Textos Reflexivos sobre Casamento

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Ser pai é uma das viagens mais loucas que existem. A gente aprende muito cedo que o amor de pai não é sobre perfeição, é sobre presença, e meia volta se perdemos . Posso falar de mim..esse texto é sobre mim. E tá tudo ok.


Mas, junto com esse amor, vem aquela cobrança invisível, a de dar tudo, sacrificar a própria vida, viver exclusivamente para os filhos e abrir mão de si mesmo, errei em pontos que não tem como falar, mas que deram Destinos a outras pessoas.


Eu trago isso de casa. Vi meu próprio pai viver por nós a ponto de deixar tudo de lado, inclusive a própria jornada. E é por isso que hoje eu enxergo as coisas de um jeito diferente.


Ser um bom pai não significa anular quem a gente é. Podemos e devemos, ser presentes, amorosos e firmes, mas sem esquecer que nós também somos pessoas, com sonhos, tempo e vida própria.


No fim das contas, as coisas materiais que conquistamos não nos definem, elas são apenas ferramentas que usamos e administramos ao longo do caminho. O dinheiro e os bens passam, mas o exemplo de equilíbrio fica.


E gerenciar essa balança entre criar soluções, criar um trabalho pra ter tempo e ainda assim. Nao temos !!!
São muitas as distrações que um homem passa .


Aprendi que tudo na vida se divide em três graus de urgência, e saber diferenciá-los salva a nossa sanidade.


* Há a urgência que não pode esperar: Aquela que exige ação imediata, seja um cuidado urgente, um momento crítico ou uma necessidade real que bate à porta agora.


* Há a urgência que pode esperar: Coisas importantes, mas que dão margem para respirar, planejar e resolver no tempo certo, sem atropelar o que importa.


* E há o que não tem urgência nenhuma: Aquela ansiedade boba, a correria desnecessária e as cobranças que a gente inventa para agradar os outros, mas que na verdade não mudam nada.


A verdadeira experiência da vida é fazer tudo isso dar certo no meio do caos, sem perder a alma no processo. Dar o nosso melhor, amar sem medidas, mas lembrar que a vida da gente não acabou quando a deles começou ,ela só ganhou um novo sentido para ser compartilhada.


E no final o que ficou foram apenas os momentos vividos e as boas memórias


By EvansJ_oficial

⁠Fale ou Cale-se

Senhor,
Afasta de mim o mais puro amor e
me tira o ardor que me causa dor.

Toma de mim esse cálice e se cale,
para não mais sofrer
Faz que ele não fale.

E eu estando a pensar não mais permita, e seu eu pensar, faz com que eu não sinta.

Suplico, Senhor meu, se esse amor já morreu, venha resgatar o meu eu.

Senhor
Afasta de mim o mais puro amor e me tira o ardor que me causa dor.

Toma de mim esse cálice e se cale,
Pra não mais sofrer
Faz que ele não fale.

Mais que sejas mantido sua vontade, o que há de ser, venha cedo ou tarde.

O sondar dum coração que ainda reclama, tu penetra a alma e descobre a chama.

Permita-me então os olhares frente a frente pois é na presença vê-se o que ainda sente.

Oh querida, tu que um dia alegras-te minha vida e os meus olhos por você ainda brilha

Venho agora suplicar em sua frente se ainda existe amor
"FALE AGORA OU CALE-SE PARA SEMPRE"

amor_in_versus
Autoral: Lei 9.610
Em: 20/09/2022

⁠Ele é poema e eu sou a canção.
Ele é amor e eu sou o esplendor.
Ele é mar e eu sou o luar.
Ele é sol e eu sou o verão.
Ele é oceano e eu sou Caetano.
Ele é o enredo e eu sou medo.
Ele é verso e eu sou antiverso.
Ele é a rima e eu sou a prosa.
Ele é divino e eu sou a comédia.
Ele é a paz escondida e eu sou a paixão jamais esquecida.
Ele é luz e eu sou o brilho.
Ele é tudo e eu sou o nada.
Ele é arte e eu sou a obra de arte.
Ele é a coisa mais favorita desse mundo e eu sou mais ele do que eu.
Nós éramos estranhos na noite até o momento em que dissemos nosso primeiro "oi".
Amantes à primeira vista.
Olhos convidativos, sorriso emocionante e coração valente, verdadeiro e sincero
Ele sempre será pra te dizer, por toda a minha vida.
Afinal de contas, mal sabíamos que o amor estava apenas a um olhar de distância, ao meu (nosso) lado, digo frente a frente.

⁠A pessoa que tem amor nesta vida, tem muita sorte.
Quem ama nunca sente medo de contar o seu segredo.
Onde a felicidade está? Onde está o amor? O que está errado com o mundo?
O mundo inteiro está viciado no drama e apenas atraídos por coisas que te trazem trauma.
Mas pra que viver fingindo, se você não pode enganar seu coração?
Deixe sua alma levitar para o amor. Você consegue praticar o que prega?
Será que em poucos anos vão perguntar o que era o amor?
Todo mundo está à procura de algo.
Envie alguma mensagem dos céus, oh, Deus.
Pois as pessoas me fazem questionar, onde está o amor? O amor realmente se foi?
Se o amor e a paz são tão fortes, por que há partes do amor que não usamos?
Você não pode ver a floresta estando nas árvores, tal como apaixonado nas veredas do amor.
Eu tenho uma sensação de que hoje será uma boa noite.
Se você nunca conhecer a verdade, então você nunca conhecerá o amor.

Resposta

Queria um cafuné e amor seu, só pediria isso e mais nada. O toque suave dos seus dedos em meu cabelo, como se cada fio fosse uma corda de violão, ressoando uma melodia de paz e aconchego. Ah, se eu pudesse ter pedido apenas isso, teria sido o suficiente para iluminar meus dias sombrios.

Deveria ter visto mais o sol se pôr. Deveria ter aproveitado mais aqueles momentos simples, onde o céu se tingia de cores que só o amor sabe pintar. Será que eu sei que você era mesmo tudo aquilo que me faltava? Hoje, nas entrelinhas do crepúsculo, vejo que sim, você era a peça que completava o meu quebra-cabeça de sonhos.

Hoje eu leio as poesias que eu fiz pra nós, cada verso carregado de uma esperança que parecia infinita. Não sei por que razão tudo mudou assim. Ficaram as canções e você não ficou. E nas melodias que ainda ecoam, sinto a ausência do seu ritmo, da sua voz.

Ainda lembro o que eu estava lendo, tentando encontrar nas páginas a resposta para o vazio que você deixou. Só pra saber o que você achou dos versos que eu fiz. E ainda espero resposta, como quem aguarda o desabrochar de uma flor em pleno inverno.

Quando chegar o momento, esse meu sofrimento vou cobrar com juros, juro. Não por vingança, mas por justiça ao coração que te amou sem medidas. Que coincidência é o amor, cruzando nossos caminhos em momentos tão precisos e, ao mesmo tempo, tão incertos.

A nossa música nunca mais tocou, e cada nota ausente é um lembrete do que perdemos. Pra que usar de tanta educação, pra destilar terceiras intenções, desperdiçando o meu mel? O amor verdadeiro não precisa de subterfúgios, de máscaras ou disfarces.

Devagarinho, flor em flor, você foi beijando novas primaveras, enquanto eu permaneci no outono do adeus. Entre os meus inimigos, beija-flor, encontrei a solidão como companhia constante, lembrando-me que o amor, de dentro pra fora, ainda é o que mais me define.

⁠Entre a bruma da incerteza,
onde o amor se oculta e surge,
navega a alma inquieta,
carregando o fardo do desejo,
sem regras a seguir, sem mapas a traçar,
ele simplesmente acontece,
como uma canção silenciosa,
tecendo laços invisíveis,
no carinho mútuo que floresce.

Oh, linda canção,
declaração infinita,
tua melodia é o ar que respiro,
e o momento sempre juntos,
a paixão que permanece,
um sentimento eterno,
raízes profundas,
alimentando o amor que cresce,
cada verso um anseio,
cada nota um suspiro.

Escrevi-te, amor, em dias de paixão,
quando o coração ardia,
tratando da dificuldade,
de me entregar plenamente,
sentindo o peso da incerteza,
desejando a plenitude.

O primeiro verso é um reflexo,
do desejo mais profundo,
muito mais um sonho que realidade,
lembranças de um tempo,
onde a tristeza era companheira,
a mais triste canção que já escrevi,
ecoando em meu ser.

Não me acostumo sem teus beijos,
sem teus abraços, não sei viver,
aprendi que o tempo é relativo,
meu mel, por um momento ao teu lado,
faria qualquer coisa nesta vida,
para sentir-te mais uma vez.

Amor, tu és a canção inacabada,
que ressoa em meu peito,
esperança persistente,
de que o desejo se torne realidade,
um amor pleno e verdadeiro,
que supera a incerteza,
e nos une para sempre.

⁠Não existem regras para o Amor, ele simplesmente acontece.
Como uma brisa suave que acaricia a pele,
Ou uma tempestade que inunda a alma.
Carinho mútuo, uma dança eterna,
Linda canção, coisa linda,
Uma declaração infinita de um amor que não conhece fronteiras.

Você é o ar que respiro,
O motivo de cada sorriso,
O momento sempre juntos,
A paixão que permanece,
Sentir um grande amor sempre em mim,
E a raiz é você, o alimento de um amor que floresce.

Quando escrevi essa canção, estava apaixonado,
Tratando da grande dificuldade de me entregar plenamente,
O primeiro verso é um desejo, um anseio profundo,
De um amor sem barreiras, sem medo de se perder.

Eu me lembro quando escrevi,
Foi a coisa mais triste que já fiz,
Pois não me acostumo sem seus beijos,
E não sei viver sem seus abraços.
Aprendi que pouco tempo é muito,
Meu mel, faço qualquer coisa nessa vida
Para ficar um pouco do seu lado.

E assim, na melodia do amor,
Cantamos juntos uma canção sem fim,
Você e eu, entrelaçados em versos e notas,
Numa declaração infinita de um amor,
Que é livre, sem regras,
Simplesmente acontece,
E permanece.

E Ele Será Amado

Um Hino à Perseverança e Cumplicidade no Amor Jovem

E ele será amado, eu sei,
Não só em dias de sol,
Mas nas tempestades que virão também.
Nem sempre são arco-íris e borboletas,
Mas é um acordo que nos ajuda a seguir,
Meu coração está cheio, e minha porta, sempre aberta,
Venha a qualquer hora que quiser.

Jovens somos, enfrentando mares emocionais,
O desejo constante de estar ao seu lado,
Oferecendo amor e apoio incondicionais.
Nós rimos juntos, brincamos na simplicidade,
E em cada momento, a cumplicidade se faz.

Desentendimentos virão, eu sei,
Mas nosso amor se fortalece,
Na vontade de estar juntos,
No desejo ardente de sua companhia.
Toda a sua beleza, cada sorriso,
Observarei com atenção e carinho,
Um amante dedicado, persistente,
Pronto para enfrentar qualquer tempestade.

O amor verdadeiro é paciente,
Persiste, mesmo diante de rejeições,
É a luz que guia, a força que inspira,
E ele será amado, com toda a intensidade,
Nos momentos de sol e nas noites sombrias.
Porque amar é estar presente,
É oferecer o coração,
E saber que, apesar de tudo,
O amor sempre prevalecerá.

Sinfonia do amor desmedido de verão


Ó paixão, incêndio vasto, desatino!
Tremor da alma, furor do coração,
Ibaiti celeste, azul divino,
polo do mundo, trono da emoção.


Em ti, luz nua, pura, incorpórea,
traço do eterno, mão do arquiteto,
ó sol radioso, lira ilusória,
inebriando o meu ser inquieto.


Este amor — desmedido, infinito,
ergue-se além do tempo e da razão;
ao vento entrega-se, feito mito,
transforma rascunho em oração.


Cada verso meu, destino selado,
procura-te, sombra em claridade;
em tua ausência, o peito dilacerado,
em tua presença, nasce eternidade.


Folia que invade, poesia que inflama,
saudade que é bênção, dor que consola;
melhor que a solidão fria, sem chama,
é ser refém da estrela que me acolha.


Tu, sorriso que carrega o verão,
quente alvorada de melodia;
teu rosto é flor, perfume, oração,
na natureza, és pura harmonia.


Eis que pergunto: existe o amor?
Ou é quimera, sopro, relâmpago vão?
Mas no teu lume, ó doce esplendor,
reconheci da vida a perfeição.


Porém, faltou-nos coragem sincera:
eu temi o abismo, tu o mundo;
justiça não houve, só a espera
deste silêncio profundo, profundo.

Se o amor não existisse, o silêncio bastaria.
Se o amor não fosse real, nenhuma palavra faria sentido.
O sol nasce ao leste, como sempre,
e a bússola cumpre seu papel sem enigma.
Mas há algo além das leis do mundo,
um sinal simples e ao mesmo tempo infinito:
o amor —
que não se explica, não se mede,
apenas se reconhece.
E nele, em meio às certezas da vida,
existe sempre uma exceção.

A fábula da recomposição


Havia alguém que acreditava no amor como recomposição, mas não como acréscimo.
Dizia: “que você seja o que eu não consegui ser”,
porque existir sabendo que tinha aquele amor
era algo mágico —
e o sorriso dele era o único lugar onde queria estar.


Nunca lhe fez mal.
Nunca quis ferir.
Mas, de repente, ele sumiu.


Foi como um porto que se fecha sem aviso:
nada mais seguro,
o cais distante,
e nenhum sinal de volta.


Disseram: “quando você é jovem, você não sabe de nada.”
Mas aquela pessoa sabia o que sentia.
Porque uma das melhores sensações da vida
é amar.


E entendeu também que a maior felicidade
é fazer sentido na vida de alguém
e ser amado de volta.


Aprendeu que amar é doação,
é se dar ao outro.
Mas percebeu que o amor, às vezes,
fala uma língua parecida com a paixão —
e por isso confunde,
e por isso precisa ser pensado
sem se perder na emoção.


Um dia, descendo as estradas do Sul,
veio uma ligação…
e, enfim, a confirmação:
ele se foi.


E então ficou a dúvida:
de que adianta conseguir o que se quer,
se não é o que se precisa?


Porque há um tipo de dor silenciosa:
amar alguém
e ainda assim ser desperdiçado.


E há também aquela insistência do sentimento,
quando se está apaixonado demais para esquecer.


Mas, no fim, ficou um aprendizado:
se nunca tentar seguir,
nunca saberá o próprio valor.


Moral da história:
Amar não é apenas tentar recompor o que existiu, mas reconhecer quando é preciso ir além, para não se perder de si mesmo.

Minha luz das estrelas, imenso e desmedido amor, que invade e fim.


Se eu pudesse eleger um amor puro, atravessaria os oceanos sob o infinito céu azul para encontrar-te, meu bem-querer.


E, se necessário fosse, mil vezes transporia a Linha do Equador, desafiando distâncias, ventos e destinos, somente para repousar meu olhar no teu.


Pelas horas silenciosas da noite, caminharia solitário, com a coragem serena de um samurai, percorrendo ruas e esquinas, na esperança de encontrar-te escondida em um simples e precioso "boa-noite".


A doidice invade-me a mente; então, faço-me milagreiro, recorro à alquimia dos sentimentos, na vã tentativa de curar o mal de mim, essa ausência que me consome e me faz sentir como quem vive faltando um pedaço da própria alma.


Abro a janela e contemplo a vastidão do Cerrado: o capim dourado, que no outono se reveste de tonalidades ainda mais nobres e formosas, capazes de seduzir até mesmo o mais errante dos corações ciganos.


Eu te devoro com a avidez de quem, após longa peregrinação, encontra enfim o alimento que lhe restaura a vida, como quem sacia a fome numa tigela de açaí oferecida pelos deuses da abundância.


É fato consumado, já não existe rota de fuga, nem refúgio possível.


O tempo acelerou seus passos, e eu não posso permanecer sem ti.


Tu és minha Flor-de-Lis, passado que me habita, presente que me ilumina, e futuro que me chama.


És a síntese de tudo o que fui, de tudo o que sou e de tudo o que ainda sonho ser.

Onde o Amor Encontra Morada
A verdadeira grandeza da cumplicidade
não está apenas em caminhar lado a lado,
mas em encontrar alguém
com quem a alma possa caminhar descalça.
Porque um amor verdadeiro tem esse poder:
transforma um homem comum
em alguém extraordinário,
não por aquilo que conquista sozinho,
mas por aquilo que aprende a construir a dois.
É quando o amor deixa de ser promessa
e se torna reciprocidade.
Quando existe verdade no olhar,
sinceridade nas palavras,
confiança nos silêncios
e vontade de dividir não apenas os dias,
mas também os sonhos,
as alegrias, os medos e a vida.
Amar é encontrar alguém
com quem a felicidade não seja uma coisa particular,
mas um lugar que pertence aos dois.
E talvez o melhor lugar do mundo
não seja uma cidade, uma casa ou um destino.
Talvez seja simplesmente
dentro de um abraço.
Porque dentro de um abraço
a solidão perde a força,
a saudade encontra descanso
e até os corações mais carentes
descobrem que não estão sozinhos.
Ali, tudo fica mais quente.
Mais leve.
Mais perto.
Tudo aquilo que a gente sofre
parece se dissolver entre dois braços.
As preocupações diminuem,
os medos silenciam
e aquilo que parecia impossível
começa a parecer possível outra vez.
E tudo o que a gente espera,
tudo o que sonha,
tudo aquilo que secretamente deseja encontrar,
às vezes está ali:
num abraço apertado,
num coração junto ao outro,
na certeza silenciosa
de que, naquele instante,
não existe lugar algum no mundo
onde eu preferiria estar.
Porque quando é amor de verdade,
um abraço não é apenas um abraço.
É casa.
É abrigo.
É encontro.
É o lugar onde dois corações
descobrem que podem, finalmente,
descansar um no outro.

O AMOR É UMA PLUMA

O amor é uma pluma
que o vento leva devagar,
não faz barulho ao chegar,
nem pede licença para pousar.

É leve como um suspiro,
delicado como uma flor,
mas pode carregar consigo
o peso inteiro de um coração.

O amor não gosta de correntes,
não aceita ser aprisionado;
quanto mais livre ele voa,
mais bonito é seu voo.

Às vezes pousa num olhar,
ou se esconde em um sorriso,
às vezes chega como saudade
e permanece como abrigo.

Uma pluma pode parecer pequena,
quase nada diante do infinito,
mas basta tocar o coração
para transformar o silêncio
em um momento bonito.

Por isso não tente segurar o amor
com as mãos fechadas.

Abra as mãos.
Deixe-o voar.

Se ele voltar,
não será porque foi preso.

Será porque encontrou
em seu coração
um lugar onde quis pousar.

— Romildo Portes Ferreira

Tempos diferentes.

Nasci em um tempo errado;
Onde o amor não é mais exaltado;
Onde o romantismo foi deixado de lado;
E andar de mãos dadas é brega.

Nasci em um mundo diferente;
Onde amar não é suficiente;
Onde futilezas é o que nos faz contente;
E o amor é deixado as cegas.

Será que voltará o tempo?
Com aqueles belos momentos;
Onde se exaltavam-se os sentimentos;
E viam-se doces beijos.

Será que terá solução?
Ou ainda seremos refém do cifrão;
E as coisas boas do coração;
Já não terão valor algum.

⁠Família
Se nada nesse mundo é por acaso
Imagina se então seria
A união do amor e a felicidade
Juntos numa só família
Mesmo que não fora de sangue
É unidade na tristeza e na alegria
Família é o sonho mais lindo
Que a gente pode sonhar
É o sorriso que já vai se abrindo
Antes mesmo de chegar
É aquele brilho espargindo
Na porta, ao te ver entrar
Dois anjos e um amor
Só pode ser obra divina
O amor que eu sempre sonhei
E as minhas duas meninas
Que preencheram perfeitamente o espaço
Vazio que no meu peito tinha
Família é presente de Deus
É cuidado, proteção é vigília
É oferecer todo o amor guardado
Para a tão sonhada família
É gratidão por hoje ter o amor da vida
um cachorro e lindas filhas

Sentir o amor certamente é algo de mais belo que sentimos na vida, pois podem existir vários, ambos são a projeção do amor que existe na gente que transmite ao outro, amor familiar, amor de amigos, amor de paixão. São tantos, na nossa vida certamente é impossível viver sem esse amor, por eles somos capazes de algo quase sobrenatural, ser melhor por amor, se cuidar por amor e cuidar dos outros por amor é algo extremamente belo.


Por: J. Leão.

O toque do amor e a força da vida


Que o amor abrace, envolva e se faça sentir como um toque físico, concreto, quase palpável.


Que a vida toque profundamente e revele, em cada instante, a sua força vital pulsando, atravessando o corpo e sustentando cada passo.


Deus pode ser percebido no vento: na força que se manifesta de maneira avassaladora e, ao mesmo tempo, na suavidade da brisa que toca como a carícia de um pai sobre um filho.


Há também o desejo de sentir o amor não apenas como uma ideia, mas como presença viva; de perceber a força da vida bombeando nas veias, pulsando no coração e mantendo o ser humano de pé.


No trovão, manifesta-se o poder estrondoso de Deus; na brisa, o toque suave. Na voz que ecoa com força, há majestade; no sopro suave, há amor — como uma presença que se comunica através de gemidos inexprimíveis.


Entre a força e a suavidade, entre o estrondo e o silêncio, encontra-se aquilo que sustenta a existência: o poder de Deus, o amor que envolve e a força vital que impulsiona a vida.


É essa presença que mantém de pé, que renova as forças e que conduz cada passo. Que ajuda a
seguir sempre em frente.


Sempre seguir em frente


Domingos JS Souza.

Às vezes, o amor é como uma visita inesperada numa manhã de domingo. Bate à porta sem avisar, justamente quando a casa está desarrumada, quando ainda não tivemos tempo de esconder a poeira, de ajeitar as coisas, de parecermos um pouco mais prontos para receber alguém.


E então vem aquele medo bobo, quase infantil. E se ele me vir assim? E se reparar na minha bagunça? E se entrar e perceber que aqui dentro nem tudo está no lugar?


É nesse instante que tantas pessoas fecham a porta. Não porque não queiram o amor, mas porque têm medo de serem vistas antes de conseguirem se arrumar para ele. E talvez seja justamente aí que percam uma visita rara, dessas que a vida não costuma repetir.


Porque amar também é abrir a porta ao “se”. Ao se não der certo. Ao se eu me ferir. Ao se ele partir. Ao se tudo aquilo que imaginei não acontecer.


Há sempre alguma desordem numa casa habitada. Talvez exista também alguma desordem em nós que amamos. E talvez a coragem não esteja em colocar tudo no lugar antes de abrir a porta, mas em abri-la mesmo assim.


Às vezes, a maior falta de sorte não é o amor ir embora. É termos fechado a porta antes que ele pudesse entrar.

Bem-vindo, amor


Bem-vindo, amor
que acalma...
traz paz pra alma...
A poesia fala por mim
testemunhada por ti...
Bem-vindo, amor
que acaba com o longo inverno,
traz o perfume da primavera...
O calor do verão que aquece meu coração...
Bem-vindo, amor
que faz acreditar
que sempre há uma saída,
que ainda vai chegar o melhor da vida.
Que abre caminhos...
Que constrói portas...
que conserta vias tortas.
Bem-vindo, amor
que faz entender todas as outras partidas.
“Amo como ama o amor. Não conheço nenhuma outra razão para amar senão amar. Que queres que te diga, além de que te amo, se o que quero dizer-te é que te amo?”
Fernando Pessoa