Textos sobre como Curtir a Vida
Noites, assim como poemas e frases que gostaria de te entregar.
Estrelas brilhando, mas não como seus gigantes olhos os mesmo, que uma trama da vida, me encantei. Me fizeram querer ficar e ver como é ,te conhecer e me conhecer melhor.
Te entrego todos os meus desejos e pensamentos escrito em minhas frases para me expressar melhor, mesmo que não os leia, está tudo bem...
Meu caminho por acasos da espiritualidade colidiu com o seu, e nunca mais me senti só.
Te espero, mas continuo trilhando minha vida e não porque não quero, sim porque não consigo e se por acaso voltar a trilhar junto, decidir trilhar, vou estar ao seu aguardo, ansiosamente esperando pelo dia que vou ver os seus gigantes olhos brilhando em me reencontrar!
Não é um adeus, mas um até logo sincero e esperançoso.
Te aguardo com o coração na mão e com a imagem do seu sorriso cravado em minha cabeça.
Quero ser médico, não o médico como todos os médicos.
Quero ser o doutor da alegria da tristeza e da solidão, curar a dor do passarinho do cão e do gato. Curar a dor daquela criança do outro lado do mundo.
Dor da fome, da tristeza e solidão.
Fome não apenas a fome do abdômen fome esperança, fome de sonhos fome de futuro fome de paz.
Quero ser médico para curar a alma, trazer de volta a paz que todos querem, a paz que há no olhar do velhinho sentado vendo o horizonte.
A paz do passarinho solto de sua gaiola.
Quero ser médico, não médico como todos os médicos.
No silêncio
me escondo.
Falar é ferida,
palavra é exposição,
como arrancar
pedaços de mim.
Os outros pedem voz,
esperam respostas,
mas só encontro
um vazio
que ecoa dentro.
O silêncio pesa,
dói,
mas também abriga.
É sombra
que não me solta,
é tristeza
que não se explica.
E talvez…
nesse mesmo silêncio
onde me perco,
eu acabe
me encontrando.
Choro feito criança,
num silêncio que ninguém escuta.
As lágrimas descem mansas,
como notas perdidas de um blues sem culpa.
Há algo em mim que pesa,
mas não grita, apenas suspira.
Uma tristeza leve, quase sem pressa,
que me embala e depois se retira.
Levanto tranquilo,
como quem carrega o invisível.
Isolado no meu abrigo,
sou só eu e o som impossível.
No fundo, o choro me ensina:
mesmo adulto, ainda sou menino.
28/09/25
É como se uma bola de neve cheia de sentimentos, desabafo, o próprio fato de não querer estar assim, quisesse sair de uma vez de dentro de mim.
Há um mês, antes da crise que tive hj fiquei quase umas 4 horas chorando desagradavelmente sem um pingo de vontade de ser consolado...
A parte boa é quando finalmente vc consegue encher os pulmoes completamente de ar e soltar, dando a sensação de que aquela crise já passou...
Em fim um grande alivio!
Como te direi quem eu sou, se nem eu o sei?
Não por falta de atitude, eu já tentei.
Me disseram para buscar a plenitude, mas o que encontrei?
Descobri que o conceito de plenitude é vago, uma indecência.
Somos parte, metade, somos vapor, essência...
Como saberei quem sou de verdade?
Se alguém que sabe me ler, ainda não encontrei?
"Luta Interna"
Como começar sempre e assim
sempre a tristeza vem me visitar
e como eu queira voltar a poder sorrir
também com ela vem a ansiedade
como podemos controlar
ahh não tem como
sempre tentando ser perfeita
e quando paramos para ver não estamos aguentando mais nada
Do coração só sai verdades.
Não verdades como conceito fechado mas, verdades que alcançam outros corações, verdades que convidam a sentir o outro.
Na busca de companheiros de jornada formamos amigos, famílias, tribos e alcançamos corações que nunca nos viram mas, já nos sentem.
E na dúvida? Sinta o seu coração!
Ele tem verdades que as verdades humanas desconhecem.
Às vezes me pergunto: como vai minha solteirice?
Aí eu paro e penso…
Será que vale a pena sair dela?
Pra entrar nesse mundo de casais artificiais, joguinhos e desinteresse disfarçado?
Porque eu sou intenso.
Eu gosto de sentir de verdade.
Sou emocionado, sim. Quero amor real, não amor morno.
Então, sim…
Eu amo minha solteirice.
E só quem vai me tirar dela…
Ah, só alguém extraordinário.
Há laços que não se veem, mas apertam; não como prisão, mas como abraço antigo. A família é feita desses nós quietos, firmes, que seguram a alma no lugar certo. Vive-se nela como num sobrado antigo: com barulhos familiares, gestos repetidos e um calor que acolhe sem motivo.
Os filhos são páginas novas, mas já cheias de sentido. A casa pulsa nos detalhes: o cheiro do café, o brinquedo no chão, o riso solto no quintal. A bênção está nos atos miúdos; o copo d’água levado, o cobertor estendido, o olhar que entende.
Mesmo no cansaço, há sempre alguém que repara, escuta, fica. Porque a família é isso: a vida andando de mãos dadas, sem pressa, sem alarde, só presença.
sem vingança pois eu lembro de como era sua relação com seu pai.
sem vingança pois eu lembro de seu medo de abandono.
sem vingança pois eu lembro das suas palavras calorosas.
sem vingança pois você foi a minha primeira referência do amor romântico.
sem vingança pois eu lembro das competições de "eu te amo mais".
sem vingança pois fui eu que pus um ponto final.
podemos substituir por uma vírgula mas sua guarda jamais abaixará.
e assim eu serei seu eterno ponto-continuando.
As Cores da Emoção
Emoção é como o vento: não se vê, mas se sente.
Às vezes, ela chega de mansinho, feito brisa. Outras vezes, é tempestade. Vem sem aviso, sem manual. Pode morar em uma lágrima ou num riso inesperado. Pode aquecer como um abraço ou apertar como um nó no peito.
Há emoções que iluminam — como o amor, a esperança, a alegria. Outras escurecem — como o medo, a raiva ou a tristeza. Mas todas têm algo a dizer. Todas são sinais de que estamos vivos.
Sentir é parte do caminho. É como pintar a vida com todas as cores que existem: o amarelo do entusiasmo, o azul da calma, o vermelho da coragem, o cinza da dúvida. Nenhuma cor é errada. Nenhuma emoção é pequena.
O coração não precisa ser domado. Ele precisa ser escutado.
Porque entender o que se sente é o primeiro passo para cuidar de si — e também dos outros.
A verdade não é subjetiva, é fato, é uma, não existe segunda. Ela é como o Sol e a Lua, porque, por mais dias nublados que existam, mesmo que além da vontade ou interesse de quem quer que seja, sempre volta a aparecer. Ela não é apenas uma palavra, é um poder da natureza.
A verdade não se enfeita e , certamente, se alguém a visse andando por aí estaria nua. Fato é ciência, e a verdade é a elucidação do fato. A ciência nada mais busca que a verdade ainda desconhecida enquanto comprova aquela que já conhecemos.
É obrigação do jornalista trazer a verdade àqueles que ainda não a conhecem, para que todos possam ter a compreensão de que neste mundo não existe religião superior a ela.
Se é possível enganar uma pessoa, um grupo delas, ou até parte de uma nação, por algum tempo, é impossível enganar a todos para sempre.
Quem dissemina notícias falsas pode querer te convencer: "essa pode ser a verdade dele, mas não é a minha." Mal sabe essa parcela da população que mesmo que uma mentira seja contada mil vezes; ela jamais ela se tornará verdade - a história nos mostra isso através da torpe cruel e fútil propaganda nazista.
A verdade não necessita de maquiagens, joias ou enfeites, e nem mesmo de qualquer veste ou traje. Quando ela passa, não passa desapercebida. Todos, mesmo que relutantes ou contrariados, sem exceção, reconhecem a verdade quando a veem.
Bauman que me perdoe, mas pós-verdade é o "cazzo". Ele não teve oportunidade de vislumbrar este início da era da informação e do conhecimento. Penso que talvez a pós-verdade que surgiu - preocupada na vã filosofia deste grande pensador - nada mais foi do que um prenúncio de que os dias nublados estão por findar-se.
A era da informação e do conhecimento, óbvia e lógicamente, também é a era da verdade, e, ela sempre se faz acompanhar da liberdade e da transparência. Se quem tem telhado de vidro não atira pedra no do vizinho, hoje as paredes também são de vidro.
Assis Chateaubriandt dizia que só o real é contraditório, ligeiro que era, já sabia que tudo que é oculto, um dia será revelado. Assim é a história da humanidade. E, se a verdade liberta, liberte e será libertado. Conte a verdade e você também a conhecerá.
Morada da saudade
Há sentimentos que nascem quietos,
mas crescem como tempestade dentro da gente.
E foi assim com você.
Eu nunca senti por ninguém
o que sinto por você.
Não sonhei só com palavras,
não desejei apenas conversas bonitas —
eu quis presença,
caminho,
vida dividida.
Quis a gente junto,
plantando o dia,
colhendo o amanhã.
Enfrentando os ventos,
mas também se aquecendo no sol
dos momentos bons.
Eu sei que daríamos frutos,
daqueles que nascem do cuidado,
da entrega,
do amor sem pressa.
Mas olha como está...
tão difícil, tão longe.
A dor visita,
a saudade faz morada.
As noites vêm com o teu nome,
e quando o dia abre os olhos em mim,
lá está você —
meu primeiro pensamento,
meu silêncio mais alto.
E mais uma vez,
sou abrigo da falta que você faz.
O peso do silêncio
Dizem que nascemos sozinhos e morremos sozinhos. Dizem isso como se fosse uma verdade fria, científica, quase um aviso. E talvez seja. O que ninguém diz, ou talvez finjam não perceber, é que, entre o começo e o fim, a solidão também aparece. E não é aquela que se resolve com companhia, é outra, a que mora dentro.
Chega uma hora em que o tempo desacelera. As visitas ficam mais raras, os telefonemas cessam, e a casa vai ficando grande demais para quem já viveu nela cheia de vida. Os móveis guardam mais memórias do que utilidade, e a alma, essa danada, começa a tropeçar em lembranças que insistem em não morrer.
Sinto-me como um velho pilão esquecido no canto de uma varanda. Já fui força, já fui utilidade, já fui indispensável. Hoje sou história que quase ninguém pergunta, silêncio que quase ninguém ouve.
As mãos tremem, a visão falha, a juventude se foi, mas o que mais dói é o espaço vazio na rotina, como se o mundo seguisse em frente e eu tivesse ficado preso em algum ontem que não volta.
Conto os dias, sim. Não com tristeza, mas com certa dignidade de quem sabe que ainda está aqui. E se ainda posso escrever, lembrar e sentir, então ainda sou. Mesmo que meio apagado, mesmo que decorativo, ainda sou.
E quem ainda é, ainda pode ser. Nem que seja só abrigo para uma saudade, ou um canto sereno onde a vida, mesmo em silêncio, continua a respirar.
Que seja breve cada dia que passou longe de vc, que cada hora passe como segundos, cada segundo como milésimos, há minha princesa linda, como queria estar nesse momento espreitando seu corpo, tocando em seu rosto, beijando - te, como se o mundo lá fora não existe, como se fossemos eu e vc numa ilha deserta.
Tenho saudade de estar ao teu lado 24h por dia, saudades quando estou com vc, saudades de amar cada centímetro do seu corpo.
Acordar abraçado com vc, nos amarmos, e percebemos que somos um do outro pra toda eternidade
HERESIA
Te engulo como quem já morreu de fome. Com os olhos cerrados na vertigem do teu cheiro. Te tomo como anjo que escolhe cair não por pecado, mas por desejo de habitar tua alma, como quem entra sem pedir licença, nu de si mesmo.
Sou ausência que arde sob tua pele. Memória do toque mesmo sem o toque. O silêncio entre nós virou idioma. E tua respiração, confissão.
Cometemos a heresia da carne como quem reza com o corpo. Sem culpa. Sem o peso dos que condenam.
Te envolvo sendo, às vezes febre, às vezes brisa. Num abraço onde o mundo silencia e só resta esse instante: nós. Em transe. Em verdade. Em tudo que não nos cabe.
Se há uma força nisso, é aquela que dilacera e acalma. Que fere com ternura. Que transforma a heresia do desejo carnal em uma forma de permanecer, mesmo quando os corpos se afastam.
Augusto Silva
A ideia da alma gêmea habita os sonhos humanos desde a Antiguidade. Platão já a descrevia como a metade perdida que um dia foi separada pela vontade dos deuses. Buscar a alma gêmea é, portanto, mais do que buscar alguém que nos complete: é uma tentativa de reencontro com uma parte esquecida de nós mesmos.
Mas o que define uma alma gêmea? Não é apenas afinidade, nem apenas amor. É o silêncio que conforta, o olhar que compreende sem esforço, a sensação de que a vida, ao lado daquela pessoa, encontra coerência. A alma gêmea não precisa ser perfeita apenas profundamente verdadeira.
Encontrá-la é como voltar para casa sem jamais tê-la conhecido. E, nesse instante, percebemos que não estamos mais sozinhos no mundo.
Aperto no Peito
Angústia, aperto no peito,
Que sufoca como se eu estivesse no leito.
Aperto no peito, que tira da realidade,
E só me faz pensar em maldade.
Aperto no peito, uma dor sem jeito,
Que me consome, me leva pro leito.
Aperto no peito, um vazio imenso,
Descrever? Torna-se algo tão tenso...
Aperto no peito, dor persistente,
Que insiste em destruir minha mente.
Aperto no peito... que não se desfaz,
Uma dor que sufoca e nunca tem paz.
@tebaldi_emilia
Toque de Fogo
Ela encosta no espelho, lenta,
como se tocasse a minha vontade.
Desliza os dedos pela pele quente,
e cada gesto é pura maldade.
O vestido, já quase ausente,
escorrega como promessa ardente.
Seus seios, meio ocultos, meio exibidos,
me hipnotizam, me deixam perdido.
Ela geme sem som, só com o olhar,
e eu já não sei se devo implorar.
Minha boca deseja a pele dela,
meu corpo pulsa só por ela.
A curva das coxas, o rebolar,
a forma como começa a se tocar...
É tortura e é bênção, é tentação,
é um inferno doce no coração.
Minha imaginação vira loucura,
visualizo a cena com fissura.
Minha língua nela, sua pele em flor,
sua respiração dizendo “por favor”.
E o espelho o espelho é só um meio
entre o real e o meu devaneio.
Porque o que ela faz, ali, sem pudor,
não é dança: é arte feita de calor.
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