Textos que Falem eu Nao Vivo sem Voce

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⁠Parece tão normal ter tantos planos e desejos para se realizar. Por outro lado não ter a certeza se vamos conseguir ter dias suficientes é um fardo que aqueles que lidam com a depressão enfrentam todos os dias. Enquanto a maioria descansa tranquilamente a espera de um novo dia eles lutam para ter um novo dia. Os fantasmas e os pesadelos acontencem quando estamos acordados. Um dia aprenderemos a não cobrar daqueles que não podem pagar.

⁠Não é falta de fé. Sabemos que Deus está sempre conosco. Mas as coisas são programadas para acontecer. E num dia vão surgir sorrisos, noutros lágrimas. Ambos passam. A diferença está na proporção que você permite durar ou te machucar. Deixe o sorriso durar mais, mesmo que o motivo tenha passado. Deixe de sentir a dor, mesmo que ainda esteja doendo.

⁠Quando uma pessoa por mais importante que seja o cargo dela , em qualquer área na vida, não acredite apenas em suas palavras, somente pela influência que essa pessoa têm, seja humano e procure conhecer os dois lados da história, melhor ! ore a Deus e não se envolva em um problema que não é seu, pois no final o errado sempre será você, (duplamente) 1° por te comprado uma briga que não é sua, 2° Os protagonista da briga sempre voltam a ser falar, já você perde a amizade dos dois lados; e ainda sai como se fosse o pivô da briga.🍁🍁🍁

Tudo o que pensamos e imaginamos existe. Não necessariamente da maneira que visualizamos agora, mas se o cérebro conseguiu assimilar, é algo possível e real. Talvez não no nosso planeta ou na nossa dimensão, mas se somos parte de uma coisa só, tudo o que pensamos faz parte da realidade. Podemos não ver essa manifestação na nossa realidade planetária imediata, mas estamos conectados ao universo.

A montanha acordou antes mesmo de lembrarem que ela tinha nome, não era pedra, era silêncio acumulado em camadas. No meio dela existia uma floresta lilás que parecia bug visual do universo, como se o céu tivesse dado erro e deixado sua cor espalhada ali. Borboletas cor de neon cruzavam o ar como notificações urgentes, brilhando demais para serem ignoradas, enquanto o químico Otto misturava fórmulas invisíveis em frascos vazios, dizendo que toda reação começa onde aparentemente não tem nada. Aviões cortavam o horizonte como se estivessem assinando o próprio destino no céu, sem explicar partida nem chegada. E lá no improvável, havia uma cachoeira no meio de desertos cheio de flores, água escorrendo contra a lógica e pétalas nascendo da areia seca como se o impossível fosse só questão de perspectiva. Nada parecia fazer sentido, mas tudo funcionava perfeitamente dentro de uma matemática secreta: a montanha sustentava o vazio, a floresta lilás provava que cor também é argumento, as borboletas neon iluminavam o que ninguém queria ver, Otto entendia que caos é só ciência em processo, os aviões voavam para dentro do silêncio e o deserto florescia porque sempre soube que era jardim antes de ser ausência. Era estranho, era confuso, mas era exatamente assim que precisava ser.

Práticas corruptas têm ocorrido ao longo da história, e isso não me choca mais, já que os envolvidos obtêm grandes ganhos com essas ações. No entanto, o que realmente me surpreende é observar pessoas desinformadas apoiando essas práticas sem razão, apenas por falta de compreensão ou por estarem alienadas ao mundo em que vivem.

Saudade é como o fim do caminho no horizonte onde se sabe que não termina ali, mas também não se encontra ali. É bom e da vontade e angústia não matar a sede. Esta ali, logo ali, lá, depois de lá. É o saber esperar e a dor do não saber o que. É a expectativa do próximo segundo que pode tornar-se infinito. Saudade é assim uma vontade que sacia e uma fome infinita.

Não carrego bandeiras partidárias. Acredito que a transformação social exige coragem, posicionamento ético e o uso responsável da voz na defesa e proteção de todos os nossos direitos especialmente dos direitos das mulheres, no enfrentamento à violência e na proteção de crianças e adolescentes. Nenhuma voz é pequena demais quando se compromete a fazer a diferença.

Estar sempre sorrindo não é sinal de felicidade é sinal de resistência, é aprender a esconder tempestades atrás de um rosto tranquilo, a disfarçar o cansaço da alma com uma expressão leve. Sorrimos porque o mundo prefere a nossa força, mesmo quando estamos desmoronando por dentro. Tentamos ser aquilo que esperam de nós, sustentando expectativas que nos sufocam, enquanto o coração sangra em silêncio e a mente grita por socorro que ninguém percebe. Por dentro estamos destruídos, exaustos de lutar batalhas invisíveis, perdidos em um vazio que cresce a cada dia. Há momentos em que tudo o que queremos é desaparecer, não por fraqueza, mas por não suportar mais carregar o peso do que sentimos, ou do que já não conseguimos sentir, e o que mais machuca é saber que, em meio à própria loucura e dor, fomos nós que quebramos o que um dia nos fez sentir vivos. Hoje sorrimos… mas é apenas uma tentativa desesperada de sobreviver aos próprios cacos.

Como suportar a dor quando ela não dá trégua? Como continuar respirando sabendo que esse aperto no peito sufoca, que essa falta de ar parece esmagar por dentro e que essa solidão não vai simplesmente desaparecer com o amanhecer? Como aceitar que precisamos continuar existindo, arrastando os dias, quando viver de verdade já não parece possível? É como estar de pé por fora e em ruínas por dentro, como sobreviver em silêncio enquanto nossa alma grita por socorro e ninguém consegue ouvir ou perceber.

O sábio não busca a sabedoria para usá-la como vantagem — ele apenas a vive. Para ele, a sabedoria não é ferramenta, é estado. Quem procura “usar” a sabedoria ainda não a entendeu; quem a possui de verdade não precisa provar nada, porque já aprendeu a silenciar o ego e a observar o mundo com calma. A sabedoria só serve para quem ainda está tentando ser sábio. Para quem já é… ela apenas existe.

Às vezes, insistimos em ficar não por amor, mas por medo de admitir que o ciclo já terminou. Soltar não é fraqueza nem abandono — é reconhecer que algo cumpriu seu papel. A maturidade está em entender que nem toda permanência é virtude e que algumas partidas são apenas o respeito pelo tempo que passou.

⁠É o tempo dos desequilibrados, aqueles que ensinam o que não fazem, querem receber o que não dão, classificam e não querem ser classificados, julgam e não querem ser julgados, maltratam e ignoram um ou outro ser, porém, querendo ser o centro das atenções. É a hipocrisia em ênfase, em destaque e sendo exaltada através das próprias atitudes daqueles que dizem não ser.

"Não é o pensamento que altera o curso do mundo, mas o gesto que ousa romper a inércia. Refletir é nobre, porém é o ato que rasga o tempo e inscreve nossa existência na matéria da realidade. A vida não se curva às ideias que guardamos em silêncio — ela responde apenas à coragem de quem se move".

Sou filho de Deus; sou filho de pai; sou filho de mãe: a unica diferença não esta em ser filho; mas na forma de como este amor é subjetivado...O amor pai é voltado para as coisas que da o filho; o amor de mãe ensinamento, amor e perdão; já o amor de Deus inclui amor, perdão e entrega; entregou o seu único filho Jesus Cristo para nos faze-los filhos da redenção

Nunca pensei em dizer adeus, mas chega uma hora em que temos que deixar a felicidade ir embora. Não vale a pena agir como juiz e te prender dentro da minha alma. Chega um momento da vida em que todos nós recebemos a nossa liberdade. Voa, meu amor, para bem longe em busca da sua felicidade. Só não me esqueça, porque eu nunca vou te esquecer.

⁠Em determinado momento, vi Satanás, que se apressava e procurava alguém entre as Irmãs, mas não encontrava. Senti na alma a inspiração de lhe ordenar, em nome de Deus, que me confessasse o que estava procurando entre as Irmãs. E confessou, embora de má vontade: “Estou procurando almas ociosas.” Então, novamente ordenei, em nome de Deus, que me dissesse a que almas tem mais acesso no Convento e, outra vez confessou-me, de má vontade: “As almas preguiçosas e ociosas.” Notei então que, de fato, não há tal gênero de almas nesta Casa. Alegrem-se as almas atarefadas e cansadas.

Escrevo apenas sobre aquilo que não consigo superar e sobre a forma, muitas vezes destrutiva, com que lido com isso. Não escrevo para ser famoso; escrevo para escapar do caos que existe dentro de mim, para não enlouquecer por completo. A loucura e o vazio me habitam, e a escrita é minha tentativa incessante de sobreviver a eles e de resistir ao caos que insiste em me consumir.

No alcantil, a influência da autarquia não cria virtudes, ela revela capacidade inata para (algo). E, para tanto, se não houver comedimento, ela expõe inconsistência. Se houver cognição, ele amplia o que protege e ampara. A ordenação apenas faz brilhar aquilo que já habita numa série de requisitos necessários para exercer determinada atividade, seja ela qual for.

Quando sonhamos, não estamos apenas imaginando, estamos alimentando a alma com esperança, é como se uma chama se acendesse dentro de nós, dando força para continuar, mesmo quando tudo parece difícil demais, ainda que o sonho seja grandioso, quase impossível de alcançar, é ele que nos levanta quando pensamos em desistir. O sonho nos empurra para frente, nos obriga a lutar, a insistir, a viver com propósito. Ele nos ensina que recomeçar não é fracassar, mas ter coragem de tentar outra vez. Porque a verdadeira beleza de sonhar está nisso, um dia olhar para trás, depois de tantas quedas e batalhas, e perceber que cada esforço, cada lágrima e cada recomeço realmente valeram a pena.