Textos sobre Amar
É SOBRE SABER AMAR...
Sobre se doar para o outro sem pedir nada em troca
Sobre simplesmente estar do lado assistindo ao pôr do sol juntos
Sobre ir para a praia de noite, esticar a manta e contemplar as estrelas juntos
Sobre pesquisar a hora exata que a lua nasce e procurar o melhor lugar para vê-la nascer no mar e registrar esse momento juntos
Sobre caminhar de mãos dadas na beira do mar jogar conversa fora e rir a toa juntos
Sobre preparar nosso jantar ouvindo música e quando sua música favorita tocar, aumentar o som e dançar juntos
Sobre ter maturidade suficiente para entender que não existe perfeição e enaltecer as qualidades, aceitar os defeitos e saber conviver com eles
Sobre entender que todos têm suas limitações, saber respeitá-las e aprender com elas
Sobre olhar junto para o mesmo horizonte e caminhar junto com o mesmo objetivo
É sobre compreender que a tarefa não é fácil, mas se possível suavizá-la, tornando-a leve e gostosa de viver!
"Depressão é um grito abafado
Pelas vozes de quem diz amar.
É o grito abafado no contorno do
Sorrir.
É um grito abafado de quem perdeu a força para gritar.
É um grito abafado de quem espera um abraço,um afago, um vem cá vamos conservar.
É um grito abafado esperando ouvir EU TE AMO E VOU CUIDAR DE VOCÊ!"
(Nunca esqueça de conversar e ouvir quem você ama).
Fica comigo!
Fica comigo, você não precisa me amar
Você já é o suficiente para mim
Seja minha musa, meu desejo
Seja aquela a quem eu dedico minhas palavras, minhas poesias
Seja para mim o ar que eu respiro, os nutrientes que me sustentam
Quero me derramar em você, me perder em você
Mesmo que a versão que eu vejo, só exista na minha cabeça
Seu coração não há espaço algum para mim, mas vejo sua alma tal como ela é
Sou um louco e a cura para minha loucura só existe em seu coração
Mas como poderia eu, um covarde desde que nasci, implorar pela cura
Quando seu coração já existe alguém?
Então fique comigo, mesmo que distante
Não saia da minha vista, peço com todo o meu coração
Ou o pouco que resta dele depois de te amar
Eu te amo, Izabelly
Eu quero te amar, mesmo que me custe o meu tudo
Bem, eu não tenho nada, mas me custaria esse nada
Talvez minha vontade de amar, meu amor por você
Mas acho impossível eu perder essa vontade de te amar, sabe?
Então eu não perderia nada, mas ficaria faltando algo
O seu amor, eu não posso perdê-lo
Talvez eu nem o tenha, bem...
Se for assim, eu sou um poeta morto
Um assasinado pelos próprios poemas
Corroído pelo próprio remédio
Um vázio onde reside o seu nome
O que é irônico, já que com seu amor, eu me sinto vivo
Amor que apenas existe em mim mesmo
Mas que mal tem? Eu vivo em amores platônicos
Eu me iludo fácil. Sou uma pessoa emocionada? É claro e com certeza!
Quebrarei muito a minha cara com o amor
Mas eu não me importo, se ele vier de você
Se for você, que seu amor me despedace, me quebre em mil pedaços
Com o coração quebrado, eu ainda te amarei
Eu falo tudo isso, mas no primeiro "não" que você me der
Eu não tentaria novamente, então
Não diga não para mim, dê desculpas
Minta para mim, diga que eu sou uma pessoa incrível, que o problema não sou eu, é você
E eu diria: "impossível, é impossível o problema ser você, meu amor"
Então deixarei de te amar, pelo seu bem
E pelo meu bem, eu morreria todo dia
Para que morto, eu não precise amar àquela a quem me faz viver
Eu descobri, do jeito mais nada poético possível, que amar alguém por muitos anos é tipo cuidar de uma planta que insiste em quase morrer, mas também insiste em não desistir. Tem dias que eu olho pra gente e penso com toda sinceridade do mundo, meu Deus, quem foi que teve essa ideia genial de continuar aqui? Porque no começo, ah… no começo a gente não sabia nem onde colocar as mãos, quanto mais o coração. Era tudo meio torto, meio desconfiado, meio “será que isso presta?”. E mesmo assim, a gente ficou.
E ficar, eu percebi, é um ato meio revolucionário hoje em dia. Porque o mundo ensina a ir embora na primeira instabilidade, como se amor fosse aplicativo que trava e a gente desinstala sem nem tentar reiniciar. Só que eu e ele somos dessas pessoas teimosas, que atualizam, que insistem, que brigam, que cansam, mas que no final do dia ainda estão ali, se olhando com aquele ar de quem já viu o pior e mesmo assim decidiu ficar para o próximo episódio.
Tem dias em que o nosso amor parece uma construção feita com pressa, cheia de rachaduras, barulho, poeira e um certo risco de desabar. E tem outros dias em que eu olho e penso, isso aqui tá virando uma obra de arte, viu. Porque cada dificuldade foi uma lixa, cada discussão foi um martelo, cada reconciliação foi um polimento. A gente não nasceu pronto, a gente foi se fazendo. E olha, dá um trabalho quase absurdo.
Só que no meio desse caos bonito, eu entendi uma coisa que ninguém conta direito. Amor de verdade não é o que nunca balança. É o que balança, ameaça cair, faz a gente perder a paciência, mas ainda assim encontra um jeito meio torto de se sustentar. É tipo aquele copo lascado que você continua usando porque tem história. E quanto mais história tem, mais difícil é largar.
Hoje, quando eu olho nos olhos dele, eu não vejo perfeição. Vejo caminho. Vejo tudo o que já passamos, tudo o que quase quebrou a gente, e tudo o que, estranhamente, fortaleceu. Nosso amor ainda é instável às vezes, claro que é. Mas também é resistente de um jeito que nem eu sei explicar direito. É como se a gente tivesse construído algo que não é indestrutível, mas é persistente. E no fim das contas, isso vale muito mais.
Porque diamante mesmo não nasce pronto. Ele aguenta pressão, tempo, calor, caos. Igualzinho a gente. E eu sigo aqui, lapidando, sendo lapidada, às vezes reclamando, às vezes rindo, mas sempre ficando. Porque no meio de tanta coisa passageira, o que a gente tem… ficou.
Quem disse que não posso te amar e cuidar de ti,
Ao ponto de me lembrar de mim em seus olhos
E seu sorriso? Em sua beleza eu existo.
Quando sei que você é meu mundo, é que vivo.
E minha sentença mais doce é te amar
Além desta condição perecível, afinal
O amor transcende e se estende em seus braços
Como infinito.
Por Marcio Melo
Nunca ame um poeta
Nunca um poeta deve amar
A dor de um poeta que ama e a dor de um sonho que se tornou pesadelo
E a luz que se torna trevas no medo desesperador da solidão profunda
É o esmagamento de um coração que outrora livre agora é prisioneiro da desilusão
Nunca ame um poeta,um poeta irá amar
Em uma entrega absoluta,abrira mão de si
Entregará o coração sem dúvida alguma
Pois o poeta do amor poetiza a totalidade da vida sintetiza
Onde em versos apaixonados o poeta o amor eterniza...
Nunca ame um poeta
Por Marcio Melo
Eu aprendi que amar é uma entrega,
independentemente de trocas ou barganhas -
isso desde pequeno.
Aprendi que o amor é voluntário,
não espera nada, somente aceita o desafio.
Mas ao longo da vida somos desafiados
pelo engano a prevalecer.
E em algum momento nós sentimos fracos,
desacreditados de amar,
que o amor parece esfriar
e como que se não houvesse mais lugar em nós
que coubesse o amor de tantas desilusões.
E não podemos sonhar, esperar
que o verdadeiro amor aconteça magicamente
como nos contos.
Descobrimos que a magia do amor
não está no que podemos ou suportamos,
mas na vulnerabilidade que nos permite
nos aventurar neste mundo desconhecido
chamado amor.
Por Marcio Melo
Uma carta de uma madrugada qualquer.
Hoje eu só queria dizer que aprendi a te amar de uma forma que nem eu me permito explicar por que não o sei.
Foi acontecendo e criando forma eu e você temos nossos universos e pessoas que amamos é verdade, porém quando estou você eu me perco eu me lanço nessa loucura que é este sentimento impossível que existe em mim
Se existe realmente amor através seja la do que for eu estou perdido no meio dele e cada palavra sua, cada foto que vejo alimenta mais e mais isso dentro de mim, são palavras comprometedoras mais são verdadeiras.
Até que ponto o egoísmo supera o sentimento, estou sendo egoísta my lady em te falar estas coisas pois te coloco em risco ao expor o que sinto,
em um raro momento de sensates eu te peço é melhor me bloquear e iremos ficar com estas lembranças e sentimentos de algo que nunca aconteceu
Pois eu estou cada vez expondo mais o que sinto e isso te coloca em risco, quem ama não machuca, não fere ,quem ama cuida, quem ama se torna um só, pois sua vida ja não lhe pertence pois foi entregue a um outro coração.
Tentar amar duas pessoas no mesmo sopro romântico é como tentar ouvir, ao mesmo tempo, duas melodias complexas: talvez se perceba as notas, mas a canção se desfaz.
O coração até pode se dividir em afetos, mas o amor que se reconhece como paixão de alma — aquele que nos move a transcender o ego e nos lança na vulnerabilidade — esse, por sua própria natureza, pede a unidade de quem o sente.
Conexões da alma 🤍
Eu posso te amar
sem te prender nas minhas mãos.
Posso te querer perto,
mas ainda assim sorrir
se a tua alegria vier de outro abraço,
de outra voz,
de outro caminho que não cruza o meu.
Porque amar, do meu jeito,
não é possuir —
é desejar que floresça,
mesmo que o jardim não seja o meu.
Eu me sinto em paz
sabendo que quem eu quero bem
está bem.
Mesmo que eu não seja
o motivo do teu riso,
sou sincera no desejo
de que ele exista.
Viemos sozinhos ao mundo,
e por mais que as conexões aqueçam a alma,
nem todo mundo permanece.
Alguns são estação,
outros são ponte,
outros são só vento que passa —
mas todos deixam marcas.
E cada marca é história.
Cada despedida, um capítulo.
Cada presença, ainda que breve,
é prova de que viver
é colecionar passagens
e aprender a amar
sem perder a leveza de deixar ir.
Sinto o pulsar
A vida salta pelo ar
Flui como o mar
Percebo o amar
No constante sonhar
Abro os olhos para suspirar
Acordar para encantar
Na imensidão adorar
O amor como um lar
A cada respirar
O desejo de transbordar
Ir fundo e mergulhar
No abraço voar
A mais linda estrela alcançar
Ver além do espelhar
O brilho mais intenso irradiar
Ter o transformar
Ser o acalentar
De toda alma desejar
Sua harmonia e bem-estar
Amar, hoje em dia, não tem mais esse glamour todo de novela das nove, com gente correndo na chuva, tropeçando na própria dignidade e chamando isso de intensidade. Eu mesma já fui dessas, dramática profissional, achando que amor de verdade precisava doer um pouquinho, como quem aperta o sapato novo só pra ter certeza que ele é caro. Só que uma hora a gente cansa de sangrar por estilo.
A verdade é que amar virou quase um exercício de resistência emocional, tipo academia, só que sem espelho e sem aplauso. É acordar num dia em que tudo dentro de mim quer silêncio, isolamento e um bom “ninguém me toca”, e ainda assim escolher olhar pro outro e pensar, eu fico. Não porque é fácil. Não porque tá lindo. Mas porque tem algo ali que vale mais do que o conforto de ir embora.
E olha que ir embora, às vezes, parece uma proposta tentadora, quase um convite VIP pra paz imediata. Só que a gente descobre, com o tempo, que paz que vem fácil demais costuma ir embora do mesmo jeito. Permanecer, não. Permanecer é quase uma arte esquecida. É tipo cuidar de planta que insiste em não crescer, mas um dia, do nada, dá flor e você fica ali olhando, meio emocionada, meio besta, pensando, ainda bem que eu não joguei fora.
Amar assim exige uma coragem silenciosa. Não tem plateia, não tem trilha sonora, não tem ninguém dizendo “nossa, que lindo vocês dois resistindo ao tédio de uma terça-feira qualquer”. Mas tem uma coisa muito maior acontecendo ali, escondida no cotidiano. Tem dois seres imperfeitos, cheios de bagagem, traumas, manias irritantes e fases insuportáveis, decidindo não transformar qualquer desconforto em despedida.
E isso, sinceramente, é revolucionário. Num mundo onde tudo é descartável, inclusive gente, escolher ficar virou quase um ato de rebeldia. É tipo dizer pro universo, eu sei que seria mais fácil recomeçar com alguém novo, mais empolgante, mais leve, mas eu escolho construir, mesmo quando dá trabalho, mesmo quando dá vontade de sumir.
Porque no fim das contas, amar não é sobre aquele pico de emoção que faz o coração disparar. Isso aí até café resolve. Amar é sobre constância, sobre presença, sobre aquele gesto meio despretensioso de continuar ali, mesmo quando não tem nada de extraordinário acontecendo.
E talvez seja exatamente isso que torna tudo extraordinário.
Dizem que soltar é prova de amor,
balela, mentira que aumenta a dor.
Amar é lutar, é segurar forte,
não largar a mão nem contar com a sorte.
Eu não quero sair da vida de quem amo,
sou raiz, sou chão, não sou vento sem plano.
Saudade me morde, mas eu não desisto,
porque amor de verdade é ficar, É ser visto.
Não foi fraqueza.
Foi entrega.
A gente não erra por amar.
Erra por aceitar pouco quando está oferecendo tudo.
Muita gente se apaixona por versões.
Pela pessoa que existe na madrugada,
na conversa intensa,
na promessa sussurrada,
no “talvez um dia”.
Mas caráter não aparece só no que alguém diz no privado.
Aparece no que assume no público.
Quem te esconde, já está escolhendo.
Quem te mantém em espera, já decidiu.
Quem vive de versões, nunca oferece verdade inteira.
O problema nunca é sentir demais.
É sentir sozinho.
E quando a incoerência vira rotina...
Mentira descoberta,
decepção engolida,
esperança renovada...
Não é amor que sustenta.
É apego.
Dói perceber que se foi opção enquanto acreditava ser escolha.
Dói entender que intensidade não transforma quem não quer mudar.
Mas há uma virada silenciosa nisso tudo:
Não é fracasso amar forte.
Fracasso é permanecer onde não há respeito.
Quem não te assume na luz
não merece teu amor no escuro.
E um dia a dor vira lucidez.
E a lucidez vira limite.
E o limite vira dignidade.
E a partir dali,
ninguém mais te mantém...
Ou te escolhe
ou te perde.
Tem dias em que eu paro e penso que amar é quase um esporte radical, daqueles que a gente entra achando que é caminhada leve e, de repente, já está pendurada num penhasco emocional, sem equipamento, só com fé e um pouco de teimosia. E eu amei… amei de um jeito que não cabe em explicação bonita, dessas que ficam bem em legenda de foto. Foi um amor que existiu, que teve voz, que teve troca, que teve vida em algum canto do mundo. Não foi invenção da minha cabeça, não. Foi real. E talvez justamente por isso tenha doído tanto.
E aí vem a vida, com aquela elegância duvidosa dela, e me coloca dentro de outro amor. Um amor que não nasceu perfeito, que não veio embalado em promessas cinematográficas, mas que foi sendo construído no meio dos cacos. Porque é isso que ninguém conta, a gente não constrói amor só com flores, a gente constrói com restos também. Com pedaços que sobraram de histórias antigas, com silêncios desconfortáveis, com verdades que poderiam muito bem ter sido escondidas, mas não foram.
Eu poderia ter guardado esse amor antigo como um segredo bonito, desses que a gente esconde numa gaveta interna e visita de vez em quando, em silêncio. Mas não. Eu escolhi abrir. Escolhi colocar na mesa, olhar de frente, dividir. E isso… isso não é simples. Não é leve. Não é coisa de gente fraca. É coisa de quem decidiu não viver pela metade.
E ele ficou. Olhou para tudo isso e não saiu correndo. Pelo contrário, teve a coragem de me perguntar por que eu não escrevo sobre isso. Como se, no meio de toda essa bagunça emocional, ele ainda enxergasse arte. Como se ele dissesse, sem dizer exatamente: transforma essa confusão em algo bonito.
E eu fico pensando… que tipo de amor é esse que não exige perfeição, mas presença? Que não pede um passado limpo, mas um presente honesto? Porque, vamos combinar, talvez muita gente não suportasse. Talvez muita gente preferisse a versão editada da história, aquela sem capítulos difíceis, sem sentimentos atravessados. Mas a gente… a gente escolheu ficar.
E não foi porque era fácil. Foi porque, de algum jeito meio torto e muito humano, ainda existia vontade. Vontade de tentar, de reconstruir, de olhar para os degraus quebrados e, ao invés de desistir da escada, começar a consertar um por um.
Eu não sei se isso é o tipo de amor que vira conto de fadas. Provavelmente não. Mas talvez seja o tipo que vira verdade. E no fim das contas, verdade sustenta muito mais do que qualquer ilusão bem contada.
Então eu escrevo. Escrevo porque viver isso tudo e ficar em silêncio seria quase um desperdício emocional. Escrevo porque, no meio de tanta coisa que poderia ter nos separado, a gente decidiu, de forma quase teimosa, continuar.
E se isso não é uma forma bonita de amor… eu sinceramente não sei o que é.
O Tempo !
Só ele é a resposta certa para nossas perguntas.
Vejam Bem como deixamos de Amar pessoas ou Lugares?
Só com o tempo por que podemos Amar essas coisas por toda a vida e que talvez mesmo o tempo sendo Implacável não saberemos se um dia irá Apagar .
A Única Certeza que Teremos é apenas o Tempo será Capaz de Nós dar estas respostas.
"É preciso amar um Amor Ágape. Ele não é um somente sentimento. É um verbo em ação, você precisa respirar, usando todos teus sentidos até transpirar este amor. Você age este verbo em ação e estará exercendo o Amor perfeito incondicional pelo bem estar do outro sem se preocupar consigo. RESPIRANDO E EXALANDO o Primeiro amor."
—By Coelhinha
O amor não é lindo,
lindo é o modo que você ama.
Não adianta você amar e não receber amor,
se você ama quem não sabe amar,
você só vai entender oque é dor.
podia até ser o maior casal do mundo,
mas tudo que é grande,
precisou ser pequeno,
Tem uns que desistem de crescer,
acha que não aguenta mais
e na primeira oportunidade
vai embora.
o pior não é nem isso,
o pior é a pessoa colocar a culpa
naquilo que não tem muito haver
fica até difícil de entender.
Mas n existe muito oque fazer,
afinal...
estamos no século 21
em 2026, 15 de abril
não tem nada a ser feito,
apenas ter esperança.
(eu acho que até isso tá morrendo em 2026)
Nem tudo que brilha, é ouro.
Não é todo lugar que tem luz
que pode ser chamado de céu.
Não é todo rosto bonitinho,
com aparência boa que são os anjos.
entende oque eu quero dizer com isso?
Você se foi desse mundo...
do nosso mar...
do nosso amar...
para longe ...
muito longe...
para além do meu olhar
mergulhado no teu...
Deve existir um ângulo
nas páginas do mistério
entre a vida e a morte
onde os meus versos escritos
possam alcançar a tua leitura ...
✍©️#MiriamDaCosta
