, sob outro céu,
pedindo que o mundo não esquecesse de existir com beleza.

Mudamos os cenários.
Mudamos as palavras.
Mas será que mudamos, de fato, os enredos?

A humanidade, em suas vestes rotativas,
parece buscar sempre o mesmo:
pertencer. durar. compreender.
E nesse movimento repetido, a cultura se faz semente.
Ela não é um museu de coisas mortas,
mas uma constelação de sentidos vivos —
uma tapeçaria tecida em conjunto,
em que cada história contada é um ponto que costura
feridas e esperanças, memórias e futuros.

Mas… e se tudo isso estiver se perdendo?
Não por maldade. Mas por distração.
Por esquecermos de escutar os mais velhos.
Por desligarmos os rituais do cotidiano.
Por tratarmos como ornamento aquilo que é fundamento.

Porque cultura não é espetáculo — é espelho.
Não é passatempo — é permanência.
Ela pulsa, sustenta, atravessa.
É a herança que escolhemos manter viva.
E mais do que isso: é o espelho onde o coletivo se reconhece.

Em cada tambor ressoado, em cada canto preservado,
em cada arte que resiste ao esquecimento,
há um sinal:
não estamos sozinhos.
Nem no tempo. Nem no destino.

Somos aqueles que recebem e entregam.
Que carregam e renovam.
Que repetem não por inércia,
mas por reverência.

E talvez — apenas talvez —
o mais sagrado de sermos humanos seja isso:
participar do fluxo que une o primeiro gesto ao último suspiro.
Do fogo primordial ao toque digital.

Agora, pare.

Respire.

Sinta o tempo tocando você por dentro.

E se tudo isso ainda estiver acontecendo —
porque você aceitou continuar o fio?

M. Arawak

PROVAVELMENTE NÓS

Talvez já tenhamos querido demais.
Talvez tenhamos acreditado que o mundo ia se curvar aos nossos planos, e que bastava querer para merecer.
Corremos, nos perdemos, acumulamos, e quando finalmente paramos, descobrimos que o que pesava não era o que faltava, era o que sobrou.
Nada brilha tanto quanto a paz de poder respirar sem culpa, o resto, com o tempo, enferruja.

A vida nunca pediu que fôssemos perfeitos, ela só queria que estivéssemos presentes.
Mas a gente inventa metas, disfarces, pressas.
Esconde o que sente, finge que entende, sorri quando a alma está cansada.
E mesmo assim, a vida insiste, puxa pela mão, devolve o olhar e diz: fica aqui, só por hoje, só por agora.

A gente erra, e como erra.
E dói, dói fundo, dói na carne, dói onde a gente achava que já tinha cicatrizado.
Mas é no erro que o orgulho quebra, e quando o orgulho quebra, entra luz.
O chão é um bom professor, a queda ensina o que o sucesso disfarça, a dor, por mais muda que pareça, ainda fala a língua de Deus.

Nem sempre dá pra achar beleza em tudo.
Tem dia que a vida parece um corredor estreito, sem janelas.
Mas às vezes basta um gesto pequeno, alguém que escuta, um sorriso que atravessa a distância, um copo d’água oferecido sem pressa, e pronto, a luz volta.
Não porque o mundo mudou, mas porque o coração amoleceu um pouco.
A beleza é teimosa, aparece mesmo nos lugares em que a esperança já desistiu.

A vida é um caderno meio amassado, cheio de páginas rasuradas, frases inacabadas e marcas de café.
A gente tenta escrever direito, mas o tempo tem o péssimo hábito de virar a página antes da hora.
Mesmo assim, escrevemos.
Erramos as palavras, corrigimos depois e seguimos.
Um dia, talvez, a gente entenda por que certas linhas só fizeram sentido lá no fim.

O que importa mesmo não é o que deixamos no mundo, mas o que deixamos nas pessoas.
Um olhar, um cuidado, um gesto qualquer que acendeu um dia bom na vida de alguém.
O resto se apaga.
A vida não guarda diplomas nem moedas, guarda afetos.
O que nasceu do amor não conhece esquecimento.

Ser simples é o que sobra quando o barulho acaba, quando as exigências diminuem e o peito aprende a respirar em paz.
Ser simples é andar leve, ouvir mais do que falar, parar de querer vencer o tempo.
Não é desistir, é finalmente entender.
Talvez seja isso que a vida esperava da gente desde o começo, que deixássemos de procurar grandeza e voltássemos a ser inteiros.


M.Arawak

Quando o Ser se Torna Silêncio


Chega um ponto em que o barulho do mundo já não faz sentido.

Tudo começa a soar igual, pesado, distante.

Então vem o cansaço, e junto dele a vontade de parar, respirar e simplesmente existir por um instante sem ter que provar nada.

É nessa pausa que algo em nós desperta.

Não é um pensamento novo, é uma lembrança antiga — a de que estar vivo é, antes de tudo, sentir.



Quando o som lá fora se apaga, a gente começa a ouvir o que sempre esteve dentro.

Sem pressa, sem pressão, as coisas se ajeitam.

A vida mostra que o que realmente importa nunca esteve perdido, só coberto pelo ruído das urgências que criamos.



O poder que ignora limites termina por destruir quem o usa.

O saber que se recusa a duvidar acaba se fechando em si mesmo.

E o amor que quer prender o outro se transforma em controle.

Nada que nasce do medo dura.

O que é leve atravessa o tempo, o que é sincero permanece.



A sabedoria não chega por esforço, ela aparece quando paramos de lutar contra a vida.

Ela vem no silêncio, quando o coração entende o que a razão não alcança.

Não é algo que se aprende, é algo que se reconhece — um saber que já estava ali, esperando calma para se revelar.



Às vezes, tudo desaba.

E a gente acha que acabou.

Mas não acabou.

Foi só o jeito da vida mostrar que há outro caminho.

O caos não vem punir, vem mudar o rumo.

A queda não é derrota, é movimento.



A gente vive entre o sentir e o compreender.

Entre o que o mundo mostra e o que o coração traduz.

Quando o olhar se acalma, o mundo muda de cor.

Quando o gesto é honesto, o tempo parece mais gentil.

Ser forte não é resistir a tudo, é saber entender quando é hora de soltar.

E quem continua bom mesmo depois de se ferir já entendeu o que é amar de verdade.



Não é preciso prometer nada nem planejar demais.

O agora basta.

Quem está inteiro no presente não teme o que vem.

Porque tudo o que muda, muda para ensinar.

O futuro não depende de crença, depende de consciência.

De gente que saiba ouvir antes de reagir, sentir antes de julgar, viver antes de explicar.



Quando o ser se torna simples, o mundo fica mais claro.

Nada precisa ser vencido quando é compreendido.

Tudo o que buscavas sempre esteve aí,

esperando o momento em que parasses de correr.

A sabedoria não é conquista, é retorno.

E o silêncio — esse mesmo que agora te abraça —

é o lugar de onde nunca saíste.

PRESENÇA ADVAITA

A travessia do ser que deixa de lutar contra si



A cidade ainda não dormiu.

O ar tem cheiro de chuva e café esquecido.

Há buzinas, passos apressados, vozes cansadas atravessando a noite.

Aqui dentro, a casa fecha as pálpebras e o corpo desaperta os ombros.

A respiração desacelera, como se o tempo, por um instante, perdesse a pressa.



Não é iluminação, é pausa.

Não é milagre, é o cansaço que aprende a sentar.

No intervalo entre o que se esgota e o que começa, algo desperta.

É mais sopro que ideia, mais pele que palavra.

Viver é sentir.

Sentir é o único gesto que não mente.



É quando você acontece.

Não chega, se revela.

Nada em você exige lugar, mas tudo muda à sua volta.

O ar fica mais leve, as sombras perdem pressa.

O silêncio ao seu lado tem temperatura.

Parece uma mesa posta no meio da alma.



Você toca o lugar em mim que sempre esperou,

e algo, enfim, consente.

Ainda com medo, eu consinto.

Não há urgência, há respeito.

A ternura não anuncia sua entrada,

ela simplesmente chega e fica.

O medo, visto de perto, se torna pequeno.

A dúvida, cansada, adormece na varanda do peito.

O que antes era abismo agora é chão molhado,

com marcas de quem passou e ficou.



O ser é o campo onde o medo e o amor se escutam.

Ali, o humano e o eterno se olham sem querer vencer.

Quando há escuta, o silêncio deixa de ser muro e vira ponte.



Antes da calma houve deserto.

Antes da ternura, ferida.

Já temi o que mais amava,

já fugi do que me curaria.

Até que o orgulho se desfez,

e a suavidade entrou pela fresta da noite.



Nem tudo em mim é paz.

Ainda há grito guardado,

e o eco às vezes volta sem aviso.

Mas ele já não fere, apenas me devolve à carne.

O amor que prende é medo disfarçado de zelo.

O amor que acolhe tem mãos abertas e chão firme.

Nele, dois seres se olham sem truques.

Ambos feridos, ambos atentos.

Sabem que o outro teme, e ainda assim permanecem.



Eu tropeço.

Duvido.

Às vezes quero trancar a porta e esquecer o mundo.

Mas é a dúvida que me devolve à fé,

essa fé pequena, feita de respiração e paciência.

Só quem sente profundamente aceita não entender tudo.



Com você, o tempo não desaparece, ele respira.

A casa continua casa, o mundo continua áspero.

Há contas, filas, injustiças e gente que carrega o dia nas costas.

Mesmo assim, algo em nós encontra um ritmo bom,

um espaço simples onde a ternura sobrevive.

Não busco eternidade, busco verdade.

Prefiro o instante vivido à promessa que não cumpre calor.

O que é real não morre, apenas muda de rosto.

A presença é o milagre discreto que sustenta o mundo enquanto ninguém vê.



Não há promessa, há encontro.

Não há destino, há travessia.

Você não chega, acontece,

como chuva breve em tarde quente,

lavando o pó do que restou.



A plenitude não está em domar os sentimentos,

mas em atravessá-los inteiros.

Quando compreendo o medo, o amor deixa de ser fuga

e vira casa com portas que abrem por dentro.

Nem tudo que acalma cura.

O silêncio também corta,

mas é corte que limpa,

como mar depois da tempestade.

Às vezes a luz arde antes de iluminar.

Às vezes o amor desmonta o que eu usava para me proteger.



Se o tempo nos afastar, a presença não parte.

O sentir muda de tom, como maré que recua

só para lembrar que voltará.

Você é travessia,

o agora entre duas incertezas,

a prova de que o amor pode existir sem fazer barulho.



Se o silêncio for tudo o que restar,

ainda assim haverá amor.

O que é verdadeiro não precisa ser dito.

O toque fica mesmo quando a mão já se foi.

A lembrança não pede voz,

a pele ainda sabe o caminho.



Ser forte não é erguer muralhas,

é continuar sensível quando o mundo pede dureza.

É olhar o outro e ver o mesmo espanto,

a mesma fome de não ferir.



Escolho te sentir.

Não para possuir, mas para reconhecer.

Não para vencer, mas para ser verdadeiro.

Se o sentir trouxer dúvida, que venha.

Que confunda e console.

Que assuste e cure.

Que desfaça o chão só para mostrar o céu que sempre esteve ali.



Entre nós talvez não haja nome,

e tudo bem.

O real prefere ser vivido a ser explicado.

O amor que nasce quieto é o que mais permanece.

Ele não disputa palco, respira.

É o som do ser se reconhecendo no outro.



Quando o ser se torna simples, o medo aprende a ouvir.

Nada precisa ser vencido quando é compreendido.

A sabedoria não nasce da força,

mas da entrega.

Do instante em que o ser para de fugir de si

e percebe que nunca houve vazio,

apenas verdade esperando espaço.



A cidade enfim silencia.

Uma janela apaga, outra acende.

O ar cheira a terra molhada.

E no reflexo do vidro, eu me reconheço.

O silêncio me olha,

e nele eu ainda vejo.

O silêncio mata

Não porque seja barulhento.
Não porque seja violento à primeira vista.
Mas porque é limpo demais para incomodar quem prefere se sentir correto.

O silêncio é o álibi dos que sabem.
É o abrigo moral de quem entende exatamente o que está acontecendo, mas escolhe não tocar no assunto.
Não por dúvida.
Por conveniência.

A sociedade não falha por falta de discurso.
Ela falha por excesso de encenação.
Defende valores em público e os abandona no primeiro instante em que eles exigem atitude.

Todo mundo reconhece a injustiça quando ela acontece com os outros.
O problema começa quando reconhecê-la exige posicionamento.
Quando exige perda.
Quando exige coragem.

É nesse momento que o silêncio aparece travestido de maturidade, de equilíbrio, de bom senso.
Mas não é nada disso.
É medo.
É cálculo.
É autopreservação.

O silêncio não é ausência de opinião.
É a decisão consciente de não agir.
É a escolha de proteger a própria imagem enquanto alguém suporta o peso inteiro da violência.

Quem se cala não está fora do problema.
Está dentro dele.
Sustentando.
Normalizando.
Permitindo.

Nenhuma estrutura injusta sobrevive apenas pela força de quem oprime.
Ela sobrevive porque encontra terreno fértil em quem observa e não interfere.
Em quem percebe, mas não confronta.
Em quem prefere não se comprometer.

A verdade desconfortável é esta:
muita gente não se cala porque não sabe o que fazer.
Cala porque sabe exatamente o que deveria fazer
e decide não fazer.

O silêncio é a forma mais educada de traição moral.
Não deixa marcas visíveis.
Não compromete discursos.
Mas cobra um preço alto de quem sofre e um preço invisível de quem se omite.

Uma sociedade que se orgulha do próprio silêncio não é pacífica.
É treinada para evitar responsabilidade.

E todo mundo que lê isso sabe, no fundo,
em que momento escolheu calar.
Em que situação desviou o olhar.
Em que instante preferiu não se envolver.

Não é acusação.
É espelho.

Porque quando o silêncio é confortável demais,
é sinal de que alguém está pagando o custo no lugar de quem se cala.

E isso, cedo ou tarde, exige reflexão.

O Extraordinário
Jota A e Danillo Souza Santos

Ele foi onde ninguém pisou
Curou quem o mundo esqueceu
Chorou lágrimas de um fiel
Moveu terra e céu

Entrou na história da humanidade
E foi um capítulo a parte
Antes e depois, princípio e fim
Pedra de esquina angular
O único e verdadeiro, último e primeiro

Pra pagar o preço pelos meus pecados
Foi traído, transpassado, crucificado
O rei despiu-se da glória
No corpo mortal, pra me fazer imortal
Sua glória transcende o que é natural
Seus olhos tem fogo, consomem o mal
E em sua coxa está escrito que ele é
Rei dos reis e Senhor dos senhores

Adorai o cordeiro de Deus, exaltai o cordeiro de Deus
Digno de abrir o livro e desatar os selos, só ele é, só ele é
Espírito Santo faz arder em mim a presença de Jesus,
Raiz de Davi, santo e tremendo, justo e fiel

Absoluto, exaltado, ele é Senhor
Leão imbatível, campeão de Judá
Revelação perfeita, santo de Israel
Em seu DNA tem os mistérios de Deus
Extraordinário, nele não há defeitos
Onipotente, indescritível, incomparável
Desejado das nações, príncipe do céu
Estrela da manhã, Emanuel

Adorai o cordeiro de Deus, exaltai o cordeiro de Deus
Digno de abrir o livro e desatar os selos, só Ele é, só Ele é
Espírito Santo faz arder em mim a presença de Jesus,
Raiz de Davi, santo e tremendo, justo e fiel (2x)

Inserida por danillosouzasantos

Armadura De Deus


"Todos os dias nós somos tentados,
pois o inimigo de nossas almas
está ao redor para nos destruir.
portanto, levante e reviste-se!"

Se revista da armadura do Deus Emanuel
Se revista da armadura do Deus que fez terra e céu
Se revista da armadura do Deus Emanuel
Se revista da armadura do Deus que fez terra e céu (BIS)

Ele vem... Jesus! Ele vem... (BIS)

Se revista da armadura do Deus Emanuel
Se revista da armadura do Deus que fez terra e céu
Se revista da armadura do Deus Emanuel
Se revista da armadura do Deus que fez terra e céu

Oh-oh-oh...

"1ª pedro 4:7 diz: Pois o tempo está próximo de tudo terminar;
Por isso, sabendo disso vigiai e orai, vigiai e orai"

Guerreiro, marche! (4x)

Esquerda, direita, jab, direto
Em cima, em baixo, empurre (2X)

Marche! (4x)
vai vai vai soldado,
Avante,avante

Primeiro round
é hora de vencer,
é hora de vencer.

Esquerda, direita, jab, direto
Em cima, em baixo, empurre (4x)

Segundo round
É hora de vencer

Esquerda, direita, jab, direto
Em cima, em baixo, empurre (3x)

Esquerda, direita, jab, direto
marche!

Nocaute!Nocaute!Nocaute!

Inserida por danillosouzasantos

Eu sonhei um sonho

Houve um tempo em que os homens foram gentis
Quando suas vozes eram macias
E suas palavras convidativas
Houve um tempo em que o amor era cego
E o mundo era uma canção
E a canção era entusiasmadora
Houve um tempo e tudo deu errado

Eu sonhei um sonho, dias atrás
Quando a esperança era grande e a vida valia a pena
Sonhei que o amor nunca morreria
Sonhei que Deus seria bondoso

Então eu era jovem e sem medo
E sonhos foram realizados, utilizados e desperdiçados
Não houve preço a ser pago
Nenhuma canção não cantada nenhum vinho não saboreado

Mas os tigres vêm à noite
Com suas vozes macias como o trovejar
Como se eles acabassem com sua esperança
Enquanto eles transformam seu sonho em desgraça

Ele dormiu um verão ao meu lado
Ele preencheu meus dias com infinitas maravilhas
Ele alcançou minha infância, com seus largos passos
Mas ele foi embora quando o outono chegou

E ainda sonhei que ele voltaria para mim
Que iríamos viver nossos anos, juntos
Mas há sonhos que não podem acontecer
E há tempestades não podemos resistir

Eu tive um sonho de como minha vida seria
Diferente deste inferno que estou vivendo
Agora é diferente do que parecia
Agora a vida matou o sonho que sonhei
O sonho, o sonho que sonhei

Inserida por loveandrockets

Foi numa tarde de sol

Vi-te a chorar

Enquanto ensogava o meu lençol

Não te consigo alcançar



Vi dois olhos tristes

Dentro do meu peito

Mesmo que fiques

Não te dou direito



Agora vou-me embora
porque estou cansado

Daqui a uma hora

Canto-te um fado

Inserida por goncalo_ferreira_1

Não consigo encontrar

O amor que vivi

Não consigo descansar

Esta dor que senti



Não consigo perceber

Esse dia que partiste

Já começo a entender

O meu olhar triste



Esta noite sonhei

A olhares para a lua

Confesso que te amei

Por uma lágrima tua

Inserida por goncalo_ferreira_1

A SUSTENTÁVEL LEVEZA DE NÃO PRESERVAR

Não estou falando do lixo do dia a dia que acumulamos sem perceber, mas sim do lixo que carregamos sem perceber. O desejo é a fonte de todas as frustrações do ser humano, o desejo pelo indesejado, coisas que não podemos alcançar e que queríamos ter por perto.
Os cacarecos que carregamos sem perceber durante o ano nos da um peso enorme nas costas, fazemos sem perceber! Esses lixos estão em nosso sub-inconsciente tais como: chefe, casa, mulher, filho, viagens, compras, impostos, presentes, mudança de atitude, cursos, brigas, sogra, tudo credo nem sei o que falar, pois minha cabeça esta cheia de lixo.
Acho que os budistas estão errados quando afirmam que o “desejo é a fonte de toda frustração”, mas se não sonharmos não vivemos se não vivemos não sonhamos. Uma pequena dedicação ao prazer dá trabalho exige um monte de coisas que fogem do nosso alcance, por isso é bom sonhar e sonhar é preciso. Estou procurando o prazer, onde posso decidir o que quero o que não quero e quero encontrar o que me faz falta. Nem sempre o contraditório me dá prazer, pois junto dele vem a dor de cabeça. Viajar me dar prazer, não pelo destino, mas pela viajem, pela descoberta, pela aventura, pelo novo. Simples a sustentabilidade não esta sendo aplicada pelos lugares em que passei. A ganância do homem impera sobre a natureza.

Inserida por DijalmaMoura

So, don't believe in everything you see
Because what you want might not be what you need(...)

Hope is just a ray of what everyone should see
Alone is the street where you found me
Scared of what's behind you
And scared of what's in front
Live is what you have now
And make the best of what's to come

Tell me a story long and true
We aren't what we say we are what we do
Just pieces of a puzzle to find where we stand just confuse

Inserida por KarolineNaso

Quem me dera
Ter-te aqui comigo
Tu eras uma fera
E aprendi a viver contigo

Já passaram tantos anos
E eu sozinho neste sonho
Tanta renda nos panos
E eu chorando que nem um medronho

Agora penso em ti
Mesmo que não estejas entre mim
Minha querida eu sei que estás aqui
E a minha vida é assim

Inserida por goncalo_ferreira_1

Amor,
Não o conheci por coincidência e sim por providência de Deus ...
Quando me encontrastes me via completamente perdido no Mundo de ilusões...
Mundo no qual fazia o amor parecer uma coisa ruim.
E, então você nos deu uma chance de sermos felizes.
Apenas me amou mesmo q todos fossem contra
E apenas o amor a nosso favor...
Hoje sei o que é amar. Hoje Amo Você.
Sei que amar é dar chances, é perdoa , é compreender...
A cada dia senti-lo com todo seu amor...
Amo você até que a nossa felicidade nos separe.

Inserida por Ziimar

À noite voce entra em meu pensamento
Não consigo evitar!
Vejo você em todo o lugar.
O mundo está girando
Ou é só meu conração sem direção?

À noite você entra em meus sonhos
Não consigo evitar!
De dia te desprezo, mas a noite te quero
Estou tentando te esqucer.

À noite você invade a minha mente
Também meu conração
Não consigo evitar!
Não sei se devo acordar,
Não sei se quero acordar,
Mas sei que devo te esquecer
Só não sei ainda como

Inserida por deedeh

Eu quase posso vê-lo.Esse sonho que estou sonhando, mas há uma voz dentro da minha cabeça dizendo:Você nunca vai alcançá-lo.
Cada passo que eu estou tomando,cada movimento que eu faço, se sente perdido, sem direção...
Minha fé está abalada,Mas eu, eu tenho que continuar tentando.Tenho que manter minha cabeça erguida...

Inserida por Ritakpc17

Quando criança, meu pai sempre repetia ao chegar em casa: quando ouvirem o "apito do trem"(Maria Fumaça), esperem quinze minutos e aí estarei adentrando a nossa casa.

Apite antes da curva, era a orientação que o maquinista do trem, recebera da rede ferroviária, para fazê-lo em determinada posição, antes da chegada à estação.

Inserida por ajotage