Textos Sinto sua falta Amiga
A BETHÂNIA
Maria Bethânia
deixa nossa pátria mais amada.
Sua voz é consolo para alma.
Seu cântico é oração.
Ela é a própria expressão da poesia,
Deixa o coração de minha Santo Amaro cheio de alegria...
É o livro que nós devora.
É a flor a desabrochar....
Maria Bethânia não é padroeira,
Mas é a nossa deusa!
PANTERA NEGRA
Nela tudo me encanta:
Seu caminhar sedutor, sou sua mata.
Seu sussurro feroz é como ouvir Milton Nascimento...
Seu olhar de caçadora (caçadora de mim), que não espanta a caça: só dá o bote certo.
Sua cor preta tão reluzente, que distingue em meio as tigresas.
Sua boca: que preza! Me deixa comido (mas ainda sinto fome)
Tem um bom faro,
Que me encontrou.
Eu inverti a Cadeia Alimentar:
Fui caçar a Pantera Negra.
Até o eu-lírico do Milton,
Que só falta falar a língua dos anjos, tentou resumir:
"Por tanto amor
Por tanta emoção
A vida me fez assim
Doce ou atroz
Manso ou feroz
Eu, caçador de mim"
Eles
Ele: Olá, vc gosta de flores?
Ela: Sim, gosto muito, amo flores!
Ele: Então deixa eu ser sua primavera!
E assim começaram a sua história, tinha tudo para ser um "Eduardo & Mônica" se preocupavam um com outro, sorriam, brigavam, tinha tudo para ser um relacionamento duradouro.
Mas de repente, as cartas mudaram
Ele mudou
Ela continuava apaixonada
Ele deixava ela sozinha
Ela só queria ele de companhia
Ele falava com outras
Ela falava dele para outras
Ele esqueceu dos beijos
Ela queria viver novamente os beijos
Ele disse adeus
Ela chorou
Ele continuou a ir atrás de romances
Ela, bem, ela continuava a chorar
A pergunta fica, o que houve com o sentimento do início?
Ele falou da boca pra fora.
Ela ouviu do coração pra dentro
Mas de repente, como uma rosa que tem espinhos para se proteger, algo nela foi edificado
Ela tinha uma fé bonita de que a vida lhe traria tudo o que sonhou. Tinha pressa... Mas repetia na frente do espelho: 'tudo, tudo, tudo em seu tempo!' "
Por isso hoje em dia ela navega nas profundezas do amor próprio, e nunca mais vai naufragar em sentimentos razos.
Ela, ela é feliz!
Ele.............
Leve na sua memória aquilo que lhe dá esperança
O que passou já era
Resista ao frio
Refresque no calor
Viva com prazer de viver
Viva com amor
Pois como diz Bob Marley
O Coração humano pode destruir o sentimento de uma flor, mas jamais vai destruir a beleza de uma primavera.
Rai Mota
Salmos 91:10-11
A existência humana, em sua frágil tessitura, sempre se viu cercada por incertezas, assaltada por inquietações que brotam das sombras do desconhecido. No entanto, o eco transcendental do Salmo 91:10-11 ressoa como uma promessa de proteção sublime, um pacto entre o eterno e o efêmero, entre a infinitude de Deus e a vulnerabilidade do homem. Não é um discurso de imunidade física ou ausência absoluta de adversidades, mas um chamado à confiança inabalável em uma providência que transcende o visível e o tangível.
"Não te sucederá mal algum, nem praga alguma se acercará de tua tenda." Aqui, não se trata de um escudo que bloqueia os ventos da tribulação, mas de uma segurança que repousa na fidelidade divina, capaz de transformar a tempestade em aprendizado e a angústia em esperança. O mal, em sua natureza fluida, pode atingir o corpo, mas jamais penetrará a fortaleza da alma que crê. A tenda, símbolo da morada transitória, torna-se um espaço sacralizado pela presença divina, um santuário que, mesmo em meio ao deserto da vida, está protegido por mãos invisíveis.
O verso seguinte expande essa promessa em uma visão quase celestial: "Porque aos seus anjos dará ordens a teu respeito, para te guardarem em todos os teus caminhos." Aqui, a figura dos anjos não é meramente decorativa, mas um testemunho da intimidade entre o Criador e sua criação. São agentes do cuidado divino, enviados não para evitar os passos incertos, mas para assegurar que, mesmo nos caminhos mais escarpados, a queda não será definitiva. Cada trajetória humana, com seus erros, desvios e lutas, é acompanhada por essa vigilância amorosa, que não impõe, mas guia, que não anula a liberdade, mas a protege do abismo.
Este texto sagrado não promete uma existência isenta de desafios, mas sugere que há uma força maior que reordena o caos e que acompanha cada ser humano em sua jornada única. O mal pode rondar, mas não prevalecerá. A praga pode ameaçar, mas jamais encontrará morada naqueles que habitam sob as asas do Altíssimo. É uma declaração de fé que transcende o literal e se enraíza no espírito, uma lembrança de que, mesmo em meio às adversidades, há um propósito divino que transforma a vulnerabilidade em força.
Ao contemplar essas palavras, o coração é convidado a repousar na certeza de que não caminha sozinho. Pois o cuidado divino, manifestado de forma tão poética e poderosa, é um lembrete de que a existência, ainda que marcada por incertezas, encontra segurança na fidelidade daquele que guarda os caminhos de seus filhos com zelo eterno.
A essência Divina e a existência…
A condição humana revela, em sua paradoxal essência, um drama silencioso: aqueles que se proclamam oriundos da eternidade divina, mas vivem sob a penumbra de uma orfandade volitiva, exilados da própria autonomia. Filhos de um princípio absoluto, mendigam a aprovação alheia como se o valor de sua existência estivesse condenado a um juízo externo. Reivindicam uma ascendência celestial, mas curvam-se, em angústia, à necessidade de aplausos, como se suas ações só alcançassem realidade sob o selo de um olhar validante. Há, nesse dilema, um contraste pungente entre a fé que professam e a fragilidade que os paralisa diante de cada escolha, de cada divergência, de cada silêncio que não lhes devolva um eco favorável.
Se a origem é a infinitude, a filiação divina não confere submissão, mas autoridade; não promete servidão, mas uma herança inalienável. Aquele que nasce da plenitude do Ser não se debate em indigência espiritual, pois o dom que lhe é dado não se implora, não se negocia, não se sujeita. Contudo, o que se observa é a inversão desse desígnio: uma multidão de pretensos herdeiros a vagar em torno do tribunal da opinião, reduzidos a sombras de si mesmos, temerosos de afirmar sua própria luz. A grande ruptura não reside na ausência de fé, mas na abdicação de sua potência; não na negação do divino, mas na covardia que se disfarça de reverência.
A fé genuína exige mais do que a repetição mecânica de dogmas: ela clama pela coragem de pensar, pela ousadia de agir, pela firmeza de suportar o risco do erro e o peso da responsabilidade. Não se curva à conveniência do conformismo, mas se ergue na integridade de quem honra o nome que carrega. Tal fé é uma força criadora, que não teme o vazio, mas o atravessa; que não se contenta em esperar permissões, mas inaugura caminhos.
E há, sim, aqueles que, ao invocarem a origem divina, tornam-se arquitetos da própria existência. Não medem a grandeza de seus passos pelo julgamento alheio, mas pela coerência de seus propósitos. Estes, em sua silenciosa audácia, contrastam com os que, embora clamem por uma linhagem sagrada, permanecem acorrentados à inércia, hesitantes até mesmo em sonhar. A verdadeira herança do Altíssimo não se encontra na apatia da dependência, mas na plenitude de quem ousa viver à altura de sua origem eterna.
Fé, verdade e novo começo…
Você não perdeu a fé. O que se esgotou foi sua paciência com o engano. A crença verdadeira permanece, sólida, intacta, como um alicerce que resiste às tempestades. O que se desfez foi o véu que encobria a mentira, o filtro que permitia à falsidade se perpetuar sob a aparência de verdade. Não há desistência, mas sim despertar. Não há fraqueza, mas força. Ao rejeitar a dissimulação, você escolhe a clareza, a lucidez, a coragem de enxergar o que antes se acomodava nas sombras. Esse é o início de uma jornada onde a honestidade assume o protagonismo, onde a autenticidade se afirma como única rota possível. O que parecia cansaço é, na verdade, poder. Um impulso renovador que rompe com tudo o que é falso e abre caminho para a verdade plena.
Futebol Europeu: marketing e monopólio…
O Mundial de Clubes, com sua vitrine global, tem, a meu ver, exposto uma faceta curiosa e talvez conveniente do futebol europeu. Observamos clubes, frequentemente alçados ao patamar de intocáveis por sua suposta excelência técnica, demonstrando uma notável fragilidade diante de condições que escapam ao seu ambiente meticulosamente controlado. É como se fossem atletas cultivados em estufas, habituados a um cenário de perfeição, e que, confrontados com a pressão de uma realidade mais crua, revelam uma inesperada vulnerabilidade. Essa percepção se intensifica quando imaginamos essas equipes em um contexto como a Libertadores, por exemplo. Duvido que muitos clubes europeus, se é que algum, conseguiria suportar a intensidade de uma partida na altitude, com a paixão avassaladora das torcidas sul-americanas e em campos que, nem sempre, são os impecáveis "tapetes" a que estão acostumados. É fácil prever que, nessas condições, muitos de seus jogadores recorreriam à equipe médica antes do apito final.
Essa mesma dinâmica, inclusive, pode lançar luz sobre a inconstância de desempenho de diversos jogadores brasileiros quando retornam para defender a Seleção Nacional. Acostumados com a infraestrutura de ponta, os gramados perfeitos e uma pressão diária, talvez, mais branda em seus clubes europeus, esses atletas frequentemente encontram um abismo ao retornar ao futebol sul-americano. Aqui, a intensidade é palpável, a marcação é implacável e a cobrança, tanto da mídia quanto das torcidas, atinge níveis estratosféricos. Essa transição do conforto europeu para a intensidade aguerrida do futebol daqui parece ser um fardo pesado para alguns, explicando a discrepância entre sua performance em clubes e na seleção.
Minha profunda desconfiança é que o futebol europeu, em sua essência, é uma obra-prima do marketing, meticulosamente construída ao longo das décadas. Um investimento colossal em publicidade, infraestrutura e promoção culminou na metamorfose da UEFA Champions League em um fenômeno global, quase um "campeonato mundial" não oficial. Essa percepção, embora possa ser uma ilusão magistral, é o pilar do sucesso comercial que os europeus colhem. É essa aura de "o melhor do mundo" que atrai os maiores patrocínios, garante os contratos mais vantajosos de direitos televisivos e, consequentemente, permite que os clubes ofereçam salários astronômicos a seus jogadores. Nesse palco, o valor de mercado de um atleta, especialmente aquele que já atua em solo europeu, atinge cifras que parecem desafiar a lógica, muitas vezes infladas não pelo seu talento intrínseco, mas sim pela colossal máquina de marketing que os envolve.
Historicamente, nós, sul-americanos, nos destacávamos pela pura técnica e a inata habilidade individual, enquanto os europeus eram reverenciados por sua disciplina tática, estratégias apuradas e um coletivo forte que os impulsionava a uma posição de destaque no cenário global. Essa combinação de estratégia, disciplina e organização, frequentemente complementada por talentos individuais notáveis – que, em sua esmagadora maioria, eram jogadores sul-americanos comprados a preço de "banana" – era a receita do sucesso. Ao vestir a camisa de um time europeu, esse mesmo talento ganhava um valor astronômico e, por vezes, um passaporte privilegiado para ser eleito o melhor do mundo. Afinal, é uma realidade inegável que, na prática, esse título ou a própria oportunidade de ser considerado para ele dificilmente se estende a jogadores que atuam em qualquer parte do mundo que não seja a Europa.
O título de melhor jogador do mundo, até hoje, é concedido exclusivamente a quem atua na Europa. Essa restrição, a meu ver, não apenas evidencia um esquema de favorecimento aos europeus, mas também cria um incentivo irresistível para que todos os jogadores talentosos do mundo queiram, e necessitem, atuar por lá. Curiosamente, num passado não tão distante, a maioria desses prêmios individuais era detida por sul-americanos, uma prova irrefutável do nosso talento inato e um grande chamariz para tantos sonhadores do nosso continente. Isso, obviamente, realimentava o ciclo de "colonização", onde nossos craques eram levados para o Velho Continente.
No entanto, com a inegável ascensão do futebol sul-americano no cenário mundial, não só em força técnica e tática, mas também em prestígio e, importantemente, financeiramente, tenho observado uma mudança sutil, mas perceptível. Agora, parece que há uma tentativa, quase que uma forçação de barra, para que esse título de melhor do mundo seja sempre atribuído a jogadores europeus. Em outras palavras, a estratégia pode ter mudado, mas a intenção primordial permanece a mesma: perpetuar a narrativa de que os europeus são, invariavelmente, os melhores.
Acontece que os times sul-americanos estão em plena ascensão, desenvolvendo administrações mais robustas, implementando esquemas táticos mais sofisticados e aprimorando sua disciplina em campo. Essa evolução notável é um reflexo direto do desenvolvimento de nossos próprios treinadores e, também, da crescente atuação de técnicos europeus e de outras nacionalidades no futebol sul-americano, especialmente no Brasil. Os resultados dessa transformação estão se manifestando claramente no Mundial, onde a "máscara" europeia parece estar sendo progressivamente arrancada.
A performance dos times brasileiros demonstra que, com disciplina e uma estratégia bem definida, aliadas aos nossos talentos individuais – que, em muitos aspectos, são infinitamente superiores aos europeus –, podemos reverter essa narrativa. Minha crença é que, se os clubes sul-americanos tivessem a oportunidade de disputar a UEFA Champions League, os europeus teriam que suar muito mais por esse título tão cobiçado. E, inversamente, se os europeus se aventurassem a jogar a Libertadores, com suas altitudes desafiadoras, as viagens extenuantes e todos os outros contratempos que a competição impõe, suas chances de sucesso seriam consideravelmente reduzidas. É hora de a verdade e a justiça virem cada vez mais à tona. Está na hora de deixarmos de ser meras colônias e, finalmente, assumirmos nosso merecido posto de protagonistas no cenário do futebol mundial.
Estrela polar…
A vida é um vasto oceano, onde cada um de nós é um navegador corajoso em sua própria embarcação. O foco é a bússola, que nos guia através das águas turbulentas e nos mantém firmes na direção dos nossos sonhos. A determinação é o vento incansável que inflama nossas velas, impulsionando-nos adiante, mesmo quando o horizonte parece distante.
A fé é a estrela polar, brilhando constante no céu noturno, oferecendo a certeza de que, mesmo nas tempestades mais ferozes, há um caminho seguro traçado pelo CRIADOR. A esperança é o farol distante, cuja luz cintilante nos lembra que, por mais escuro que seja o presente, há sempre um amanhecer à frente.
É preciso navegar sem medo, confiando plenamente na proteção divina, sabendo que o oceano, por vezes calmo e outras vezes revolto, é apenas parte da jornada. Para alguns, a travessia é rápida e suave; para outros, é lenta e repleta de desafios. Mas, em cada onda superada, aprendemos a arte da resiliência e a beleza do crescimento.
Coragem é o leme firme em nossas mãos, e desistir não é uma opção para aqueles que acreditam. Pois, ainda que as águas sejam desconhecidas, cada dia é uma nova oportunidade de ser melhor que o anterior. Seguir o caráter e a essência do CRIADOR, com fé e conexão, transforma o impossível em realidade.
Assim, navegamos com o coração inflamado de propósito, sabendo que qualquer batalha pode ser vencida. A cada novo amanhecer, renovamos nosso compromisso de perseguir nossos sonhos, certos de que, sob a orientação divina, chegaremos ao porto seguro de nossas realizações.
-Desilusão-
"Sem querer,descobri
sua mentira,contei-lhe
os meus segredos,
confiei,me entreguei...
Enquanto eu
te amava,sofria,chorava...
Você,somente ria.
Zombou do meu amor,
de quem mais lhe queria
e agora por outra me deixou...
Espero que,sejas feliz,
e que a sua nova conquista
não o faça sofrer
dessa dor...
Ergo a minha
cabeça,mas coração
sangra,chora,
de tristeza por
causa de você...
Tanto amor,
que eu lhe dei,e
você desprezou,e
zombou e jogou
fora...
Amei tanto,
e minh'alma
agora chora,
chora como
uma criança,
indefesa,que
sem querer,
sem lutar,
deixou o
seu pássaro
voar e em
outro ninho
pousar...
Não quero
mais amar,
essa
dor passará,
e sem ti
para bem
longe,irei voar,
feliz serei,
mas sozinha,
eu quero estar,
minha companhia
é preciosa,meu
amor é generoso
e para mais
ninguém irei
entregar,esse
meu coração,que só
à Ti.queria
desejar e cuidar...
E só à,Ti,esse
coração sabia
amar..."
Tatiane Oliveira-*
00:31 hrs
31.07.2014
O homem bêbado
Que infame destino e desventura
de um homem inominado
insciente de sua loucura
e de um mal indomado.
Sua vida perdeu a doçura
de um passado abençoado
resta-lhe hoje desprezo e agrura
em seu demônio algemado.
Há uma mente indivisível
olhando para o homem bêbado
em seu antro de tortura...
Pra Deus nada é impossível.
Alma serena
Dentro dos seus olhos claros, encontro meu refúgio no seu toque suave. Na sua voz doce, sinto-me guiado, e em seus seios, descubro uma paz que evoca a beleza enigmática do quadro da Monalisa. Tu és minha inspiração, meu amor, minha paixão e meu tudo, principalmente, a chama que acende meu desejo.
Caio Vinícius dos Santos costa
Acordei feliz, a noite despertou alguma esperança em mim
Os problemas pareciam menores
Sua ausência, insignificante
Nossas memórias, distantes
Jurei que seria diferente
Saio do quarto, bagunça pela casa
Minha mãe reclamando das mesmas coisas
O rádio ligado naquela mesma estação insuportável
Você aparece em minha mente
Tudo definha, tudo se perde
A esperança parece se afogar
O que é felicidade mesmo?
Aí, que vontade de beijar sua boca e dizer
Faz, do jeitinho que eu sei que cê gosta, então
Vai, sua mão na minha nuca e eu seminua é paz.
As estrelas que eu vejo no seu travesseiro, traz.
Um sossego que eu quero ter cada dia mais.
Sim, tô partindo no avião das cinco, as seis eu tô aí.
Raste o colchão pra sala e abre o portão pra mim.
Imagine meu corpo e seu corpo cheirando açaí.
Se pastor Mário Belchior fosse aqui.
Ah, se Indiara fosse ao lado de Cajati.
Diga, que não vamos mais fazer amor por telepatia.
Que meu corpo e seu corpo é letra e melodia.
Seu olhar dentro do meu olhar, é pura magia.
Sua mão puxando meu cabelo, olha como combina.
E se não combinar, dá jeito, se vira.
Ah, é duro dizer, mas cansei de imaginar.
Tô sentada no quarto, esperando esse dia chegar.
Pedindo ao Papai do Céu pra antecipar.
Nosso encontro que chega e deixa eu te amar.
E se ao escutar ficar louco, corre pra cá.
Composição: Josielly Rarunny
Se você soubesse que a vontade que eu tô de você tá maior que a sua vontade de mim, o que faria com essa informação? Como seria nossa relação depois de revelar esse mistério? Que não é nenhum mistério né?! Deve estar estampado no meu olhar, deve estar escrito no meu sorriso, é que eu não consigo mais falar.
Se você soubesse que a vontade que eu tô de você tá maior que a sua vontade de mim, com certeza experimentaria o sabor da minha boca pós gole de vinho, com certeza se atreveria a sentir de perto o perfume do meu cabelo e te asseguro, se entorpeceria.
Se você soubesse que a vontade que eu tô de você tá maior que a sua vontade de mim, sem sombra de dúvidas apostaria mais nos toques, arriscaria uma mão travessa e pressionaria meu corpo contra o seu durante um abraço.
Se você soubesse que a vontade que eu tô de você tá maior que a sua vontade de mim, provavelmente derramaria de propósito um gole de café no decote da minha blusa, só para me oferecer ajuda ao me limpar, inclusive acredito na sua ousadia de utilizar sua boca olhando fixamente em meu olhar.
Se você soubesse que a vontade que eu tô de você tá maior que a sua vontade de mim, nossos corpos se encontrariam ao embriagar, aposto que a culpa seria do vinho, do drink ou do gyn, e olha que eu nem gosto de gyn, mas o gosto do seu beijo eu tô maluca pra sentir.
E eu aposto que se você soubesse que a vontade que eu tô de você tá maior que a sua vontade de mim, faria com que insanidades sexuais fossem cometidas urgentemente, claro que mesclada com a sutileza e sedução que só você tem, com o mistério e imprevisão que habita em ti, com esse sabor de quero mais que você sempre deixa em mim.
Arrisco dizer que se você soubesse que a vontade que eu tô de você tá maior que a sua vontade de mim, me convidaria a incendiar seu quarto junto de ti, e acredito que o calor dos nossos corpos seria o suficiente para tal atrocidade.
Será que meu olhar te conta? Será se meu sorriso e olhar fixo demonstram? Meu desejo é que saiba que a vontade que eu tô de você tá maior que a sua vontade de mim, mas não espere que eu te conte, ficará no ar, já está.
Quando você está longe
Meu coração branqueia
Não em paz pela sua distância
Mas em agonia pela tua ausência
Tudo em meu corpo feneceu
Onde antes suas raízes estavam
E brotava a vida
De nosso amor conexo
Fico com pedra sem viver
Sem tempo ou tudo
Esperando em meu mundo
Sua volta esperada
Quando retorna em destino
Fica ao meu lado
Meu coração vermelha
E pulsa com vida e amor
Não parta mais
Fica em mim ...
Deixa ruge meu peito
E feliz minha alma
morrer lentamente
Apenas morra
dentro de sua alma
fora do céu
Apenas morra
Nunca chore
fora de você
Lembre-se do céu
Não seja tímido
Apenas ...
Apenas morra
todo o seu eu com ela morreu e em você só havia choro
nada do que ela prometeu sobreviveu
ela amou seu passado mais do que eu
apenas choro
Apenas morra
morrer
longe de céu
sim morrer
Apenas morra
Ela me disse que uma pessoa nunca abandona sua paixão...
Ela estava certa ...
Ela não largou a dela que era seu passado e seus amores
E Eu não larguei a minha
Que é o amor que sinto por ela e que carrego em meu coração...
Ainda vejo a lua e sei que em algum outro lugar, a lua vê meu amor
Onde habitam os pesadelos ?
Habitam em meu quarto
Que aumenta a sua ausência
No som das ondas num mar sem você
No vendo que brica sem seus cabelos
E em todos os sorrisos que não são seus ...
Busco apenas uma noite de descanso
Sem fadas
Sem anjos
Sem nada que não te lembre
Quero sonhar com uma joaninha
Que conduzida nas ondas da lua
Acaricia meus peito e sorri
Quero sou velocidade
E lambidas de vaca
Não em mim ...
Mas em você
Que elas despertem seu sorriso
Que seu sorriso seja pra mim
Vou sonhar com o vento e a liberdade e se tiver sorte
Com olhos que não me reflitam
Apenas me entendam e me expliquem o por que você não esqueceu o seu passado
ATITUDE.
Você não pode alterar o mundo em que vive, mas pode mudar sua forma de viver. Ninguém impedirá que o amanhã chegue, ninguém conseguirá mover as estrelas de lugar, mas você pode observar as mesmas estrelas de diferentes lugares. A vida trata-se de nunca esperar o que vai acontecer, é fazer acontecer sem esperar, viva.
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