Textos Reflexivos sobre a Vida

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MANIFESTO

Eu não quero vencer a qualquer custo.
Quero não me perder.

Recuso a vida vivida por reflexo,
as escolhas adiadas,
o conforto de caber onde minha verdade não cabe.

Não acredito numa existência sem angústia —
ela é o preço da liberdade.
Se escolher dói, é porque escolher é real.

Não confundo fé com certeza,
nem amor com troca,
nem honestidade com ingenuidade.
Prefiro perder vantagens
a negociar minha consciência.

Não sigo a multidão só porque ela é barulhenta.
A maioria nunca foi prova de verdade.
Caminho sozinho quando for preciso,
porque estar acompanhado pela mentira
é a forma mais elegante de desespero.

Aceito que amadurecer é perder versões antigas de mim.
Não tento repetir o que fui.
Permaneço no que ainda sou capaz de sustentar.

Não uso pessoas como meios,
nem sentimentos como desculpa.
Amar, para mim, é decisão —
não espetáculo.

Se existir um inferno,
ele não está na dor,
mas em viver sem nunca ter sido quem se é.

Por isso escolho a responsabilidade de existir.
Escolho a verdade que custa.
Escolho a solidão honesta
em vez da paz comprada.

Não quero uma vida que pareça boa.
Quero uma vida verdadeira.

— Sariel Oliveira

Nós, os livros e a vida.


A vida é assim: somos como livros.
Lemos, e somos lidos.
Vamos escrevendo nossa história, e somos escritos por Deus também;
Lá um dia, seremos fechados e depositados numa grande estante, onde já se encontram outros livros.
Mas por ali sempre vai passar alguém que irá tomar um livro daqueles e o lerá.
E o que aprender daquela história lhe ajudará na escrita e compreensão do próprio ser.
Somos letras, e escrita. Somos como livros.
Assim é a vida.


(Fabi Braga, 15 e 16/11/2025)

Nesta vida é preciso aprender três coisas:


1º. Não implorar-lhe a ninguém
2º. Não confiar em ninguém e
3º. Não esperar nada de ninguém.

Viva pela Fé, confie e espere
só em Deus! (Hebreus 10:38)

Quantas oportunidades você acredita que terá para viver oque você mais deseja na vida!?


Provavelmente apenas uma;
E se você ainda não sabe oque quer da vida!


É bem provável que você esteja desperdiçando chances para chegar na grande oportunidade da sua vida.


Porque a vida nos oferece inúmeras chances, mas oportunidades extraordinárias para viver coisas extraordinárias!?
São apenas uma.

amo a morte tanto quanto amo a vida
pois por mais encantadora e linda que a vida possa ser
a morte é o alívio, a paz e o fim
e tudo que eu preciso é um ponto final
novos começos já não me deixam tão animada, uma outra perspectiva já não me deixa otimista
um novo sonho não me faz transbordar de emoção
um novo amor não me tras mais tanto encanto
queria que o amor pela vida voltasse a transbordar dentro de mim, mas hoje sou apenas o que restou de minhas experiências, emoções e decepções.

A vida é apenas uma viagem, uma breve passagem
não há bagagem que se leve além do que ficou no coração.
Aproveite a vida, pense em todos os momentos e experiências que você deixou de ter apenas pelo medo de tentar...a segurança e a estabilidade não existem nessa vida breve. Preocupe-se mais em ''ir'', do que em apenas ''possuir'', mais em ''ser''. Seus pertences serão deixados para outros. Seu conhecimento, sua aprendizagem e sua experiência permanecerão em sua alma para todo o sempre.

⁠é tempo de desacelerar...
De deixar para lá.
Tempos difíceis nos mostram que a vida é mais curta do que imaginamos.
Contudo, mesmo se ela fosse eterna, não valeria a pena gastar tempo com desilusões, dores e rancor.
É hora de aproveitar o que ainda há de melhor.
Viva o agora.
O presente é o único tempo em que podemos de fato, viver. O futuro nada mais é do que uma suposição e projeção do que gostaríamos que acontece.
Mas por que não começar a luta agora mesmo? A vida pode ser melhor.
É hora de dizer não para o que não se quer. De dizer sim para novas experiências. Não faz sentido viver uma vida que não te faça feliz e grato pelo hoje.

Há momentos na vida em que tudo parece árido: os afetos se retraem, as respostas não chegam e o silêncio pesa mais do que o ruído. Chamamos esses períodos de “deserto”, como se fossem castigos ou abandonos. No entanto, o deserto não é um lugar de morada, mas de travessia. Ele existe para ser atravessado, não para nos aprisionar.

No deserto, o supérfluo cai. O excesso se dissolve, as ilusões se queimam sob o sol inclemente, e resta apenas o essencial. É ali que aprendemos a escutar a própria consciência, a reconhecer limites, a perceber que a força não nasce do conforto, mas da necessidade de seguir adiante mesmo com poucos recursos. A escassez educa o olhar e afina o espírito.

Toda travessia transforma. Quem entra no deserto não sai o mesmo, porque o caminho ensina aquilo que a abundância não ensina: paciência, humildade e confiança. O deserto obriga a caminhar com atenção, passo a passo, lembrando que cada avanço, por menor que pareça, já é um sinal de vida e resistência.

Por isso, quando o sofrimento se fizer presente, não o tome como destino final. Ele é passagem, não residência. Permanecer no deserto é desistir do horizonte; atravessá-lo é afirmar que há um depois, que há terra fértil além da aridez. A fé, a esperança e a coragem são como bússolas silenciosas que apontam para a saída, mesmo quando os olhos ainda não a veem.

Assim, lembre-se: o deserto não define quem você é, apenas revela quem você pode se tornar. Ele não anuncia o fim, mas prepara o recomeço. Caminhe. O oásis existe, e a travessia, por mais dura que seja, sempre conduz a um novo amanhecer.

A afirmação de que a vida não é uma sucessão de acasos, mas uma construção deliberada, nos convida a enfrentar uma das questões centrais da filosofia:atensão entre o destino e a autonomia.

Ao dizer que a vida é construída, abandonamos a postura de espectadores passivos da nossa própria existência. Sob a ótica doExistencialismo, como proposto por Jean-Paul Sartre, "a existência precede a essência". Isso significa que não nascemos com um roteiro pronto; somos o resultado das nossas escolhas. Cada atitude plantada hoje é um tijolo na fundação do nosso "eu" de amanhã. Não somos o que as circunstâncias fazem de nós, mas o que fazemos com o que as circunstâncias nos oferecem.

A metáfora do plantio remete àLei da Causalidade. No campo da ética, isso significa que nossas ações não desaparecem no passado; elas se transformam em ambiente. Se plantamos agressividade, o mundo ao nosso redor torna-se hostil. Se plantamos "luz" aqui entendida como consciência, empatia e integridade, estamos, na verdade, moldando a percepção que teremos da realidade futura. A "consequência" não é um castigo ou prêmio externo, mas o desdobramento natural da semente que escolhemos cultivar.

"Plante luz, pois é essa mesma que vai iluminar seu caminho." Esta frase encerra uma sabedoria profunda:nós só enxergamos no mundo aquilo que carregamos dentro de nós.Se a nossa atitude é de obscuridade (egoísmo, ressentimento, ignorância), caminharemos no escuro, tropeçando em obstáculos que nós mesmos criamos.

Ao optar por atitudes luminosas, não estamos mudando apenas o futuro, mas alterando a nossa capacidade de navegar pelo presente. A luz que você planta hoje não ilumina apenas o destino final; ela clareia o próximo passo, permitindo que a jornada seja feita com clareza e propósito.

Se hoje você parasse para observar o jardim da sua vida, o que veria germinando? O acaso pode até trazer o vento e a chuva, mas é a sua mão que decide qual semente merece o solo da sua atenção. Construir-se é um ato de coragem diária. O que você escolhe plantar agora, enquanto lê estas palavras?

O movimento em vida
Fui peixe em águas claras, meu doce refúgio,
Ali a piscina era o mundo, o silêncio era o estudo.
Mas o mar, imenso e mestre, me ensinou a lição:
Diante de sua grandeza, curva-se a arrogância e o coração.
Pequena na estatura, mas gigante na quadra,
O basquete era o palco onde a alma bailava.
Convites surgiram, o talento brilhou,
Mas o medo no caminho, em um rastro, me parou.
Então veio a dança, o ritmo, o chão que flutua,
Piruetas no ar, a arte que a vida acentua.
No compasso do pagode, o show era a nossa história,
Passos difíceis gravados na pele e na memória.
Mas o tempo é operário e a distância é um muro,
A dança cedeu lugar ao trabalho e ao futuro.
Nas rodas da bicicleta, encontrei meu novo vento,
A liberdade de guiar o próprio destino e o momento.
Mas a vida prega peças em um passo descuidado,
Um tombo bobo de chinelo deixou meu braço paralisado.
A dor virou rotina, a fisioterapia, o deserto,
Mas a fé era a bússola que me mantinha no rumo certo.
Aprendi a ser canhota por força da necessidade,
O corpo é sábio e se molda em meio à adversidade.
Cada movimento de volta era uma joia, um tesouro:
Escovar os dentes, pentear-se, escrever valia como ouro.
A mente comanda a matéria, a disciplina é o guia,
Voltei à lida, ao trabalho, com toda a minha energia.
Escolhi o desafio do frio, onde a dor me testava,
Em um dia de choro escondido, a alma quase parava.
Mas enxuguei o rosto, disse ao espelho: "Eu consigo!"
Pois o meu maior inimigo já não morava comigo.
E quando veio o prêmio, o reconhecimento enfim,
Ouvi o eco da vitória dentro e fora de mim.
"Você conseguiu", disseram as vozes da vida,
Para a mulher que renasceu de cada queda e ferida. Disse: obrigada! Deus!
Roseli Ribeiro

A vida, às vezes, se apresenta como uma estrada maltratada, cheia de buracos e curvas perigosas. Para quem já aprendeu a caminhar entre tombos e tropeços, cada obstáculo deixa de ser um fim e passa a ser apenas mais um trecho do caminho.
Os buracos não paralisam quem já conhece a dor da queda. Pelo contrário, tornam-se parte da paisagem, lembrando que a resistência não nasce do conforto, mas da luta. Quem vive aos trancos descobre que a estrada ruim não é inimiga, mas professora: ensina a levantar rápido, a endurecer o passo e a enxergar além da poeira.
O percurso não é fácil, mas é verdadeiro. E quem segue, mesmo entre tropeços, carrega dentro de si uma força que não se mede pela suavidade da estrada, mas pela coragem de continuar caminhando.

⁠De agora em diante

De agora em diante
Pelo meus sonhos vou lutar
Da minha vida vou cuidar
Mesmo que o desatino for distante

Se o fardo for pesado
Da opinião não vou largar
Se acrescenta irei priorizar
Saberei que nada foi achado

Agradar ao Grande Arquiteto
Que o amor não seja secreto
Andar com pés no chão

Que a vontade não desapareça
Fazer tudo antes que esqueça
Inda que for contra meu coração.

Ademir Missias


Promessa para os meus inimigos e para ou outros.
Até ao meu último sopro de vida irei lutar;
Irei utar para não quebrar alguém, para que alguém não sofra tanto;
Entendo o que é viver com o coração partido, jamais seria alarve para o fazer;
Irei sempre tentar preencher o meu coração vazio com o brilho dos olhos dos outros;
Talvez por mim, talvez por todos, quero ver os olhos tristes tornarem a sorrir; Por tudo isso irei lutar;
Sei que por mais que tente preencher o meu coração com o bem de outros será uma luta eterna pois terei momentos de alegria mas jamais serei outra vez feliz.
De qualquer forma lutarei até ao fim.
E neste ano...
Qual fera ferida irei arrancar do peito toda a força que há em mim;
E com ela irei esmagar meus inimigos.
Aqueles que já comigo se cruzaram,
Aqueles que olharam meus olhos doces,
Aqueles que ousaram pensar e agir...
Não sabendo quem sou mas como se nada fosse,
Os mesmos que por vezes me leem aqui,
Para verem se sucumbi ou se resisto,
E que entre medo, terror e pânico mostram as garras...os dentes,
Mas me dizem...olhe que eu sei escrever bem!...hum já dizem tudo!
Mas que bestas Deus colocou na terra!
E eu besta me defendo,
Escrevam, escrevamos todos,
Veremos quem ganha a guerra!
Agora que nos conhecemos todos.
Célia Carracha.

“Vive o hoje, acolhe o amanhã.
Mas não te esqueças de que o maior princípio da vida é o amor à família,
um amor que não se mede pelas circunstâncias
nem se fragiliza nas provações que ela atravessa.
Porque é na família, mesmo ferida ou incompleta,
que o ser humano aprende o sentido do cuidado,
da renúncia e da permanência.
Tudo passa: o tempo muda, as dores transformam-se,
mas o amor que se escolhe preservar
torna-se raiz, abrigo e eternidade.”
Furucuto, 2026

Eu não te peço amor como súplica,
nem imploro que faças da tua vida um altar para mim.
Peço apenas que sejas verdadeira,
que não me ofereças migalhas quando tens um universo dentro de ti.
Se não fores capaz de incendiar teus dias ao meu lado,
se não fores capaz de viver o teu melhor comigo,
então não posso permanecer na sombra do que poderíamos ser.
Prefiro a solidão honesta
ao abraço morno que não me sustenta.
Prefiro partir com a dignidade intacta
do que ficar onde o coração não floresce.
Eu sou feito de intensidade,
de horizontes que pedem coragem,
de sonhos que exigem presença.
E só quem ousa viver o próprio melhor
pode caminhar comigo até o fim.

Minha vida amorosa é tão organizada quanto gaveta de meia: você abre achando que vai encontrar um par certinho e sai com três meias diferentes e nenhuma serve. Eu até tento levar a sério, mas o amor sempre me olha e fala: “não hoje”. Kakakakakaka


Sou aquela pessoa que se apega rápido, desapega devagar e sofre no meio do caminho inteiro. Prometo não criar expectativa… cinco minutos depois já tô imaginando o nome dos filhos, a cor da parede da sala e o cachorro chamado Thor. Ksksksksks, patético? Sim. Humano? Também.


Quando finalmente parece que vai dar certo, a pessoa some. Não avisa, não explica, não deixa bilhete. Some igual wi-fi bom em casa cheia. E eu fico lá, encarando o celular, como se ele fosse criar consciência e dizer: “calma, campeão, é só trauma mesmo”.


E o pior é quando eu falo “agora vai”, porque toda vez que eu digo isso o universo dá uma gargalhada alta: KJKKKKKKKK. Agora vai… pra terapia, talvez. Porque relacionamento pra mim é igual promoção falsa: promete muito, entrega pouco e ainda deixa sequelas emocionais.


Mas tá tudo bem. Eu rio, faço piada, sigo em frente. Um dia dá certo… ou não. Enquanto isso, sigo solteiro, bonito (às vezes), emocionalmente confuso e colecionando histórias pra contar.


— Cyrox

Não há resposta fixa no horizonte,
Nem voz suprema a nos dizer por quê;
A vida nasce breve, quase fonte
Que corre antes que a sede possa crer.


Entre o que fomos ontem e o que afronta
O hoje incerto que insiste em renascer,
Moldamos o sentido que desponta
No gesto simples de ainda escolher.


Não é eterno quem nunca se arrisca,
Nem pleno quem só busca conclusão;
O vivo é chama frágil que se arrisca.


Se há rumo, é feito à mão, não por visão:
A vida vale mais quando se arrisca
A ser pergunta antes de solução.

A Peça da Minha Vida


Às vezes sinto fome de vida, sabe? Sinto um enorme desejo de realizar meus sonhos, ganhar o mundo. Às vezes, até penso em alongar meu tempo, mas tenho receio de que toda essa dor física, que piora conforme a idade avança, me leve à loucura, ou pior, me impeça de ser dona da minha vida, assim como da minha morte.
A morte assistida não é sobre desistir da vida, mas sim não aceitar desistir dela! Não aceitar viver uma vida sem propósito ou possibilidade. Não aceitar, justamente por se amar muito, sentir tantas dores físicas a mais, além do risco de estar sozinha no pior, sem ter uma mão a quem recorrer no desespero, seja físico, emocional, ou ambos. É sobre não aceitar perder a minha autonomia, tornando a vida, verdadeiramente, insuportável a cada segundo.
A minha decisão não tem haver com tristeza, apesar de sentir tanta dor física afetar sim o nosso emocional em algum nível, ainda que sutil. Tem haver com razão, com racionalidade, além de verdadeiro amor, empatia, respeito e carinho por mim. Não quero correr o risco de viver um insuportável ainda pior do que todos os já vividos até aqui. Não quero sofrer tantas perdas, o que, infelizmente, é tão inevitável na vida. Não quero o sofrimento, porque já sofri demais. E não quero uma morte dolorosa como a vida foi, mas sim digna, humana, indolor. Me recuso a ter uma vida não vivida, infeliz.
Quero realizar, viver! A vida não é medida, ao menos por mim, pela quantidade. Para mim, o mais importante, e a única coisa que vale medir, que vale a pena, literalmente, é a qualidade, não a quantidade. Às vezes vivemos uma eternidade em pouquíssimos anos, e não vivemos nada em mais de um século. Se sou apenas eu por mim, que eu tenha a melhor e mais épica vida! Que nos poucos anos que me restam, eu tenha uma eternidade de realizações, conquistas, e deixe o meu legado. Que eu me orgulhe ao ver o fechar das cortinas, e possa me despedir das pessoas que mais amo. Que seja um sucesso a peça da minha vida!
- Marcela Lobato

⁠"Você que era o amor da minha vida, agora é o amor da minha morte.
Encontrar você foi meu maior azar e eu achando que era sorte.
Você é minha maior fraqueza e eu achava que me fazia forte.
Eu me perdi tentando te encontrar, eu achava que você era o meu Norte.
Você que sempre fora o meu mel, percebi que é de veneno, uma dose.
Você acredita que eu sempre te abandono, mas nas suas crises, sou eu quem te socorre.
Sua presença sempre foi minha maior riqueza, agora sua ausência me faz pobre.
Você se fez rainha da minha vida, mas se esqueceu de me fazer consorte.
Eu já tomei nota da sua indiferença, já não espero mais que me note.
Viver é bom, mas em sua ausência, é preferível a morte..."

A vida é estrada de curvas e desvios, Onde tropeços revelam nossos vazios.
Cada erro, um espelho que nos desafia,
Cada queda, uma lição que nos guia.


Nos caminhos tortos que ousamos trilhar,
Aprendemos a levantar, a perdoar.
O tempo ensina, com paciência e cuidado,
Que o passo errado não é fracasso, mas legado.


Entre lágrimas e risos, vamos crescendo,
Entre perdas e ganhos, nos compreendendo.
O coração aprende a pesar com precisão,
O que vale a pena, e o que é ilusão.


E no fim, cada cicatriz, cada dor,
Se torna luz, esperança e amor.
Pois a vida é um poema em constante evolução,
Escrito com erros,
mas guiado pelo coração.