Textos que Falem eu Nao Vivo sem Voce
O que mais dói no ser humano é saber que não pode voltar no tempo e o que ficou de errado não poderá mais ser consertado, dói saber que tudo na vida é passageiro, que o tempo a cada dia diminui e a pessoa não é mais a mesma no caminhar nas alegrias, nas festividades, nos prazeres, e as vezes até mesmo no seio familiar.
O que vai ficando é a saudade do que de bom passou, de tudo que conquistou mais as saudades são passageiras e assim tudo se perderá, tudo vai se transformando em poeira que o vento leva e não traz mais.
As vezes mesmo com inveja dos mais jovens o que resta é o sofrimento na saúde e às vezes uma torcida para os que ficam tenham melhores sorte na vida mesmo sabendo que o normal é a passarem pelo mesmo processo de vida e morte.
Ed. 😶
Ultimamente tá engraçado, viver tá bagunçado. Todas as atitudes parecem erradas, e não consigo sair do lugar: sempre um passo pra frente e dez pra trás.
Ultimamente tô sem palavras,
minha mente grits tudo que queria dizer, mas da minha boca não sai nada.
E acho que, mesmo se saísse,
no outro dia eu ia pensar:
"Por que você é tão fraca?".
Ultimamente tô indignada:
mesmo fazendo o que acho certo,
parece que sempre tô errada.
E se eu não fizesse,
teria o mesmo sentimento
ou seria pior.
Minha vida virou de cabeça pra baixo, e não sei se tô suportando essa virada. Girou tanto que tô tonta,
bêbada de vazio e entorpecida de raiva.
Mas eu vou dar um jeito, sempre dou. Desde pequena sendo meu próprio apoio, não é hoje que mudou
Repetição: insuportável. Não aguento; é intragável, nojento, repulsivo.
Como sociedade, evoluímos: em tecnologia, em ciência, em sabedoria. Mas não nos livramos dessa maldição eterna, dessa praga indissociável do âmago do homem. Como a serpente Ouroboros, que se devora eternamente. Estamos perpetuamente num ciclo infernal: constante, infinito, desgastante.
Em prisões, estudamos. Nos mesmos domínios, trabalhamos para nossos senhores. Nas mesmas zonas, somos escravizados por nossos vícios. Sem dúvida, o verdadeiro mal da humanidade é o vínculo: imaterial, psicológico, inapagável. Vínculos são as correntes que nos prendem, nos aprisionam, nos suprimem.
Quando quebramos essas correntes, a verdadeira liberdade é encontrada. Porém, com essa liberdade irrestrita, surge uma corrupção que destrói a alma: a solidão.
Vazio insuportável. Um vácuo que nos força a preenchê-lo.
E nesse bizarro paradoxo, corremos para ocupar esse vazio com mais vínculos, nossa maior fraqueza. Por isso, forte não é o homem que acumula laços, mas aquele que aprende a viver no vazio, sem amarras, pois preenche a própria alma com nada além de sua vontade.
Banhar-se com ervas é um ato íntimo e político.
É afirmar que o cuidado não precisa ser caro, nem distante. É desfazer o preconceito que marginaliza os saberes populares como se fossem “coisas de crendice”. É reconhecer o poder que existe em uma folha que brota no quintal.
Não é sobre espiritualidade. É sobre saúde. É sobre presença. É sobre a dignidade de cuidar-se com o que se tem e com o que se sente.
Quando a Alma Insiste
Amores que não cabem no calendário,
ferem a boca da hora, dilatam o dia.
Despedidas, mas não o esquecimento,
porque o vivido se agarra à pele como lume.
E eu sigo, mesmo dividido, mesmo nu,
com o coração latejando no vão da garganta.
Coragem? Talvez. Ou apenas o delírio
de caminhar enquanto a alma insiste em ficar.
Música: ( Conversa de dois não cabem três)
Meus pai ta sempre falando
Menino tome cuidado
Pra vc não se meter
Onde tu não foi chamado
Conversa de dois não cabem três
Nao cabem três não cabem três.
Conversa de dois não cabem três
Meu pai sempre me ensinou
Mas se tem dois conversando
Essa conversa não te convém
Tu nao venha se meter colega vei
Na conversa de ninguém
Conversa de dois não cabem três
Meu Mestre também falou
Tu não venha exigir
O respeito de ninguém
Se na roda de capoeira
Tu não respeitar ninguém
Conversa de dois nao cabem três
Não cabem três nao cabem três
"Celso Capoeira"
Pessoa feia não existe. No máximo, existem pessoas favoráveis e desfavoráveis. Pessoas favoráveis são aquelas que nós escolhemos, e pessoas desfavoráveis são aquelas que nós não escolhemos.
Autor: Bhakhar Duki Bacar
Pai de 3 filhos com as suas primas somaliana e do Chade que vivem na Somalia.
É gay e os próprios pais dele não estão vivos, só registaram e não se da com os filhos da pessoa que o registou e a pessoa que o registou tem inveja dele e não se da com ele. Nasceu na Tanzânia em 27.10.1985 e em Moçambique na cidade de Pemba é onde foi registado e perdeu nacionalidade de Moçambique ao 23 anos de idade.
Profissão: pintor e comerciante já foi empregado doméstico e motorista da família que o registou.
É inimigo do Estado moçambicano, considerado pelo Estado moçambicano e vive em Moçambique temporariamente.
É inimigo de todas polícias e todas autoridades de Moçambique e foi vítima de tentativa de assassinato de estado Moçambicano e russo. Vive em Moçambique temporariamente. É inimigo das autoridades do seu País Tanzânia da parte de estado Moçambicano e foi proibido de pedir emprego no estado Moçambicano e era chumbado para não fazer universidade.
Noites, assim como poemas e frases que gostaria de te entregar.
Estrelas brilhando, mas não como seus gigantes olhos os mesmo, que uma trama da vida, me encantei. Me fizeram querer ficar e ver como é ,te conhecer e me conhecer melhor.
Te entrego todos os meus desejos e pensamentos escrito em minhas frases para me expressar melhor, mesmo que não os leia, está tudo bem...
Meu caminho por acasos da espiritualidade colidiu com o seu, e nunca mais me senti só.
Te espero, mas continuo trilhando minha vida e não porque não quero, sim porque não consigo e se por acaso voltar a trilhar junto, decidir trilhar, vou estar ao seu aguardo, ansiosamente esperando pelo dia que vou ver os seus gigantes olhos brilhando em me reencontrar!
Não é um adeus, mas um até logo sincero e esperançoso.
Te aguardo com o coração na mão e com a imagem do seu sorriso cravado em minha cabeça.
A meu coração, meu pequeno, frágil e tolo coração
Ainda não entendi a tua intensidade e a tua complexidade e muito menos essa tua ambição por amar, deverás saber que morrerá em solidão
Fiz de você objeto, te entreguei a alguém que ao menos queria saber da tua existência
Quando foi jogado fora, voltou correndo chorando para mim, dizendo que não foi correspondido e por algum tempo te vi na melancolia
Certo tempo depois, adentrei seu quarto e perguntei se havia esquecido dela
Com aquele bafo de putrefação me disse que não queria muito, não queria nada, apenas pertencer à ela
Já não cheirava como antes, fedia a decomposição no lugar do vermelho rubi, havia um cinza morto
Pedi que descrevesse suas características, um brilho veio, me disse que perto dela sentia um calor e logo começou
-Seu sorriso brilhava mais que o sol, melhor, o sol nunca brilhou tanto quanto aquele sorriso
-Era tão brilhante assim ?
-Demais
E continuou
-O seu cabelo não era apenas cabelo, o DNA, a genética, as estrelas, o universo, Deus teceram aquele cabelo e fizeram que ele pertencesse a pessoa mais perfeita
-Ela ?
-Exatamente
Quase sem ar e sem fôlego, disse apenas mais uma coisa
-Aquele rosto
E caiu ao chão com as pupilas dilatadas, talvez pensando naquele rosto
Separe uma parte de cada dia para ler e meditar alguma porção da Palavra de Deus. O pão de ontem não alimentará o trabalhador de hoje; tampouco o pão de hoje nutrirá o trabalhador de amanhã. Recolha seu maná a cada manhã.
Escolha a ocasião e a hora adequados. Não cochile ou se apresse enquanto lê. Dê à sua Bíblia o melhor e não o pior de seu tempo. Leia toda a Bíblia, fazendo-o de maneira sistemática. Leia a Bíblia com um espírito de obediência e autoaplicação.
Assente-se para estudá-la com a determinação de que você viverá pelas suas regras, confiará em suas afirmativas e se comportará de acordo com seus mandamentos.
A Bíblia mais lida é aquela mais praticada.
Quero ser médico, não o médico como todos os médicos.
Quero ser o doutor da alegria da tristeza e da solidão, curar a dor do passarinho do cão e do gato. Curar a dor daquela criança do outro lado do mundo.
Dor da fome, da tristeza e solidão.
Fome não apenas a fome do abdômen fome esperança, fome de sonhos fome de futuro fome de paz.
Quero ser médico para curar a alma, trazer de volta a paz que todos querem, a paz que há no olhar do velhinho sentado vendo o horizonte.
A paz do passarinho solto de sua gaiola.
Quero ser médico, não médico como todos os médicos.
Não sou mais uma menina...
Minha pele não é mais de porcelana e nem meu cabelo a cor natural.
Meus olhos necessitam de ajuda e meu corpo não obedece mais a disposição cerebral.
Não sou mais uma menina...
Conheci muita gente,
Poucas vieram e ficaram.
Outras deixei ir e outras passaram.
Não sou mais uma menina...
Prefiro enxergar detalhes.
Apreciar momentos com louvor.
Valorizar o presente, o futuro não me pertence e lembrar do passado como grande professor.
Não sou mais uma menina...
Vivi alegrias e realizações.
Vivi também tristezas e decepções.
Disse : Obrigada! Quando acertei.
Disse : Perdão! Das inúmeras vezes que errei.
Não sou mais uma menina, pois tenho aprendido a contar meus dias para alcançar sabedoria
Amadureci e se Deus me permitir, continuarei neste processo progressivo dia a dia.
Talvez era pra ser, ou não era.
Talvez seja melhor assim para um de nós, ou para nenhum.
Talvez seja somente talvez, outalvez seja uma incerteza relutante de que um dia sejamos felizes...
Talvez algum dia nos encontremos nessas idas e vindas da vida, desprendidos das dores, dos dramas, das neuroses, dos fardos, dos medos, das incertezas, das impossibilidades.
Talvez um dia a gente entenda, talvez um dia eu saiba o porquê das perguntas sem respostas.
Talvez um dia a gente encontre a razão dos acontecimentos, talvez nossos propósitos ainda se cumpram, talvez, talvez, talvez...
A ordem do tempo
O tempo que tenho já não meço por extenso
Então invento uns pedaços
Fragmentos costurados
Que já não sei se vivi.
O tempo que tenho já não meço como tempo
Eu meço como espaço.
O que posso a cada passo,
qual caminho irei seguir.
O tempo que tenho não divido pelas horas,
por presente ou por passado,
calendários, liturgia.
Prefiro o tempo da poesia.
O tempo que tenho já não meço por extenso:
início, meio e fim.
Porque não existo no tempo,
O tempo é que existe em mim.
Não creio que Deus seja
demasiadamente narcisista
ao ponto de querer ser idolatrado a todo instante.
Pois se assim fosse,
onde estaria Sua divindade?
O narcisismo é humano,
e Deus não é como os homens.
Ele não exige adoração por carência,
mas porque sabe que nós precisamos adorá-Lo
para sermos livres de nós mesmos.
Resiliência nasce do caos.
Não é pedra parada: é rio que se curva sem perder a força e a correnteza.
E rio não avisa como o mar que mostra a onda.
Rio engole em silêncio sem ninguém notar.
Èsú ensina: caranguejo não morre na lama.
Quem se adapta não quebra.
Quem acolhe a mudança encontra a chave.
Os teus olhos
Que estejam vivos em algum lugar
Os teus olhos –
Não importa onde se demorem,
Que coisas afaguem, que outras molestem,
Importa que estejam vivos e curiosos
Esses olhos
E olhem para dentro alguma vez
E o que vejam
Seja alguma força de sequóia
Presa à terra desde o império
De outros tempos
E seja ainda uma fonte de pedra,
Sejam águas correntes e o privilégio
De uma calma repleta
(O regozijo da sombra
Passado o terror das guerras)
Que dessa multidão, desse rubor de sumo
E segredo de floresta
Se encham os teus olhos,
E só então se esfumem, e só então se fechem.
Treva Alvorada
Absurda leveza que te faz afundar
E não é a morte.
Cumpres tua descida calado
(Uma palavra por descuido
Seria amputar a verdade).
Náufrago do tempo,
Tuas horas transbordam.
Dentro da lágrima,
Imensidão, já não choras.
Estrelas e estrelas,
Copulam a sede e o engenho
De que te alimentas
Como nunca te alimentou
O gosto da carne.
Tua face atónita
Se existisse uma face,
Tuas costas nuas,
Se a nudez fosse do corpo.
Um sorvedouro
Onde a paz dos contrários,
Treva alvorada.
Fecundado, flutuas.
É a lei da graça.
O Mar das Ilusões
Dizem que existe um lugar além do tempo, onde não há terra firme nem horizonte. Um lugar que não se encontra em mapas, mas na essência da alma. Chamam-no carinhosamente de Mar das Ilusões.
É nesse mar que muitos despertam após o último sopro de vida. Não há barulho de ondas, não há vento forte, apenas um fluxo suave que conduz cada ser sem pressa, como se o próprio mar guardasse um segredo que ninguém ousa revelar.
O despertar
Você se encontra ali, deitado sobre a água, incapaz de mover-se. Não há esforço que faça sentido, não há direção a seguir. Apenas o flutuar... e o silêncio.
Ao redor, dezenas — talvez centenas — de pessoas também deslizam, algumas serenas, outras inquietas, mas todas com o mesmo olhar perdido: “O que estou fazendo aqui?”
A primeira coisa que descobre é simples, mas pesada:
a cada lembrança amarga de sua vida, você afunda um pouco.
Não há juízes, nem vozes condenando. Apenas sua própria memória, sussurrando o que foi deixado para trás.
O mergulho
E então, você começa a descer. O azul da superfície torna-se turvo, depois escuro, e o escuro transforma-se em silêncio profundo. Cada erro, cada palavra dura, cada arrependimento não resolvido... tudo pesa. O mar não castiga — apenas devolve.
Mas, ainda que o fundo o chame, seus olhos insistem em olhar para cima.
E lá, entre a claridade distante, algo se move: pássaros.
Eles sobrevoam o mar, pairando com asas que não se cansam, levando consigo alguns daqueles que conseguiram permanecer na superfície. Ninguém sabe para onde vão. Ninguém jamais voltou para contar.
A revelação
Uma voz suave, não de fora, mas de dentro, ecoa na sua consciência:
"Você gostaria de ir com os pássaros? Então não afunde."
Mas como não afundar, se o peso já o arrasta? A resposta não vem de fora.
Logo, você percebe: o mar não é feito apenas de água, mas de sua própria consciência. Ele não o engole; ele apenas reflete quem você foi.
Não lhe falta tempo. Ali, o tempo é eterno, elástico, feito para que percorra os corredores de sua mente quantas vezes forem necessárias. Pode subir, pode descer, pode revisitar cada lembrança, como se andasse em uma casa sem portas.
E então, a verdade se revela com clareza:
se sobe ou desce, já não é escolha sua.
São apenas as consequências da vida que levou.
O destino
No Mar das Ilusões, não há punição, nem recompensa. Há apenas reflexo.
A aceitação torna-se, portanto, o último aprendizado.
Você respira fundo, mesmo debaixo da água, e finalmente entende:
o que prende não é o mar, mas as correntes invisíveis que você mesmo construiu em vida.
E, quando esse pensamento se instala, você percebe algo diferente.
O peso começa a diminuir.
A luz acima torna-se mais próxima.
E, pela primeira vez, você sente que talvez... só talvez... as asas dos pássaros também possam vir buscá-lo.
Porque, no fim, o Mar das Ilusões não é uma condenação, mas um espelho.
E quem aprende a se olhar de frente, descobre o caminho da leveza.
O dinheiro, por si só, é inerte não tem alma, mas revela a nossa.
Ele não transforma quem somos, apenas amplia.
Nas mãos de uns, vira ponte
nas de outros, muro.
Pode ser libertador quando é meio, mas vira prisão quando se torna fim.
O valor do dinheiro não está no que ele compra, mas no que ele custa — em tempo, em escolhas, em princípios.
No fim, ele é apenas uma ferramenta útil, perigosa e, sobretudo, reveladora.
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