Textos sobre como Curtir a Vida

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⁠Morena linda dos lábios cintilantes
Deslizar em suas curvas sinuosas.
São como músicas maravilhosas.
O tanto que os toco acho deslumbrante.

Agarrar, beijar, sentir as batidas do coração.
Cada detalhe que nos envolve nesse enlace.
Deixa-me desbaratinado com esse impasse.
Subindo em mim uma adrenalina de emoção.

Que embalados com a trilha sonora de Djavan.
Talvez seja mesmo a minha constante sina.
Seguir o caminho dessa vida passando no divã.

Esperar o amanhã que ainda é muito duvidoso.
Incerto e silencioso, não farei nada de anormal.
Mas sei que levarei nossas imagens orgulhoso.

⁠Oração Cabalista de evocação Divina.


Eu e o Senhor, somos UM.
E assim como O Poderoso Nume do Universo sempre requisita minha presença perante Ele, eu também Exijo que Sua Excelente presença, compareça perante mim. Apresento-me a Ti com tudo que tenho e sou.
Assim também determino - porque somos UM, e Tu estás em mim e eu estou em Ti -, que Tu compareças perante mim, com TUDO o que És e Tens.
E que assim seja para todo o sempre.
🙏🏼
🙏🏼✨✡️✨🙏🏼
🙏🏼

⁠A doce presença da morte
Não havia sinais que aquele seria o último dia dela, a manhã foi como todos as outras, levantou-se, lavou o rosto, preparou o café e foi trabalhar, nada indicava que aquele seria seu ultimo dia na terra dos vivos. Ela trabalhou como nunca, deu todos os telefonemas necessários, resolveu todas as pendências e foi pra casa no final do expediente e seguiu o mesmo caminho, mal sabia ela que naquela curva da avenida com uma rua qualquer, alguém fecharia os cruzamentos e bateria no seu carro, encerrando de vez o seu dia tranquilo e monótono. Se ela sofreu não se sabe, o que deu pra ver é que seu semblante era de um trabalhador cansado por um dia de trabalho exaustivo, 40 horas semanais, sem ir ao cinema, teatro, barzinho, sem tempo pra se divertir ou cuidar da família ou amigos, rosto de quem nunca teve tempo para viagens e bobagens deste tipo. Ninguém prevê os instantes, talvez se ela soubesse que seria seu último dia, ela sairia cedo do serviço e visitaria sua família ou faria algo que sempre quis fazer e nunca pode fazer por falta de tempo. Não dá pra mudar o momento, mas tudo seria diferente se ela soubesse antes que a vida pode ser mais leve, só dependia dela dividir os fardos. Descanse em paz, dizia a lápide dela.

⁠Já parou e pensou que daqui um tempo seremos apenas história?
E devido a quê vive como se nunca fosse morrer?
E Como toda história a sua será lembrada por poucos e apenas em pequenos momentos.
Mas tem a possibilidade de assim como um livro de encontrar um bom leitor, que fique apaixonado, e saia indicando a tantos quanto puder.
Você pode se perguntar "mas eu estarei morto, de que vai adiantar tanto esforço para ser lembrado?".
Ser lembrado é consequência de quem viveu abundantemente, não em anos, mas entregando tudo de se tem em um bom livro.
Bons leitores só se apaixonam por ótimas histórias!

⁠Como leão
Na multidão
Diante de muito ego
E solidão

O raiar do sol como clarão
O nevoeiro na escuridão
Diante de muita chuva
E insolação

O pular das ondas na imensidão
No mar do guardião
Diante de muita água
E consolação

Tu vens
Tu vais
Tu ias
Tu, mas só tu

Transeunte
Da vida
Das estações
Da equipe do metrô

Eram tantos
Falhos
Falantes
Inquietos
Corridos

Dos algozes
Dos albatrozes
Dos abutres
Das vozes

O soar
O ressoar
O verbalizar
O falar

O nada
O tudo
O início
O fim

É chegada a hora
Do banho de mar
Para alinhar
O caminhar

Dos nós
De nós
A sós
E sós
Como nós

⁠O amor ele na respeita e muito menos se sujeita a regras como:

- Raça;
- Cor;
- Credo;
- Idade;
- Distância;
- Classe Social;
- Classe Financeira;
- Status de relacionamento;
- Estado Civil;
- Etc.

Quando ele resolve acontecer, se transforma num trator de esteira e sai derrubando tudo que vem pela frente.

⁠COMO NASCE O DESEJO

Acho interessante como o desejo em cada pessoa, pode nascer diferente e de forma peculiar em cada pessoa.

Uns são visuais e se interessam por aquilo ou alguém que os olhos carnais podem observar.
Outras pessoas enxergam com a alma e começam a observar na essência.

Quando te olhei, foi um misto das duas coisas, pois meus olhos físicos observavam seu semblante, o sorriso que as vezes era tímido e outras vezes eram largos e generosos, bem como suas curvada que, inevitavelmente começar a permear meu imaginária.

A mistura do Físico com o emocionais acabou acontecendo pois fui capaz de ver a sua alma do ser humano incrível que és.
Difícil não desejar-te pra vida.
Parabéns Senhorita Beleza.

⁠Oi, hoje eu tinha tanto pra te dizer, como ontem..
Pensei em te ligar, mas não era minha voz que você queria ouvir..
Pensei em ir ai, mas nao era a mim que vc queria ver..
Meu peito sufoca a sua ausência, não vejo uma luz no fim do túnel e isso é o que mais dói.
Meu peito guarda seu lugar, meu coração sabe que é seu, e meu corpo só acende com o seu por perto..
Meu corpo doente, minha mente cansada procuram um lugar para descansar, mas a minha casa está longe e já não me quer mais por perto.
O que fazer? Não sei.

⁠A Medicina, o Médico e a Poesia.


Os instrumentos cirúrgicos de um habilidoso Médico, são como a pena de um delicado escritor que produz o mel da Alma. O delicado Médico, é o Poeta Científico; mas que traz alívio às dores do Corpo, assim como o Poeta Artístico, traz alívio, às dores da Alma!
E o Corpo do Paciente, é o bloco de papel onde o Médico, escreve sua linda poesia.
🪶

nos desvaneios da noite, onde o silêncio dança,
guardo segredos profundos, como notas numa pauta.
palavras que se escondem nas sombras do meu ser,
como rios subterrâneos que buscam o mar a renascer.

no vazio do meu peito, habita uma melodia,
revelando sonhos ocultos, teias da fantasia.
segredos que me envolvem, como um manto a me guiar,
num labirinto de mistérios que só eu posso desvendar.

em cada suspiro, em cada olhar que não se vê,
são segredos silenciados, histórias que não pude dizer.
nos traços da minha face, em linhas esculpidas pelo tempo,
reside a alma inquieta, um segredo em cada momento.

e sigo adiante, com sorrisos e máscaras no rosto,
escondendo do mundo as chagas que ainda não foram expostas.
mas na verdade mais íntima, na essência que me faz pulsar,
os segredos se agitam, clamam para se libertar.

e se um dia a coragem me invadir como um vendaval,
desnudarei minha alma, soltarei cada segredo nesse ritual.
para que a verdade, enfim, desabroche como uma flor,
e revele ao mundo inteiro o que guardo com fervor.

pois na escuridão do segredo, há uma força a se erguer,
um fogo que arde e anseia por se fazer conhecer.
e quando finalmente eu abrir o livro do meu ser,
descobrirei a paz que tanto busquei e nunca soube onde obter.

então, envolto em coragem, desvendarei cada véu,
e na música dos segredos, encontrarei meu eu.
pois no fundo de todos nós, há histórias por contar,
e nas entrelinhas da vida, os segredos estão a se revelar.

Eu sou um ser que ama sem medidas,
Meu coração é repleto de amor e carinho,
Assim como a música "Butter" do BTS
Que me faz sentir tão leve e feliz.

Minha família é meu porto seguro,
A música "Dynamite" do BTS
Me faz lembrar das risadas e momentos bons,
Que compartilhamos juntos, sem nenhum medo.

Em nossa família, o amor é uma "Magic Shop",
Onde encontramos conforto e esperança,
Assim como na música do BTS que nos inspira,
Acreditamos que juntos podemos superar qualquer adversidade.

O amor de mãe é como a música "Spring Day",
Que mesmo quando a saudade bate forte,
Seu abraço me acolhe e me conforta,
E eu me sinto segura, protegida e amada.

No ingênuo amor de família, encontro "The Truth Untold",
Onde compartilhamos nossas dores e segredos,
Mas também encontramos força e apoio mútuo,
Como na música do BTS, somos verdadeiros e inquebráveis.

E assim, o amor de família é como a música "Blood Sweat & Tears",
Intenso e verdadeiro, com altos e baixos,
Mas sempre presente em nossas vidas,
Fazendo-nos mais fortes e unidos a
cada dia.

⁠Todas as coisas agora me lembram de como o amor costumava ser. Taboas dilatadas em lugares
solitários. Condicionador viscoso em meus cabelos. Sólidos livros. Suas variegadas lombadas.
Turbilhão de palavras como um coquetel agitado, umbigo em torvelinho, pulsante asterisco.
O passado é isto: ter sido jovem e desejosa e não ser mais.
No futuro, as taboas explodirão sem mim. Oro para que elas
não passem despercebidas. Quem irá cavalgar os cavalos do cemitério? Loiras e incorrigíveis madeixas
soprando em seus olhos. Quando eu caminhava pelos cemitérios comentando
sobre os nomes estranhos. O presente: seguir um caminho sem amor é cortejar
um vazio roxo azulado, como uma gruta ou uma boate. Ou a caverna onde cadáveres
são armazenados no inverno, quando uma pá não consegue romper o solo congelado.
Eu já vi tais lugares. Já estive sozinha neles. Som de água marulhando.
Animais chamando uns aos outros. Eco da minha própria respiração. Fumaça saindo
da minha boca no frio. Memória, um intruso em um canto que quer matar,
pedra pesada na mão. E a poesia. Este poema agora. Este caso de uma noite.
Trad.: Nelson Santander

⁠Velha infância
As vezes paro pra pensar de como eu era feliz e não sabia
brincava o dia todo e só voltava de tardezinha

Brincando na chuva sem medo de adoecer
Se adoecia brincava doente mesmo
Eu não queria nem saber

Cabo de vassoura era cavalo
Bolo de chocolate era feito com areia
Dinheiro era folha de mato
E pra aprender a andar de bicicleta descia sem freio em alguma ladeira

No mesmo dia eu podia ser polícia como também ladrão
Podia ser quem fazia o que era errado
mas também lutava contra o vilão

Barragem pra mim era o mar
lençol era vestido
pedra era carro e moto
eu só consigo lembrar o quanto tudo isso era divertido

A espera de um príncipe, as vezes era a princesa encantada
A janela era minha torre, meu grande cabelo era uma toalha

No mesmo dia quando eu me cansava de ser princesa
Eu me tornava a bruxa malvada

Se faltava energia, a preocupação não era ficar sem internet
Na verdade a gente ficava feliz, pois nosso avô acendia um candeeiro
Juntava todos os filhos e netos e contava história de terror pra gente

Hoje em dia pra ser aceito e agradar todo mundo
Tem que seguir a onda da galera, fazer o que os outros fazem e as vezes até ser fura olho
Em meu tempo pra ser aceito, só tinha que ter catapora e piolho

Hoje em dia as crianças nem piolho tem
Não tem a briga com a mãe pedindo pra não catar na frente de ninguém,
Elas faziam por desaforo pra todo mundo ver
Catava mesmo na calçada de casa, que era pra nós aprender

A preocupação que a gente tinha era não perder o desenho animado
Eu amava historinhas de dragões, Madeline e as três espiãs demais
Eu dizia “Raposa não pegue” em Dora aventureira que era um desenho pra retardado

Eita tempo bom que tenho saudade, mas não volta mais
Por que paramos de sorrir?
Por que ninguém brinca mais?

Não mentiu quando falou o filme do pequeno príncipe “o problema do mundo é que ele se tornou adulto demais”

Qual o problema de um adulto sua criança interior soltar?
Brincar, correr e pelo menos por um dia deixar suas preocupações pra lá

Tem uma frase de Oliver Wendel que diz assim “Nós não paramos de brincar porque envelhecemos, mas envelhecemos porque paramos de brincar.”
Que saudade da velha infância
Sem preconceito e racismo
Ninguém pensava em nenhum mal
A gente brincava e arengava
mas no fim das contas... todo mundo era igual...

E pra encerrar esse cordel quero dizer pra vocês
Um dia dissemos “amanhã a gente brinca” e essa foi a última vez

⁠Emilly, teu nome dança como brisa,
No palco dos versos, tua essência canonisa
Nome Imponente e ao mesmo tempo afável
Aquela que fala de modo agradável.
Teus olhos guardam uma constelação secreta,
Refletem visões em noites repletas.
És a musa do sonho e da ilusão,
No teatro da vida, és a encenação.
Emilly, és a pintura em tela abstrata,
Na paleta da alma, és cor que desata.
Tua determinação é um rio incessante,
No escuro do quarto, é uma dançante.
Emilly, guerreira, és espada flamejante,
Na batalha do tempo, és a constante.
Do teu nome floresce esse poema
Inteligência, diligência e graça
Fazem parte do teu ecossistema.
Celebremos a tua existência,
Emmie, Mille, Mila, Lili
Que a vida seja pra ti,
Sempre afinada, Com amor e esperança, de alma lavada.
(FELIPE REIS)

⁠No momento atual, é notável como as pessoas têm se deixado envolver por mundos paralelos, como o da internet, festas, vantagens pessoais, negligenciando as coisas importantes da vida. Nessa busca incessante por prazeres efêmeros e satisfação imediata, a frieza e a falta de comprometimento com a sociedade se tornam cada vez mais evidentes.
Nesse contexto, é preocupante observar como muitos indivíduos valorizam apenas suas próprias escolhas, subjugando o próximo ao insucesso e relegando a importância do coletivo. A falta de empatia e solidariedade se tornam características marcantes, enquanto a busca pelo sucesso individual se sobrepõe à construção de uma sociedade mais justa e igualitária.
É fundamental refletir sobre os valores que estamos cultivando e as prioridades que estamos estabelecendo em nossas vidas. Será que estamos realmente buscando o que é essencial e significativo? Será que estamos construindo relações verdadeiras e duradouras, ou nos perdemos em superficialidades e aparências?
É necessário resgatar a importância da conexão humana, do cuidado com o próximo e da responsabilidade social. Devemos lembrar que nossas escolhas e ações têm impacto não apenas em nossa própria vida, mas também na vida daqueles ao nosso redor e na sociedade como um todo.
Portanto, é preciso questionar: estamos construindo um futuro de vazios, onde as relações são superficiais e o individualismo prevalece, ou estamos buscando um futuro de significados, onde a solidariedade, o comprometimento e a valorização do coletivo são prioridades?
A resposta a essa reflexão está em nossas mãos. Cabe a cada um de nós escolher o caminho que queremos trilhar e o legado que queremos deixar para as gerações futuras.

⁠O DESTINO

O destino prega peças,
Nos faz agir as pressas
Vezes amargo como fel,
Outras doce como mel

O bom disso tudo
E as vezes no miúdo
Faz a vida acontecer
A doçura te conhecer

A pensar me ponho
Poder ser um sonho
Me entrego por inteiro
A magia do seu cheiro

Que inebria e desatina
A meiguice de menina
E por mim é pretendida
Você na minha vida

⁠“Todos os caminhos levam ao lar.”

Verdade, mas não em um sentido linear, não como um meio para um fim.
O lar não é um destino encontrado no limiar do tempo.
A verdade é o reconhecimento sem caminhos do que é.
Não apenas um reconhecimento, mas simplesmente as gargalhadas existenciais que surgem quando a busca desmorona o sujeito buscador e o caminho se aniquila.
“Todos os caminhos levam a lugar nenhum” tem um tom melhor de verdade.
A maioria dos ensinamentos espirituais objetiva a verdade que o deixa preso na dualidade sutil de sujeito/objeto.
A mente o ama, pois é diviso em sua própria natureza.
Tudo o que ela faz é conceituar o absoluto.
Ele evoca um assunto de um acontecimento contínuo e diz
"este sou eu,
o resto não é"
como pegar uma onda do oceano ... fofo, mas impossível na realidade.
A maioria dos ensinamentos lança a ilusão de um caminho que obscurece o verdadeiro olhar do supremo e o deixa engolido pela inquietação envolvente da linearidade - a imitação da chegada.
E mais cedo cada caminho que você trilhar será deixado abandonado,
mais frequentemente julgado por tê-lo enganado.
Você então atesta seu caminho recém-descoberto.
"Esse é o novo caminho. Eu encontrei o caminho."
Então, por que ensinar?
não ensine.
Simplesmente compartilhe o que mexe com sua alma, humildemente.
Minha descrição favorita de um verdadeiro professor é transmitida pelas palavras de Laozi
“ele/ela ensina sem um ensinamento, para que as pessoas não tenham nada a aprender”
A verdade não precisa de caminho nem de ponteiro.
É o dedo e a lua, pois nunca houve distância entre sua existência aparente.
A verdade se manifesta em todas as coisas.
Mesmo objetos inanimados tentam nos revelar Deus.
Para saborear a verdade irrevogavelmente,
todos os caminhos ou a ilusão deles devem desaparecer,
toda conceituação deve ser abandonada,
... incluindo o mito do "eu".
Existe realmente um caminho certo

⁠Queria não estar aqui, mas para estar ali, seria indiferente, seria vazio, como estar lá, bem distante, próximo de onde saí.
Queria poder conversar, fitar olhos, ver sorrisos, ouvir histórias, contá-las, mas não posso, o tempo não me ajuda, acabo por me distanciar mais ainda.
Queria ter, porém, prefiro ser, ser mais eu, ser mais humano, ser aquele Maninho de tempos passados, que de certa forma se perdeu na estrada.
Queria poder abraçar, juntar os cacos meus e teus, sem uma palavra trocar, apenas acalentar a alma, enxugar um pranto e fazer um sorriso brotar.
Queria, mas não quero mais, agora eu preciso, eu necessito, de alguém que não seja um colega ou um conhecido, que eu possa realmente chamar de amigo.

⁠É como se o amor do outro bastasse para eu viver.
Como se eu precisasse de um outro para existir. E viver apenas em função desse outro, desse amor, seria o bastante.
Ficando ausente o desejo de conquistar outras coisas na vida, de ser alguma coisa por si mesmo… na verdade, o desejo em ser alguma coisa, em fazer alguma coisa e me tornar alguma coisa, existe, mas o sentimento de incapacidade, e a minha incapacidade diante da oportunidade de realmente me tornar alguma coisa é tão grande, que acabo sempre me sabotando, não me achando suficiente e assim vou vivendo, buscando alguma coisa para preencher esse vazio.
E o desejo maior é ter um outro, e esse outro poder fazer isso. E nisso, vivo, dependente do outro, existindo através do outro, me anulando…

⁠Ela se sentia como se estivesse em uma montanha-russa emocional, com altos e baixos que a deixavam com o coração ansioso e apreensivo. Cada dia era uma batalha para manter a calma e encontrar a força interior necessária para seguir em frente.
Às vezes, ela se perguntava se algum dia seria capaz de superar essa ansiedade constante que a atormentava. Mas, apesar de todos os desafios, ela sabia que tinha uma escolha: deixar-se afundar na tristeza e no medo, ou ser forte e encontrar uma maneira de lidar com tudo.
Ela escolheu a força.
Ela sabia que não seria fácil, mas também sabia que não estava sozinha. Ela tinha amigos e familiares que a amavam e a apoiavam, e ela sabia que podia contar com eles para ajudá-la a superar os momentos difíceis.
Com o tempo, ela aprendeu a encontrar momentos de paz e tranquilidade, mesmo em meio ao caos. Ela se concentrou em cuidar de si mesma e encontrar atividades que a ajudassem a relaxar e encontrar equilíbrio.
E, aos poucos, ela começou a sentir sua força interior crescer. Ela se tornou mais confiante e corajosa, capaz de enfrentar desafios que antes pareciam insuperáveis. E ela soube que, embora a jornada ainda fosse difícil, ela tinha a determinação e a coragem para superar qualquer obstáculo que surgisse em seu caminho.