Textos sobre as Pequenas Coisas da Vida
Quando nossa alma está inquieta, assolada por toda ordem de tormentos, urge, que aprendamos primeiro a não nos deixar afligir com o devir do tempo para que essa aflição não intensifique o impacto de tudo o que está nos amargurando no momento. Por isso, antes de qualquer coisa, ocupemo-nos dele, do tempo, com coisas dignas, prestativas e boas, para que ele não venha se ocupar de nós, com mais angústias em nossa desocupação.
A Santa Cruz é, ao mesmo tempo, vara e balança. Ela, a cruz de Cristo, é prefigurada nas balanças e varas que se fazem presentes no Antigo Testamento e, após o escândalo da crucificação, é diante dela que temos nossos méritos e deméritos devidamente pesados e, frente a ela que receberemos aquilo que nos é devido na medida da misericórdia divina e na proporção de nossa humildade.
Quando ficamos esperando que os outros façam por nós algo que não nos dispomos a realizar em benefício próprio é porque estamos, veladamente, confessando a nossa canalhice por meio de outros termos. E, na real: todo canalha é bom nisso, em projetar sobre os outros as suas responsabilidades. Tão bom que, ainda por cima, é capaz de fazer o outro sentir-se culpado pela irresponsabilidade do biltre.
As últimas peripécias totalitárias do governo de Nicolás Maduro, o little Chávez, contra o povo venezuelano demonstram, entre outras coisas, o quão canalhas são os idólatras defensores desse biltre aqui no Brasil, que estufavam o peito para defender o Bolivarianismo como se esse trambolho fosse um exemplo de democracia e de respeito aos direitos humanos. Pior! São bem capazes de continuar insistindo nessa tecla sem, ao menos, corar de vergonha, haja vista que essa lhes é uma ilustre desconhecida, tanto quanto o é o senso de realidade.
Descobrimos o que há no íntimo de nossa alma - ou, como dizem os populares, do que somos feitos – não tanto quando estamos atarantados com nossas obrigações corriqueiras, mas sim, nos momentos entre uma obrigação e outra – ou entre uma obrigação e nada, somos brindados com a delícia de termos em nossas mãos o tal do tempo livre. O que fazemos com ele revela quem de fato somos, quando desnudados de nosso disfarce profissional.
Nós, modernosos cristãos católicos, aceitamos a cruz, a nossa cruz, mais nominalmente que de fato e, ainda por cima, dum modo geral, não reconhecemos nela a sua real importância para viver e compreender a vida. A nossa vida. Em muitos casos é muito mais um adorno [verbal e/ou material] que qualquer outra coisa.
Horas e mais horas trancafiados numa sala de aula podem até auferir a um aluno o tal do diploma, porém, essas horas de cárcere não irão garantir que o indivíduo estará liberto e protegido dos grilhões do famigerado analfabetismo funcional não. Na verdade, em muitíssimos casos, o diploma apenas atesta que o infeliz é um. E esse é o dado que primeiramente devemos reconhecer e encarar antes de falarmos um “a” que seja a respeito da dita cuja da educação. O primeiro.
As pessoas, dum modo geral, não procuram a verdade e não a acatam mesmo que ela lhe bata as portas da percepção. O que a maioria dos indivíduos procuram sem cansar e sem cessar é o primeiro boato do dia para nele, entusiasticamente, acreditar e voluntariamente propagá-lo aos quatro ventos para todos aqueles que desejarem o mesmo que eles: uma fofoquinha para ocupar o tempo das conversar fiadas do dia a dia.
A minha força não vem de mim e sim de Deus e dele há de vir toda minha felicidade .... Pois sou humilde de reconhecer que sou fraco e simples e sei que dependo de ti . As vezes me vejo cego a ponto de me perder do seu caminho, e quando olho para o lado me vejo sozinho pois minha carne possui desejos egoístas mais minha alma nunca esquecerá do seu caminho pois é ela que recebe diariamente seu espírito santo através de minha fé !
"E eu creio que vai ser uma semana do agir de Deus em nossas vidas, do mover dEle em nosso favor. Sua misericórdia vai nos alcançar e vamos vencer os obstáculos que aparecer no caminho. Que tenhamos sabedoria nas decisões, e fé para nunca desanimar... Afinal a fé que eu tenho me deixa em paz, pois tenho a plena certeza que tudo vai acontecer no tempo dEle. Amém!"
"E já acordo dando glória a Deus, por mais um dia em Sua presença. Mesmo em meio a provações, sei que meu milagre vai chegar, o tempo dEle é perfeito. E digo sem medo! Confie no Senhor, seja forte, não desista, Deus vai honrar você. Continue com sua fé inabalável, pois Deus conhece seu coração e ouve sua oração... Afinal, Deus é amor."
Seria mais provável que eu acreditasse nos teus gestos. A tua atitude ativa contrária aos meus interesses, são freadas bruscas as minhas ações. Tinha razão Souto (2016) em dizer, "Há coisas que não se traduzem com palavras, elas se demonstram com atitudes. Palavras se perdem, atitudes não". Mas, então, fico confuso.
Tudo o que realmente é bom exige de nós uma certa dose de trabalho e de sacrifício que devem ser graciosamente realizados por nós mesmos, jamais por outrem. Tudo o que é ruim, mas que se apresenta com a decadente fantasia de cidadanite crítica, quer ter tudo, tudinho, com o trabalho dos outros, obviamente, e realizar as mais mirabolantes sandices com o sacrifício alheio; jamais com próprio, é claro.
Há inúmeras formas de agir civicamente em sociedade, mas poucas delas são dignas de pessoas minimamente maduras e de serem merecedoras de nosso respeito. Bem, não é preciso nem dizer que, atualmente, o tal do respeito e da vergonha nas ventas foram passear e, ao que tudo indica, não estão querendo voltar tão cedo para essas plagas.
Quando você estiver lendo um livro, seja da grande literatura universal ou não, e um caipora com pose de sabidão lhe perguntar qual é a análise crítica que você faz do mesmo, abandone o sujeito, e bem rápido, porque se você se demorar só um pouquinho com o cafifento, ele começará a falar, e falar, e falar e então seus ouvidos serão utilizados com uma latrina para excrementos verbais multiculturais e sua cabeça transformada numa fossa para os dejetos ideológicos que pululam nesse tipo de alminha criticamente crítica.
O problema dos inteligentinhos é que eles não estão francamente interessados em conhecer a verdade, principalmente se ela vier a machucar o ego podre de mimado deles. O que eles realmente querem é ouvir uma pessoa maliciosa apresentar uma explicação amornada, fingida e, como eles dizem, equilibrada, para que possam dissimular superioridade e se sentir acima do bem e do mal em suas conversas criticamente ocas e politicamente corretíssimas.
Até podemos evoluir exteriormente, mais interiormente estamos retrocedendo. Estamos nos tornando, seres lógicos, sem qualquer percepção sobre o eu, sem sentimentos, legalistas e raivosos. Somos sábios e ao mesmo tempo tolos, nossos acusadores sobre isso são nossas ações, não as nossas palavras.
Devemos entender que ninguém será como nós queremos que seja. E se a pessoa é do jeito que queremos para amá-la isso não é amor, pois olhando do ponto de vista do amor de Cristo que representa o amor do Eterno, Ele nos amou do jeito que éramos. Na verdade é isso que muda a outra, primeiro o amor depois o novo nascimento, sem amor não à mudança, e a mudança só acontece amando.
Devemos nos conhecer embora eu costumo dizer que apenas nos suportamos, avaliar cada circunstância assim desse modo tomarei decisões responsáveis, em uma busca sincera que diz; qual é minha jornada e função no chão da vida? Em nome do Cristo digo; leShem Shamaim — isso é; em Nome dos Céus?
Há um dizer do Rebe de Kotsk que diz; "Se eu sou eu porque você é você porque eu sou eu, então eu não sou eu e você não é você. Porém, se eu sou eu porque eu sou eu e você é você porque você é você, então eu sou eu e você é você". E acrescento dizer: se há alguma mudança em mim para você, que venha de mim e não de você, me forçando a mudar.
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