Textos Reflexivos

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Pessoas com interesses egoístas só se importam com você enquanto você satisfaz suas necessidades ou desejos. Elas podem querer que você alimente seu ego, busque sua aprovação, ou esteja sempre disponível para elas. Quando você não consegue mais atender a essas demandas, o interesse delas por você desaparece, pois o vínculo delas é baseado no que você pode fazer por elas.


Já as pessoas que têm um vínculo emocional verdadeiro não esperam nada em troca. Elas se conectam de forma verdadeira, sem interesse próprio, e o amor e o respeito entre elas são recíprocos. A conexão que elas criam é duradoura e verdadeira, porque não depende de ações ou favores, mas do carinho e da confiança que se constroem naturalmente.

O melhor pra gente está naquilo que mais corremos atrás; fica pra trás aquilo que deixamos de correr atrás.


Se você corre atrás de afeto, sentimento, amor, etc., mais possibilidade você tem de encontrar. O mesmo vale para o sucesso, status, poder, riqueza material, etc.: quanto mais você corre atrás, mais chance tem de alcançar.


Escolha o que tem mais valor e importância pra você, porque o que você não vê como importante é o que vai ficar pra trás na sua vida.


Lá na frente, quando a morte bater em sua porta, ela vai lhe dizer o que você deveria ter corrido atrás.

Quanto mais corre atrás do dinheiro, mais carente fica de afeto. Quanto mais corre atrás do afeto, mais carente fica de dinheiro. O que você escolhe correr atrás em vida é o que vai sentir até o fim, pois na morte ninguém leva nada.


A natureza te ensina que tudo é um ciclo de dar e receber: o sangue circula, o ar entra e sai, os frutos são dados para você comer. Mas quando você tenta guardar ou reprimir sentimentos, bloqueia esse fluxo natural e acaba criando mais carência.


O segredo é liberar, distribuir, jogar para fora o que você sente. O equilíbrio entre dar e receber é o que mantém a vida fluindo e traz a verdadeira satisfação.

Pra mim,


Parente não é necessariamente uma família;

família é um conjunto de pessoas com as quais me sinto bem.


Minha família pode estar espalhada por onde eu for, em qualquer lugar onde eu seja bem recebido.


Família está onde há pessoas de bom coração, onde há acolhimento, respeito e amor.

Nenhum político chega ao poder sem se alinhar aos interesses de quem já está no topo.


E quem realmente está no poder não são os políticos, mas sim os detentores do dinheiro.
São os banqueiros, investidores, financiadores, megaempresários de grandes corporações, mineradoras, bancos, indústrias, transportadoras, petroleiras e outras megaempresas que controlam o jogo. Eles escolhem quais políticos colocar no poder para enganar e manipular o povo, visando sempre seus próprios interesses. A função dos políticos, muitas vezes, é iludir e roubar os direitos da população, dizendo que têm o poder, enquanto omitem quem realmente o detém.


O que acontece no Congresso Nacional é um teatro, onde os políticos são marionetes compradas pelos interesses econômicos dos megaempresários internacionais.


Político é pago para mentir.

Vejo o dinheiro como uma consequência, e não como um desejo em si.


Prefiro trabalhar no que eu realmente desejo, no que escolho, no que me faz bem, independentemente de ser considerado "impossível" ou não, e ter o dinheiro como uma consequência disso, do que simplesmente desejar o dinheiro e, como resultado, enfrentar o estresse, o desânimo e o desgaste de trabalhar em algo que não me satisfaz.


Para mim, o verdadeiro valor está em fazer o que amo, e o dinheiro surge como uma consequência natural desse processo. Trabalhar apenas pelo dinheiro pode levar a uma vida de frustração e exaustão, enquanto buscar o que realmente traz satisfação gera um bem-estar contínuo.

Vivemos apenas no presente, no agora. O futuro é uma ilusão, e o presente é a transformação contínua. Os dias se transformam dentro do agora. O amanhã não existe, porque o amanhã é, na verdade, o agora. Criamos datas para nos organizar, mas isso não reflete a realidade, porque o tempo, como o entendemos, não existe. O que existe é a transformação constante – do recém nascido ao idoso, passamos por mudanças contínuas. Nascemos depois da morte, e nascemos para morrer. A vida está sempre no presente, no agora. Por isso, só podemos viver o presente, pois o antes e o depois são apenas interpretações do que está acontecendo agora.


A maior prova de que o ontem e o amanhã não existem é o simples fato de que estamos aqui hoje.

É considerado "teoria da conspiração" tudo o que critica ou acusa, de alguma forma, o estado, o governo ou a elite.


Tudo o que não está sob o controle do estado, do governo ou da elite é rotulado como crime, tráfico, clandestino ou comércio ilegal.


Toda terra que não pertence ao povo é considerada propriedade do estado, do governo ou da elite.


O que é privatizado passa a ser propriedade do estado, do governo ou da elite.
Seus dados são considerados propriedade do estado, do governo ou da elite.


Sua liberdade, assim como sua prisão, também são controladas pelo estado, pelo governo ou pela elite.


O país foi roubado, e, de certa forma, sua vida passa a pertencer ao estado, ao governo e à elite.

Neste pequeno texto, existe o início e o fim. O início do texto, o fim do texto, que é quando eu concluir o mesmo, e a passagem, que é a passagem em que está passando, lendo o texto no agora...


Em referência, é como a vida: o nascimento é o início, a vida é a passagem, e a morte é o fim.


Só que perceba: indiferente de quantos pontos finais dê, nunca é o fim, porque esse texto pode ser modificado, transformado quantas vezes quiser, pela minha mente, por em um papel, em uma parede, por na mente de alguém através do que lê, ou por qualquer coisa. Então, não existe um fim, nem um início, já que eu posso mudar o início e também o fim. A vida é transformação, eternidade, já que, mesmo colocando um fim nisso, eu posso transformar, ler esse texto, essa vida, quantas vezes eu quiser...


A morte nada mais é do que a transformação do fim para um início do agora.

Existe o agrado natural e o agrado por interesse.


O agrado por interesse é quando a pessoa quer agradar você apenas por interesse, te agrada para que você faça as vontades que ela quer. Se você não fizer, ela para de agradar e começa a cobrar, dizendo que você não está sendo recíproco, porque, na verdade, era só interesse.


E tem o agrado natural, que é quando a pessoa te agrada sem cobrar nada em troca. Quando o agrado é natural, de forma espontânea e com afeto, a pessoa não espera reciprocidade, pois não precisa disso. Ela fez por vontade própria, sem razão alguma, apenas porque estava se sentindo bem. Pessoas assim geralmente estão bem consigo mesmas e agradam simplesmente porque se sentem bem, de forma natural, sem nenhuma outra intenção.

Quanto mais dó, culpa e drama você sente por si mesmo, mais depressivo fica.


Quanto mais cobrança, pressão e medo você cria na sua vida, mais ansioso fica.


Quanto mais vive por obrigações, regras, ordens e rotinas, mais estressado fica.


Quanto mais negatividades você foca, mais negatividades aparecem.

Há um certo preconceito em relação a algumas profissões, como "pedreiro", "costureiro", "agricultor", "faxineiro", "lixeiro", "encanador", entre outras. Isso me soa até meio cômico, pois essas são algumas das profissões mais essenciais para o funcionamento da sociedade. No entanto, muitas vezes são vistas de forma inferiorizada, como se fossem menos importantes.


As pessoas esquecem que a roupa que estão vestindo foi feita por uma costureira, a casa onde moram foi construída por um pedreiro, a comida que estão consumindo foi plantada por um agricultor, os ambientes que frequentam foram limpos por faxineiras, o lixo que é retirado das ruas é responsabilidade dos lixeiros, e a água que bebem, canalizada através do encanamento, foi feita por um encanador.


Infelizmente, muitos não percebem o quanto dependem desses profissionais para viver sua rotina diária. Essas profissões são fundamentais para a nossa existência, e ainda assim, são extremamente desvalorizadas. É injusto que os profissionais dessas áreas recebam tão pouco, enquanto desempenham funções vitais para a sociedade. Esses trabalhadores deveriam ser mais valorizados e remunerados de maneira justa, pois, no fim das contas, sem o trabalho deles, muita coisa simplesmente não funcionaria.

A teoria deduz, pensa em como as coisas poderiam ser, mas a prática ensina, aprende e mostra.


De nada adianta viver se perguntando, teorizando como seria determinada situação, se você nunca viveu ou não está vivendo ela de fato.


É como, por exemplo, imaginar como seria estar em tal lugar. Quando faço isso, estou apenas teorizando, imaginando, superficializando uma situação na qual não estive, não experimentei de verdade. Mesmo que eu tente deduzir se seria bom ou ruim, só vou realmente saber quando estiver lá, quando estiver vivendo a experiência, no local, experimentando, aprendendo.


Da mesma forma, pessoas que se imaginam em um relacionamento com alguém, teoriza como seria namorar tal pessoa, imaginando como seria a convivência, positiva ou negativa, seja lá qual for o cenário que criem na mente delas. Mas, enquanto isso for apenas imaginação, não passa de uma teoria, sem qualquer prática real. Não importa o quanto deduzam ou imaginem, elas nunca saberão o que realmente é, até viverem isso na prática, até estarem no momento real, vivenciando o que ocorre nos detalhes, nas emoções, na convivência.


Independente de qual for a situação, o essencial é a ação, o movimento, o ir, o fazer, o viver. Só assim é possível entender, aprender e saber o que realmente acontece. A vivência é o que ensina, não a invenção de cenários na nossa cabeça. O que a teoria faz é criar dúvidas, deduções, suposições, mas nunca nos ensina de fato o que é bom ou ruim. Só a prática, a realidade, é que nos revela o que funciona e o que não funciona para nós. Por isso, é necessário se arriscar, se lançar na prática, para realmente saber.

No fundo, as pessoas querem o mesmo objetivo:


Afeto, companhia, amor, carinho, abraço, toque, sentimento, sensações, palavras positivas, estímulos, harmonia social, paz.


E ao mesmo tempo, é o que elas mais evitam;


Evita por medo, orgulho, insegurança, vingança, ego, arrogância, vaidade, ganância, egoísmo e ódio.

Seja filtro, não esponja.


Pense na esponja: ela absorve a água suja e acumula tudo dentro de si, ficando cada vez mais pesada. Da mesma forma, quanto mais você absorve sem eliminar, mais pesado se torna, acumulando sentimentos, preocupações e negatividade. Já o filtro, por outro lado, não acumula nada. Ele simplesmente filtra, limpa e joga para fora o que não serve, permitindo que o fluxo continue sem interrupções. O filtro não deixa o peso se acumular; ele mantém o equilíbrio, fazendo a limpeza interna constante. Assim como o filtro, devemos aprender a liberar o que não nos serve, para que possamos continuar fluindo de maneira leve e limpa.

Quem cuida, preserva. No entanto, cuidar é bem diferente de prender.


Cuidar é manter com liberdade, sem o desejo de prender ou controlar. Quem cuida faz isso de maneira natural, sem a intenção de reter ou limitar a liberdade do outro. Já quem tenta prender, finge cuidar, mas na verdade, seu desejo é controlar, fazer com que o outro se submeta às suas vontades. O cuidado verdadeiro não exige posse, ele respeita o espaço e a autonomia do outro.

Tudo o que você faz ao outro, de alguma forma, retorna a você.


Quando chama alguém de ignorante por não entender algo, você acaba se tornando ignorante por não entender a perspectiva dessa pessoa. Chamar alguém de babaca por suas atitudes faz com que você revele atitudes semelhantes, mesmo que de forma inconsciente. Reclamar da cobrança de alguém é, na verdade, um ato de cobrança em si mesmo, pois você está projetando seu desconforto. Ofender alguém é, de certa forma, ofender seus próprios sentimentos, já que a agressão emocional afeta a quem a pratica. Sentir ódio de alguém é, na verdade, alimentar um sentimento negativo dentro de si, um ódio que só prejudica a própria mente. Negar amor ao próximo é, no fundo, negar o amor a si mesmo, pois todos somos reflexos de nossas atitudes e emoções.


O que se reflete nos outros é, muitas vezes, um reflexo do que sentimos ou fazemos dentro de nós.

O povo vive em um relacionamento abusivo com o Estado. O Estado manipula, engana, explora, maltrata e trai constantemente, mantendo o povo sob controle. Ele utiliza a dependência, a necessidade e a carência do povo para se fortalecer, forçando-os a se submeter, a aceitar ordens e a viver em uma situação de escravidão mental e física. Ao doutrinar a população, ele cria a ilusão de que não existe outra opção, que esse relacionamento é o melhor possível, quando, na realidade, ele só piora a cada dia, tornando as pessoas mais frágeis e desiludidas.


A população, muitas vezes, acredita que esse relacionamento pode melhorar, mas o que acontece é o oposto. O povo continua preso nesse ciclo tóxico, sem perceber que há a possibilidade de algo melhor e mais saudável. Somente quando a coragem de romper com esse ciclo chega, é que as pessoas poderão se libertar desse vínculo opressor e começar a reconstruir um caminho mais justo e livre. Até lá, o relacionamento com o Estado continuará adoecendo e prejudicando o povo, até que eles se deem conta de que precisam se libertar dessa prisão, emocional e social.

Dor é alerta, não necessariamente dor, já que quem interpreta assim é o próprio cérebro.


Toda dor temos uma interpretação negativa sobre, uma sensação ruim, dolorida, incomoda e estranha...


E repare, toda dor, indiferente de qual, a cura é sempre algo positivo, que preenche, cura aquele mal-estar negativo...


Na dor emocional não é diferente;


Nosso cérebro interpreta tal situação como um aspecto negativo, obviamente sentiremos negativo também; Mas acontece que nesse caso nossa capacidade de cura é bem mais suscetível que outras, já que podemos escolher o que queremos sentir. Toda vez que você tem uma interpretação negativa, uma dor sobre tal situação, é possível sim inverter a situação, caso você queira, e ver aquela situação na qual via como negativa, curar-se, aprender e agora ver como algo positivo, normal e simples, a cura que precisamos está toda na própria mente que entende através do que sente e com ela nos impulsa a aprender e curar aquela dor que já não existe mais.

Há uma "doença psicológica" para quase tudo, então, por que não criar uma para os gananciosos que roubam trilhões das pessoas ao redor do mundo? Devemos colocá-los em uma camisa de força, tomando injeção, dentro da cadeia.


Porque não é sinal de saúde mental correr atrás desesperadamente de tanto dinheiro, quando sabemos que toda essa riqueza ficará para trás quando a vida terminar.