Textos Reflexivos sobre Inclusão

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Amar e não esperar que o outro se obrigue a falar que ama amar e ouvir o silêncio e ver o lindo sorriso e já entender que é um simples eu te amo bom na vdd não é um simples porque eu te amo não é só uma palavra para uns pode até ser só uma palavra só uma coisa comum de se falar porém para mim é muito além de ser só uma frase eu te amo significa uma infinidade de coisas que se fossemos citar uma por uma ficaríamos muito tempo ... não há necessidade de cobrar do seu próximo amor amor não é só uma palavra não é só uma frase amar são pequenos gestos que quem não ama não consegue ver quem não ama não está totalmente preparado a ver o amor nos pequenos gestos ....

Tavião da reflexão ©️

Amar , se apaixonar ... é uma escolha de levar essa pessoa consigo na vida de independente de brigas , discussões desentendimentos , doenças , problemas nada nada mesmo e mais forte do que o amar quem ama hoje vai amar amanhã e depois de amanhã e quando já estiver cansado vai ainda continuar amando ... amar não é uma coisa qualquer é uma escolha de ter ao seu lado na vida uma outra pessoa que possui sentimentos dores problemas e que precisa de carinho , ajuda , e de uma outra pessoa capaz de assim como ela sempre ao acordar lembrar que ainda ama e sempre irá amar ... e nunca devemos deixar uma paixão um amor acabar porque não há maneira nenhuma melhor de viver se não for com a pessoa que você tanto ama tanto quer todos os dias para toda jornada de vida ao seu lado .....
Tavião da reflexão ©️

"Você tem sentido em certos dias uma espécie de depressão. Parece que o coração está sendo acorrentado, corre um amargor pela boca, uma sensação de que está ficando só, sem a graça de sorrir e de comunicar.
É quando melhormente deve sair, andar, respirar em profundidade o oxigênio do ar, o perfume das flores.
Não se deixe ficar como a folha solta e perdida da árvore da vida. Vá em frente. As tempestades assustam, mas logo se vão.
A alegria voltará.
Deus se fará presente".

Deus é a própria morte.

Metaforicamente, Deus é, na verdade, a própria morte...

Por que Deus é a morte?

A morte é onipresente, onipotente, onisciente; ou seja, está em todo lugar, é invisível, imortal, presente, eterna, é o nada — e, por ser o nada, conhece tudo; é o fim — e, por ser o fim, conhece todo o início.

A morte é justiça e, por ser justa, não tem pobre nem rico, nem inferior nem superior; tanto humano como inseto, sem exceção, cedo ou tarde, todos são condenados, todos morrem.

A morte é a reflexão mais profunda; é o que nos faz pensar, agir, mudar; é o que nos incentiva a viver, a fazer, a compartilhar e a deixar.

A morte é encontro; é para onde todos caminham, independentemente dos infinitos caminhos — o destino é o mesmo para todos; é onde todas as almas se encontram, na morte.

A morte é amor; é onde nos sacrificamos pelo próximo; é onde deixamos o legado, a ideia, o propósito; é o que fazemos pela nossa família, amigos, sociedade, natureza; é o que servimos e deixamos para o mundo antes de morrer.

A morte é o pai, é a mãe de todas as coisas; é o que veio antes de tudo existir; é o que veio antes do “bem e do mal”, do “paraíso e do inferno”, da “luz e da escuridão”; é o que veio antes do “nascimento”, da “vida”, do “Big Bang”, do “universo”; é o que veio antes de tudo existir, porque já existia e estava lá; é o que chamam de “vácuo”, “nada”, “inexistência” — é a morte, o próprio Deus.

A minoria controladora, os grandes bancos, as grandes corporações, as grandes empresas, as grandes marcas, etc., não se preocupam em formar pessoas conscientes, mas sim em criar trabalhadores sem consciência. Seria um desastre para essa minoria corrupta um povo pensante e atuante.

O maior medo deles é que tomemos consciência, pois, se tomarmos, não conseguirão mais nos controlar. Mas enquanto não tomarmos consciência, continuaremos sendo escravos desse sistema.

Poucas pessoas controlam toda a riqueza da Terra, a grande maioria se mata pra ter apenas 1% dela.


Poucas pessoas controlam os mercados financeiros, os mercados financeiros controlam a grande maioria.


Poucas pessoas controlam os governos, os governos controlam a grande maioria.


Poucas pessoas controlam as corporações, as corporações controlam a grande maioria.


Poucas pessoas controlam a tecnologia, a tecnologia controla a grande maioria.


Poucas pessoas controlam os recursos naturais, os recursos naturais controlam a grande maioria.


Poucas pessoas controlam as forças armadas, as forças armadas controlam a grande maioria.


Poucas pessoas controlam as mídias, as mídias controlam a grande maioria.


Poucas pessoas controlam as religiões, as religiões controlam a grande maioria.


Poucas pessoas controlam os sistemas educacionais, os sistemas educacionais controlam a grande maioria.

Não gosto de competir, a dor do derrotado não vale minha vitória. Quem disse que o mundo é uma competição?


Prefiro viver sem disputas, sem a necessidade de "vencer" alguém ou "vencer" na vida. Vivo em paz assim, sem ter que ser o melhor ou superar os outros. Para mim, a verdadeira vitória é viver conforme o que me faz bem e feliz.


A competição é desnecessária quando se vive em harmonia consigo mesmo, no seu próprio ritmo. Não preciso me comparar a ninguém, e viver assim me traz mais leveza e prazer. Apenas vivo.

Quando você não obedece a ninguém e não manda em ninguém, não faz o que pedem, não trabalha no que querem, não age como querem, mas faz apenas o que quer, o que tem vontade, o que te satisfaz, o que te faz viver, para você, para sua vida, para o seu eu, sua vida fica muito melhor.


Não obedeço, nem mando em ninguém, apenas vivo, fazendo o que me dá vontade, o que me satisfaz, o que me acrescenta, o que me muda para melhor, o que me evolui internamente, por mim mesmo.

Ansiedade é excesso.


Excesso do daqui a alguns segundos;
Excesso do daqui a pouco;
Excesso do depois;
Excesso do amanhã;
Excesso do que pode acontecer;


Excesso de tudo aquilo que não está presente no momento do agora.


A ansiedade nos faz viver no futuro, no que ainda não aconteceu, no que pode ou não acontecer. Nos preocupamos com o amanhã, com o depois, mas esquecemos de viver o presente, que é o único tempo real que temos. Quando conseguimos focar no agora, a ansiedade perde seu poder e conseguimos viver com mais tranquilidade.

Hoje em dia, o medo e o mundo viraram uma coisa só.


Medo de ficar pobre;
Medo de perder alguém;
Medo de arriscar;
Medo de sentir dor;
Medo de se magoar;
Medo de ficar sozinho;
Medo de confiar;
Medo de amar;
Medo de ser julgado;
Medo de ser criticado;
Medo de causar má impressão;
Medo de ser mal visto;
Medo de ser a si mesmo;
Medo de andar por aí;
Medo de ser assaltado;
Medo das pessoas;
Medo de morrer;
Medo de viver...!


O medo tomou conta do mundo de tal forma que virou parte da nossa vida. Ele guia nossas escolhas, limita o que fazemos, nos impede de agir. Está em todas as partes, e muitas vezes nem percebemos, mas ele está lá, afetando nossas decisões e, muitas vezes, nos paralisando.


Esse medo, que se disfarça de proteção, nos impede de arriscar, de confiar, de viver de verdade. Ele nos faz viver em um estado constante de preocupação, pensando no que pode dar errado, nos fazendo focar no medo ao invés de aproveitar o momento. A insegurança nos faz esconder quem somos, seguir o que os outros esperam de nós, e nos afasta de nossa verdadeira essência.
Quando não enfrentamos esse medo, ele nos prende em uma rotina de cautela, onde a vida se torna uma série de passos pequenos e seguros, mas sem realmente vivermos. O maior medo que podemos ter é o de não viver, de deixar a vida passar enquanto tentamos evitar o medo. Ao encará-lo, podemos viver com mais autonomia, confiança e espontaneidade.

A mente humana é composta por duas partes principais: a consciência (a parte da frente) e o inconsciente (a parte de dentro).


A consciência é clara, focada e atenta, permitindo-nos perceber e agir com intenção. Já o inconsciente é escuro e embaçado, funcionando como um armazém de informações e memórias, onde guardamos tudo o que vivemos, sem necessariamente estar atento a isso. A consciência busca acessar e iluminar o inconsciente para trazer à tona o que é útil ou relevante.


Desde o nascimento, nossa mente é influenciada por três fatores principais que moldam nosso inconsciente: a educação, a religião e a mídia. A educação nos ensina a obedecer e seguir regras, a religião impõe crenças sem questionamento, e a mídia cria desejos e padrões de comportamento baseados no consumo e status.


No entanto, a verdadeira essência de cada pessoa está na consciência. Ao despertar para ela, podemos questionar e nos libertar das influências externas, reconectando-nos com nossas vontades e valores reais. A consciência nos permite ver a verdade, tomar decisões conscientes e criar a nossa própria história, com clareza e atitude própria.

Antidepressivo não cura a angústia; ele apenas a disfarça, a controla, a anestesia momentaneamente.


A cura da angústia é ter a consciência de que leva uma vida angustiante, deprimente, triste.
E ter consciência é mudar a vida ruim que leva.


Mudar a vida angustiante que leva é se analisar, buscar o autoconhecimento, é questionar, olhar para dentro de si mesmo, é reconhecer os verdadeiros valores da vida, é mudar: mudar as crenças, os hábitos, as atitudes, as ideias, os pensamentos. Mudar o jeito que vive, é mudar de vida!

Questiono-me:


Se eu fosse morrer amanhã, morreria satisfeito pelo dia de hoje?


Fiz o que queria, falei com quem gostaria, vivi com afeto e verdade?


Ajudei quem precisava?


Dormi em paz com o dia que tive?


Ou fui egoísta, rancoroso, distante?


Fiquei magoado, menti, me isolei?


Dormi tranquilo ou preocupado?


Estou vivendo ou apenas existindo?

Está na nossa Constituição Brasileira que todos os brasileiros têm o direito à educação, saúde, alimentação, trabalho, moradia, transporte, lazer, segurança, previdência social, proteção à maternidade e à infância, e assistência aos desamparados. Esses direitos devem ser garantidos e pagos pelo Estado, com o nosso próprio dinheiro, para beneficiar a população. Porém, o que vemos é que não seguem nada do que está escrito na Constituição.


A educação, que deveria ser um direito fundamental, é uma farsa. Está sabotada e não merece nem o nome de educação, pois não cumpre com o seu papel. Não temos saúde, pois se tivéssemos, não veríamos pessoas morrendo nas portas dos hospitais. Não temos alimentação, pois, se tivéssemos, não haveria pessoas passando fome nas ruas. Não temos moradia, pois, se tivéssemos, não haveria tanta gente pagando aluguel ou em situação de rua, sem ter onde morar.


Ou seja, a Constituição não é respeitada em nada do que está escrito. Eles passam por cima de tudo e desviam o nosso dinheiro, que deveria ser utilizado para o nosso benefício, para pagar os interesses de banqueiros, investidores, financiadores de campanha e megaempresários, tanto nacionais quanto internacionais.


Art. 6º – São direitos sociais a educação, a saúde, a alimentação, o trabalho, a moradia, o transporte, o lazer, a segurança, a previdência social, a proteção à maternidade e à infância, a assistência aos desamparados, na forma desta Constituição.

Existe respiração aqui dentro;
Existem artérias vivas aqui dentro;
Existe coração batendo aqui dentro;
Existe sangue circulando aqui dentro;
Existe vida aqui dentro;
Existem sentimentos aqui dentro;
Existe tudo aqui dentro;
Porque tudo o que está aqui dentro está completo;
A única coisa que faltava era perceber que nada falta.

Se você gosta de atividades simples, como ler, passear, ouvir música ou estar na natureza, essas paixões podem ser transformadas em profissões satisfatórias.


Por exemplo, ao gostar de andar pela cidade, pode se tornar guia urbano. Se adora conversar, poderia ser consultor de relacionamentos. Para quem ama música, pode se tornar instrutor de música ou organizador de eventos musicais. Quem gosta da natureza pode ser fotógrafo de natureza ou explorador de trilhas. Se o computador é sua ferramenta, pode ser criador de conteúdo digital ou assistente virtual.


Trabalho não precisa ser aquilo que está escrito em sites de emprego. Você pode criar seu próprio caminho, alinhando o que você ama fazer com a sua sobrevivência. Mesmo que ganhe pouco, esse pouco será mais valioso, pois estará fazendo o que realmente gosta. E no final, é isso que vai dar sentido e satisfação ao seu dia a dia.

Geralmente:


Quem exige sua confiança, não é digno de recebê-la.
Quem exige sua atitude, não merece que você a tome por ele.
Quem exige sua atenção, não valoriza a atenção que você pode oferecer.
Quem exige seu esforço, não reconhece o valor do que você já faz.
Quem exige sua vida, não entende o significado de compartilhá-la.


Quem realmente quer fazer, faz. Não impõe ao outro aquilo que, muitas vezes, ele mesmo não está disposto a fazer.

A realidade é uma só.


O que muda é a forma como você enxerga a perspectiva da realidade, e isso depende da quantidade de mentiras em que você acredita e da quantidade de verdades em que você acredita.


Lembrando: a verdade é uma só, e ela se encaixa perfeitamente dentro da realidade, a realidade que está dentro de você, dentro do seu ser, e ao seu redor.


Por isso, é necessário olhar para dentro de si para conseguir diferenciar o que é mentira e o que é verdade na sua vida e à sua volta. É preciso sentir o que é verdade para poder descartar o que é mentira.


Para entender isso melhor, é importante ter consciência de que a morte é a única garantia que você tem na vida. E que a passagem entre o nascimento e a morte – que é a vida – é muito curta. Por isso, buscar a verdade dentro de si é essencial para ter um entendimento melhor e uma noção mais clara da realidade que o cerca. Isso é o que pode levar a uma vida melhor, baseada no sentido que você escolher seguir.

Quanto mais cobranças sociais você segura, mais peso terá. Quanto mais peso carrega, mais cansado você fica. Quanto mais cansado fica, menos vontade de viver você tem. E quanto menos vontade de viver... tudo ao seu redor começa a perder o sentido.


A verdade é que você não é obrigado a aceitar todas as cobranças sociais que lhe são impostas desde o momento em que nasceu. Grande parte dessas cobranças não são necessárias e apenas servem para sobrecarregar sua mente e seu corpo. A vida é sua, e somente sua. Você tem o direito de decidir o que fazer ou não fazer, sem se sentir inferior ou superior por isso.


Aceitar todas as expectativas externas sem questionar é como carregar um peso que não é seu. Por isso, é necessário parar de acreditar em mentiras que a sociedade tenta impor como verdades absolutas. Reconheça essas mentiras, questione-as, elimine-as e liberte-se delas.


Olhar para dentro de si mesmo é um passo essencial. Só assim você consegue enxergar o que realmente é verdade na sua vida e o que é apenas uma ilusão criada por padrões que não fazem sentido para você. Viver com base na realidade, e não nas cobranças externas, permite que você escolha um caminho que lhe satisfaça e que realmente faça sentido, de forma livre e verdadeira.

Estamos vivendo em uma era onde o sentimento se tornou refém da mente, e a mente, por sua vez, está refém de outras mentes que mentem constantemente. Essas mentes manipulam, distorcem e enganam, perpetuando um ciclo onde os sentimentos das pessoas ficam reféns das ideias impostas por essas mentes. O jogo mental acontece o tempo todo, e muitas vezes, sem que sejamos plenamente conscientes disso.


Nessa realidade, as emoções são moldadas por influências externas, muitas vezes contraditórias, fazendo com que as pessoas vivam em um estado de confusão e incerteza. A mente, sem um olhar crítico, absorve essas distorções e se torna prisioneira de falsas verdades, alimentando sentimentos que não são verdadeiros nem reais.


Exemplos disso estão por toda parte: em redes sociais, onde padrões de felicidade e sucesso são constantemente apresentados, mas raramente refletidos de maneira verdadeira. Ou na mídia, que molda a forma como vemos o mundo, manipulando a percepção das massas, criando ansiedades e medos artificiais. Essas influências não só distorcem a realidade, mas também escravizam os sentimentos, que deixam de ser reais e passam a ser impulsionados por pressões externas.


Portanto, é necessário perceber o quanto nossas mentes estão sendo manipuladas e como nossos sentimentos podem ser moldados por influências alheias, sem que sequer tenhamos consciência disso. Somente ao questionarmos essas influências e buscarmos uma conexão mais verdadeira com nós mesmos podemos libertar nossos sentimentos da prisão que a mente impôs a eles.