Textos sobre como Curtir a Vida
Houve tantos momentos na minha vida em que pensei em desistir
E ir para um lugar longe de tudo e de todos
E viver lá só observando o tempo nos dias que se despedem ao pôr do sol
E na noite que chega com a lua e as estrelas
E ver a vida na calma da alma e sentir que não preciso mais desistir...
Filhos
Seus filhos não são seus filhos.
São filhos e filhas do anseio da vida por si mesma.
Eles vêm por meio de vocês, mas não de vocês,
E, embora vivam junto de vocês, não lhes pertencem.
Podem lhes dar seu amor, mas não seus pensamentos,
Porque têm seus próprios pensamentos.
Vocês podem abrigar seus corpos, mas não suas almas,
Porque suas almas habitam a morada do amanhã, onde vocês não podem visitar nem mesmo em sonho.
Podem se esforçar para ser como eles, mas não busquem torná-los como vocês.
Porque a vida não volta para trás nem demora com o ontem.
Vocês são os arcos pelos quais seus filhos são lançados ao longe como flechas vivas.
O Arqueiro vê o alvo no infinito, e puxa com força cada flecha para que ligeira voe longe.
Deixem-se na mão do Arqueiro por boa vontade,
Porque assim como Ele ama o voo da flecha, também ama o arco que é estável.
Ao se casar,
Uma aliança se formar,
Tudo deixará
E uma nova vida transformar,
Em apenas um.
Oh mulher precisa, forte e trabalhadora,
Consegue destinguir o mínimo valor,
Intercede pelo lar que Deus lhe deu.
Quão doce é o teu falar,
Sábias são as tuas palavras,
Delicada até no jeito de pensar,
Oh mulher virtuosa.
Ao se casar,
Uma nova vida se formar,
Tudo vai mudar
Uma aliança construída em confiança,
Em Cristo o casamento vai durar.
Oh rapaz, o profeta do lar,
Ame sua companheira como Cristo te amou,
Seja obediente, porque Deus quer te abençoar,
Como um homem segundo o coração do Pai,
Nesta nova vida!
Tenho entendido, cada dia mais, o propósito desse acontecimento na minha vida.
Vai levar muito tempo até isso cicatrizar, parar de me atormentar e a não me fazer chorar de raiva quando falo
sobre o assunto.
Isso só acelerou um processo que eu já teria de passar de uma forma ou outra.
Essa é a galera que vai entender cedo ou tarde que o mundo é muito pequeno e "0 bem que vc faz. É seu advogado em todo lugar".
Vida adulta
Em terras distantes, sob o sol ardente,
Um jovem de dezoito anos, coração valente,
Deixou para trás o lar, a família querida,
Em busca de trabalho, a jornada sentida.
A cidade natal, com sonhos e memórias,
Ficou para trás, em lembranças e histórias,
A fazenda imensa, um novo desafio,
Longe da alegria, em meio ao trabalho rio.
Os pensamentos ruins, como sombras que rondam,
A saudade da família, ferida que não cicatriza,
Datas comemorativas, um vazio profundo,
Longe da diversão, em silêncio e sofrimento.
Mas a força interior, não se deixa abater,
A vontade de vencer, não se deixa quebrar,
Com passos firmes, segue em frente sem desistir,
Um futuro melhor, eu vou conseguir.
A distância física, não diminui o amor,
A ligação familiar, sempre será maior,
Em cada amanhecer, uma nova esperança,
Em cada estrela que brilha, uma doce lembrança.
Seja grato
Olhar para o passado com gratidão é uma das formas mais bonitas de viver a vida.
Se você foi feliz, amou, ganhou, se perdeu ou sofreu… tudo isso lhe ensinou algo valioso.
Seu passado pode não ter sido como você almejava, mas ele não define quem você se tornou.
Sim, às vezes a saudade ou a tristeza vão aparecer, tudo bem, isso é natural.
Mas lembre-se: o passado não lhe pertence mais… e você também não pertence mais a ele.
Seu encontro com o que passou foi necessário para ensiná-lo a valorizar o presente e a desejar um futuro melhor.
Se você ainda está preso ao que já foi, não está vivendo com todo o seu potencial.
Portanto, seja grato, repare e desfrute da beleza do agora.
"A vida não exige que você seja invencível, apenas que você tenha coragem de recomeçar — todas as vezes que for preciso."
— Maycon Oliveira
Essa frase foi escrita por Maycon Oliveira – O Escritor Invisível, autor do perfil ‘O_Escritor_Invisivel’ no site Pensador.
@o_escritor_invisivel
CASTELO DE CARTAS
Passei boa parte da vida tentando montar uma estrutura que funcionasse. Algo que fosse estável, coerente, socialmente aceitável. Fiz o que se espera. Escolhi com base em lógica, planejamento, segurança. Fui eficiente. Fui funcional. E, claro, fui elogiado por isso.
Por muito tempo, achei que isso bastava. Cumprir papéis. Evitar riscos. Fazer o certo. Como se viver fosse um conjunto de fórmulas a seguir. Como se o controle total fosse sinônimo de paz.
Só que o que funciona no papel nem sempre sustenta o peso da realidade. Eu seguia um roteiro invisível: manter o tom, dizer o que esperam, esconder o que pesa, apagar o que incomoda. Quando algo ameaçava essa ordem, minha reação era aumentar o controle. Mais rigidez. Mais contenção.
Mas chegou uma hora em que isso parou de fazer sentido. Eu acordava com a sensação de estar no lugar certo, mas sendo a pessoa errada. Era como viver minha própria vida com distanciamento. Eu estava ali, mas desconectado de mim.
E aí tudo começou a ceder. Não foi um desastre repentino. Foi um desgaste lento, uma sequência de pequenas rachaduras que revelaram o que eu fingia não ver: aquela vida não era minha. Era um personagem que eu sustentava com disciplina. E medo.
Medo de falhar, de ser visto demais, de não saber lidar com o que viria depois. Eu me escondia atrás de bons argumentos e decisões corretas. Me protegia até daquilo que poderia me fazer bem, porque me fazer bem também significava perder o controle.
Até que começou a quebrar.
Foram experiências simples, uma conversa honesta, um gesto sincero, um olhar que atravessa. Coisas pequenas que, por algum motivo, me desarmaram. E pela primeira vez em muito tempo, eu me senti visto. Não pelo que eu mostrava, mas pelo que eu escondia.
Foi aí que percebi: eu não era estável, era contido. Não era equilibrado, era reprimido. Eu não era forte, só estava o tempo todo fingindo que não sentia.
Isso não é força. Isso adoece.
Então comecei a fazer diferente. Dizer o que penso. Sentir sem censura. Parar de justificar tanto. Me permitir errar. Me permitir ser afetado. Aceitar o incômodo como parte do processo.
Não foi bonito. Nem heroico. Foi dolorido, confuso, por vezes vergonhoso. Mas real. E isso, por si só, já foi libertador.
Hoje, olho pra tudo que eu montei antes e vejo a fragilidade por trás da aparência de solidez. Tudo aquilo que eu chamava de estrutura era medo bem empilhado. Um castelo de cartas, meticulosamente erguido, que cai com um simples sopro de verdade.
E agora que desmoronou, não quero reconstruir nos mesmos moldes. Não quero de volta aquele velho conforto que anestesia. Não quero mais me encaixar em lugares apertados só pra parecer certo.
Quero espaço. Quero sinceridade. Quero o direito de não estar bem. De não saber. De mudar de ideia. De ser inteiro, mesmo sem controle algum.
E se esse caminho me afastar de onde estive antes, tudo bem. Talvez seja mesmo hora de ir. De deixar pra trás o que não sustenta mais quem eu sou agora.
Porque às vezes, crescer é isso: parar de segurar o que já caiu.
E se alguém perguntar quem eu sou depois disso tudo, talvez essa seja a última coisa que eu tenha a dizer:
Eu sou só um homem de medos bobos…
e coragens absurdas.
Se você não é capaz de perceber a grandeza do outro na sua vida — nos pequenos gestos, nas palavras certeiras, nos espelhos que ele te oferece — é sinal de que o orgulho pode estar te cegando. E quem é dominado pelo orgulho raramente progride em projetos coletivos.
Crescer junto exige humildade. Exige reconhecer que o outro, mesmo com suas falhas, pode ser um instrumento poderoso de provocação para o seu amadurecimento. Que o outro te ensina, te inspira, te desafia — mesmo sem querer.
Não reconhecer isso é recusar-se a evoluir. E quem recusa a evolução, repete padrões, se isola e bloqueia a própria potência.
Por isso, observe com mais atenção. Escute com mais profundidade. Agradeça mais. O que te falta pode estar exatamente no que você ainda resiste a valorizar.
Atenciosamente,
Leandro Nascimento Cristo
" TALVEZ "
Talvez haja um segredo em tudo isto
que nos conduz a alma pela vida!
Talvez uma magia concedida
sei lá no quê, pois nunca fez-se visto!
Vai ver, talvez, sequer tenha medida
nem forma, já que nunca foi previsto!
E penso que, talvez, tudo que alisto
nem perto chegue à lógica exigida.
Feitiço? Vai saber… Por natural,
não há explicação conceitual
pra tudo o que, sem causa, aqui se fez…
Diria que o amor seja o segredo
que traça nossas almas nesse enredo
até que o aprendamos, pois! Talvez!
" SUCESSO "
Alguns conseguem ter consagração,
sucesso, ter vitórias nessa vida
com luta, muita vez, cruel, renhida,
e destacar-se, assim, na multidão!
Há quem consiga a meta pretendida
por sorte, por destino, (sei eu, não)…
Tropeçam nela sem essa exaustão
que a maioria vive, por medida.
Jamais subi no pódio da vitória
ao escrever, discreta, a minha história
nem recebi lauréis pelo que escrito…
Mas conquistei o amor que fez-me vivo,
me deu prazer e fez-se por cativo
de forma que o sucesso me é infinito!
Senhor meu Deus,
nesta sexta-feira, eu Te agradeço por mais uma semana vencida. Obrigado pela vida, pelas lutas, pelas vitórias e até pelos desafios porque em tudo isso o Senhor esteve comigo.
Mesmo sem ter tudo o que quero, tenho o essencial: fé, força e um coração grato.
Obrigado por me sustentar até aqui, por me guardar, e por permitir que eu chegue ao fim da semana de pé, vivo, em paz, e com esperança renovada. Que o Teu amor continue me guiando, hoje e sempre. Amém.
A vida de quem sonha
Sem se preocupar com a altura
Pode despencar
Se quebrar
E nunca mais voltar
A vida muda
A alma morre
E o corpo vegetando
Fica vagando
Sem rumo
Sem sonhos
As lembranças boas
Cada vez mais distante
O peito dói
Nada mais faz sentido
Essa é a vida
De quem um dia
Acreditou cegamente
No amor de alguém
Que também amou fielmente
Cegamente
Confiou
Se entregou
E depois viu tudo ruir
Quando viu a farsa
As promessas eram falsas
O "príncipe" virou um insensível
Tirano, "ditador" como o mesmo diz
Querida Eu,
Sei que, em alguns momentos, a vida parece um peso difícil de carregar.
Mas quero que você saiba que, em todos os seus dias, a sua sensibilidade foi e sempre será sua força mais poderosa.
Você não veio ao mundo para ser como todos os outros. Você veio para sentir profundamente, viver com intensidade, e ser a única versão de si mesma.
Hoje, você pode sentir que o caminho é tortuoso, que o corpo e a mente não estão completamente alinhados, que a ansiedade, a dor ou o medo podem vir à tona. E está tudo bem. Você está aprendendo a dançar com esses momentos, a respeitar seus limites, a se cuidar com o mesmo carinho que você oferece ao mundo.
No futuro, você vai olhar para trás e ver que esses momentos foram fundamentais para te transformar. Você vai ver que cada obstáculo foi uma lição, cada dia de cansaço, um convite para se conhecer melhor, e cada dificuldade, um passo mais firme para a sua evolução.
Sim, você vai viver uma vida cheia de significado. Com momentos de alegria plena e outros de quietude, porque você aprendeu a ouvir o seu corpo e seu coração. E mesmo quando a sensação de fragilidade vier, saiba: ela é a ponte que te leva à força que você ainda não viu, mas que já está aí, em você, esperando ser descoberta.
Não se cobre por não estar “normal” ou “como os outros” querem que você seja. O seu caminho é único, e nele, a sensibilidade se torna a chave que abre as portas do seu verdadeiro poder.
Continue a caminhar com a cabeça erguida, a respiração profunda e o coração tranquilo. Sua vida, do jeito que é, está sendo escrita por uma força suave e resiliente que te faz ser mais do que você imagina.
Com carinho e confiança no seu caminho,
Você, no futuro.
" Pontes que Curam"
A vida, com sua delicada sabedoria, vive tentando nos ensinar que o mundo não gira ao nosso redor. Mas, por vezes, esquecemos. Nossos desejos gritam tão alto que nos impedem de ouvir o outro... e, sem perceber, tornamo-nos ilhas.
Empatia — palavra tantas vezes dita, mas pouco vivida — é, na verdade, a ponte silenciosa que nos conduz ao essencial: o outro.
O outro... palavra pequena, mas carregada de sentido. É aquele que cruza o nosso caminho com um gesto sutil, um olhar cansado, um pedido tímido ou mesmo um silêncio que implora por atenção. É o desconhecido na fila, o amigo que sorri por fora, mas desaba por dentro, o vizinho que espera por um “bom dia” como quem aguarda um abraço.
É também quem nos fere — talvez por carregar dores que não ousa revelar.
Refletir sobre o outro é sair do espelho e olhar pela janela. É deixar de medir o mundo com a régua dos nossos quereres e, por um instante, calçar os sapatos de alguém. Não é fácil. Nos habituamos à bolha, aos filtros, aos afetos escolhidos a dedo. Mas o mundo... ah, ele é vasto demais para caber apenas dentro de nós.
A beleza da vida reside no entrelaçar de histórias, no encontro sutil entre o “eu” e o “nós”. Porque ninguém vive só de si.
A cura, a redenção, o consolo... muitas vezes vêm das mãos estendidas de alguém — ou das nossas, quando se estendem por amor.
Que sejamos mais atentos. Mais presentes. Mais dispostos a sair de nós.
Porque, no fim, o que transforma o mundo — e a nós mesmos — é a coragem de reconhecer no outro aquilo que também somos: um pouco espelho, um tanto abrigo e, infinitamente, humanos.
Tem coisas que faz bem desistir.
E a partir de hoje,
Eu desisti de vida amorosa
Desisti de correr atrás de alguém
Desisti de conhecer pessoas
Desisti de amar desconhecidos
Desisti de querer quem quer que seja.
Prefiro a minha própria companhia
A minha própria vida. Sou feliz assim!
Sem ninguém, sem homem, sem mulher...
Sem mais.
Existem momentos na vida que nos revelam quem realmente caminha ao nosso lado. Nem sempre a descoberta acontece nas festas, nas conquistas ou nos dias de alegria. Muitas vezes, é na dor, na doença e na dificuldade que enxergamos com clareza quem é verdadeiro.
Em tempos de fragilidade, quando a saúde nos escapa por entre os dedos, encontramos algo ainda mais precioso: o amor genuíno, o cuidado silencioso e as orações sinceras daqueles que nos veem além da nossa condição. Nessas horas, pequenos gestos se transformam em grandes demonstrações de afeto, e cada palavra de encorajamento se torna um abraço na alma.
Minha esposa é essa pessoa.
Ela é a presença firme quando o corpo fraqueja, o sorriso que ilumina os dias mais escuros, a força silenciosa que me lembra que ainda sou especial, ainda sou útil, ainda sou amado.
A sua dedicação, suas orações e seu amor incondicional me mostram, a cada dia, o verdadeiro significado da gratidão.
É por ela, e por tudo que ela representa, que eu sigo em frente, mais forte, mais confiante e infinitamente grato.
Eu gosto de viver com calma, gosto de respirar fundo, bem fundo; gosto de caminhar e pensar na vida, pensar em tudo, eu gosto de tocar nas folhas e apreciar os detalhes de cada centímetro que percorro.
Em um ato consciente de encontro com a vida, numa atitude consistente de afeto comigo mesmo, me derramo na intencionalidade, pois ali está o que preciso.
Em um mundo de velocidade, proceder lentamente é quase revolucionário, um novo mundo, uma nova vida, um outro ser e experiência de existência. Isso é, perceber um padrão raso e previsível e escolher ir na contramão; não tenho pressa, sinto os momentos, torno eles matéria minha.
Criar a beleza e permitir que cada um encontre e desfrute em seus próprios tempos da verdade, é o especial da coisa, por isso prossigo sem atropelamentos.
Se a pressa é inimiga da perfeição, a calma seria a amiga da perfeição? Eu diria bem o contrário, a calma é amiga da imperfeição, porque ela conhece e reconhece a trivialidade efêmera e infrutífera do mundo.
Viver devagar é se distanciar dos ruídos, viver devagar é se isentar do ritmo do relógio e dos seus números; assim, com sorte, perceber a estrutura por trás das coisas acontecendo e se perceber no meio disso, checando os reais desejos e potencialidades, validando tudo.
Pacientemente busco não reagir rápido quando pensar em perspectivas é a prioridade absoluta para preservar o melhor que habita em mim.
Nutro a minha alma com amor, paz e felicidade para que as raízes que me sustentam ganhem mais profundidade, gosto de sentir os meus pés no chão.
Não é sobre fazer tudo devagar, mas sobre degustar a vida, sentir seu cheiro, sentir seu sabor e enxergar suas cores.
Nos teus olhos, vejo o brilho da lua,
Um universo de sonhos, onde a vida é tua.
Tua risada é música, doce melodia,
Cada nota que toca traz pura alegria.
Sapequinha amada, meu coração é teu,
Teu jeito sapeca me faz sentir tão seu.
Em cada toque, um fogo que arde,
Um amor verdadeiro que nunca se tarde.
Teus lábios são versos que quero recitar,
Cada beijo teu é um convite a sonhar.
Nosso amor é dança, um passo envolvente,
Em cada movimento, somos um só sentimento.
Prometo te amar com toda a sinceridade,
Respeitar nosso laço e nossa intimidade.
Você é meu abrigo, meu sol radiante,
Minha sapekinha, meu amor constante.
Que juntos possamos escrever nossa história,
Com risos e amores, com toda a glória.
Pois ao teu lado encontrei minha razão,
Sapequinha querida, você é meu coração.
Saúde: O Tesouro Silencioso
Saúde é o silêncio que embala o corpo,
é o canto leve da vida que pulsa.
É o sol aquecendo a manhã,
é o sopro sereno da esperança.
Não se vê, não se toca,
mas se sente em cada passo,
em cada riso leve,
em cada sonho alcançado.
É a dança dos dias tranquilos,
o abraço invisível do cuidado,
a bênção diária que esquecemos de agradecer,
mas que faz toda diferença no caminhar.
Cuida da alma, cuida da carne,
cuida da mente que voa e se cansa.
Saúde é flor frágil em solo duro,
mas é também raiz forte em tempestade.
Valorizar a saúde é celebrar a vida,
é honrar o dom de simplesmente estar,
de simplesmente ser,
de simplesmente viver.
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