Textos sobre Amar
A Vigília do Amor que Respira Na Escuro Do Espelho.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro.
Amar-te, é atravessar um véu onde a luz e a treva se confundem num abraço lento. Há algo de romântico no modo como teu nome ecoa dentro de mim, como se cada sílaba acendesse uma estrela fatigada que insiste em brilhar no firmamento do meu pensamento. Contudo, essa luz não é plena. Ela se dobra, ela se rompe, ela se converte em sombra que acaricia, como um manto frio que me guia pela noite interior.
Caminho então por um corredor onde a realidade tateia o corpo do mistério. As paredes sussurram, guardam respirações antigas, e cada passo parece uma oração esquecida. Ali, o amor se revela místico, quase um rito que não se explica, apenas se vive. Há instantes em que sinto a tua presença como uma brisa etérea, distendida entre mundos. Toco esse sopro e ele me atravessa com delicadeza, porém carrega consigo o peso doce da saudade.
E quando a escuridão se adensa, descubro o lado lúgubre que habita em mim. Ele não assusta. Ele vela. Ele observa. Ele me convida a encarar o silêncio que repousa nas costas do meu próprio coração. É um silêncio introspectivo, meditativo, onde tua figura surge como um brilho tímido, quase uma promessa. Nesse espaço suspenso, o amor se torna uma espécie de espelho antigo. Vejo-me ali, refletido com todas as minhas fissuras, e ainda assim encontro em ti um descanso, uma respiração que me sustenta.
Por vezes, este sentimento assume um ar clássico, como se fosse escrito em pergaminho, iluminado por velas que tremulam diante da eternidade. Cada palavra que penso para ti ganha peso e solenidade, como se estivesse sendo ditada por mãos antigas que conhecem todos os segredos do afeto humano. Sinto-me parte de uma narrativa maior, onde o amor é ao mesmo tempo destino e labirinto.
No final, amar-te é abraçar o vazio repleto de dores, mas são essas dores que me aliviam, que me erguem, que me entregam à beleza do abismo que se abre quando escrevo para ti. É um abismo lindo, não porque seja seguro, mas porque me exige coragem, entrega, verdade. E é nesse risco, nessa vertigem luminosa, que te encontro. Sempre te encontro.
Carta Lenta à Velocidade do Mundo.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro.
meu bem,
há em caligrafar uma carta
um gesto arcaico que resiste
como se a mão, ao traçar o contorno das palavras,
buscasse recuperar o antigo rito
em que a mensagem era também oferenda
e cada sílaba repousava
no silêncio atento de quem a enviava
mas o tempo, esse senhor impaciente,
anunciou a nova ordem
em que a pressa submete o afeto
e o correio, outrora cortejo cerimonioso,
foi mutilado pela urgência
até que a missiva, privada de sua demora,
se converteu em míssil
um projétil que fere aquilo que tenta alcançar
sendo assim
pergunto a mim mesmo o que fazer
como seguir escrevendo
num mundo que desaprende a espera
e teme a profundidade dos gestos?
ainda assim, e talvez por isso mesmo
insisto em lhe escrever
uma salva de ternuras
que não busca destino
mas presença,
uma pequena convocação ao eterno
para que saiba que, entre ruínas e ruídos,
há alguém que continua a lhe querer
na paciência do que é verdadeiro, e que cada palavra enviada
mesmo que perdida no vento
é uma centelha acesa
contra o desaparecimento, pois só o que escrevemos com a alma, perdura e segue respirando
na vastidão luminosa do que cremos.
A ROSA QUE NASCE NO INTERIOR DO AFETO.
Do Livro: Primavera De Solidão. Ano: 1990.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro.
Há um instante em que o coração compreende o que a razão sempre hesitou em admitir: ninguém se inclina a decifrar outro ser se não houver, dentro de si, uma chama que o mova. Conhecer alguém não é um gesto automático; é um desvelo que exige paciência, vigília, escuta, quase uma peregrinação íntima. E quando alguém percorre esse caminho para dentro de você, não o faz por curiosidade, mas por ternura silenciosa.
É por isso que a rosa única tem força maior do que todas as demais. Há muitas espalhadas pelo mundo, mas apenas aquela que recebeu nossas mãos, nossas dúvidas, nossos cuidados e nossas noites insones adquire sentido verdadeiro. Ela não é rara por natureza, mas torna-se insubstituível pela intensidade com que a amamos.
Assim também acontece com as pessoas: o mundo está cheio delas, porém só uma toca a alma naquela profundidade em que o tempo perde peso e a memória se converte em abrigo. São essas almas que nos aprendem, que nos escutam por dentro, que se detêm em nossos medos e tentam compreendê-los como se fossem seus.
No fim, amar é escolher uma só rosa num jardim infinito, e conhecê-la até que o perfume que dela brota passe a perfumar também o que somos. É essa escolha que transforma o ordinário em destino e o encontro em promessa de permanência.
A GEOGRAFIA SECRETA DO DESEJO.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro.
O convite não é súbito nem vulgar. Ele nasce da lenta consciência de que o corpo do outro não é apenas matéria oferecida ao toque, mas território onde a própria identidade reorganiza-se. Aproximar-se é um ato filosófico,estranho e secreto. Cada centímetro revelado desmonta antigas certezas e reconstrói-se o pensamento a partir da carne sentida.
O corpo amado deixa de ser limite torna-se linguagem. A pele já não conserva cor porque a cor pertence ao olhar comum e aqui não há superfície. Há profundidade. Há uma psicologia na ampulheta do gesto e uma ética no toque. O desejo não invade. Ele interroga. Ele escuta. Ele compreende antes de possuir.
Neste encontro não existe pressa. A tradição clássica desse desjo conhece o valor da espera e da contemplação. O olhar percorre como quem lê um tratado silencioso. O toque argumenta. O corpo responde. Cada aproximação formula-se como uma tese sobre o que significa existir para além de si no corpo de alguém amado, mesmo sem anular a própria essência.
A mente e o raciocínio não se ausentam. Pelo contrário. Eles observam o próprio abandono com lucidez. O prazer não dissolve-se do pensamento. Ele aprofunda-se. O outro torna-se espelho e amor de rendição. Nele a identidade expande-se sem perder-se. Nele o desejo alcança a dignidade da reflexão real.
Quando enfim o encontro completa-se não há triunfo nem posse. Há reconhecimento. Dois universos não fundem-se. Eles compreendem-se em silêncio e permanecem íntegros.
Amar assim é aceitar que o desejo mais elevado não quer consumir o outro, mas revelar aquilo que só existe quando dois corpos pensam juntos.
A GRAVIDADE INTERIOR DO EU QUE SE CONTEMPLA.
Do Livro: Primavera De Solidão. ano 1990.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro.
Conhecer a si mesmo não é um ato de curiosidade mas de coragem grave. É um chamamento silencioso que desce às regiões onde a alma se reconhece sem ornamentos. Nesse gesto há algo de ritual antigo como se o espírito precisasse atravessar sucessivas noites para alcançar uma única palavra verdadeira sobre si. Tal travessia não consola. Ela pesa. Ela exige recolhimento disciplina e uma fidelidade austera àquilo que se revela mesmo quando o que se revela é insuportável.
À maneira das grandes elegias interiores o sujeito que se observa descobre que não é senhor do próprio território. Há em si forças obscuras desejos sem nome medos que respiram lentamente à espera de serem reconhecidos. O eu que contempla torna-se estrangeiro em sua própria casa. E é nesse estranhamento que nasce a dor mais refinada pois não há acusador externo nem absolvição possível. O julgamento ocorre no silêncio e a sentença é a lucidez.
O sofrimento aqui não é ruído mas densidade. Ele se instala como uma presença fiel. Há quem o cultive com devoção secreta. Não por prazer mas por hábito. Sofrer torna-se uma forma de permanecer inteiro quando tudo ameaça dissolver-se. Assim o masoquismo psíquico não é escândalo mas estrutura. O indivíduo aprende a morar na própria ferida como quem habita um claustro. Conhecer-se plenamente seria abandonar esse espaço sagrado de dor organizada.
Quando alguém ama e tenta conhecer o outro por dentro rompe-se o cerco. O amor não pergunta se pode entrar. Ele vê. Ele nomeia. Ele permanece. E justamente por isso é rejeitado. Não porque fere mas porque revela. Ser amado é ser visto onde se preferia permanecer oculto. O outro torna-se espelho e nenhum espelho é inocente. Ele devolve aquilo que foi esquecido de propósito.
Há então uma violência silenciosa contra quem ama. Um afastamento que se disfarça de defesa. O amado é punido por tentar compreender. O gesto mais alto de amor torna-se ameaça. Como nos poemas mais sombrios da tradição lírica a alma prefere a solidão conhecida ao risco da comunhão. Pois compartilhar o precipício exige uma coragem que poucos possuem.
Essa recusa não é fraqueza simples. É lucidez sem esperança. É saber que o autoconhecimento não traz salvação imediata apenas responsabilidade. Ver-se é assumir-se. E assumir-se é perder todas as desculpas. Por isso tantos recuam no limiar. Permanecem à porta da própria verdade como sentinelas cansadas que temem entrar.
Ainda assim há uma nobreza trágica nesse esforço interrompido. Pois mesmo falhando o ser humano demonstra que pressente algo maior em si. Algo que exige recolhimento silêncio e um tempo longo de maturação. Como frutos que amadurecem na sombra a alma só se oferece inteira quando aceita a noite como condição.
Conhecer-se é um trabalho lento sem aplausos. Um exercício de escuta profunda em que cada resposta gera novas perguntas. Não há triunfo. Há apenas a dignidade de permanecer fiel à própria busca mesmo quando ela dói. E talvez seja nesse permanecer que o espírito encontra sua forma mais alta não na fuga da dor mas na capacidade de atravessá la com consciência e gravidade.
AMOR E A MEMORIA DO QUE NAO SE DISSE.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro.
Quem dizia amar e partiu revelou sem palavras que o amor jamais se constituiu como experiencia interior.
Nao houve perda houve apenas o desvelar tardio de uma ausencia antiga.
Porque o amor quando existe nao se dissolve no tempo ele se aprofunda na memoria.
Abandonar aquele a quem se dizia amar nao e um gesto do destino, é um ato da consciencia que jamais amadureceu.
O amor nao falha ele apenas nao nasce onde o espirito permanece disperso.
Entre dois seres quando o ciúme se instala não como episodio mas como estado, alí o amor ja foi substituido pela inquietação do ego.
O ciúme nao guarda, ele denuncia.
Nao protege, ele acusa.
Nao ama, ele teme.
A solidão que sucede a ruptura não é vazio, é um espaco de reminiscência.
Nela a alma percorre lentamente os corredores do que foi vivido, como quem retorna a uma casa antiga e reconhece nos detalhes aquilo que sempre esteve ausente.
O amor verdadeiro habita essa região subtil onde a palavra se cala.
Ele não se impõe nao exige nao reivindica, ele existe como aquelas verdades que só se revelam quando o tempo deixa de ser pressa.
Amar é tocar o abstrato porque amar é recordar.
Não é menos, é um fato e sentido.
Não é o gesto mas a intenção.
Não é o outro, mas aquilo que o outro despertou em nós como possibilidade de eternidade interior.
E assim compreende-se finalmente que
o amor nao se anuncia ele se reconhece.
Nao se perde ele se recorda dentro de si mesmo
e permanece como memoria cristalina na consciencia que ousou sentir sem ruído, sem medo e só sob à submissão para com tudo.
CÂNTICO DA DELICADEZA REAPRENDIDA.
O amor nos dias atuais precisa reaprender a linguagem da mansidão.
Ele nasce cansado de excessos e reencontra sua força no gesto contido.
Não se anuncia com estrondo nem se impõe como urgência mas aproxima se com respeito como quem reconhece o valor do outro antes do próprio desejo.
Nesse movimento inicial o afeto resgata a ética do cuidado e transforma a palavra em abrigo.
A experiência amorosa contemporânea reencontra o cotidiano como espaço legítimo do sagrado.
O amor manifesta-se na mesa partilhada no pano estendido ao sol na espera paciente.
Ele recusa a teatralidade e escolhe a constância.
A pessoa amada não é mito distante mas presença concreta que respira o mesmo tempo e carrega as mesmas fragilidades.
Nessa proximidade reside uma beleza silenciosa que educa o olhar e disciplina a sensibilidade.
O sentimento não se constrói isolado mas nasce impregnado de memória.
Cada gesto amoroso carrega ecos de vozes antigas transmitidas sem registro.
O amor verdadeiro reconhece que não começa em si mesmo mas prolonga um fio que atravessa gerações.
Essa consciência devolve profundidade ao presente e impede que o afeto se torne descartável.
A contenção emerge como virtude essencial.
Amar não é transbordar sem medida mas sustentar com firmeza.
A palavra é escolhida, o gesto é pensado, a promessa é respeitada.
No mundo saturado de estímulos essa contenção torna-se forma elevada de coragem moral.
O amor aprende fica quando se abdica do excesso.
A harmonia surge como finalidade última.
O sentimento não busca vencer nem dominar mas equilibrar.
Ele molda o caráter, suaviza os impulsos e orienta a convivência.
Amar torna-se exercício diário de aperfeiçoamento interior sem espetáculo e sem ruído.
Assim o amor reencontrado nos dias atuais afirma-se como herança viva de uma sensibilidade antiga.
Ele demonstra que a verdadeira permanência nasce da fidelidade à forma da escuta atenta do outro e da humildade diante do tempo apressado.
E quando o coração compreende isso o amor deixa de ser vertigem e transforma-se em morada firme onde a alma finalmente repousa.
Escritor:Marcelo Caetano Monteiro .
Tenho uma tamareira
De estimação em meu quintal
Reguei e cuidei a vida inteira
No resplendor ou temporal
Doce igual caramelo
Vermelha que linda cor
Fruta inocente, sabor mais belo
Sagrada árvore do mundo exterior
Ora pois se cuido de uma palmeira
Como não eis cuidar de tí
Coração tal qual tamareira
Olhei e não resistí
Eu preciso te dizer agora, o que nunca disse antes...faz muito tempo, eu sei!
Temi tanto a sua partida, que parti primeiro...foi isso
Era insuportável ficar longe de você
Insuportável imaginar todas as possibilidades de você decidir não mais ficar comigo
Insuportável esperar
E de verdade, acreditei que era essa a solução e que depois de um tempo tudo se normalizava
E a verdade é que nunca foi normal, nunca!
Nunca foi igual a nada, nem durante, nem depois, nem agora.
E eu nunca soube como explicar você pra mim, nunca soube me entender em você, era simplesmente intenso e indecifrável!
É como se eu tivesse me encontrado em você e essa ideia me assustava demais...eu não estava pronta para "nós".
Quando me pego em teu olhar
Sinto me pelo ar a navegar.
um desejo meu de roubar um beijo teu.
Ainda posso ser teu, Meu Bem?
Eu e você jogando conversa fora,
Bem perto das estrelas,
Remando para longe, só pensando no agora
Eu e você sem ninguém em volta
O caminho sem volta pode ser agora?
Reinando no mundo de nossas memorias
Só preciso de você
Em paz pra viver
Tendo teu amor
Uma vida inteira
Memorias construir
E não vê la partir
Alegra me agora
Mal espero a hora
Amar e não ter que ir embora
?
Hoje a percepção foi de falta ...
Como se faltasse puxar a marcha certa pra que o andar fosse mais leve;
Como se mesmo eu sendo dona ainda existisse a ausência da posse.
Na falta do que já existe vem juntamente as interrogações, são os enigmais impossíveis de responder ? ou não sou eu a pessoa com as respostas certas? !
Olho no mais profundo e íntimo de mim, e vejo que no vazio há um grande espaço preenchido pelo que ainda não se revelou .
Temos o tempo até lá, ou tivemos o tempo até aqui ?! O que é a permanência do tempo se não a ausência dele , e assim sua eternidade.
Sou eu agraciada por amar,
E talvez punida por não saber como lidar ...
De tantas e tantos no ontem ,
Um singular no hoje .
Peço que o vento leve a ti meus melhores desejos , e que nossas faltas de palavras ou excesso delas não tirem jamais a essência do dito, a surpresa ao ouvir e o grande aprendizado ao interpretar.
Há tanto pra ser dito e vivido, que quase morro ao pensar em parar .
Ainda assim, os caminhos são como vias de mão dupla, e seria doloroso impedir alguém de voltar; a liberdade sempre existe ainda que possamos um dia nos sentirmos presos a nossas escolhas...
Há uma linha que liga as dores do passado, os medos e a esperança do presente ; serei eu forte pra seguir , mas serei feliz se eu puder seguir junto a ti.
Amar-te é mais que uma escolha imediata,
é uma escolha pra minha vida inteira.
Pra cuidar de ti, eu
Atravesso o horizonte de chinelo, se preciso vou voar
Entre as nuvens e as estrelas,
Vivo sol, vivo garoa, mas eu vou te encontrar.
E pra cuidar desse sorriso, eu viro um peixe,
Nado rio, montanhas e céu só pra te ver
Não adianta nem pensar, mesmo bastante,
Meu desejo mais brilhante é ter você.
Mesmo que esteja lá na lua, bem distante,
Eu não desisto de você,
Mesmo que esteja lá na lua, bem distante,
Eu só quero amar você.
E pra cuidar desse carinho, eu mudo o mapa,
Faço você morar bem na minha frente
E como um sonho inconsequente, eu pulo no teu corpo
Pra que eu possa, te abraçar como sempre quis.
Eu vou até a outro mundo atrás de livros,
Aprender todos os caminhos pra alcançar
Aquele olhar que me acalma e faz me imaginar,
Como em um filme, do teu lado ser feliz.
Mesmo que esteja lá na lua, bem distante,
Eu não desisto de você,
Mesmo que esteja lá na lua, bem distante,
Eu só quero amar você.
E se a flor do paraíso for a chave,
Buscarei daqui pra frente,
Não tem nada que me pare nesse mundo,
Velejar como um pirata, tenho em mente,
Buscar um lugar que existe nós.
Talvez num conto de princesa, na areia
Frente ao mar encontre a minha sereia,
Te beijar e te mostrar que é daqui pra frente
Não esqueça, ''Quero um lugar que existe nós''.
Mesmo que esteja lá na lua, bem distante,
Eu não desisto de você,
Mesmo que esteja lá na lua, bem distante,
Eu só quero amar você.
14 de Julho
É tão sem graça sem você aqui
Te juro
Te quero toda manhã
O teu sorriso doce igual o amor,
Derramo sobre a maçã
Eu descobri quem quero, juro
Foi dia 14 de julho
Me arrepiou,
Foi teu amor?
Aham
Tua voz me encanta
Eu quero procurar, se estiver perdido
O teu sorriso que meu acalma enquanto
Escrevo meus pedidos
Um abraço e uma flor
Minha alma flutuou
Lembrei o que nunca vivi
Teu brilho que me lembrou
Quero um beijo no rosto
Mais um pouco do teu
Calor.
Quero te ver com sua melhor roupa
Seu olhar bobo e tímido
Sentir seu cheiro mais alucinante
E as frases no ouvido
Tudo o que quiser falar
Quanto podemos voar
Vem comigo encontrar no amor,
O amar.
É tão sem graça sem você aqui
Te juro
Te quero toda manhã
O teu sorriso doce igual o amor,
Derramo sobre a maçã
Eu descobri quem quero, juro
Foi dia 14 de julho
Me arrepiou,
Foi teu amor?
Aham
(2x)
Vou procurar nesse mar de estrelas
O cristal mais polido,
Vou comparar com esse jeito teu,
Não poderia apenas imaginar
Que tua alma é feito melodia e toca o horizonte,
Sê me faz sonhar
Com a poesia do melhor poeta,
Com soprar do vento,
Posso até voar.
Quero sentir cada momento teu,
Felizes, bobos, rígidos,
Fechar os olhos e sem se preocupar
Falar pros anjos o que quiser falar
Sobre o frio que aquece o desejo
De esticar os braços e lua alcançar
Vem pro meu peito, escorar sua cabeça
Nem estamos nas nuvens, mas estamos lá.
É tão sem graça sem você aqui
Te juro
Te quero toda manhã
O teu sorriso doce igual o amor,
Derramo sobre a maçã
Eu descobri quem quero, juro
Foi dia 14 de julho
Me arrepiou,
Foi teu amor?
Aham
(2x)
Acordado, meus olhos tão vibrantes
Lembro das conversas, palavras coloridas
Observo o céu e imagino a imensidão do mundo
Você vê as estrelas cintilantes?
Se o vento, soprou todas as folhas,
E as rosas no caminho, começam me guiar
É como ser levado no bico de um passarinho
Vou dormir, e no sonho te encontrar
Quero te ver novamente, mas agora te ver de verdade
Você está do outro lado do mar, mas eu não vejo nenhum barco
Quero muito te ver novamente, te contar as bobeiras que fiz
Os meus braços não aguentam mais, a lua não está brilhando aqui em baixo
Se o vento, soprou todas as folhas,
E as rosas no caminho, começam me guiar
É como ser levado no bico de um passarinho
Vou dormir, e no sonho te encontrar
Quero te ver novamente, mas agora te ver de verdade
Você está do outro lado do mar, mas eu não vejo nenhum barco
Quero muito te ver novamente, te contar as bobeiras que fiz
Os meus braços não aguentam mais, a lua não está brilhando aqui em baixo
Sua voz entre o vento,
Chegou ao meu coração,
O passado entre a gente, entre a grama no chão
Eu te fiz uma promessa
Estenda sua mão
Quero te ver novamente, mas agora te ver de verdade
Você está do outro lado do mar, mas eu não vejo nenhum barco
Quero muito te ver novamente, te contar as bobeiras que fiz
Os meus braços não aguentam mais, a lua não está brilhando aqui em baixo.
A rosa no fim da estrada
No ar sinto o seu cheiro
Meu frio vive seu calor
Pássaros ressoam melodias
Que meu coração puro cantou
Hoje as nuvens observam
O que a lua a mim falou
Olhe as folhas no caminho
Na terra que a chuva aguou
Meus passos seguem sozinhos
Deixei a alma encontrar
A rosa no fim da estrada
Que me espera em algum lugar.
A rosa no fim da estrada
A que o livro falou
Que suas pétalas eram mágicas
É um anjo em uma flor.
A rosa no fim da estrada
Que está em algum lugar
A minha poção do amor
Pra fazer você me amar.
Sorrisos Voadores
Sonhei com você o dia inteiro
Seu suave cabelo
A flor tinha o seu cheiro
Seu brilho era todo meu olhar
Descobri os seus sabores
E todas suas cores
O mar me fez clamores
Pra despertar agora pois
Preciso te encontrar minha bela
Te amar me faz perfeito
E o calor do meu peito
Ta derretendo tudo onde eu passar
Corre e esfria meus amores
Com essa tua voz doce
Sorrisos voadores
Vão alcançar o céu e me avisar
Vou te falar
Eu procurei palavras certas
Um jeito fofo de ir até ela
Falar os sentimentos perdidos no ar
Cantei os versos da poesia
E entreguei na melodia
Teu beijo é como minha brisa
Menina tu me faz feliz e eu
Preciso te encontrar minha bela
Te amar me faz perfeito
O calor do meio peito
Ta derretendo tudo onde eu passar
Corre e esfria meus amores
Com essa tua voz doce
Sorrisos voadores
Vão alcançar o céu e me avisar
Que preciso te encontrar minha bela
Te amar me faz perfeito
O calor do meio peito
Ta derretendo tudo onde eu passar
Corre e esfria meus amores
Com essa tua voz doce
Sorrisos voadores
Vão alcançar o céu e me avisar.
Que possamos nos livrar das tristezas daqueles que não sabem sorrir, da escuridão daqueles que se esquecem do que é ser luz, das
mágoas dos quem sentem inveja. Que possamos sorrir sem culpa, brilhar sem medo e acreditar que ser feliz é uma escolha continua! Eu escolho ser iluminada e muito feliz.
Amor de Sangue
Sei que essa paixão é proibida
Os laços de sangue não me permitem te amar plenamente.
No começo pensei que fosse só admiração, sabe?! Mas depois que os sintomas surgiram, eu percebi! Que dali nascia uma paixão avassaladora, um amor inegável, incondicional.
Te amarei pelo meu sangue e por ele te odiarei também.
Por ele nunca te terei, mas levarei você comigo eternamente.
Detalhes Que Eu Amo Em Você
Nunca achei que fosse amar tantos detalhes que, se pertencessem a qualquer outra pessoa nem repararia.
A verdade é que, com você, não existe detalhe que não importa!
Então, te digo que quero:
Quero receber sua ligação todos os dias, não importa pra que assunto o importante é ouvir sua voz.
Quero saber tudo de você, ouvir você, quero muito aprender com doçura de seus gestos a ser uma pessoa melhor.
Quero poder dizer a você a qualquer instante o que penso e como você é importante pra mim.
Quero sorrir com os teus sorrisos, dividir coisas engraçadas e te chamar de bicudo, até pq mesmo bicudo é lindo!
Quero ficar sentada na frente da minha casa olhando para as estrelas do céu e conversar horas no celular com você!
Quero ouvir milhões de vezes suas pronuncias mineiras, que em sua voz fica lindo!
Quero ouvir milhões de vezes você cantar trechos de musica ao meu ouvido qdo falamos no cel.
Quero ser seu porto seguro, sua companheira, sua amiga, sua conselheira e parceira!
Quero dividir detalhes da minha vida com você, quero chorar, sorrir, me lamentar e me alegrar com você!
Quero acima de tudo, mais dessa leveza que só sinto quando falo com você.
Quero que sigamos aprendendo diariamente que nada é eterno e que a felicidade esta no trajeto, não só no destino. E que não importa o que acontecer nessa estrada louca da vida, que possamos trazer dentro da gente a certeza de termos vivido algo sincero!
Quero por fim, que a felicidade seja sempre a sua melhor parceira, mesmo que eu não possa estar junto para aplaudir essa união!
Não esqueça nunca que você conseguiu extrair tudo de bom que carrego na alma
Que todos os dias me faz uma pessoa melhor!
Você é meu melhor e maior tesouro!
Vale a pena.
Amar sem pedir nada em troca
trabalhar com amor no que faz
Sonhar sem exigir resultados
Caminhar sem ter onde chegar
Deixar a vida acontecer
viver sem ter porque
Sorrir sempre
Ser amigo dos amigos
Ouvir mais do que falar
Chorar quando tiver vontade
Não deixar de se emocionar
Acreditar em alguma coisa
Ser fiel aos seus sentimentos
Nunca fingir afeição por ninguém
Ser sempre verdadeiro
Calar-se na hora certa
Falar aquilo que sente
Não fazer mal a quem quer que seja
Não exigir muito de si mesmo nem dos outros
Não tentar convencer as pessoas de suas verdades
Aproveitar todos os momentos com as pessoas amadas
viver a vida intensamente
Fazer tudo para ser FELIZ.
