Textos sobre a Morte
Ninguém conhece a ninguem, acesso ao coração do outro quem tem?
A vida é uma ilusão, quem mais se ilude é que vive bem. A realidade é terrível e cruel, uns mandam outros para o inferno e dizem que vão para o céu.
Ninguem tem certeza de nada, podes crêr, porque a única certeza que temos, vamos morrer.
PARA VOCÊ QUE lê essa msg neste instante.
Saiba/aprenda a valorizar a vida como um todo,
Valorize o fôlego de vida que tem,
Valorize a presença do outro, da pessoa que te faz feliz,
Valorize a sua existência,
Valorize a companhia...
Tenha para si que a vida nada é mais do que este exata momento em que vc ler essa msg,
a vida não é o hoje, a vida é o AGORA. Daqui a alguns segundos tudo pode não mais existir diante de teus olhos... Sendo assim, não perca tanto tempo chateado(a) com algo ou com alguém, se esforce mais, mude e tente aproveitar cada oportunidade que lhe parecer conveniente para ser feliz ou ao menos tentar ser...
A vida, minha cara(o) amiga(a) nada mais é do que um sofro, tire proveito disso e divirta se, aproveite o quanto puder.
Luciana M. Silva
SAUDADE
"Seus olhos castanhos me assombram, me dominam, desde a última vez em que o brilho dos seus olhos, brilhou de volta por entre os meus.
Nunca vão compreender o quanto a amo, receio que nem mesmo você.
Saudade da sua presença, dos seus problemas para que eu possa solucioná-los, para depois ver você com raiva, dizendo que não quer que eu os solucione.
Saudade da sua gargalhada, aquele instante em que você a carrega e aguarda para soltá-la.
Inveja da vento brincando nas ondas do seu vestido, é o mais perto que minhas mãos já estiveram.
Saudade das curvas do teu corpo, que são como as das montanhas das cordilheiras, dolorosa e a espera para que eu me perca entre elas mais uma vez.
Não desejo você, pois o desejo foi atrelado a morte, para que os homens pudessem matá-lo, entrego a você o meu amor, pois foi atrelado a vida, para que pudéssemos vivê-lo."
QUE ME MATE
Que me mate este amor clandestino
Que me mate a dor dos gemidos
Que me me mate esta fome sentida
Que me mate a dor da navalha
Que me mate os silêncios sentidos
Que me mate o fel da tua boca
Que me mate as pedras frias da rua
Que me mate a tua indiferença
Que me mate o canto dos pássaros
Que me mate a falta de coragem
Que me mate esta cobardia na alma
Que me mate este destino de morte
Que me mate a cruz pesada que carrego
Que me mate esta chuva que molha o rosto.
Cortejo fúnebre
(À esperança morta!)
Minha esperança de viver
Com o anjo da minha vida
Se foi, em mim a ferida
Ficará.... Até eu morrer
Ela está oculta, sem ver
Meu coração, não há ida
Só volto sem adeus, partida
Partes do meu ser a sofrer
No leito do caixão, esperança
Dorme.... Será? Um dia renascerá?
Trago-lhe rosas brancas, verá...
É como a cor de sua pele, branca
Tua pureza, inocência de criança
A minha paz é junto a ti, primavera
Quero o perdão do seu amor, se tivera
O meu amor estará em minha lembrança
Trago-lhe rosas azuis, cor do mar
Não quero perder tua amizade
Em ti coloco minha fidelidade
Lembro-me do brilho do teu olhar
Puros olhos azuis, feitos para amar
A minha confiança em tua integridade
E a harmonia que no meu peito invade
É o céu, o paraíso, vivo a suplicar
Trago-lhe rosas cor-de-rosa
Contemplando a tua beleza
Eu sinto tua delicadeza
Em tua presença amorosa
Teu corpo esbelto, és formosa
E tua juventude é realeza
Da mais bela nobreza
Em tuas bochechas rosadas, airosa
Trago-lhe rosas vermelhas
Cor de teus belos lábios
Teus pensamentos são sábios
Teus lábios de mel, sou abelhas
Que ficam a pousar-te centelhas
De paixão por teus anseios
Da fertilidade de teus seios
A fidelidade do meu amor, abelhas...
Trago-lhe rosas negras
Por esta separação, tristeza
Meu coração noturno, nobreza
Se mantêm firme nas regras
Queria estar ao teu lado, deveras
Juntos até a morte, certeza
Que a sorte seja a natureza
Pétalas coloridas e não alvinegras
Trago-lhe rosas verdes, esperança
Voltes a ser atuante em minha vida
O dinheiro não compra o amor, é devida
A sorte do equilíbrio de nossa dança
Na valsa da prosperidade, temperança
O descanso da juventude vivida
É crescimento do filho da grávida
Do parto a sorte, teu amor ter herança
Quem será teu filho futuro?
Agora és noiva de outro sortudo
Tua felicidade para mim é tudo
Respeito-te a decisão, é duro...
Aceitar.... Mas aceito e vivo no escuro
Adeus.... Infelizmente, contudo...
Tua felicidade a mim é tudo, sobretudo
A tua luz em meio a este cortejo fúnebre obscuro!
Hoje eu gritei
Hoje eu gritei comigo,
a raiva fervendo em cada palavra,
ódio espalhado como veneno,
amor não correspondido, uma ferida aberta.
Hoje eu gritei com ele,
em desespero e frustração,
implorando por um pouco de atenção,
mas só recebi silêncio, um eco vazio.
Hoje eu gritei com a gente,
lembranças rasgadas, promessas quebradas,
nossos sonhos desfeitos,
restos de um "nós" que nunca foi.
Hoje não encontrei os meus sapatos,
não consegui regar minhas flores,
não vejo meu reflexo no espelho,
porque a dor me cegou, me engoliu inteiro.
Porque me deixaram gritar?
Minhas vozes se perderam na tempestade,
cada grito uma lâmina cortando a alma,
até que deixei de existir, consumido pela dor.
Hoje eu gritei,
e no fim, o grito me silenciou,
morreu uma parte de mim,
que nunca mais vai entender,
a dor que ficou.
As palavras são fáceis de dizer, mas quando chega o momento de provar que realmente acreditamos no que falamos, quando nossa fé é colocada à prova, será que não começamos a questionar a própria fé e confiança?
Isso não significa que eu não sinta dor. Às vezes, o Teu silêncio corta como uma faca no peito.
Porém, mesmo quando não sinto Tua presença, continuo contigo. Nenhuma circunstância ou situação será capaz de me fazer duvidar da Tua presença em minha vida.
Minha confiança em Ti não se baseia nos meus sentimentos, mas no Teu amor — um amor que me alcançou primeiro. Ainda que tudo piore, ainda que a dor aumente, nada será capaz de me afastar da fé e da confiança que tenho em Ti.
**"Porque estou certo de que, nem a morte, nem a vida, nem anjos, nem principados, nem coisas do presente, nem do porvir... poderá nos separar do amor de Deus, que está em Cristo Jesus, nosso Senhor."**
(Romanos 8:38-39)
No palco da vida,
quando as cortinas se fecharem de um lado,
todas as coisas nos serão reveladas do outro.
Descobriremos então o que valeu a pena,
mas muito mais, o que não valeu a pena viver,
pois estávamos presos às ilusões do mundo material.
Por isso,
aqueles que mais se entregarem às experiências espirituais,
serão os que menos sofrerão do sentimento
de terem desperdiçado a vida.
Nem todos conseguem compreender, mas devido a certas circunstâncias,
precisou ser a ovelha negra
pra ser mais forte e tentar sobreviver,
antes, era mais vulnerável a morte
de tudo aquilo que lhe era importante,
muitas vezes chegou a se perder,
hoje, continua com sua imperfeição,
todavia, agora é diferente,
graças a Deus, consegue,
de formamais frequente,
unir o sentimento à razão
e de vítima passou a ser sobrevivente.
COMO VOCÊ ENXERGA (BARTOLOMEU ASSIS SOUZA)
Cada um enxerga com os óculos do coração
Com a sua visão interna, com sua luz
Alguns verão azul e tudo será azul
Outros verão amarelo e tudo será amarelo
Outros verão branco e vermelho e assim será
Outros verão cinza e tudo tornará-se cinza
Outros verão preto/negro e tudo será escuro,
cheio de trevas, decepção e até a morte
Outros verão verde e tudo será esperança e busca
Qual óculos você usa, tudo depende de você...
AUSÊNCIA DE MÃE
Perder a mãe é ter uma lápide no coração que germina ramificações que pulsam vida que o cordão umbilical ainda prende a alma dela em você, aí quando a lembrança vem em sua memória, o líquido amniótico inunda seu mundo em lágrimas...por mais paradoxal que seja esse sentimento de morte o vazio se torna vácuo e a saudade implode, paralisa e chega assim de repente trazendo a doçura do seu semblante nessa hora, exatamente como agora, nessa ausência que silencia e chora.
Mediocridade( parte 2)
Esse é o novo dia
Esse é o novo mundo 🌎
Deleitar-se com o fruto tênue da morte,
Regozijai-vos com euforia
O êxtase da alegria.
Futuro...futuro
Futuro obscuro
És a lápide dos ímpios,
Que na imensidão
Dos vales tendem a
Sumir de vista.
Jaz a terra, as vitórias,
Os tesouros e a abundância
Tens agora o perdão
Por tudo que fizestes:
O seu tão sonhado mundo;
Para ti não existe mais!!!
UM PONTO
Tudo, aliás, é um ponto.
Um ponto incerto.
Um ponto sem nó.
Um ponto de interrogação.
Um nó atravessado.
Uma incerteza dentro da outra.
Uma exclamação.
A vida
A morte
Meu norte
Meu nada
Meu tudo
Verticalizado
Nas ruas desertas.
Assim, aliás, é o meu mundo,
Enigmatizado,
Energizado,
Sem uma pretensão,
Apenas uma razão
E uma loucura.
Despedida
Sabe aquele momento da vida
em que chega a hora de despedir?
Pois é... como tenho dificuldade
para lidar com este momento.
Quando você é o aluno mais antigo
daquela perua ou daquela escola.
Quando você precisa cumprir
aquele último mês de aviso prévio.
Quando você sai toda vestida de branco
para formar outra família.
Quando você decide terminar
aquele relacionamento que não deu certo.
Quando se despede daquele encontro
que tudo foi uma graça.
Quando olha seu melhor amigo
partindo pra longe... por outros caminhos.
Quando quem você ama com tanto carinho
parte deixando você para sempre.
Está vendo? Meus olhos encheram de lágrimas.
E mesmo sabendo que despedir é libertar,
eu definitivamente não sei lidar com despedidas.
Por isso... por mais que doa uma despedida,
e aproveitando que você está presente:
que tal sorrir, abraçar, amar, perdoar,
confiar, festejar, chorar, viajar, rezar,
brincar, dançar, ler, comer, viver...
juntos... bem juntinhos... sem preconceitos...
sem medos... nem julgamentos... nem penalidades...
Porque um dia um de nós vai partir.
E para cada encontro existe uma despedida.
E se existe algo pior que a despedida,
é o remorso por não ter amado.
Eu já vi tanta gente partir da minha vida,
algumas partiram para sempre,
partindo meu coração:
mãe, pai, parentes, mestres, amigos...
Até pessoas com as quais eu não convivi,
partiram deixando saudades:
meus avós, meu irmão, meu filho, escritores, "ídolos"...
Meus olhos encheram de lágrimas novamente.
Como dói despedida.
Se após uma despedida ficaram saudades,
é porque valeu a pena o relacionamento.
A gente só sente saudades do que foi bom.
Quando se despede de quem se ama,
este alguém sempre leva um pedaço de você
e você sempre carrega um pedaço dele.
A verdade é que somos sempre parte de alguém.
Com o lenço na mão e os olhos lacrimejados,
eu lembro-me de todos com carinho.
Apesar de ser tão difícil dizer adeus,
me sinto muito bem dizer “A Deus”,
para quem partiu para sempre.
“A Deus vos recomendo.”
Faz-me muito bem acreditar no céu.
Uma vez que pra mim o céu se define em duas palavras:
Encontro e Festa.
Encontro com os que já partiram e os que vão chegar
e festa para comemorar a saudades que morreu.
No meu céu não haverá despedida.
Olha que coisa boa!
Por isso enquanto viver
não quero saber lidar com despedidas,
até porque por de trás de uma despedida
sempre há uma vida nova chegando
e sempre há uma vida pra ser vivida.
Sim a vida é dura, nem tudo o que se quer se tem.
Temos que batalhar pelo que queremos, e muitas vezes não se obtém o sucesso desejado.
Muitos desistem de seus sonhos, acredito que por pura idiotice. Estamos carecas de saber que a vida não é fácil, e se você não aguenta o "tranco", cai fora que você esta no lugar errado.
Viver não é para os fracos baby.
Imagine um mundo bem diferente desse. Não, não é simplesmente porque o céu tem outra coloração ou a fauna e a flora são diferentes. Imagine um lugar... podemos dizer corrompido? Acho que corrompido é uma boa palavra. Um lugar caótico onde a principal força reguladora foi destruída. Um lugar único em todo o multiverso, um lugar que conseguiu destruir a morte. Não é tão doce quanto se pensa, há o mais básico dos perigos de se matar algo tão poderoso, mas há efeitos ainda mais imprevisíveis.
Imagine um lugar onde nada morre: toda criatura vaga por aí, sendo devorada e se reconstruindo, quase nunca de forma totalmente igual a anterior. Doenças não sumiram, pelo contrário: sem a morte para levar embora bactérias, doenças são mais comuns que nunca. Ferimentos crônicos sem esperança de alívio, traumas, fantasmas metafóricos de passados para sempre assombrando os vivos. Esses são os efeitos básicos de se lidar com isso. Há coisas ainda piores em antagonizar a morte, coisas que poucas pessoas pensam.
Imagine que a Morte também é responsável por manter a sanidade de um dado local. Não de seus cidadãos, mas do local em si. Imagine um mundo onde som, luz e cheiro se misturam, onde as rosas gritam cores e cada segundo que se mantem os olhos abertos, se ouve os gritos das cores. Imagine um mundo onde sons despertam sabores, memórias e reações do corpo. Onde a própria luz do sol esmaga, acaricia, estapeia, queima e congela ao mesmo tempo. Onde todas as cores pulsam com vivacidade impar, onde todos os cheiros são tão fortes que queimam imagens estranhas na retina. Isso também não é o pior em se retirar uma das forças reguladoras do universo de um dado local.
O pior são as mutações. Criaturas ainda caçam, homens ainda guerreiam; a imortalidade não acabou com conflitos e instintos básicos dos viventes. Felizmente, após ferimentos as pessoas se consertam sozinhas, ninguém sabe de onde vem a massa extra necessária para repor membros e ninguém quis realmente se preocupar com isso, afinal, a cavalo dado não se olha os dentes. O problema é que isso era um cavalo de Troia.
O que era reposto era, quase sempre, ligeiramente diferente do original. Talvez os dedos de uma mão fossem mais juntos, talvez uma das pernas tenha joelhos voltados um pouco para o lado... isso não importa, né? Não, provavelmente não importa ao curto prazo. Não interessa se, depois de algumas regenerações todos acabassem com estranhos tentáculos preênseis no lugar de braços ou com estranhos rostos ovalados, sem olhos e de longas bocas, ainda estavam vivos. Ninguém se importava se os animais estavam ficando cada vez mais ferozes, loucos e destruidores, a morte não era permanente. Que se danasse que o próprio universo estivesse virando uma grande massa cancerosa, que a biologia da humanidade estivesse completamente diferente e que cada criatura naquele universo se tornara uma aberração lovecraftiana. Ainda estavam vivos. A mutilação e seus corpos, a corrupção de suas essências, a violação de seus sentidos... tudo isso era um preço pequeno a se pagar, não era?
Não era?
Não?
Eu não acredito em nada que diz ser eterno ou nem que há vida eterna para um espírito que
florescerá e que terá nova chance. Por outro lado, a única maneira do homem se aproximar de uma
"eternidade" é deixar seus rastros genéticos pelo mundo, fazendo filhos, deixando herdeiros e
descendentes. Mas penso que esta é uma forma egoística que os homens encontram para perpetuar suas pegadas e impressões que deixaram no mundo e assim dar continuidade à vida.
Ninguém precisa sofrer na própria carne as dores do mundo. Ter consciência destas dores é uma forma de tormento. E eu sei que nem todos os ascendentes deste mesmo homem terão esta consciência, essa supraconsciência, melhor dizendo. Então, aqueles que decidem em não ter filhos, amam ainda mais a vida e até mesmo seus filhos em alguma reminiscência platônica, digamos assim, porque não querem deixar as misérias do mundo, as injustiças e toda desgraça para eles. Às vezes a morte não é motivo para dar continuidade a nada. Ao contrário, pode servir de remate de todas as promessa, de todas as dores e expectativas vãs.
Essência do ser
Cada segundo que se passa
Me aproximo do inevitável
O que antes me assustava
Hoje nem me estressa mais
Quero ter a sensação
De finalizar minha vida
Me aproximar do fim
Relaxar no seio da morte
A cada segundo que se passa
Eu ganho mais coragem
Para me esfaquear
Tudo em prol do fim
Mas eu penso naqueles ao meu redor
Me fazendo questionar
Morrer ou não morrer
Sinto o carmesim do meu corpo
Querer extrapolar de dentro
E honestamente nem ligo mais
Só quero o fim desse inferno pessoal
Em tributo aos guerreiros
Nesta tarde relembro de você
e corro para as fotos, para
ver seu rosto. Sua morte me
fez solidão
Você vive nas memórias
da minha mente, sou menino
repleto de recordações
Como sua paixão por café, nosso
passeio no circo e aquele quintal
de terra vermelha, cheio de
plantas em especial o pézin
de coloral
Meus filhos veem suas fotos e me perguntam quem é?
Com lagrimas nos olhos
respondo que você foi uma
das pessoas mais incríveis
que conheci; E nada
mais que isso
Se eu sonhar com você hoje...
subirei correndo até a sua casa.
Chorando pela humanidade
De mãos amarradas
Com a voz embargada
Abraço o frio e fome que assalta
Estranha terra entranha
Exultam um Deus que mata
Crianças sem chão e mulheres que maltrata
Muros perseguem os puros
Ódio que mancha brancos e escuros
Velando a morte de um futuro.
- LÁGRIMAS HUMANAS -
