Textos sobre as Pequenas Coisas da Vida
Minha amiga.
Minha amiga eu te entendo
Também não quero mais viver
Vejo dentro dos teus olhos
O que não se deve ver.
Sinto a tua dor em mim
Deve sentir também a minha
Talvez seja nosso fim
Sem esperanças não se caminha.
Vou segurar a tua mão
Iremos para qualquer lugar
Enxugarei o teu pranto
E serei teu acalanto.
Desapaixonar.
Eu posso ver através de todos os traços
Por isso é tão difícil me acostumar
Com a ideia de que você não quis me amar.
É complicado perceber que me enganei
Quando em ti olhava
Um brilho que só eu causava.
Mas terei que me conformar
Deixar-te-ei viver as tuas lembranças
De esquecer-te tenho esperanças.
A vida é bela, eu sei.
Por esse motivo não mais vou pensar
Já está em tempo de me desapaixonar.
Há dias queria te encontrar...
A saudade estava grande e
parecia não mais terminar
Eu te buscava em todos e
em cada lugar.
O que eu não sabia era que você
também sentia saudades.
Mas hoje o acaso me levou pra você
Sem combinado, e sem nada ensaiado
Pudemos nos encontrar.
Somente seus olhos e sua voz podem me acalmar.
Então não demores a voltar
Você sempre saberá onde me encontrar
Eu estarei aqui quando quiseres voltar.
Até breve...
Moço
Moço me desculpe se quebrei teu coração
Mas na verdade nunca tive a pretensão
Deixe -me em retratos quebrados
Só me esqueça sem saber pra onde vou
Prometo não deixar vestígios do passado
E nunca saberá quem hoje sou.
Dou-lhe a palavra que jamais virei
Onde quer que esteja eu desviarei
E do teu coração desaparecerei.
Agora moço, me diga sinceramente
É isso o que realmente
Vai querer?
Queria ser.
Eu queria ser uma borboleta
E enfrentar os ventos sul e norte
Pousar numa flor de cor violeta
E beijar margaridas se tiver sorte.
Eu queria ser um gigante azul
E ter um brilho quente de acessório
De noite desfilar o cruzeiro-do-sul
E ver o rosto límpido ilusório.
Eu queria ser um peixe boi
E nadar nos mares gélidos do ártico
Pensar que o que passa já foi
E sorrir para quem parecer apático.
Afaste-se, do verbo não se apaixone.
Na inquietude de uma noite tórrida
Fico me policiando para não pensar em ti
As conclusões de uma mentira sórdida
Visto assim que até enfim não desmenti.
Eu sei que olhar vai arrancar pedaço
Sinto o tempo que ainda passa
E em cada vestígio de descompasso
Mais o coração devassa.
Eu queria saber onde desligar
O vagar de angústia e sentimentos
Agora não sei se muito servirá
Já és notícia para os pensamentos.
Aconchegar.
Aconchegue-se em uma poltrona macia
Chegue cedo para conversar
Fale tudo o que te denúncia
Se entregue sem pestanejar.
Teus monstros irão de assombrar
Mas com laços cor de rosa
Já vai rir não mais chorar
Talvez chama-los em prosa.
Derrame mil e uma lágrimas
Depois enxugue o rosto
Tome chá com guloseimas
E retorne à seu posto.
Querida agonia.
Hoje acordei por ti sendo sufocada; ansiedade faz-me deveras exaltada.
Quero dizer-te que não sou mais imprudente, quero pensar em comunhão daqui para frente.
Deixe-me então a ver navios no espaço, sendo relapsa e corriqueira.
Quero viver assim de tal maneira,
Que te afronte ao seguir dos passos.
Já és peça de museu ó bela dama, não se agonize até o fim.
Venha beber fim de semana
Mas bem distante de mim.
Com um carinho, agonizante.
Eu me despeço exuberante.
Se você quer ser feliz de verdade, empenhe-se pelo amor...
Se você quer ser rico, empenhe-se por dinheiro...
Não que quem tenha dinheiro não seja feliz...
E nem que tenha amor não possa ser rico...
Mas é que priorizamos as coisas pela qual nós empenhamos...
Se decidirmos ficar rico, pode ser que isso nunca aconteça...
Mas se decidirmos pelo amor, nunca seremos infelizes, ainda que com pouco dinheiro...
POR: Sidney Pereira da Silva
Quando nós decidimos mudar as pessoas, pode ser que não consigamos...
Mas quando decidimos mudar, pode ser que as pessoas mudem...
O importante não é ser o melhor, mas conseguirmos sermos pessoas melhores...
Não há pessoa tão boa que não precise de ajuste, e nem tão má que não consiga ser mudada...
Por: (Sidney Pereira da Silva)
A luz da cidade me impede de ver estrelas
A luz dos teus olhos me impede de ver verdades
Eu vejo tuas mágoas, mas não a cauda delas.
Queria livrar-te das inverdades.
Queria guardar teu sorriso como recordação
Acordar todos os dias com um sinal teu
Queria poder vedar teu coração
E impedir que se aproxime quem te submeteu.
Queria ir longe para te observar
Apenas cuidar da tua felicidade
Talvez eu torne a me afastar
Pra não ser uma luz qualquer da cidade
E ofuscar o teu brilho.
Crianças vendem bala no farol.
O garoto engomadinho
passa dentro do seu carro
e nem enxerga o sinal.
Seu pai na direção,
está atrasado
para mais uma reunião
da presidência.
Sua empresa,
fatura milhões.
Mas uns poucos trocados
para aquelas crianças carentes,
ele não pode dar.
E pensar
que esses poucos trocados
seria o próximo jantar
de uma família...
Um pouco de liberdade até que cairia bem
Um pouco de liberdade
pra pensar,
a mente quer sair por ai
e colonizar os textos
das paisagens
que os olhos
banalizam.
Um pouco de liberdade
pra rezar,
Deus do céu
sei que peço muito,
mas conceda- me esse pedido
e mais.
Um pouco de liberdade
para ser feliz,
já que a rotina
angustiante
"enforma"
todos
na fila
da gorjeta laboral.
Pois os grilhões
das convenções
que a sociedade
nos diz,
não tem a chave
que liberta
para uma nova
utopia social...
Miséria social,
não são os
pés descalços
que carregam...
Valores corruptos
e corruptíveis...
Degradação moral.
Cada geração
comporta
a própria
elegância
que a essência
da vida
não previa...
E cada pessoa
traz em si
a semente
que germina
e culmina
nos frutos
do mal...
Tudo que é bom
acaba fenecendo
um dia.
A felicidade,
a alegria da mocidade.
O encanto adolescente
com a vida...
As rugas,
surgidas com
o passar das décadas,
bem sabem...
O tempo é tão efêmero
que nem dos meus risos
de pequeno me lembro.
E tudo passa.
E nada fica.
Só a certeza constante
de que um dia
tudo que é bom
acaba.
SILÊNCIO É...
O ruído do sossego,
O presente ausente,
O recurso da recusa,
O graúdo viés miúdo,
O futuro do passado,
O imaturo divergente,
O indiferente diferente,
O discurso do segredo,
A coragem do covarde,
O mudo mundo do surdo,
A muda do medo em flor,
O humor do ódio no amor!
Guria da Poesia Gaúcha
Chuva
Pessoas correm desesperadas, para não se molhar.
Crianças brincam descalças na chuva.
Os carros são poucos, e os cães não passeiam mais.
Os pássaros desapareceram sem deixar rastros.Assim como você.
A onde estarás?
Peço a Deus que a tempestade e sua ausência seja algo fugaz...
E com o sorriso nos olhos, sei que voltarás.
Primeiro a chuva, logo o arco-iris aparecerá!
Sigo te procurando
Mais uma vez saio a sua procura.Sem muitas expectativas para não me decepcionar.
Vou ao lugar onde te vi pela última vez. E em um único sentimento fecho os meus olhos, em um suspiro nebuloso desejo estar com você.
E assim serão meus dias. Te buscarei em tudo e em todos.
Nos sorrisos e em cada olhar. No vento no céu e no mar.
Onde nada mais for meu limite.
Liberdade... Se fosse só utopia não traria tanta inspiração e opinião, para todo mundo e de todo mundo, todo dia.
Seu brilho incessante, denuncia sua existência.
Mas, a corrente da arrogância e o fino véu da hipocrisia não deixa a humanidade descobrir o doce aroma que reveste sua sombra, essa sua essência, que lamentavelmente, já chega tardia...
Uma gargalhada zombeteira
ecoa no silêncio da escuridão
dos pensamentos.
Tormente incessante
na distração
dos próprios preconceitos.
Dos preceitos da cordialidade
e da mutualidade do respeito,
alguns colheram a galhardia
e a arrogância trapaceira.
Mas que não se enganem.
Ninguém pode ser maior
que a pequenez
do seu próprio egoísmo...
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