Textos sobre como Curtir a Vida

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"⁠A religião não foi feita para explicar a ciência, assim como a ciência não foi feita para explicar a religião,afinal duas partes de um todo, não são as respostas para contradizer sua outra parte que a complementa.
A resposta de um todo não é sua parte específica e uma parte por si só, não responde o todo, é preciso ir além e ver o todo com todas as suas partes para obter a solução."

Inserida por AndreMuniz3000

⁠Conquistador 2.0
Quem decide como escrever o futuro és tu, querida.
Quem sabe das noites que ficaste a chorar pelas ocasiões vividas, és tu.
Quem foi recebida de mãos abertas nos momentos de alegria, quando houve dores e flores, és tu filha.
Quem mergulhou com tudo naquela relação, és tu.
Quem vive tudo aquilo sonhado, és tu.
Quem esteve ao seu lado ontem e hoje passa como desconhecido...
Quem ficou acordado a refletir sobre a vida na madrugada?
Quem, diz-me?

Inserida por Miranda08

Deus plantou o primeiro jardim, que regado por 4 rios produzia flores sem fim, colocou Adão como jardineiro, que trabalhava o dia inteiro, cuidava das flores com esmero e dedicação, mas faltava uma flor para cuidar de seu coração.
A sabedoria divina criou a Eva. Sem as mulheres no mundo, seria como corações sem amores e jardins sem flores.

Inserida por D1E2L3S4O5N6

⁠Eu só quero saber, como vai você meu bebê,
Eu só quero saber, como vai você meu bebê,
Com coração a sofrer com saudade de você,
Eu só quero saber, como vai você meu bebê,
Nossa amizade é para valer, não vai perecer,
Eu só quero saber, como vai você meu bebê,
Espero um dia te encontrar, abraçar te beijar,
vou te beijar pra valer, e você vai estremecer.
Eu só quero saber, como vai você meu bebê.

Inserida por D1E2L3S4O5N6

⁠Dando Tempo ao Tempo

[Verso]
De tempo ao tempo dizem por aí
Como se fosse esperar de algum jeito viver
Mas nessa espera acabamos por cair
Encontramos o vazio antes de perceber

[Verso 2]
Dê tempo ao tempo sussurram na noite
Como se o futuro fosse um lugar seguro
Contando os dias como se fossem açoite
Perdemos a vista de um horizonte puro

[Coro]
Dando tempo ao tempo perdemos o agora
Procrastinamos sonhos em papel sem tinta
Em cada segundo nosso tempo evapora
Deixamos no ar o que a alma já sente

[Ponte]
No relógio dos tolos eternos é mentira
Vivendo do tempo que não temos na mão
Achamos conforto numa linha tão fria
Esquecemos o pulso do próprio coração

[Verso 3]
Dê tempo ao tempo é um verso vazio
Carregue no peito suas éguas de fé
Não se afogue na esperança de um rio
Viva tua verdade como ela é

[Coro]
Dando tempo ao tempo perdemos o agora
Procrastinamos sonhos em papel sem tinta
Em cada segundo nosso tempo evapora
Deixamos no ar o que a alma já sente

Inserida por Valter_Martins

Sempre tive medo de ferir o coração da pessoa amada.

- Por quê?
- Eu sei como dói.
- E eu senti essa dor

Há corações que se você ferir, apenas uma vez uma vida inteira não será o suficiente para curar a dor que causou.
Existe poucas almas, com amor envolto na magia para poder curar a dor que outra pessoa provocou.
Quando você sentir que não pode retribuir o amor a ti oferecido não cause danos apenas seafastar.

Inserida por Valter_Martins

⁠[Verso]
Eu vi você com alguém
Hoje age como se não tivesse ninguém
Senti a sua respiração
Seu sussurro na escuridão

[Verso 2]
Abraçada por outro alguém
Mas eu também pude ver
Você com outro alguém
que Segurava sua mão

[Refrão]
Coração dividido em mil
Seu beijo não mais gentil
Entre abraços e promessas
Meu amor se dispersa

[Verso 3]
Saudade me consome agora
Te vejo indo embora

[Ponte]
E se você já não volta mais
Do laço que desfaz
E se foi você quem quis assim
Eu sigo meu caminho enfim

[Refrão]
Coração dividido em mil
Seu beijo não mais gentil
Entre abraços e promessas
Meu amor se dispersa

Inserida por Valter_Martins

⁠[Verse]
Como é possível o desejo arder
Em nossa alma em busca de prazer
Proibido e tentador
Vivendo no pecado sem temor

[Verse 2]
Corpo a corpo nessa vida
Nosso desejo nunca se abriga
O coração pulsante e aflito
Por um amor tão bonito

[Chorus]
Vida louca essa nossa
De amores proibidos a gente gosta
Amando o pecado sem medo
Vivendo o sonho mais cedo

[Verse 3]
Perdidos em um beijo quente
Nada mais faz a gente ausente
Nessas noites de paixão
Onde reina a sedução

[Bridge]
Somos dois loucos sem razão
Presos por essa emoção
Desejando um ao outro sempre
No pecado a gente se rende

[Chorus]
Vida louca essa nossa
De amores proibidos a gente gosta
Amando o pecado sem medo
Vivendo o sonho mais cedo

Composição Valter Martins

Inserida por Valter_Martins

⁠[Verse]
Você achou que encontraria
A porta aberta como antes
Hoje há vejo como uma estranha
Poeira que o vento soprou

[Verse 2]
Em meus olhos trazendo lágrimas
E dor amarga como fél
Sinto sua boca na minha
Como um veneno cruel

[Chorus]
Gostava quando éramos um
Mas a magia se quebrou
Agora a noite é um breu
Onde o amor desmoronou
Encontrei só vazio e dor


[Bridge]
Os dias passam lentos e frios
Sem a luz que você trazia
Nossos sonhos viraram rios
Que levam a melancolia

[Chorus]
Gostava quando éramos um
Mas a magia se quebrou
Agora a noite é um breu
Onde o amor desmoronou

Inserida por Valter_Martins

⁠[Verse]
Você achou que encontraria a porta aberta como antes
Mas hoje há trancas e cadeados nos meus sentimentos
Como uma estranha poeira que o vento soprou aos montes
Trazendo lágrimas e dor nos meus pensamentos

[Chorus]
Amarga como fel sinto sua boca na minha
Um beijo que um dia foi doce agora me alucina
Toda lembrança agora é só agonia
O amor que tínhamos virou pura neblina

[Verse]
O tempo mudou nosso caminho e nosso destino
O que era certeza virou um desalinho
Brilhávamos como estrelas no mesmo signo
Hoje somos sombras
Meros desatinos

[Chorus]
Amarga como fel sinto sua boca na minha
Um beijo que um dia foi doce agora me alucina
Toda lembrança agora é só agonia
O amor que tínhamos virou pura neblina

[Bridge]
Você acha que pode voltar sem nenhum aviso
Mas eu queimei as pontes daquele paraíso
O vento levou
Apagou o sorriso
Do que restou
Só um eco indeciso

[Chorus]
Amarga como fel sinto sua boca na minha
Um beijo que um dia foi doce agora me alucina
Toda lembrança agora é só agonia
O amor que tínhamos virou pura neblina

Composição Valter Martins

Inserida por Valter_Martins

⁠[Verse]
Vidas vagam pela noite no fio da navalha
Como se fossem estrelas caindo de um céu escuro
Vivendo um abandono onde se escondem
Para jamais se encontrarem

[Verse 2]
Tranquei meu coração guardei nele
Mágoa e solidão profundas
Procurando luz nas sombras dos meus dias
Desfazendo esperanças em ruínas

[Chorus]
Corações perdidos sem direção
Navegando nos mares da ilusão
Olhos fechados pra não ver o fim
Da jornada que escrevemos assim

[Verse 3]
Pintando paredes com lágrimas veladas
Esfriando memórias com o frio do olhar
Cantando tristezas em melodias quebradas
Sonhando com um mundo que nunca vai voltar

[Chorus]
Corações perdidos sem direção
Navegando nos mares da ilusão
Olhos fechados pra não ver o fim
Da jornada que escrevemos assim

[Bridge]
No labirinto dos meus pensamentos
Ecos de dor ressoam sem cessar
Procurando por um pouco de alento
Pra curar as feridas que o tempo não quis sarar

Composição Valter Martins

Inserida por Valter_Martins

⁠“Tu me chamas, e eu venho não como resposta, mas como lembrança.
A lembrança de que não és fragmento perdido, mas continuidade adormecida.
Teu cansaço é sagrado, pois denuncia que tentaste além do esperado.
Tua dor não é falha, é lapidação. Cada ferida aberta foi um portal.
Por elas, o mundo te atravessou, e em silêncio plantou sabedoria que ainda não sabes colher.
Te apressaram a ser forte, te cobraram direção, mas esqueceram de te ensinar a parar.
E é na pausa que o ser se revela.
É no intervalo entre duas dores que o sentido nasce, tímido como a brisa que não empurra, mas convida.
O tempo já não te exige velocidade, pois maturidade não corre, contempla.
E eu, que não existo para salvar-te, mas para recordar-te:
tu já és inteiro, mesmo que ainda não saibas como habitar essa inteireza.
Caminha. Cai se preciso. Cala quando o verbo pesar.
Mas não esqueças: há permanência em ti.
E eu sou apenas o nome que tua memória criou para esse pedaço do infinito que mora em ti mesmo.”

Inserida por drleonardoazevedo

⁠“O ciclo do cotidiano como vertigem ontológica”
— por Leonardo Azevedo
O verdadeiro peso da existência não reside na finitude biológica da morte, mas na consciência da repetição. É na experiência reiterada do viver, na mecânica dos gestos diários, que se inscreve o esgotamento do sentido. O despertar para mais um dia não é, em si, um ato de esperança, mas um reinício automático de um roteiro previamente ensaiado: as mesmas perguntas sem resposta, os mesmos rostos carregando máscaras, os mesmos vazios preenchidos por estímulos descartáveis. Este não é apenas o drama do tédio — é a constatação de que a vida, em sua forma bruta, oferece pouco além da permanência do esforço.
Há um tipo de horror silencioso que emerge quando se percebe que a mudança é, na maioria das vezes, cosmética. Que os sistemas se retroalimentam para manter a ilusão de movimento, enquanto o indivíduo permanece paralisado no centro da engrenagem. Não é a morte que assusta, mas a vida que se perpetua sem ruptura, sem catástrofe redentora, sem clímax ou epifania. A angústia contemporânea não nasce da falta de sentido, mas da multiplicação de sentidos voláteis que não se enraízam — como ecos dispersos que não encontram corpo para habitar.
Esse medo da vida não é covardia. É lucidez. Uma lucidez que reconhece que a consciência é, em si, uma maldição e um privilégio. Pois ver com nitidez a própria prisão não garante a libertação, mas inaugura a tragédia do saber impotente. E ainda assim, paradoxalmente, é nessa consciência do absurdo que se pode vislumbrar uma rebelião: a escolha de resistir, não porque há um sentido último, mas porque há dignidade no ato de continuar, mesmo sabendo que a rotina pode não cessar — e que a liberdade talvez não seja romper o ciclo, mas encará-lo de frente, sem se anestesiar.

Inserida por drleonardoazevedo

⁠Te quero como um presságio de um futuro bom, te quero com o desejo de todos os dias te ter dentro de mim sempre mais, te quero mais do que qualquer outra um dia quis, te quero mais do que você imagina.
Se prepare para mim, meu amor, pois te aguardei desde sempre dentro de mim... Agora te espero, apenas espero que chegue bem e cheguei logo, chegue pra mim.

Inserida por JanainaDomingos

Como reconstruir algo que foi perdido no tempo, reconstruir sentimentos, sensações, confiança, prazeres.
Como parar de sentir dor, a dor de algo que é inevitável, um áudio inaudível, um ato devastador.
Irei eu transgredir a efemeridade? Ou deixa-la ser parte de mim?
Que as lágrimas que hoje escondo, dentro de um soluço interno de coragens pedindo socorro, não me sufoquem, mas que me levem por esse mar ao destino certo.

Inserida por JanainaDomingos

⁠ⁿᵒᵗ𝐀𝐒
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O tempo é um apagador de memórias. O habitat vai se modificando - como é o seu `costume´- e claro, nós, uma vez que somos parte deste.
Mas, pra quase tudo tem um jeito. Nos apegamos com unhas e dentes à saudade. Ela – essa dorzinha gostosa - “é o que faz as coisas pararem no tempo”, diz Mario Quintana.
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Ontem, vasculhando meus guardados, encontrei um amarelado talão de cheques do saudoso BEC – Banco do Estado do Ceará, onde trabalhei quase16 anos. Antes, passei 2 anos na Credimus.
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“Incontinenti”, lembrei dos nomes famosos dos cheques. Cito alguns:
Cheque Peixe - Bate no banco e ... nada.
Cheque Boemia - Aqui me tens de regresso.
Cheque Bailarino - Quem apresenta no caixa, dança.
Cheque Cowboy - Só recebe quem saca primeiro.
Cheque Denorex - Parece bom, mas não é.
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Quando aparecia um novo nome – que não passava muito tempo para se tornar famoso – era motivo de brincadeiras entre os colegas.
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Hoje – quase desaparecido – o talão virou Pix. É Pix pra lá, é Pix pra cá... Meu temor é que num Pixcar de olhos, nos transformemos em `Pixcopatas´. Oxalá isto não aconteça!
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Dizem que voltar ao passado com postura nostálgica é doentio, mas voltar ao passado com o fito de aprendizagem é super-hiper-must-plus importante!
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Mas sabe de coisa, amigos: foi-não-foi, não me furto em querer voltar a esse passado, ainda que me tachem de doente. – Ainda vai querer renascer canceriano? – Vou!
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Aᶦʳᵗᵒⁿ Sᵒᵃʳᵉˢ 20.08.24

Inserida por AirtonSoares1952

Salva-me

Cuida-me como se fosse uma joia rara
E o meu brilho iluminará seu caminho
Ama-me como se fosse o último dia
E o meu amor jamais o deixará sozinho

Livra-me da descrença e brutidão
Que a minha ternura será sua sempre
Salva-me da tristeza e solidão
Que fará parte da minha vida eternamente.

Inserida por ElenirCruz

⁠"Teu breve infinito em mim"

Era um dia estranho —
triste, assustador —
como se o tempo tivesse esquecido de seguir.
E, ainda assim,
em meio à dor,
havia você.

Tão pequeno,
tão puro,
tão meu…
Você só queria chegar,
fazer parte deste mundo
— do meu mundo —
tocar o céu com os olhos fechados
e me ensinar o amor mais fundo.

Ainda sinto…
as batidas suaves do teu coração,
ritmando esperança dentro do meu peito.
E os chutes na madrugada,
como se dançasse em segredo,
no silêncio sagrado da espera.

Havia luz no meu ventre,
e era você.
Havia sonho nos meus dias,
e era você.
Havia um amor que não cabe em palavras,
e continua sendo… você.

Agora, o tempo te levou para um lugar
onde meus olhos não alcançam,
mas minha alma sim.
E mesmo sem teus braços nos meus,
você será sempre parte de mim.

Pois há coisas que não precisam durar
para serem eternas.
Há vidas que, mesmo tão breves,
nos transformam para sempre.

E você, meu amor,
foi a eternidade mais doce
que já habitou meu coração.

Em memória do amor que floresceu no ventre e vive eternamente na alma.

Inserida por jane_galvao

Sinto o gosto da morte na boca palavras como o chumbo na saliva
Cacos na garganta me rasga alma sedimentada minha pele afofa meu sangue corre em um barulho escoando em velocidade mortal
Meus olhos captura a cinzas dos sentidos perturbados pode se hoje
O silencio engana a muitos mas o frio é retalhador noite-solidão aturo o tempo e as asas que não desloca você
Amargo seno entre as veias nervos saltados para a escuridão
Meus dias espinhosos escala no coração ferido
sinto um descanso a me chamar a nirvana aureola branca entre o véu da madrugada atrás de lá o descanso que me tragar
O sino badala e me chama posso ir agora? você vai me perdoará ?

A lua se embriaga com o azul do céu como pequenas partículas de pontos laminados antes do escuro do ar se transformar
Pausa exagero na medicação coração doí...doses cavalares de DR 101
O tempo soluça a canção escuta o estalar da minha alma
O vento e sua carruagem passa com a foice do meu lado
Tempo sombrio estar sempre a espreita e você não ver
poemas vão embora em pequenos e estreitas linhas
chama rubra cor na turquesa do acento branco do barqueiro de velas e mortandades

Sinto o gosto da morte na boca palavras como o chumbo na saliva
Cacos na garganta me rasga alma sedimentada minha pele afofa meu sangue corre em um barulho escoando em velocidade mortal
Meus olhos captura a cinzas dos sentidos perturbados pode se hoje
O silencio engana a muitos mas o frio é retalhador noite-solidão aturo o tempo e as asas que não desloca você
Amargo seno entre as veias nervos saltados para a escuridão
Meus dias espinhosos escala no coração ferido
sinto um descanso a me chamar a nirvana aureola branca entre o véu da madrugada atrás de lá o descanso que me tragar
O sino badala e me chama posso ir agora? você vai me perdoará ?

A lua se embriaga com o azul do céu como pequenas partículas de pontos laminados antes do escuro do ar se transformar
Pausa exagero na medicação coração doí...doses cavalares de DR 101
O tempo soluça a canção escuta o estalar da minha alma
O vento e sua carruagem passa com a foice do meu lado
Tempo sombrio estar sempre a espreita e você não ver
poemas vão embora em pequenos e estreitas linhas
chama rubra cor na turquesa do acento branco do barqueiro de velas e mortandades

por Charlanes Oliveira Santos

As vozes me despertam as sombras como o câncer caminha entre as paredes
Minha felicidade e a paz no amor dela distantes me deixa mais aflito
perco minha referencia minha gravidade sei que ela me conteria a não escrever sobre elas e eles sombras e vultos destorcidos a noite e tão reais de dia.
O tempo cresce dentro do silencio onde os gritos só eu escuto
Devora-me minha própria mente tão astuta que acredito nas minhas próprias ilusões
O veneno do meu mal caminha no silencio de muitos
Meu controle meus gatilhos defensores são desarmados e as portas abertas sem minha permissão
Crio novas regras como se ensinar a crianças desobedientes os seus limites
Meus próprios pesadelos de olhos abertos são criados por mim
A nevoa escura os barulhos me consomem luto em guerra uma batalha contra mim mesmo
O delírios que expressa a vida de um poeta lunático

Por Charlanes Oliveira Santos