Textos Reflexivos sobre Casamento
Doce Pecado
Quero teu beijo molhado, gostoso, intenso, profundo.
Teu corpo cheiroso, quente, ardente, provocante que
me enlouquece e enaltece meu desejo.
Desejo de ter Você do meu lado e que em mim você
aqueça seu corpo gelado.
Quero teu olhar no meu, meu cheiro com o seu
e nosso ato de amor fazendo meu corpo suar sobre
teu corpo que sua no meu, sentindo o prazer e o açúcar
deste doce pecado.
Mas na verdade pecado de fato não existe, basta que olhe
com olhos, olhos que olham além das vitrines.
No fundo mesmo, pecado é não ter teus lábios, com meus lábios
Sentir a sensação de deixar seu corpo arrepiado.
E na solidão de nós dois, na escuridão desta noite, imaginar
aquele teu sorriso mais escancarado a me encantar.
Na minha cama acende a chama para me queimar.
Faz nas tuas garras eu ficar, cair e não ter do que lamentar,
Afinal, com você o pecado é doce é o pecado de Amar.
Bruta. Até você ganhar o coração dela, depois que ela se solta é um amor, parece que até é outra pessoa, mas não, sempre foi ela, mas a vida a deixou assim, e sim você foi o mais puro e verdadeiro a segurar a mão dela, conseguiu de uma forma tocar em sua alma inexplicável, puxar para fora, de forma que, aquilo se tornasse agora boa parte da realidade dela, como se você, fosse sendo guiado pelo tempo para fazer isso, mesmo sem saber fazer, mas foi guiado pelo conhecimento, segurando sua mão, dando paz a ela, dando amizade, dando conforto para momentos ruins, vocês precisavam ficar juntos, sua preocupação em fazê-la bem era tanta que não viu o que ela fez, espantou tudo de ruim dentro dele, ela riu quando viu que o formato dentro dele é o formato dela, ela sempre ficou confusa pois dentro dela existia uma chave no qual nunca soube da onde que era pois nunca viu uma porta, uma chave muito peculiar, mas naquele dia descobriu donde ela, do peito dele, onde lá dentro, a porta tinha a forma dela, ao abrir a porta dele, ela teve a certeza como ele, que estavam predestinados, a ficar juntos, pelo bem que fazem um ao outro, pela alegria, pelo amor, pela reciprocidade, até às vezes pelas coisas ruins que infelizmente a vida traz, mas juntos, segurando a mão do outro, parece algo incrível e forte impossível de derrubar. A forma que ele a transformou, ele também foi transformado, o seu melhor lado, o mais puro o mais verdadeiro por mais que as vezes parecesse sem juízo, descuidado dentre tantas falhas, que afinal ela também tem, pois eh humana como ele, imperfeitos, mas juntos perfeitos.
Então, venha, me faz tirar os pés do chão e repousar numa nuvem de amor, me faz sentir todo aquele frio e calor, me faz ver que você está aí pra quando a gente estiver junto, me traz teus sonhos, tua fé, teu querer, que a gente soma, me traz teus medos, tuas dificuldades e teus problemas, que eu não me importo, só preciso de você.
De um casal apaixonado se enxerga a vida nos olhos, cada gesto é uma festa, uma celebração. É a vida a pulsar, entrar em combustão. É o mutuo afeto, são rios que se encontram e se misturam naturalmente, como se o tempo todo fosse o mesmo rio. É uma pausa na existência, hora do recreio, é um desafio a transitoriedade, é a vida parecer perfeita para aqueles dois que estão em pause, que estão e não estão, que são eles e mais ninguém por perto. E que esse mundo torto se revolva em suas crises, que os infelizes os observe, critique, se escandalize, esse mundo essencialmente triste, perigoso, trágico, sujo, cinza, vibram em outra frequência, tão nem ai, alcançaram a rara condição do comum acordo, do só ir se o outro for, e se ficar tanto faz, seja como for, desde que o outro esteja perto. Tudo é graça, é riso, estão felizes.
O maior problema não é quando um casal briga, discute e se xinga! A gravidade está quando um deles se cala, não se defende mais e "fica na dele"! Aí, aquele que continuou esbravejando que se cuide, se prepare e deixe a porta por onde o outro se foi, aberta... porque logo irão chegar de braços dados o arrependimento e a auto piedade, e com certeza é no colo deles que ele irá chorar!
Eles se amavam de uma forma tão grande que se encontravam nos sonhos,naqueles que o casal está na praia vendo o sol,e era só disso que precisavam,uma oportunidade,só pra poder se abraçar e se beijar.Sem culpa, sem julgamentos e sem retalhações.E o desejo era tão forte ,tão do fundo da alma ,mente ,coração,que no outro dia, mesmo acordados podiam sentir a brisa do mar. Amar.
A pior incompatibilidade entre um casal não é a incompatibilidade de gênios. Essa até dá para superar. A pior de todas, mesmo, é a incompatibilidade de sentimentos. É quando um ama e o outro não. Um se entrega e o outro finge, mente, trai. É quando o amor, que deveria ser uma via de mão dupla, vira via de mão única. É quando a gente descobre que está amando sozinho.
Todo mundo acha um casal apaixonado fofo, cut cut, a coisa mais linda desse mundo, agora o que acontece quando vocês passam muito tempo com esse mesmo casal? Criam nojo daquele groso todo não é mesmo? Então, é o mesmo principio para todas as outras coisas, se você vive com uma pessoa religiosa demais, tende a criar ódio daquilo e querer ser o oposto, se você vive com uma pessoa medrosa demais, tende a não querer ter medos, se vive com pessoas preocupadas vai começar a achar preocupação uma coisa desnecessária. Tudo em excesso faz mal, é ai onde eu acho que os pais são sim responsáveis pelo que os filhos se tornam.
E eu não vou negar que sinto falta de quando éramos o casal mais apaixonado do mundo. A amizade sempre em primeiro lugar e o amor complementava o que já parecia completo. E olha hoje, somos mais um desses aí que terminam em uma semana e voltam na outra, sem contar nas brigas por ciúmes idiotas, e essa disputa banal de tentar parecer o mais frio possível. Eu sinto falta de nós. Eu sinto falta do que nunca mais conseguiremos ser. Eu sinto falta de ser eu e não tentar parecer ser outra para que você me trate melhor, assim como você anda fazendo também. Eu sinto falta de um passado tão recente e sabe, dá uma saudade.
Namorar, namorar é muito mais que beijar e se agarrar, namorar é criar uma amizade entre o casal, chegar ao ponto de serem idiotas, brincarem juntos como se fossem 2 crianças de 10 anos de idade, correr um atrás do outro, tacar o travesseiro um no outro, namoro é tudo isso e muito mais, é confiar, ter os mesmos direitos, sem se insultarem, sem se xingarem, sem humilhar, namoro também é saber o limite de cada um, dar espaço quando precisa, entender quando quer ficar sozinho e não quer ver ninguém nem mesmo o namorado, entender que as vezes é difícil dizer um eu te amo, mas isso não vai diferenciar em nada se você souber realmente que ela te ama, você só precisa saber que naquele momento ela só quer espaço e não esta em um bom momento para demonstrar todo o seu amor. Tente conhecer a pessoa, mas conhecer muito, pra saber seu limites e tudo mais. Tente ser mais amigo que namorado.
“Aqui vos digo que se um casal achar que é a conjunção carnal que constitui a base de um relacionamento e é ela que os mantém juntos, essa relação conservar-se-á circunscrita e cairá. Pois o que constitui a base de um relacionamento forte, duradouro e louvável por toda a eternidade são o carinho e a confiança, e a dedicação e o entendimento mútuos entre ambos os Seres da Criação.”
Adolescente ilude demais. Lembro que quando mais nova, vendo novela pensava: “que casal ridículo, se eles se amam tanto porque não ficam juntos logo?” A vida aos poucos foi me mostrando que não é tão simples assim. Existem formas e formas de amar, e talvez o máximo de amor que você oferece, é o mínimo que o outro precisa. Tem também aqueles que juram amor eterno, e que não conseguem demonstrar por nem um segundo. Ninguém é perfeito. E ao se tratar de relacionamento, cabe a nós escolher alguém cujas imperfeições somos capazes de suportar. Acredito em casais que se amam verdadeiramente, mas que nunca souberam lidar com esse amor, e até mesmo com o outro. Brigam um dia sim, o outro também e não conseguem ficar meio dia separados. Acontece. O importante é saber dosar. Ama tanto, ao ponto de suportar tudo que te faz mal? Se sim, ótimo... só fique longe das armas de fogo e objetos cortantes. Mas caso os momentos de agonia e raiva no relacionamento estejam tornando rotina ao ponto de você não se lembrar quando se sentiu tranquila e feliz com esse amor pela última vez – que é o sentido de estar com alguém – supere. Não é fácil, eu sei. Se fosse, não chamaria superação. É assim mesmo, uma super, mega, hiper ação que você terá que fazer pra esquecer. E o mais importante de tudo, não voltar à decisão achando que dessa vez, será diferente. O amor verdadeiro traz paz, do contrário: superação, das grandes.
Qual é o casal que não tem altos e baixos né? As vezes esses baixos são os que mais machucam agente pensa que ali vai ser o fim. É mais depois vem os altos, a felicidade volta, agente volta o que era pela primeira o que era logo no inicio. Dói né os baixos? Agente chora, muitas vezes pede socorro até a pessoas que agente nunca imagina pedir socorro. Mais o melhor dos baixos é que agente vê que com os baixos agente ama mais com o tempo. Tantas dificuldades surgem e agente nem sabe o que fazer. Nossa vontade é de chorar, morrer, sumir. Dói né? É mais depois de tantas coisas, de tanto achar que ali será o fim. Agente tenta voltar chega naquela pessoa pede perdão pelos atos e tenta fazer diferente. Não é porque brigou, porque achou que ali acabou que deixou de amar. Com os baixos agente ama mais e corre atrás de coisas que agente nunca imaginou correr.
O casal/amigo todo dia vai pro ponto de ônibus, eles e o cachorro, o homem leva a mulher, por pouco ele não vai junto. É muita conversa, muito assunto, não bastou a noite que passaram juntos, o dia anterior. É um entrosamento explícito, sem reservas, espontâneo como a chuva caindo. Não precisam de fotos forçadas, risos políticos para registrar o ocorrido, mais nada, pra provar em datas comemorativas, ficar exibindo, prestar contas, justificar, provar que... Nem percebem o que está existindo, não se percebem, só tem olhos um por outro, não pararam pra pensar ainda, pensar é parar de sentir. São uma extensão do outro, uma simbiose, um vínculo, explícito, são um escândalo ainda namorando.
A felicidade e o futuro são como um casal que flerta incessantemente em nossas mentes. Mas o futuro é sempre tão distante, tão vago... E como toda mulher cega de amores, a felicidade só quer estar atrelada ao futuro, desse modo, não conseguindo notar o presente, que está ali todos os dias esperando uma chance. Mal sabe ela que só o presente pode realizá-la.
„Para uma irlandesa, os Kreder eram um casal avarento e porco. Não tinha a imundície franca, instintiva, combativa, enlameada e maltrapilha que Mary conhecia e podia perdoar e amar. A deles era a imundície alemã da economia, de ser desleixado com o que vestia para poupar as roupas, de economizar nos banhos, de deixar o cabelo oleoso para poupar sabonete e toalhas, de ter as roupas sujas não por opção, as porque era mais barato, de manter a casa fechada e abafada para não gastar com aquecimento, de viver miseravelmente não apenas para economizar dinheiro, mas até para esquecer que o possuíam, trabalhando sem parar não só porque era de sua natureza ou porque precisavam disso, mas porque lhes trazia dinheiro e porque assim evitavam as situações em que podiam gastá-lo.
"Se o casal está na mesma sintonia de paixão, toda loucura será compreendida. Toda alegria é sentida através de sorrisos bobos e olhos que reluzem ternura. Toda atenção pretendida é dada e recebida. Toda vontade de estar junto é preenchida. Não há necessidade para dramas e cobranças, pois mesmo que se dê todo espaço do mundo para que cada um tenha sua própria vida, a distância não dá a devida paz que a presença do outro traz toda vez em que se há um encontro e a tal saudade aparece a todo momento para te avisar aquilo que o coração já cansa de saber: você está amando e quer celebrar esse amor em toda sua plenitude!"
A honestidade do casal neste caso é fundamental. A separação não é o ideal de Deus. Mas entre o ideal e o real é fundamental que o Cristo real se faça presente na vida daqueles que não conseguiram viver o ideal. A crucificação do seu filho na cruz não era o ideal de Deus, mas diante da real situação da humanidade, Jesus se fez ideal, num sacrifício proposital e consensual. Usar de misericórdia para com todos é viver, a exemplo de Cristo, o ideal de Deus.
É, não somos mais um casal. Tenho trocentas coisas para falar em relação a isso, mas alguma coisa me tapa a boca e não consigo pronunciar uma palavra sequer, olhando para você. Passamos algumas semanas juntos, não sei se chegou a parecer um relacionamento. Encaro o que tivemos como uma espécie de troca de tempo perdido que queria se tornar útil, construído por beijos e abraços demorados nos intervalos da escola. Eu me sentia sortudo por estar ali, contemplando seus fios de cabelo que adoravam atrapalhar nossos beijos. Sorte é um negócio antagônico à tendência que eu tenho de cagar com tudo, mas, por incrível que isso seja, o azar não deu as caras. Era estranho pensar que as coisas estavam dando certo, apesar de eu não saber exatamente o que isso significa. Algo bonito estava nascendo. Era só olhar os nossos olhos cruzarem com toda a timidez do planeta para ter certeza. Três segundos era o tempo máximo que conseguíamos nos olhar simultaneamente, até a vergonha graciosa entrar em ação e nos interromper. Meu olhar para a esquerda, o seu para a direita. Eu para o nada, você para o tudo. Eu para o passado, você para o futuro. Assim como nossos olhares, nossos planos eram diferentes. Meu ceticismo e pessimismo te observavam com receio, sua expectativa e a fé enorme no amor me olhavam com vontade de amar de novo. Não consegui lidar com as nossas diferentes intuições e nossas intuições acabaram não sabendo lidar com o que tínhamos. Nos conhecemos estranhamente e terminamos da mesma forma. Só não houve adeus porque as partidas concretizadas perfuram demais o coração. Então, ficamos assim, fingindo não gostar e gostar ao mesmo tempo, de uma maneira tão esquisita que nem um de nós dois consegue explicar. E não foi preciso cobrar explicações e diferentes perspectivas do nosso fim. O silêncio é o meio de comunicação que encontramos para nos conectar ao quase amor que só existe na nossa imaginação.”
Um senhor de idade cai, se machuca, um casal vê, nada faz, você vai, ajuda, ele pergunta se você se lembra dele, agradece, pontua sua bondade e ri, senta, agradece novamente, se levanta e anda, como se nada tivesse acontecido, você pensa, não pensa, nem sabe o que pensar, anda como se fosse guiado, senta no meio exato de uma encruzilhada, o criolo canta, como convocar seu buda, você, observando a lua, linda, encantadora e magica, sem filtros, ao natural os carros desviam e olham, mas nada falam, a policia passa, reduz, observa, para ao lado, um dos policiais ri, o outro comenta que e perca de tempo e que deve ser macumba, afinal o cruzeiro das almas e logo ali, em plena segunda feiras as 3 da manha, o horário propicio aqueles que te poem medo, você não consegue parar de observar a lua, passam-se uns 40 Min, o álbum chega ao final, Laroyê bará, você desperta e observa dois cachorros sentados ao seu lado, também observando a lua, em todos os cantos que pode observar, ninguém, além, de você e os dois cachorros, a rua completamente vazia, ao que os olhos podem ver, você ascende um cigarro, levanta e caminha lentamente até o seu portão, cerca de uns 150 m, os cachorros lha acompanham, você brinca com eles, extremamente doceis, se despede, entra em casa, e ainda não consegue tirar os olhos da lua, após isso tudo, você acorda, ou pelo menos acredita que acordou.
