Textos Reflexivos sobre Casamento

Cerca de 82362 textos Reflexivos sobre Casamento

“Diante da inexorável aproximação da travessia para a eternidade, cresce em mim o sereno desejo de deixar sementes ao longo do caminho. Sigo o exemplo da velha semeadora que, em sua silenciosa sabedoria, confiava as sementes à terra sem exigir do tempo a promessa da colheita. Há gestos cuja verdadeira grandeza não reside em contemplar os frutos, mas em acreditar que florescerão muito além dos limites da própria existência. Porque viver plenamente talvez seja isso: transformar a brevidade da passagem humana em permanência de sentido, fazendo da própria vida um campo fecundo para as gerações que ainda virão.”

"Diante da inexorável aproximação da travessia para a eternidade, cresce em mim o sereno desejo de deixar sementes ao longo do caminho. Sigo o exemplo da velha semeadora que, em sua silenciosa sabedoria, confiava as sementes à terra sem cobrar do tempo a promessa da colheita. A grandeza de certos gestos não está em contemplar os frutos, mas na esperança de que floresçam muito além de nossa própria existência."

A memória do futuro é a eternidade no nascimento da despedida arqueológica da alma na permanência da mudança como o amor que morreu antes de nascer, assim como uma semente infértil que não chegará a ser árvore. E isso é natural como são todos os ciclos da natureza, mas eu não nego que a alma se lamenta se por debaixo da árvore absolvia sua sombra, tudo no presente possível se o passado tivesse acontecido. Mas a distância íntima que acompanha minha íris é uma tempestade silenciando a cidade e eu diria que a chuva são lágrimas já que o rosto não saber chorar. No entanto, eu nego o movimento e evoco um dia solar se é inconsistente a saudade do que nunca existiu. O amor que sobrevive ao amor são versos incessantes que ocupam a ausência dos instantes. O abraço entre o ser e o nada é uma madrugada inerte que desconhece o voo dos pássaros e ouve passos estridentes do mistério do ambiente. A eloquência do vazio é uma ilusão se o amor nunca pisou o chão e escrevo solenemente sobre a clareza obscura dos sentimentos, na certeza da dúvida que encobre um enigma evidente em uma canção tão transparente. E poderia se dizer que falo do nada, mas a ausência tem inúmeros movimentos de deixar o peito sem ar na fadiga de tudo que faltar. Então a simplicidade incompreensível encontra seu lugar nas ternuras indizíveis. E a sombra luminosa da árvore é esquecida ao deixar o sol aquecer o corpo na primavera de dias que florescem no destino. Tudo é como deveria ser, se as rotas são conhecidas e cada um navega o mar que lhe foi destinado e já não se lamenta o passado se o poema nega a tristeza e muito mais alegrias põe na mesa na abundância de uma certeza clara de um pôr do sol laranjado a refletir na praia nossas melhores ações. Viver o presente é o melhor conselho da face que reflete o espelho.

A voz mineral do crepúsculo tinha o perfume geométrico da eternidade e o sabor translúcido da expectativa, que tinha a textura azul do silêncio no brilho aromático da memória a carregar a luz dos anos e o sabor oblíquo da saudade. O eco da floresta de distância cristalina dourava a retina na claridade áspera do destino, que tecia a melodia da solidão no toque alaranjado do esquecimento. O epitáfio sonoro das estrelas reluzia na voz líquida dos séculos com o resquício de ternura e o cheiro celeste da contemplação na paz do infinito. O murmúrio esmeralda das colinas reluzia a música translúcida da aurora que já previa o gosto do luar e a fragrância silenciosa da neve com a textura do afeto na sonoridade violeta do horizonte. A luz macia da lembrança tinha o sabor azul escuro das madrugadas. A voz cintilante das fontes celebrava o escarlate do desejo no aroma cristalino das ausências na veia líquida do amor e no prateado do vento, que trazia a doçura luminosa dos sonhos revestidos do eco aveludado do passado. A música da tarde se estendia no verde da chuva de outono na textura sonora do universo com o gosto da serenidade branca do inverno atemporal sobre o toque aveludado do tempo a se espraiar por um instante no aroma vermelho da melancolia, que entretanto fazia ouvir a voz transparente dos rios no sabor solar da alegria. A consistência líquida das estrelas corria sobre o murmúrio cintilante das árvores na canção cristalina da verdade. O perfume turquesa do silêncio tinha a claridade melódica da alma e a esmeralda da sonoridade prateada da chuva. O gosto macio da lua tinha a voz rubra do coração e a forma luminosa do afeto no perfume mineral da madrugada, descomprometida com qualquer sentido no tom lilás da saudade de claridade doce no mar, com ondas de constelações no ardor branco da paz interior. O pensamento tinha o sabor arqueológico da memória na voz cósmica do vazio na metafísica do tempo ontológico da existência e a melodia espectral da consciência levava consigo a claridade ancestral da alma, cujo gosto era o silêncio invisível do destino na luz argumentativa da razão. As mentes deliravam de fome do abstrato da liberdade e em transe ouviam a melodia da impermanência na luz sideral da esperança.

O aroma oblíquo dos séculos cai na sonoridade azul da eternidade no sabor crepuscular das horas. A textura silenciosa do futuro descansa meu corpo fatigado pela movimentação do dia. Será um dia passado se o brilho áspero das eras são esquecidas, mas a temperatura violeta da memória faz mais forte a lembrança do amor, que surge exasperada, pois eis que são correntes do tempo e as mãos bradam por liberdade. As lembranças moram em um labirinto e voltam várias vezes ao mesmo lugar. É uma face que surge na parede sorrindo indiferente, talvez, se caminhos opostos não atravessam a cidade. No entanto, as palavras me resgatam e oferecem saídas através do perfume mineral da lógica, que altiva se faz racional. E na claridade sonora do pensamento penso em esquecer na noite escura, sujeito a perigos de ternura. Resta a luminosidade amarga da consciência e eu nego o sabor da boca se o dia foi pacífico e muito mais gratidão eu sinto. Tentar fortemente esquecer é fazer a memória cada vez mais vívida, então eu apenas me conformo a ver o copo meio cheio no murmúrio cristalino do conceito de que não há mal que sempre dure e paradoxalmente estou plena de alegria se a melancolia não entorpeceu o dia produtivo. A culpa são das noites escuras, que mais exaltam a cor da saudade. Mas não se come saudade nem amor, e sou privilegiada se tenho três refeições diárias. Diria que é uma forma torpe de diminuir a idealização, mas estou no sossego de casa e se bem pensar não me falta nada. O mais são pormenoridades e no estelar vazio dos minutos eu vislumbro o silêncio azul das nebulosas de meu peito e combato sentimentos ardilosos na geometria do infinito, que traz muitas promessas de prosperidade e tudo é relativo se o brilho dos vocábulos me enchem de bem estar e posso dizer que a felicidade está em mim, que em mim nasceu e reluz em meus olhos.

Há amores que despertam em nós o desejo de eternizar cada instante por meio de um presente repleto de significado. E há aqueles que chegam de repente, como um amor à primeira vista, arrebatando o coração com tamanha intensidade que resta apenas uma escolha: declarar o que sentimos e oferecer um gesto que traduza a grandeza desse amor.

"A coisa julgada não serve para eternizar o erro, mas para estabilizar a justiça. Se a realidade demonstra que a proteção integral da criança foi comprometida por um julgado anterior, a rescisão da sentença não é uma afronta à segurança jurídica, mas sua mais elevada expressão. Afinal, a estabilidade das formas jurídicas não pode sobrepujar a verdade que resguarda a infância."

A amizade sincera não pede espetáculo nem jura eternidade; ela se revela no gesto discreto de permanecer quando o brilho cessa e a alma se mostra sem ornamentos. É rara porque não deseja salvar, corrigir ou competir — apenas testemunhar. E, num mundo viciado em plateia, ter alguém que veja sem invadir e fique sem possuir é uma das formas mais silenciosas de amor.

A brevidade da vida é um lembrete da eternidade. Cada dia nos aproxima do momento em que estaremos diante do Senhor. Por isso, não vivas como quem ignora o fim, mas como quem sabe que a morte não é o término da existência, e sim o encontro inevitável com o Justo Juiz. Prepara-te, pois a eternidade começa onde o tempo termina.

O conceito de eternidade implica um conceito de duração. A duração é a perduração do ser em si mesmo, mas a eternidade é um perduração diferente de qualquer outra, porque é uma perduração do ser em si mesmo ”tota simul’’ totalmente simultânea. Não é um presente perene como muitos julgam, é alguma coisa que não é nem passado, nem presente, nem futuro, é a simultaneidade do próprio ser perdurando em toda sua intensidade perfectiva.

O ser humano e sua eterna mania de achar que é fiscal de existência. É palpite na vida alheia, na roupa alheia, na postura alheia... Um verdadeiro PhD em cuidar do quintal dos outros enquanto o seu tá pegando fogo. Alguém avise a essa gente que "alheio" significa "não é da sua conta". O outro vai continuar sendo exatamente quem ele é, restando ao fiscal apenas aceitar que perdeu tempo com o que nunca vai conseguir controlar.

Aproveite enquanto tem sua mãe, ela não viverá eternamente, se você ja ama, abraça, beija, faça mais, ame mais... Não deixe passar um dia, não deixe de atender uma ligação, não deixe de falar bom dia, um piscar de olhos passa e você não tem mais isso ... Aproveite! Liga pra ela e diga: mãe, eu te amo.

porque existe algo em vez de nada? Porque existe o eterno. Só que as coisas no nosso mundo cresce ,nasce e morre. Então esse mundo não é eterno, o eterno esta fora. Existe consciência, inteligência, pessoa, razão. Essas coisas existem, e o que existe é eterno. Então tem uma pessoa com esses atributos, essa pessoa só pode ser o Deus da Bíblia sagrada.

Calvinismo versus Evangelismo: se o destino eterno de cada indivíduo já está predestinado incondicionalmente antes da fundação do mundo, como ensinam os calvinistas, a urgência e o propósito do mandamento de "ir e pregar o evangelho a toda criatura" perdem qualquer sentido salvífico prático.

O evangelho não é um mero salvo-conduto para a eternidade, nem um simples plano de fuga deste mundo caído. Ele é a própria presença de Cristo invadindo o nosso caos diário. É a graça que não apenas nos salva do julgamento, mas que satura o nosso acordar, molda o nosso falar e cura a nossa dor. A boa nova não descreve apenas para onde vamos, mas quem nos acompanha em cada detalhe da nossa caminhada de fé.

Eternamente eu irei para o banho e o shampoo estará no fim. Então escreverei sobre a minha desgraça, e, depois, escreverei sobre os meus escritos, eternamente. É a tirania do momento. Este instante foi, é, será toda a minha vida. É a consciência do limite, que não pode ser ultrapassado. O momento não termina nunca, por isso é muito difícil de ser percebido.

Dizem que as estrelas vivem mais do que todos nós, sentinelas eternas no alto, mas eu procurei seus corações de prata e eu me pergunto se, talvez, elas morram, talvez elas suspire o frio da aurora, um último suspiro da noite viva, faíscas recém-nascidas surgem da escuridão, respiram no crepúsculo e respiram a luz.

​"O Grêmio não disputa o jogo, ele trava um pacto com a eternidade; é o lugar onde o azul do céu encontra o metal da armadura para provar que a vitória não é um golpe de sorte, mas a recompensa de quem aprendeu que o espírito só se torna Imortal quando descobre que cair é apenas o impulso para conquistar o que o mundo julgava impossível."

Eternas saudades, de meu e nosso inesquecível Profeta Gentileza, nas barcas e andando com um buque de flores pela Avenida Presidente Vargas, pelo centro do Rio. Sabedoria e simplicidade comparável em tese ao magnifico Bispo do Rosário eternizado pelo Museu do Inconsciente, da tão muito querida e simples Dra Nise da Silveira, na época que clinicava em Todos os Santos no RJ. Nas minhas saída cedo da Gama Filho, volta e meia visitava. Momentos mágicos que ainda povoam por felicidade de ter tido as oportunidades de conhece los, vivico sempre com eternas saudades em um lugar muito especial de minhas singulares grandes oportunidades e hoje memorias.

Em cada gesto simples habita uma semente de eternidade. Um conselho bem recebido, uma palavra carregada de sabedoria, ou mesmo um sorriso sincero, possuem o poder de moldar consciências e edificar futuros. Valorizá-los é compreender que o presente ecoa no destino coletivo de uma geração. Furucuto, 2025.