Textos Reflexivos sobre Casamento

Cerca de 82307 textos Reflexivos sobre Casamento

A Saudade Eterna da Minha Mãe

A dor por perder a minha mãezinha querida jamais deixará o meu peito, mas hoje posso dizer que aprendi a conviver melhor com o que antes chamava de sofrimento.

Saber que não terei os seus abraços nem os seus beijos já produziram muitas lágrimas, que transformei nas melhores recordações do mundo inteiro.

Por mais que o sofrimento tenha sido afastado, a saudade que tenho dela nunca deixará de ser eterna. O luto pode ter terminado, mas não haverá um único dia que não pensarei nela.

MINHA PAIXÃO ETERNA POR UM INSTANTE

Seria simples, se o comum não fosse tão diferente, se não tivesse me entregado, se não tivesse acontecido: eu e você.
É engraçado em um mundo assim tão cheio de pessoas lindas, nenhuma se compara a beleza que existe em você que me fez enxergar o outro lado da vida.
Esse seu jeitinho na hora de amar, seus beijos sufocantes de paixão, faz o meu coração sonhar em desejos delirantes e em você eu me vejo, e assim te encontro sempre vagando em meu pensamento.
Mesmo quando estamos distantes te sinto ao meu lado, nos comunicamos pelo pensamento e é assim que nos amamos também, pois você é a força forte que me faz existir.

Para meu eterno Anjo!!!
Cartas de um coração ferido
Fui atrás
Me joguei
Mergulhei de cabeça
Me entreguei
Achei que fosse você meu amor
Achei que fosse você minha metade
Minha metade perdida
Perdida no Jardim do Éden
E você me negou
Me negou o direito de amá-la
Não me deixou te mostrar quem eu sou
Não me deixou dizer o que queria
Não me deixou perguntar se podia
E agora já não me adianta sua dó
Já não me adianta compaixão
Não me adianta perdão
Perdão se te amei
Perdão se te fiz me ver sofrer
Só queria te dizer uma coisa
E você nem isso me deixou
Mas falo agora que já não há mais volta
Te amo

Ass: André S. Corrêa!!!

Eu amo isso. Eterno vai e vem, essa coisa brusca e desenfreada, que me arrasta, depois esquece… comove! complica, arde, alivia, e sempre comove! Isso que move, orienta e desorienta. Minha caneca metade cheia, a blusa grande, os pés pequenos. Faz frio, e ninguém sabe ao certo a medida do tempo.

Seu braço, meu abraço. o cheiro do shampoo, o gosto do doce e do amargo. os cds nas capas erradas, minha suave bagunça. os livros que eu nunca terminei. as folhas que eu não escrevi, as que eu fiz voar. Aviãozinho, sapinho, barquinho, chapeuzinho. eu sei. Sei mais…

É mais do que ir. é estar! sentir, ser…. vida!!!
deixar o vento levar, a voz ecoar, o sol rachar. a boca gelada, sangue quente, pulmões limpos, café, beijo, queijo, goiabada.

eu danço pra vida. e a vida dança pra mim.
vindas e idas. vai ser sempre assim.

Quando penso na pequena duração da minha vida, absorvida na eternidade anterior, no pequeno espaço que ocupa, fundido na imensidade dos espaços que ignora e que me ignoram, aterro-me e me assombro de ver-me aqui e não alhures, pois não há razão alguma para que esteja aqui e não alhures, agora e não em outro qualquer momento. Quem me colocou nessas condições? Por ordem e obra e necessidade de quem me foram designados esse lugar e esse momento? Memoria hospitis unius diei praetereuntis. (A lembrança de hóspede de um dia que passa. Sabedoria, V, 15.)

Ante a cegueira e a miséria do homem, diante do universo mudo, do homem sem luz, abandonado a si mesmo e como que perdido nesse rincão do universo, sem consciência de quem o colocou aí, nem do que veio fazer, nem do que lhe acontecerá depois da morte, ante o homem incapaz de qualquer conhecimento, invade-me o terror e sinto-me como alguém que levassem, durante o sono, para uma ilha deserta, e espantosa, e aí despertasse ignorante de seu paradeiro e impossibilitado de evadir-se. E maravilho-me de que não se desespere alguém ante tão miserável estado. Vejo outras pessoas ao meu lado, aparentemente iguais; pergunto-lhes se se acham mais instruídas que eu, e me respondem pela negativa; no entanto, esses miseráveis extraviados se apegam aos prazeres que encontram em torno de si. Quanto a mim, não consigo afeiçoar-me a tais objetos e, considerando que no que vejo há mais aparência do que outra coisa, procuro descobrir se Deus não deixou algum sinal próprio.

O silêncio eterno desses espaços infinitos me apavora. Quantos reinos nos ignoram!

Por que são limitados meu conhecimento, minha estatura, a duração de minha vida a cem anos e não a mil? Que motivos levaram a natureza a fazer-me assim, a escolher esse número em lugar de outro qualquer, desde que na infinidade dos números não há razões para tal preferência, nem nada que seja preferível a nada?

Blaise Pascal

Nota: Fragmento 72 do livro póstumo “Pensamentos”. Extraído do volume “Pensadores Franceses” da coleção Clássicos Jackson, volume XII. Tradução de J. Brito Broca e Wilson Lousada.

...Mais

Uma Caixa Do Tempo

Queria ter uma caixa do tempo
onde todos os momentos foram eternos
e não éteres.

Queria que os momentos mágicos
não se fossem jamais.
Será que a magia sempre tem um final?

Quero entender porque será
que na vida nada permanece igual.
Porque te vais? Porque me vou?
Será que algum dia voltarei a te encontrar?

Queria encontrar o remédio perfeito
para não sentir saudade,
saber que a vida te dá momentos
inesquecíveis para guardar.

Queria que esses momentos
não se fossem jamais
ou poder voltar no tempo
para voltar a começar.

Quero entender porque será
que na vida nada permanece igual...

Nas linhas bárbaras do teu corpo
Eterno, que vive em mim
Possuirei todas as horas concedidas pelos céus
Dessa volúpia perene, constante.

Beijo cada milímetro de tua pele
O teu dorso de Deus Grego
Estatua esculpida em mármore
Que gélido em minhas mãos criam vida .

És divino ou profano
Sábio ou feiticeiro com o poder de me extenuar
De consumir-me as entranhas
Em teu jeito de amar.

Exauris minha alma por completo
Te apropria do meu espírito
Em tempo remotos de tua saudade
Ao soar o sino de minha clausura.

Endymion

O que é belo há de ser eternamente
Uma alegria, e há de seguir presente.
Não morre; onde quer que a vida breve
Nos leve, há de nos dar um sono leve,
Cheio de sonhos e de calmo alento.
Assim, cabe tecer cada momento
Nessa grinalda que nos entretece
À terra, apesar da pouca messe
De nobres naturezas, das agruras,
Das nossas tristes aflições escuras,
Das duras dores. Sim, ainda que rara,
Alguma forma de beleza aclara
As névoas da alma. O sol e a lua estão
Luzindo e há sempre uma árvore onde vão
Sombrear-se as ovelhas; cravos, cachos
De uvas num mundo verde; riachos
Que refrescam, e o bálsamo da aragem
Que ameniza o calor; musgo, folhagem,
Campos, aromas, flores, grãos, sementes,
E a grandeza do fim que aos imponentes
Mortos pensamos recobrir de glória,
E os contos encantados na memória:
Fonte sem fim dessa imortal bebida
Que vem do céus e alenta a nossa vida.

John Keats
KEATS, J. The poetical works of John Keats. London: William Smith, 1841.

Nota: Trecho do soneto "Endymion", traduzido por Augusto de Campos no livro "Byron e Keats: Entreversos" (2009)

...Mais

AMIZADE

A amizade é eternizada por nós mesmos, portanto para ser eterna só depende do querer que há dentro de cada um, pois não importa a distância, já que é impossível viver independente desses obstáculos que o destino coloca na vida de todos, assim nos separando. Uma boa amizade deve ser guardada no peito, lembrada com muito carinho, pois amigos são pessoas raras, pessoas que muitas das vezes contribuem para a nossa felicidade, para o nosso crescimento, para a nossa vida, até mesmo sem percebermos. E o que vale a pena é saber que são amigos muito importantes, mesmo estando ou não perto de nós com freqüência.

No meu mundo as pessoas deveriam ser gratas para todo o sempre, terem consideração por toda eternidade. No meu mundo a lealdade deveria ser feita de liga de platina, e a amizade prevalecer acima de qualquer interesse. O que vemos pode ser de nosso mundo e então devemos mudá-lo pois não campeia aqui a fraternidade, muito menos a consideração. As amizades se fazem em respeito a interesses outros e no final, cada qual se acha perseguido pelo Todo, sem no entanto participar de sentimentos reais - é tudo por dinheiro.
Este é o mundo que estamos vendo, que eu vejo e que todos observam.
Exceções há - graças ao bom Deus, mas são colaterais - distantes de nós.
Quem não se viu enquadrado nestas assertivas que diga em alto em bom som : eu não vejo este mundo!
Na boa, eu não acredito.

"O momento se fez eterno enquanto nos entregamos;
enquanto éramos um ... em um só coração.
Enquanto cada toque descobria nossas fantasias,
deslizando suave nas sensações ... tudo era só nosso.
Enquanto amoleci em seus braços e você
me acolheu em seu peito.
Enquanto em um beijo selamos nossos desejos
... nesse momento o amor se fez."
Luiza Gosuen

...eternos...

Você me tomou pela mão e me apresentou teu mundo.
O toque de teus lábios me despertou um sentimento
e em tua saliva saciei minha sede.
O sopro de tua alma refrescou meu coração
e agora já não sei o que dizer de ti!
És minha metade
e eterna bebida para minha sede infinita!
Vem! Deixe que meu coração repouse em teu seio.
Permita que meu corpo se complete no teu;
ou simplesmente abraça-me...
e sejamos eternos por amar o amor...

Um eterno abraço

Um vento frio soprava entre duas almas,
Uma lua incrivelmente brilhante os Iluminavam,
O mundo continuava a seguir,
Mas para Eles tudo parou naquele momento

Um triste menino,
Uma Menina de caráter puro
Com uma alma longíngua,
Que atraía os olhares daquele poeta confuso

Tudo estava perfeito,
Tudo estava nos padrôes
Para ser mais uma noite que se fixaria
Na mente deste mundo de tantos momentos incríveis

Um abraço caloroso para enganar o frio,
O menino encostado num poste,
A menina Abraçada com ele,
Em uma rua deserta

Talvez isto seria um grande filme
De um belo romance em pleno subúrbio,
Uma memória que apenas o papel pode aguentar sentir,
Além é claro daqueles dois indivíduos

E com tudo isso o poeta se lembrava de algo,
Se lembrava de sua mente tão inocente,
Que em outras noites se escondia Atrás
Daquilo que a fazia deitar e dormir

Mas simplesmente naquela noite
Ela achou um novo esconderijo,
Este esconderijo eram os braços daquela jovem
Que traziam o calor para uma alma morta e Congelada no tempo

O menino não tinha sequer uma ideia
Do que aquilo significaria para ela,
Mesmo assim não deixou que sua mente caísse
Nestes pensamentos que só o deixavam desanimado

Contínuou naqueles braços,
Mesmo sabendo que aquilo duraria apenas uma noite
Duraria apenos um momento,
E afloraría sentimentos de passados paralelos

- É amigos todos sabemos que o que é bom acaba,
Nem tudo é como um filme...
Nem todos tem um final feliz

- Na vida temos momentos felizes e infelizes,
Isto que nos cria e nos ensina como seguir ou parar,
Nos ensina a amar ou desistir do amor...
Mas naquele instante o Poeta não conseguia pensar em nada disto,
Ele só conseguia pensar nela e em seu calor.

Gregory Ryan (06/05/2018)

Anjo Imortal

Para o pouco que tenho notado
Do muito que me fazes bem
Serei a ti eternamente grato
E quem sabe contigo fazer isso também.

Porque noutras dessas questões de amor
Seremos barco de vela a vapor
Navegando outros tantos mares, felizes,
Dos pensamentos e sentimentos
Por ti e em ti, sentir... Enfim.

Ah, meu amor, leme à deriva!
Dos altos mares que fazes tu
Sempre chegares a mim.
Assim, quiçá, para que eu possa morrer tranquilo,
Precise tão somente ancorar a embarcação
Entrelaçando-me nos teus laços, traços,
Angelicais braços do meu bem.

Pois, tenho saudades de ti, vida minha,
Dos afagos nos gritos extasiantes,
Dos acintosos desejos embriagantes
Que só tu, como anjo imortal,
Em punhos, de um amor total,
Viril e fatal, docemente cravas em mim.

Ah, meu amor, vai e leme à deriva!
E chegas até a mim...
Porque não tem como os fatos embair.
Então, reparas que só tu hás de me fazer,
Eterno e imortalmente existir.

Em um mundo caótico
Você foi meu ópio
No nosso mundo efêmero e trivial
Você apareceu eterna e atemporal

São cinzas antes do fogo
Vitórias antes do jogo
Ninguém nunca saberá explicar
E esse é o motivo de ser amor

Viu? Nem precisei rimar, amar é verbo intransitivo e singular.

Mesmo que um dia eu venha a faltar...
em minha alma gravada...
sua amizade eterna estará...
e se Deus um dia me permitir voltar...
quiçá na mesma vida você haverá de estar...
porque amores e ilusões o mundo cheio está...
mais amizade sincera como a sua...
dificilmente haverei de conquistar...

O retorno
Alegro-me dos dias de outrora quando meus olhos cansados da dor Reviveram a luz do eterno encontro da paz No meu coração singelo de júbilo glorificou a imensidão do amor do pai Hoje meus olhos são erguidos para o céu em reverência ao mestre e irmão de todos. Meu coração canta e saltita pelo sublime encanto da luz do caminho Oro em cada olhar do meu eu e deslumbro as belezas do universo Do meu caminhar. Entre passos só resta lembrar do ontem, da saudade que deixei. Mas hoje trago o aprendizado dos erros que deixei passar Olho para o horizonte e deslumbro a grandeza do mel em flor. Olho para meu eu e descubro uma parte do Deus da luz Em cada canto de mim habita um mestre. Em cada encontro de mim nasce um Deus da luz.

Sua, somente sua, completamente sua, unicamente sua, eternamente sua... Como se Sua não bastasse pra definir o quanto sou sua.
Mas se só o Sua, não fosse o suficiente pra te mostrar o quanto sou sua?
Talvez sim. Talvez não. Talvez, um talvez. Complicado não? Mais sei que não preciso abrir a boca pra você ver que sou Sua. Poderia armar uma coisa mirabolante pra te provar o quão grande é o Sou Sua, mais nunca vai ser o suficiente quanto simplesmente te dizer em alto e bom som...
SOU SUA E SÓ SUA!

As implicações de uma reclusa vida por adoção em adoração ao Eterno, nos chama, nos posiciona, num caminho, num rumo, por vezes dolorosos, mas, inevitável, numa busca de ambiência perfeita, agradável, suave, que nos renova, nos propõe saídas, escapes, de ciladas não compreendidas.
Pois de onde viria o socorro !?, se não fora do Senhor !
Um Deus que surpreendente, que não submete, mas, nos desafia em nós mesmos, em inesgotável e ousado amor.

Os minutos serão eternamente melancólicos e carnavalescos sem a sua presença.
Minh'alma chora com a sua ausência; os planetas do meu universo se desalinham sem teu amor, ainda que seja por um segundo sequer.
Sentirei sua falta, por favor não crie caos onde te cedi morada, por favor, volte para o mundo que jurou governar e que por ti as terras sangram.