Textos sobre Humanidade
Toda a tecnologia que envolve a humanidade não é causa de mentiras que se consolidam em notícias falsas; em verdade, a mastodôntica congregação virtual de indivíduos é apenas a singela ferramenta de que hoje nós dispomos. Ferramenta poderosa, porém, arriscada e imprevisível quando ao alcance dos que são burrinhos: um AK-47 carregado e destravado, amparado por um desastrado orangotango.
O sal tempera o mundo em detalhes e não se importa com comentários. Sem ele, a humanidade perderia o toque sutil e suave do sabor. Ele cura, equilibra, realça, faz o milagre acontecer. O sal não espera aplausos, nem deseja a presença da realeza; nos mínimos detalhes, ele é vida no tempero, alegria do sabor.
A humanidade é conduzida e manipulada para que jamais conheça, por inteiro, a verdade e a verdadeira história de si mesma. A internet, embora revele fragmentos e ajude a clarear certos pontos, ainda nos entrega apenas migalhas diante do banquete da realidade. O céu continua sendo um sonho distante, porque não compreendemos a origem nem os mistérios da criação.
A raça americana é a mais perigosa da humanidade: eles se consideram superiores e tratam o mundo como se fosse o quintal de sua casa de quinta categoria. Nós, como Brasil soberano, precisamos repensar urgentemente nossas estratégias bélicas, aproximando-nos de potências como Rússia e China, a fim de evitar nos tornarmos meros fantoches na imposição da “paz mundial” que eles ditam.
Nos dias de hoje, vemos a humanidade criar "máquinas" cada vez mais velozes, que aceleram nosso cotidiano e nos permitem fazer mais em menos tempo. No entanto, percebemos que, apesar dessa *velocidade* , nosso tempo não se *prolonga* . O tempo é um dom precioso que nos foi dado pelo criador, e é no Senhor que encontramos o propósito e o significado para administrar cada minuto de nossas vidas. Deus, ajuda-nos a usar o tempo que nos é dado para glorificar-Te e fazer a Tua vontade. Que possamos aproveitar cada oportunidade para amar, servir e honrar-Te em tudo que planeamos fazer.
Injustiça perpetrada é, em essência, uma violação da própria humanidade, pois aprisiona o coração em correntes de culpa e ressentimento. O ato de perdoar e buscar a justiça com compaixão não apenas liberta o injustiçado, mas também oferece ao injusto a oportunidade de redenção e paz interior
Deixo como legado à humanidade não riquezas perecíveis nem glórias efêmeras, mas um espólio moral forjado na integridade. Entrego ao tempo a ética como bússola, o comprometimento social como dever e a honradez como forma de existência. São princípios e valores que elevei à condição de bens sagrados, inegociáveis e fora do comércio dos homens. Não se curvam ao poder, não se rendem ao medo, não se vendem à conveniência. Que permaneçam como testemunho de que viver com dignidade é, em si, um ato de resistência e de eternidade.
Um dos sentimentos mais perverso da humanidade é a inveja,é querer ser o que o outro é ,é desejar o que o outro tem...as pessoas esquecem ou não consideram que são filhos do mesmo pai celestial que dá oportunidades para todos sem exceção,para isso Deus nos deu o livre arbítrio para que corramos atrás dos nossos sonhos e não do que é do outrem,todos nós somos capazes,para que perder tempo cobiçando o que é do outro,use o seu tempo para suas conquistas e seus ideais honestamente, com certeza Deus vai ajudar,convença-te que você também pode,também é capaz e seja muito feliz,só assim então começarás a se amar,e amar a vida que Deus te deu.
"Apesar da evolução da humanidade, permanecem mais dúvidas que certezas. Do mesmo modo que o infinito pode ser qualificado em suas formas e atê comparado em diferentes ordens matemáticas, mas jamais quantificado como um número finito, também nós não conseguimos ultrapassar os limites de nossa ignorância diante do universo e dos mistérios da criação." -Leonardo Azevedo.
“No Natal, o nascimento de Cristo nos recorda que o verdadeiro propósito da humanidade é o amor incondicional, sem distinções.” - Leonardo Azevedo. A frase articula o Natal não como um evento meramente histórico ou ritual, mas como um marco ético e existencial, ao apresentar o nascimento de Cristo como um chamado à memória ativa do propósito humano. Ao afirmar que esse propósito é o amor incondicional, a sentença desloca o eixo da experiência natalina do sentimento passageiro para um princípio estruturante da convivência humana, enquanto a expressão “sem distinções” amplia o alcance da mensagem, recusando fronteiras morais, culturais ou identitárias. Assim, o enunciado propõe uma compreensão do Natal como oportunidade de realinhamento da consciência coletiva, onde a humanidade se reconhece não pela diferença que separa, mas pela capacidade de amar sem condições que excluam.
Nos tempos antigos, a humanidade esculpiu seu legado na natureza, erguendo templos em reverência à terra. Hoje, movidos pela ganância — por meio da mineração, da pecuária e de outras formas de exploração — destroem a própria fauna e flora que os sustentam. É trágico perceber o quanto a humanidade se afastou da natureza, abandonando o olhar científico que antes a observava com admiração e respeito.
No que concerne à vida posso dizer que o propósito da humanidade é ser feliz nessa terra, se assim se deixa transparecer na beleza da natureza. E de todas as vidas, temos somente esta vida, pois quem não vê o reino dos céus nesta vida, nunca o verá na próxima e os segredos se escondem dentro de nós mesmos, no olhar sensível que compreende o indizível. O belo está no passado, no presente, no futuro, e em todas as nossas existências, já que é um elo entre este mundo e o vindouro a preecher a face do céu, vestido de simplicidade e bondade. Quem planta a beleza é um semeador de novas riquezas, que se multiplicam na altura do agora nas alegorias do afeto e pede à humanidade nada mais que um sorriso a colorir a cidade. Mas tantos desconhecem se estão cegos no afazeres diários e os raios de sol perguntam por quanto tempo vão ignorar a natureza que permite ver a beleza de seu espírito, símbolo do amor? E o tempo se pergunta até quando os seres humanos honrarão os mortos e esquecerão os vivos? Essa pergunta é um louvor ao presente, às pessoas presentes, que trabalham palavras para levar adiante um pouco do seu olhar que busca e leva a paz, como alimento da alma e harmonia com tudo que nos cerca no caminho da luz. Claramente vejo no meu terceiro olho a melodia que abraça o meu entendimento. Minha tentativa de tecer versos é uma canção de liberdade, que não se faz sozinha, mas com plenitude de coração. O poema tem pressa e não pode esperar a perfeição, pois somente as canções que morrem jovens em meus lábios viverão no coração humano.
Quem sou eu como psicóloga se, antes de tudo, não reconheço minha própria humanidade diante da humanidade do outro? É no encontro de humano para humano que os sentimentos encontram espaço para existir, ser acolhidos e compartilhados. Sem essa conexão genuína, o que realmente conseguimos dizer sobre aquilo que sentimos?
Apesar dos percalços provocados pela falta de humanidade ou senso de alguns, ainda permaneço com a bondade e o desejo eterno de ajudar ao próximo. Acredito que isto me permite ver a tristeza que algumas pessoas carregam nos olhos e o quanto de maldade que proferem de suas bocas, como um veneno que tentam expelir de si mesmo. Ser forte e ter força significa usar o coração. #liçãododia
A humanidade sempre buscou abrigo em outros corpos, mas nós, pobres criaturas vitimadas pela tecnologia, tornamos essa busca tão superficial que perdemos o tato pelo calor humano. Preferimos nosso refúgio, silenciando tudo aquilo que não toleramos. Talvez, se pudéssemos por alguns minutos recuperar a ingenuidade da adolescência, sentiríamos a verdadeira essência da vida.
Atrevo-me a contradizer Al Gore. A trajetória da humanidade nos conduz a práticas sustentáveis. É verdade que esse movimento é impulsionado por interesses econômicos, mas ele está acontecendo. Veículos elétricos estão aparecendo, purificando o ar e as cidades. Al Gore, você errou feio nas previsões!
"A história da humanidade é tecida pelas batalhas que vencemos juntos. No momento mais doloroso do nosso século, a ciência não foi apenas uma resposta técnica; ela foi a luz que nos devolveu o abraço, o fôlego e a esperança de um amanhã. Cada dose de vacina aplicada, cada vida salva e cada diretriz da Organização Mundial da Saúde (OMS) representam a vitória do amor ao próximo sobre o medo. Contra o esquecimento e a desinformação, preservamos a memória de que a nossa maior arma sempre será a solidariedade guiada pelo conhecimento."
Por mais duro e insensato que possa parecer, dentro da historia da humanidade, amamos e cuidamos de nossas crianças, como iguais a nos, um pouquinho mais de 220 anos. Antes as crianças da população em geral, eram do mundo, invisíveis nas sociedades, só fonte fidedigna de problemas por isto, e por conta deste errôneo conceito, o abandono. A pediatria moderna surgiu no final do século XVIII e início do XIX, evoluindo da visão da criança como "pequeno adulto" para um ser com necessidades biológicas e sociais próprias. O marco inicial da especialidade foi a fundação do Hôpital des Enfants Malades, em Paris, em 1802. Mais só se consolidou em 1880.
“A Segunda Guerra Mundial revelou até onde a humanidade pode chegar quando o ódio se converte em política de Estado e o 11 de Setembro demonstrou até onde o fanatismo pode conduzir quando a vida humana é transformada em instrumento de uma causa. Diferentes em escala e natureza, ambos permanecem como advertências de que nenhuma ideia, crença ou projeto de poder pode ser colocado acima da dignidade humana.”
A internet prejudicou a humanidade porque criou oportunidades para que todo tipo de diarreia mental seja despejada nas redes sociais por mentes doentes. Frequentemente, indivíduos que mal concluíram o ensino básico, que mal sabem ler e/ou escrever, contribuem para o acúmulo diário de verdadeiro excremento mental nas redes sociais, criando um ambiente insalubre, um esgoto a céu aberto. Os Estados precisam encontrar maneiras de higienizar as redes, reduzindo assim os germes das notícias falsas a um nível seguro.
