Textos que Falem eu Nao Vivo sem Voce
Vivo em um mundo, onde não se vivem, interpretam, incenam.
Pobres comediantes, as vezes dramáticos
Se perdem em meio suas personagens.
Se perdem em meio suas falsidades.
Nesse palco prefiro ser mera espectadora
Assisto com desdem essa "ilustre" peça, essa dramaturgia chamada HIPOCRISIA.
Matamos o que amamos.
O resto não estava vivo
Nunca esteve
nunca quis se entregar
Ninguém por perto.
Nenhum outro fere o ouvido
um descuido a ausencia
a distância,
sem olhar...
nos olhos!
Pra dizer...
O que?
Às vezes matamos o que amamos
Que cesse esssa agonia
Como um pulmão doente..
O ar não foi o suficiente para os dois,
já não respiramos juntos
Não há espaço para dois
dois corpos que não se tocam
A dor da esperança perdida
Nem a dor compartilhada..!
+sonia solange da silveira Ssolsevilha
Me sinto presa
Não vivo comigo
Sou outra pessoa
cadê meus amigos?
me sinto estranha
cadê minha luz?
não sei se fiquei no caminho
se me dei adeus
mais quero de volta
esse alguém que sou eu
com o corpo leve,solto a dançar
num passo certo
sem precisar parar
quero voar nessa dança
poder trazer esperança
ser outra vez a criança
poder me resgatar.
Ainda não aprendi a dizer adeus. Vai demorar.
Ainda vivo no vale de lágrimas banhadas de dor inigualável.
Ainda estou entorpecida.
Ainda parece que tenho concreto e cimento nos pés, fixando-me no chão, impedindo-me de caminhar.
Mas, de pouquinho em pouquinho, vou saindo desse abismo de trevas. Pois o amor incondicional pelo meu filho que partiu continua tão grande quanto o universo. Tanto quanto o amor que tenho por Deus e a fé que possuo.
Esse amor me sustenta e vence o impedimento de caminhar. Amor que faz dissolver o concreto e cimento dos meus pés e, mesmo cambaleando, vou tentando encontrar forças para poder continuar a caminhada.
Continuo orando diariamente como sempre fiz pelos meus 3 filhos. Embora você, Rafael, não esteja presente com a gente. Continuo tendo os 3 filhos. Conto os minutos, horas, dias, noites, semanas, mês e hoje, 12/09/2016, completa dois meses da última vez que te vi fisicamente, que conversei contigo até a parada cardíaca te levar para sempre só com 25 anos, 6 meses e 17 dias, rompendo todo o seu futuro e seus sonhos aqui na Terra. Você era tão saudável. Fazia faculdade de Educação Física.
Mesmo ausente, você não sai do meu pensamento e do meu coração amputado. TE AMO!
Até um dia, filho amado!
Vivo sempre no presente. O futuro, não o conheço. O passado, já o não tenho. Pesa-me um como a possibilidade de tudo, o outro como a realidade de nada. Não tenho esperanças nem saudades. Conhecendo o que tem sido a minha vida até hoje — tantas vezes e em tanto o contrário do que eu a desejara —, que posso presumir da minha vida de amanhã senão que será o que não presumo, o que não quero, o que me acontece de fora, até através da minha vontade? Nem tenho nada no meu passado que relembre com o desejo inútil de o repetir. Nunca fui senão um vestígio e um simulacro de mim. O meu passado é tudo quanto não consegui ser. Nem as sensações de momentos idos me são saudosas: o que se sente exige o momento; passado este, há um virar de página e a história continua, mas não o texto.
Breve sombra escura de uma árvore citadina, leve som de água caindo no tanque triste, verde da relva regular — jardim público ao quase crepúsculo —, sois, neste momento, o universo inteiro para mim, porque sois o conteúdo pleno da minha sensação consciente. Não quero mais da vida do que senti-la a perder-se nestas tardes imprevistas, ao som de crianças alheias que brincam nestes jardins engradados pela melancolia das ruas que os cercam, e copados, para além dos ramos altos das árvores, pelo céu velho onde as estrelas recomeçam.
Já não vivo, só penso. E o pensamento
é uma teia confusa, complicada,
uma renda subtil feita de nada:
de nuvens, de crepúsculos, de vento.
Tudo é silêncio. O arco-íris é cinzento,
e eu cada vez mais vaga, mais alheada.
Percorro o céu e a terra aqui sentada,
sem uma voz, um olhar, um movimento.
Terei morrido já sem o saber?
Seria bom mas não, não pode ser,
ainda me sinto presa por mil laços,
ainda sinto na pele o sol e a lua,
ouço a chuva cair na minha rua,
e a vida ainda me aperta nos seus braços.
PRA QUE MENTIR!
Não sei porque mais vivo a mentir,dizendo que não quero mais te ver
E que te esqueci,minto porque cada vez que digo que te amo e que sinto
Saudades de você,tudo me dói,me consome.aquela noite em que te beijei
Não consigo esquecer,os teus olhos,tua boca como hei de esquecer
Minto e continuo a mentir e pq amo você e não quero mais sofrer!
Sou tranqüilo em meus pensamentos
Vivo rindo mas pouco transparecendo
Não sou de estar aqui, acolá
Mas sei onde ficar antes de tudo acabar
Quando olho nem sempre vejo
Finjo não saber aquilo que mais desejo
Quando paro no barulho
Acabo escutando o silêncio de meu orgulho
E no final enxergo com naturalidade
A única coisa que me deixa na saudade
Mais uma vez me despeço sem dispensar
Adeus, estou indo para outro lugar
Oi Deus,
Comecei meu diálogo assim. Há muito tempo não nos falamos, engraçado né?
Vivo no meio de tanta gente que diz te servir e não tem tempo pra te ouvir.
Meu coração com certa saudosismo anseia por aqueles altos papos pelas tardes que tínhamos, se lembra?
Onde eu ia de encontro no secreto buscar o Eterno, passava a chave no quarto e sai dali somente depois de falar contigo.
Saia quebrado, destruído por encontrar alguém tão perfeito se compadecendo de mim um pobre imperfeito.
O que aconteceu comigo?
Talvez indiferença?
Letargia?
Preguiça?
Ou descaso com tua presença?
É Deus...
Não retiro minha culpa, por saber, e assim dizer que sou um pobre mortal, tentando fazer tudo do meu jeito.
Procura-se tempo para ter tempo com alguém essencial.
"Sou quem sou...
Sou um poeta de instante, de circunstancia.
Não vivo o que falo e não choro o que desabafo.
Sou um poeta imbutido;como um coração apaixonado e não correspondido.
Poeta que não faz do seu viver as suas poesias.
Que sabe o que é o amor e não sabe amar.
Sou um poeta que não sou!
Um artista frustrado de uma efêmera paixão de seu supérfluo passado.
Que não se contenta com suas recordações; tende á escrevê-las pra guardar na lembrança.
Um poeta que espera sua amada e assim poder ser amado.
Que não esquece o passado, quase não vive o presente e que se preocupa com o seu futuro".
"Não sei quem sou; mais quem sou reflito para a minha própria vida"
O morto vivo
Teu coração não parou de bater.
Ainda vão demorar pra te esquecer.
Teu cérebro ainda faz o que ama fazer.
Teu pulso não para de pulsar.
Tua pele ainda não está a necrosar.
O teu quarto ainda bate sol...
Amor você ainda está vivo!
Você ainda sente!
Você ainda pranteia!
E eu lamento, sinto muito...
Por você se sentir assim...
Tão morto, jamais vivo com uma vida dolorosa sem fim.
Ai de mim se não fossem os sonhos...
Não poderia sair nem por um instante da rotina em que vivo e morreria em vida
Pois sonhar também é viver, é procurar se encontrar e se entender na solidão em que vive e ouvir o próprio grito ecoando no silêncio da alma
Sonhar é também alentar o coração e muitas vezes fingir para si mesma que é feliz para não perder a capacidade de sorrir
Ai de mim se não fossem os sonhos...
Eu viveria me matando aos poucos,por isso eu creio que sonhar é viver.
Ivânia D.Farias
Não sou de faces, mas tenho fases. Como a lua vivo os meus ciclos.
Tenho asas coloridas de borboleta, e não podo minhas asas para me adaptar ao mundo de ninguém.
Não mutilo meus valores, minhas ideias para parecer a boa moça que se encaixa bem, dentro da caixa.
Perfeita ou não, essa sou eu.
Abraço minhas, sombras porque sombras... Também fazem parte dos dias de sol.
LEMBRO
Vivo intensamente cada dia
Portanto, não lembro de muita coisa
O que passou ficou mesmo pra trás
Lembro sim, às vezes
Que ia ver o mar
O sobrevoo das borboletas
Azuis, amaleras...
Do vento, da leveza...
Da amizade com meus irmãos
Dos conselhos dos meus pais
Das brincadeiras puras de criança
Das viagens...longe ou perto
Sempre todos os queridos juntos...
Daquele que você diz:
Nunca senti ou não sentirei nada igual
Então o intitula de Amor Primeiro
E outras TANTAS paixões...
De todos os abraços verdadeiros
Como reencontros
Lembro das aventuras
Que são feitas pra lembrar... Portanto...redundante...continua...
A lembrança nada mais é que reviver
É como buscar depois de algum tempo
Um arquivo existente, porém anexado
Oxe! Que viagem!
Voltando... Sobre o futuro?
O efeito natural dos dias intensos.
eu vou esquecer do meu orgulho pra você volta.pois sem você eu sou só metade da metade.
Mor,eu sei que as vezes eu vacilo todo mundo erra mas eu já errei bastante eu não quero perde você ,você me ensinou varias coisas,eu fui seu aluno e você foi minha escola,minha professora.as vezes disemos as coisas sem pensar sem saber alcerto se é essa palavra ou frase que queira dizer mas as palavras sem antes da hora sempre saem no momento menos esperado,vc me mostrou e me ajudou a segura as palavras coforme o tempo eu lhe agradeço.
mor eu lhe agradeço você me fez ver o lado bom da vida ,o lado que eu ainda não trinha conhecido.vc me tirou da berbida, das brigas de ruas, você me fez ser uma cara diferente do quer eu era ,eu era aquele cara que nenhuma pessoa não gostava eu era o pior de todos.
pior que um....mas eu lhe agradeço porisso! beijos !!!!!!!
eu ofereço esse carta para ((( NELMA REGINA )))
Se você vive num sonho do passado, não pode aproveitar o que está acontecendo agora, porque sempre deseja que ele seja diferente do que é. Não existe tempo para ter saudade de algo ou de alguém, porque você está vivo. Não aproveitar o que acontece no aqui e agora é viver no passado é estar vivo pela metade. Isso leva à autopiedade, sofrimento e lágrimas.
Não deixe o amor passar.
Quando encontrar alguém e esse alguém fizer seu coração parar de funcionar por alguns segundos, preste atenção: pode ser a pessoa mais importante da sua vida.
Se os olhares se cruzarem e, neste momento, houver o mesmo brilho intenso entre eles, fique alerta: pode ser a pessoa que você está esperando desde o dia em que nasceu.
Se o toque dos lábios for intenso, se o beijo for apaixonante, e os olhos se encherem d’água neste momento, perceba: existe algo mágico entre vocês.
Se o primeiro e o último pensamento do seu dia for essa pessoa, se a vontade de ficar juntos chegar a apertar o coração, agradeça. Deus te mandou um presente: o amor.
Por isso, preste atenção nos sinais. Não deixe que as loucuras do dia a dia o deixem cego para a melhor coisa da vida: o amor.
Definitivo
Definitivo, como tudo o que é simples. Nossa dor não advém das coisas vividas, mas das coisas que foram sonhadas e não se cumpriram.
Sofremos por quê? Porque automaticamente esquecemos o que foi desfrutado e passamos a sofrer pelas nossas projeções irrealizadas, por todas as cidades que gostaríamos de ter conhecido ao lado do nosso amor e não conhecemos, por todos os filhos que gostaríamos de ter tido junto e não tivemos, por todos os shows e livros e silêncios que gostaríamos de ter compartilhado, e não compartilhamos. Por todos os beijos cancelados, pela eternidade.
Sofremos não porque nosso trabalho é desgastante e paga pouco, mas por todas as horas livres que deixamos de ter para ir ao cinema, para conversar com um amigo, para nadar, para namorar.
Sofremos não porque nossa mãe é impaciente conosco, mas por todos os momentos em que poderíamos estar confidenciando a ela nossas mais profundas angústias se ela estivesse interessada em nos compreender.
Sofremos não porque nosso time perdeu, mas pela euforia sufocada.
Sofremos não porque envelhecemos, mas porque o futuro está sendo confiscado de nós, impedindo assim que mil aventuras nos aconteçam, todas aquelas com as quais sonhamos e nunca chegamos a experimentar.
Por que sofremos tanto por amor? O certo seria a gente não sofrer, apenas agradecer por termos conhecido uma pessoa tão bacana, que gerou em nós um sentimento intenso e que nos fez companhia por um tempo razoável, um tempo feliz.
Como aliviar a dor do que não foi vivido? A resposta é simples como um verso: Se iludindo menos e vivendo mais!
A cada dia que vivo, mais me convenço de que o desperdício da vida está no amor que não damos, nas forças que não usamos, na prudência egoísta que nada arrisca, e que, esquivando-se do sofrimento, perdemos também a felicidade.
A dor é inevitável. O sofrimento é opcional...
Nota: Adaptação da crônica "As Possibilidade Perdidas" de Martha Medeiros. Repassado sob o título "Definitivo" ou "Viver não dói" e muitas vezes atribuído, de forma errônea, a Carlos Drummond de Andrade, o texto termina com uma tradução livre do trecho da novelista inglesa Mary Cholmondeley, pertencendo a última frase a Tim Hansel.
...MaisPensando bem, em tudo o que a gente vê e vivencia, ouve e pensa, não existe uma pessoa certa para gente.
Existe uma pessoa que, se você for parar para pensar, é, na verdade, a pessoa errada.
Porque a pessoa certa faz tudo certinho!
Chega na hora certa, fala as coisas certas, faz as coisas certas, mas nem sempre a gente está precisando das coisas certas.
Aí é a hora de procurar a pessoa errada.
A pessoa errada te faz perder a cabeça, perder a hora, morrer de amor.
A pessoa errada vai ficar um dia sem te procurar que é para na hora que vocês se encontrarem a entrega ser muito mais verdadeira.
A pessoa errada é, na verdade, aquilo que a gente chama de pessoa certa.
Essa pessoa vai te fazer chorar, mas uma hora depois vai estar enxugando suas lágrimas.
Essa pessoa vai tirar seu sono.
Essa pessoa talvez te magoe e depois te encha de mimos pedindo seu perdão.
Essa pessoa pode não estar 100% do tempo ao seu lado, mas vai estar 100% da vida dela esperando você.
Vai estar o tempo todo pensando em você.
A pessoa errada tem que aparecer para todo mundo, porque a vida não é certa.
Nada aqui é certo!
O que é certo mesmo é que temos que viver cada momento, cada segundo, amando, sorrindo, chorando, emocionando, pensando, agindo, querendo, conseguindo.
E só assim é possível chegar àquele momento do dia em que a gente diz: "Graças a Deus, deu tudo certo!"
Quando, na verdade, tudo o que Ele quer é que a gente encontre a pessoa errada para que as coisas comecem a realmente funcionar direito para gente.
Não se acostume com o que não o faz feliz, revolte-se quando julgar necessário.
Alague seu coração de esperanças, mas não deixe que ele se afogue nelas.
Se achar que precisa voltar, volte!
Se perceber que precisa seguir, siga!
Se estiver tudo errado, comece novamente.
Se estiver tudo certo, continue.
Se sentir saudades, mate-a.
Se perder um amor, não se perca!
Se o achar, segure-o!
Nota: Trecho do poema de Silvana Duboc. Atribuído por vezes, incorretamente, a Fernando Pessoa.
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