Textos sobre como Curtir a Vida
A palavra "sorte" não faz parte do vocabulário de alguns povos orientais, como os vietnamitas.
Nos momentos difíceis eles não desejam "boa sorte" entre si, apenas recomendam "Faça o seu melhor!"
E é tudo.
Porque nem toda a sorte do mundo é o bastante para quem não acredita em si mesmo.
Lori Damm
Nós não somos nossos próprios inimigos como insistimos ser, o nosso real inimigo sempre nós temeu, até certo momento que resolveu usar nossa própria arma contra nós. Acredite! Acredite em você! Acredite em nós! Desde que chegou nesse mundo te fazem acreditar em muitas coisas, entre elas poucas as que te motivam, e esmagadoramente as que te trazem, medo, preocupação, vergonha, impotência, limites, que te prendem em uma vida, medíocre, vazia, ingrata…
Ja esta na hora de enxergar, tudo que vc REALMENTE acredita… acontece!
Mas, o que te ensinaram a acreditar? O que te priva, te prende, te atrapalha, te limita, ja percebeu que eh tudo o que voce acredita? O que voce acredita você criou desejou? Veio através de outras pessoas desde sempre para você e por isso voce acredita? O que vc tanto deseja, busca, espera, constrói… tudo que você quer mas ainda não tem… você deseja né, você constrói né, você busca você espera não eh! MAS VOCÊ REALMENTE ACREDITA??!!!?!!!!!!!!!!!
Apenas essa única vez, acredite em mim.
A conversa se encerra...
“do nada”
É como se alguém batesse à porta na cara da gente,
Sensação horrível...
Os olhos entristecem,
A menina chora
E no ar fica
Todo o sentimento
Que ela guardava
Misturado com uma sensação de tristeza
Que invade o ambiente
E o coração
As atitudes demonstram
As palavras que não foram ditas
Que foram interrompidas
Com o silêncio inesperado
Segue o caminho
Tortuoso e inseguro
Seguem os dias
Com instabilidade no ar
Como uma manteiga posta suavemente em uma frigideira que há tempo já estava quente, esperando-a.
Desliza escorregando da colher bem devagar e quase não se soltando. Até que se desprende da colher se despreguiçando.
E em uma perfeita transição da colher para a frigideira, toca seus pés na superfície dura e quente e se derrama alongando, se deitando, derretendo-se toda a molhar a frigideira por todos os lados.
Consegue ouvir o som da cena? O chiado da manteiga, se assentando a frigideira e escorregando devagar, é uma sinfonia de gemidos.
Um prazer mordiscado.
Um chocolate derretendo no cantinho da boca. Escorrendo devagarinho a deslizar por cada poro como se fora uma criança que passeia pela cidade e desliza suas pequenas e suaves mãos pela vidraça do prédio conforme avança em seus passos despretensiosos; ao avistar a beira, vai desacelerando os passos para que deslize mais um pouco, adiando o momento em que seus dedos se desprendem, quase se despedindo, da última vidraça do prédio.
Assim imagino, o percurso de uma gota de chocolate escorrendo pelo canto esquerdo da minha boca. A sensação de senti-la rastejar de um canto da minha boca para outro, alcançando o queixo querendo se jogar de braços abertos ao abismo, esperando que meus dedos a alcance e a leve-a para meus lábios; me faz pensar em você.
Uma gota de desejo escorrendo por mim, eriçando cada poro em que desliza. Uma gota de desejo que por onde passa tudo vasculariza.
Algo me diz que essa gota precisa jorrar de algum lugar e terminar essa doce e sutil agonia que é, desejar você.
Um neurônio isolado é como uma voz que nunca encontra ouvidos.
Não importa o quanto tenha potencial — se não se conecta, ele se apaga.
O cérebro não guarda o que não conversa.
Assim como o mundo não valoriza o que não se comunica.
Quem não se expressa, desaparece. Literalmente.
Renato Ribeiro
E SE?
E se eu falasse com você?
Te dissesse o que sinto, sem embargos,
Diretamente, como raros?
E se, num momento de razão ou insanidade,
Eu tivesse cinco segundos de coragem,
Que seriam como uma eternidade?
E se você correspondesse a esse amor,
Mais puro e sincero,
E me dissesse, sem temor?
Mas, e se não correspondesse
E preferisse o amor de outrém
Que mais feliz lhe fizesse?
Fato é que nunca saberei se não tentar;
Com meu grande amor por você,
Qualquer horizonte sou capaz de explorar.
Se o sentimento florescer, e juntos pudermos crescer,
De alegria viverei para sempre,
Pois junto de ti estarei.
Se não corresponder, e eu estiver em grande devaneio,
Grato serei por tê-la conhecido,
E convicto estarei de que meu amor por ti não foi vazio.
Carta que nunca te entreguei
Você chegou como quem não pretende ficar, mas sem perceber, foi ficando. Aproximou-se com a naturalidade de quem conversa com o vento — leve, imprevisível, e ainda assim, marcante. E eu, que vivia em silêncio, me vi ouvindo você como quem escuta uma canção pela primeira vez: atento, curioso, encantado.
Antes de você, eu era só mais um entre muitos. Não havia laços, apenas presenças passageiras. Ninguém permanecia. Mas então você veio, e pela primeira vez, senti que alguém me via — de verdade. Com você, até a solidão parecia ter sentido.
Seu sorriso era como o sol invadindo um quarto escuro. Seu jeito de falar, as pequenas expressões, a maneira como olhava o mundo… tudo em você era poesia sem rima, mas com alma. Me encantei. Me entreguei. E mais do que isso, te amei.
Não daquele amor romântico dos filmes, mas do tipo que escuta, que cuida, que espera em silêncio — mesmo quando está doendo. Acreditei que o destino havia costurado algo entre nós. Que o universo, por um breve instante, havia sido generoso comigo.
Mas o tempo mostrou que nem tudo que brilha permanece. Vieram novas pessoas, novas histórias. E com elas, você foi se afastando. Dando mais de si a quem não sabia te ler. E quando se partia, quando o mundo te quebrava, você voltava.
E eu te recebia. Sem cobranças. Sem perguntas. Porque no fundo, sempre preferi te ter por instantes do que te perder por completo.
Você me contava tudo: seus dias, suas dores, suas confissões noturnas. Mas, aos poucos, o som da sua voz foi se tornando raro. As mensagens se espaçaram. As palavras viraram ausências. E mais uma vez, me vi esperando.
Esperando… você.
Talvez por esperança. Talvez por amor. Talvez por tolice.
Mesmo sabendo que, se voltar, é possível que me troque de novo. E mesmo assim… estarei aqui.
Porque amar, às vezes, é aceitar ser esquecido… e ainda assim lembrar.
Com tudo o que restou de mim,
Aquele que nunca deixou de te esperar.
E talvez a pergunta que reste, no fim de tudo, seja simples — mas profunda:
“Como posso cuidar de mim enquanto sinto tanto?”
Porque não se trata de deixar de sentir.
Se trata de aprender a ser abrigo para aquilo que, dentro de mim, transborda.
E se for pra amar, que seja com verdade.
E se for pra doer, que me ensine.
Mas que, acima de tudo, eu nunca mais ache que ser quem sou é demais.
"Divagações das Minhas Saudades"
Divago nas minhas saudades,
como quem caminha sem rumo
em um deserto de palavras não ditas.
As horas passam lentas,
como velhos amigos que se despedem,
e eu, perdido entre os ecos do que fui,
me encontro em cada lembrança,
navegando por mares de silêncio,
onde só restam as ondas do que ainda arde.
As saudades se transformam em terra,
em raízes que crescem dentro de mim,
tocando a carne com a delicadeza das palavras
que nunca foram ditas ao seu tempo.
Cada fragmento de memória é uma chama
que me queima e me refaz,
porque, no fogo da saudade,
encontro uma verdade
que não cabe em discursos vazios,
mas dança nas sombras de quem ama.
O vento traz o teu nome,
e, por um instante, é como se te ouvisse
nas notas de uma música esquecida.
Mas, ah, como são pesadas as notas
que nos deixam!
Como são imensas as distâncias
entre o toque da tua pele
e a lembrança do meu abraço!
E, ainda assim, divago.
Porque a saudade é também a saudação
ao que foi, ao que se foi e que, em mim, permanece.
E o que permanece em mim não é apenas o eco,
mas o amor que transcende
as fronteiras do tempo,
que desafia o desgaste da carne
e se ergue, eterno,
na poesia dos momentos que nos pertencem,
mas que o mundo se esqueceu de guardar.
“Os sarobeiros vieram ao planeta Terra como revolução da arte capoeira.
Capoeiristas diferenciados, com seus próprios segmentos e fundamentos.
Criam sua própria história, trilham sua própria caminhada.
Não seguem ninguém — são a própria referência.
Dizem que já nasceram sabendo tudo,
Porque carregam no sangue o axé, a malandragem e o saber ancestral da capoeira.”.
Ansiedade
Vem sem avisar, como vento ligeiro,
Sussurra no peito um medo inteiro.
É um nó na garganta, um frio sutil,
Tempestade na alma, calafrio febril.
Pensamentos correm sem direção,
O coração dispara sem explicação.
É querer parar, mas o corpo não vai,
Desejo de calma num mundo que cai.
E à noite... tudo pesa mais um pouco,
O silêncio grita, o tempo fica oco.
A mente insiste em não descansar,
E as lágrimas na garganta começam a apertar.
Dias bons, outros nem tanto,
Sorrisos forçados, por dentro o pranto.
Mas há força mesmo na dor,
Uma fé que insiste em gritar por amor.
Respira fundo, devagar, num passo só,
Mesmo que o mundo pareça menor.
Há luz na curva, há paz depois,
Você não está só — somos muitos, somos mais do que dois.
T.Lauren
"Peso de Uma Mão Só"
Ela se aproximou como quem oferece abrigo,
mas só procurava abrigo em mim.
Trazia a capa da amizade,
mas por dentro só carregava espera —
espera de tudo que eu podia fazer.
Fazia de mim degrau,
escada, ponte,
me pedia tudo,
e eu — tola por amizade — dava.
Corria por ela,
dobrava o tempo,
me sacrificava em silêncio
por uma amizade que era só espelho,
refletindo só o que a favorecia.
E quando a luz se acendia,
ela estava no centro.
O brilho era dela,
o feito era dela,
eu era só a sombra que ninguém nomeia.
E o mundo a aplaudia,
como se ela fosse santa,
como se o esforço fosse dela,
como se eu não existisse atrás da cortina puxada.
Fui corpo sem rosto,
mão sem palma,
voz que ecoava no fundo
sem nunca tocar o ar.
Ela nunca quis me conhecer,
só queria o que eu podia oferecer.
E quando precisei,
sequer se virou.
Hoje vejo:
amizade que pesa só de um lado
é corrente, não laço.
É prisão, não afeto.
Assim como o mar precisa do vento para que as ondas se formen eu preciso de vc do meu lado, assim como o fogo precisa da brasa para se manter vivo, da mesma forma eu preciso de você!
Eu preciso ter você em minha vida não por que é nessesario mais pq eu o amo, não como a paixão que au passar do tempo se dicepa com o vento, eu te amo com minha alma, que msm com toda dor é dificuldade se manten viva e livre. Eu te amarei em todas as minhas vidas, ate os confins do universo!
Viver — ah, viver! — é morrer em prestações diárias,
como um empréstimo mal feito ao universo.
Não há justiça no tempo.
Não há lógica nas intenções.
É uma punhalada embebida em perfume barato.
A inveja, a rejeição, e essa miríade de pequenas mortes sociais,
são os pregos do caixão onde nos deitamos acordados, sorrindo,
porque aprenderam-nos a chamar isso de vida.
É essa dor que não nos mata porque nos quer eternos.
Ah, se ao menos a consciência fosse um pouco mais burra,
ou o coração menos estúpido,
talvez o simples ato de respirar não doesse tanto.
" NOTADA "
Se faz, com graça e charme, ser notada
e não tem como não dar-lhe atenção
se a traz a chama intensa de paixão
assim, tão docemente, apresentada!
Não há quem não se encante da visão
por bela, inebriante, ali postada
e assim se faz, por tantos, desejada
tal como a mim que dei-lhe o coração.
Eu lhe admiro as formas, bem traçadas,
expostas e, com graça, reveladas
sem medo de se expor ao meu querer…
No fundo ela bem sabe da vontade
que, sem pudor algum, me chega e invade
por tanto que lhe tem a oferecer!
Evento Efêmero
Assim como os lugares, as pessoas vem e vão, então, se apegue ao seu coração, pra nao ficar na profunda solidão de quando chegar o momento de estar só.
Nada nem ninguém é pra sempre, viva o presente, diga o que sente, mas nao espere algo reciprocamente, a final, somos diferentes.
viva, mas se lembre que existe o depois, mas nao deixe de fazer o que agrada a vós.
Siga em frente, recomece permanentemente, vigente no que lhe atende, e tudo o que merece.
Deixe pra trás, que não vos agrada mais, e faz desviar ou só atrasa seu caminho cada vez mais.
Saiba colocar as pessoas em seu devido lugar, evite pedestais, a quem não merece, veja se as coisas são realmente da forma que voce acha que acontece, ou se esta cego do coração, e so enxerga o que agrada-o.
Seja coerente, Paciente, estude e seja inteligente, pra saber quem estende a mão ou passa perna na gente.
De qualquer maneira, fale besteira, corra na chuva, nao se cobre por coisas que nao estão nas mãos suas, ande descalço na grama, beba a bebida que ama.
Estamos predestinados a morte, mas voce faz a escolha de quando será a sua!
Silêncio dentro
há um não
que ninguém ouviu
mas que ecoa em mim
como um trovão de dentro para fora
ninguém viu
o dia em que morri um pouco
de olhos abertos
sem despedida
sem barulho
a vida me negou com o olhar vazio
com mãos que não se estendem
com promessas que nunca se disseram
e agora eu ando com essa ausência nos braços
como quem embala o que não nasceu
como quem carrega um nome sem rosto
como quem grita sem som
eu não quero explicações
nem conselhos
eu só quero que essa dor
não precise se esconder em mim
Só quem se banhou no igarapé conhece o rio
das águas que as lavadeiras lavam como a Inocência dos meninos à beira do rio
De onde o pescador pesca com sonhos
A alegria das canções à beira do rio se ouve de longe com saudade do tempo
Quando o rio corria livre levando as histórias e canções para o mar
Da gente
Só quem se banhou em suas águas conhece o rio
E lavou a alma quem ouviu as velhas canções que hoje são poemas e histórias
Daqueles que conhecem o rio.
O rio
" Nossos pensamentos são como ondas num vasto oceano, ora calmas, ora turbulentas;
mas, mesmo quando o vazio parece nos engolir, prometo ser a luz que guia seu caminho, assim como você foi do meu.
Lembrando-a que até a mais feroz tempestade um dia se acalma e nos revela um novo horizonte".
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