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Textos que Falem eu Nao Vivo sem Voce

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O desgosto é o instante em que a alma descobre a fragilidade das expectativas.
Ele não nasce do mundo, mas da distância entre o que imaginamos e o que acontece. É um convite abrupto para olhar a vida sem as cores que pintamos nela.


O desgosto é um mestre duro:
mostra que nada é permanente, nem mesmo a alegria;
revela que o outro não pertence às nossas certezas;
recorda que o coração, por mais forte que seja, ainda é casa de delicadezas.


Ele desmonta ilusões, mas ao mesmo tempo amplia a visão.
No desconforto do desgosto, percebemos que a existência não é feita apenas de plenitude —
é feita de contrastes.
Sem o gosto amargo, não haveria clareza suficiente para distinguir o doce.


Paradoxalmente, o desgosto é também uma forma de despertar.
Ele corta, mas abre espaço.
Ele pesa, mas educa.
Ele derruba, mas deixa o terreno limpo para algo novo crescer.


Por isso, filosoficamente, o desgosto não é inimigo, mas um visitante incômodo que nos obriga a reorganizar a própria alma —
e a reconhecer que viver é aprender a renascer mesmo quando aquilo que amávamos desaba dentro de nós.

O Profeta em Sua Pátria Não Tem Honra**


Às vezes, Deus coloca em nós dons, visão e propósito — mas exatamente aqueles que cresceram ao nosso lado são os que menos reconhecem o que Deus está fazendo. Foi assim com Jesus: em sua própria cidade, onde todos achavam que o conheciam bem, poucos conseguiam enxergar quem Ele realmente era.


Isso nos lembra de algo importante:
**o valor que Deus colocou em você não depende do reconhecimento das pessoas ao seu redor.**


Muitas vezes, é fora da nossa “pátria”, fora do círculo habitual, que Deus abre portas, conecta corações e faz frutificar aquilo que Ele plantou em nós.


Se você sente que não é valorizado por quem está perto, não desanime:
— Continue fiel ao seu chamado.
— Continue fazendo o bem.
— Continue crescendo em silêncio.


Porque a honra que vem de Deus não pode ser impedida pela incredulidade de ninguém.
**Quem te levantou é maior do que quem não te reconhece.**
✍🏼 Bispo Ederson Dantas

Há fases da vida em que o lar, que deveria ser abrigo, transforma-se em tribunal. Não há juízes declarados, mas toda palavra que pronuncio parece já nascer culpada. No casamento e dentro de casa, descubro que o silêncio não é ausência de voz, é defesa. Falo e recebo o contra-ataque; calo e sou acusado de indiferença. Assim, aprendo a arte amarga de medir frases como quem pisa em vidro.
Percebo então que não estou amordaçado por cordas visíveis, mas por expectativas alheias. Cada pessoa carrega sua dor, seu cansaço, sua verdade parcial, e todas colidem no mesmo espaço estreito. O conflito não nasce do que digo, mas do que o outro escuta a partir das próprias feridas. Em casa, a palavra raramente é apenas palavra: ela carrega histórias, frustrações e cobranças antigas.
Nessas fases, amadurecer não é vencer debates, mas compreender limites. Nem toda reação é ataque, nem todo silêncio é covardia. Às vezes, resistir é escolher o momento certo de falar; outras vezes, é reconhecer que não serei entendido agora. Aprendo que liberdade interior não depende de aplauso doméstico, e que dignidade também mora na escuta de si mesmo.
Talvez a maturidade seja isso: aceitar que amar inclui desencontros, e que a minha voz não precisa gritar para existir. Mesmo quando amordaçado por circunstâncias, continuo responsável por não deixar que o silêncio me transforme em alguém que não sou.

De que adianta o esforço, se não aprendermos a servir uns aos outros e à Igreja aqui na terra?
Se o nosso coração resiste ao serviço agora, como estará preparado para servir a Deus na adoração perfeita no céu?


Servir não é um detalhe da fé, é o seu reflexo mais visível. A adoração que oferecemos a Deus começa no amor concreto ao próximo. Quem se nega a servir o irmão, fecha o coração para o próprio Deus, pois foi Ele quem nos ensinou que amar é doar-se.


A Igreja, ainda imperfeita e humana, é o lugar onde aprendemos a viver o céu desde já. Aqui somos moldados, corrigidos, chamados à humildade. Se não conseguimos amar, perdoar e servir nesse chão de fragilidade, como viveremos a plenitude do amor na eternidade?


O céu não será um lugar de espectadores, mas de servos que amam sem medida. Por isso, o serviço aqui na terra não é perda de tempo — é preparação eterna.

A dor nunca é universal, ela é sempre íntima.
Quando não habita em nós, torna-se invisível, e o invisível costuma ser julgado com leveza.
Por isso o ser humano erra quando mede a dor do outro com a própria régua: cada alma carrega um peso que só ela conhece.

A filosofia nos lembra que o outro não é extensão de mim, mas um mistério.
A psicanálise revela que muitas violências nascem da incapacidade de reconhecer a dor alheia — projetamos, negamos, minimizamos aquilo que não suportamos sentir em nós.
E a Bíblia nos adverte, com simplicidade e profundidade, que amar o próximo como a si mesmo não é sentimento, é responsabilidade.

Ferir o outro é, muitas vezes, ignorar que ele também sangra por dentro.
Quem carrega a dor sabe o seu tamanho; quem observa de fora só vê o silêncio.
Por isso, antes de agir, é preciso lembrar: o que faço ao outro pode se tornar a cruz que ele terá de carregar sozinho.

Olhos da Ingratidão
Há olhares que veem o mundo, mas não reconhecem o valor do que recebem. Os olhos da ingratidão são aqueles que atravessam gestos de bondade sem perceber sua profundidade. Eles observam, mas não compreendem; recebem, mas não recordam.
A ingratidão nasce quando a memória do benefício se enfraquece diante do orgulho ou da indiferença. Quem olha com esses olhos passa pela vida como se tudo fosse lhe devido, como se a generosidade alheia fosse apenas parte natural do caminho.
Filosoficamente, a ingratidão revela uma falha na consciência do vínculo humano. Toda ajuda cria uma pequena ponte entre duas existências. Quando essa ponte não é reconhecida, não é apenas a gratidão que desaparece — também se perde a percepção de que ninguém caminha sozinho.
Assim, os olhos da ingratidão não são cegos para o mundo, mas são cegos para a dádiva. E quem não aprende a enxergar o bem que recebeu corre o risco de viver cercado de pessoas, mas distante do verdadeiro sentido da reciprocidade.

O amor que se entregou na cruz
não foi silêncio, foi grito de eternidade
— um céu rasgado em misericórdia,
um Deus que escolheu sangrar por nós.
Ali, na dor mais profunda, nasceu a esperança que nem a escuridão conseguiu apagar.


O amor que venceu a morte
quebrou o peso do impossível com mãos feridas, transformou lágrimas em promessa, e o fim…
em recomeço.
A pedra não segurou,
o sepulcro não calou
— porque o amor verdadeiro
não permanece enterrado.


E hoje ele ainda vive,
não só na história,
mas em cada coração que crê.
É esse amor que cura,
que chama, que abraça
— mesmo quando
a gente acha que não merece.
Um amor que não desiste,
não recua…
e que, por nós, venceu tudo.
O amor que se entregou na cruz
não foi silêncio,
foi grito de eternidade
— um céu rasgado em misericórdia,
um Deus que escolheu sangrar por nós.
Ali, na dor mais profunda,
nasceu a esperança
que nem a escuridão
conseguiu apagar.


O amor que venceu a morte
quebrou o peso do impossível
com mãos feridas,
transformou lágrimas em
promessa, e o fim… em recomeço.
A pedra não segurou,
o sepulcro não calou
—porque o amor verdadeiro
não permanece enterrado.


E hoje ele ainda vive,
não só na história,
mas em cada coração que crê.
É esse amor que cura,
que chama, que abraça
— mesmo quando a gente
acha que não merece.
Um amor que não desiste,
não recua…
e que, por nós, venceu tudo.

Pera moça ,não vá agora
pouse seus olhos sobre os meus
só mais um pouco , isso ,assim .
pra que tanta pressa ?
senta do meu lado e me fala da cor que você mais gosta .
desliga o celular e em vez de buscar mensagens vazias palavras frias
escuta o que tenho para dizer
respira com calma se hoje é feriado pra onde vai com tanta pressa?
se só quer ver seu face book ...
veja um pouco da minha face antes de partir
assim vai lembrar mais tarde em seus sonhos de meu sorriso
é que que ele estava escondido ,e só agora você percebeu, ele é todo seu !

⁠Pasárgada eterna
Vou embora pra Pasárgada.
Não conheço o rei. Mas, sei que lá não tem avião e ninguém precisa de tanta fé.
Tem rede com preguiça inclusa, todo dia é sexta-feira, e toda sexta-feira, pensando em sobra de feira, ela me sua.
Pasárgada tem reza. Tem cantos de oferenda. Tem axé. Tem afoxé!
É quando Deus descansa dos evangélicos.
Nietzsche proibiu pastores, em votações de assembleias.
Em Pasárgada tem rituais de Missa em Latim, e cestos de carinhos outorgados. Todos os rituais exigem tambores.
Muitos tambores.
A preguiça foi institucionalizada. A dança é democrática, e obedece a um engajamento entre pernas e quadris.
Saravá, Bahia! Saravá, Umbanda. Saravá, meus amores.
Em Pasárgada, o céu tem mais estrelas, os jarros têm mais flores. Eu preciso do endereço do Bandeira... Soube que o poeta mora no beco: o beco que ele cantou pleno de elipses mentais.
Os sertões azuis se assomam nas varandas. Paga-se bem aos professores e redes são estendidas perto da eternidade. As luas são enormes e generosas, e já trazem (inclusos) redes e conhaques.
Pasárgada tem campos de girassóis e broquéis contra insanos. Assistimos a luta de São Jorge contra o dragão, em tv 4k.
Em Pasárgada
Os poetas só precisam de alguns toques de imaginação.

Cinema de subúrbio
O escafandrista mergulhou a armadura no dique.
Ele não viu o olhar da rapina.
O mergulhador não chegaria ao Largo de Roma.
Mas resolveu vir à tona... Dique-bonocô- Dique...
Virou trem na Gamboa. Internado no ferro-velho,
foram descobertas todas as suas armações.
Ninguém notou.
Ninguém morou, até vê-lo pintado no outdoor.
Ernesto?!
Ernesto foi viver longe dos barcos. Ancorou o velho navio nas pedras do Garcia.
Pegou visão, montou uma ótica. Foi viver em outdoors:
“Ernesto, meu rapaz!!!
Quando esteve no Largo dos Aflitos, ninguém se afligiu.
Nenhuma flor se rasgou por ele.
Em Água de Meninos, a moça de Taperoá rasgou o vestido de rendas.
Ela estava indecisa entre Capinam e Gil.
O amanhã de Ernesto ficou nas parlendas.
As bocas das galinhas botaram dentes novos.
O namorado amarelo foi pescado na Boa-viagem.
O martelo intimida o prego que não canta na Saúde.
Em Mont Serrat, morreu Antônio Marcos, o herói de Nazaré.
Ele foi tocar alaúde no Recôncavo, para a heroína de cinema. A menina de tranças.
Pobre menina rica, acabou trabalhando na Ribeira.
Se pegou de amores pelo Pagador de Promessas. Até carregou sua cruz.
Fama mesmo, ele fez foi na boca do fogareiro, fritando acarajé.
Fim de uma vida de sonhos.
Acabou a escarlatina em Mussurunga.
A paixão acabou, segundo GH, sapateiro da Mouraria, que virou cineasta.
Seus soldados retornaram da guerra, mas deixaram a ira em Irará.
Alugaram um barracão no Pau da Lima e garantiram que a Rússia não chegaria
à Barroquinha.
Agora que viu o Macron no Pelourinho, ele comprou a Fazenda Grande. Foi onde ele escondeu Israel. O vestiu de bedel, e lacrou a Ucrânia na Lapinha.
O coração de Zelenskyy amoleceu no Stiep.
Coitado, a gelatina lhe oferecida pelo Trump escarneceu-se dos estames.
A rosa púrpura entristeceu a Carlos Gomes.
Putin, causou o grande incêndio no Guarany!
Nos filmes de GH, a Bahia fala Tupi.
Nas margens do Tororó fui beber água. Vi muitos meninos com fome.
Meio-dia em ponto, bateu a preguiça de subir a ladeira. A velha ladeira, que Elis cantou.
Essa não é mais aquela. É pior! ... Não subi.
Fiz os devidos contornos.
A cena seria ao meio-dia. Sol a pino. A hora em que os ponteiros do relógio de São Pedro teriam de se beijar.
Eles se cruzariam mais uma vez, na frente do público.
O último a ver esta cena, foi o Estácio de Sá.
No final do filme, o público soluçava. Polvos amestrados choravam abraçados.
Androceu não ficou com Gineceu. Preconceito do brabo. Tudo por ordem de Manoelito, peixeiro do Bomfim, que media suas escamas, na cama de Almodóvar.
O féretro seguiu acompanhado de Chico Cesar, solitário com o seu tambor, anunciando o que todos já sabiam: Filme Triste.
Triste fim do cinema de subúrbio.
Glauber?... Cadê você, pai?!
O dragão da maldade continua a sua luta contra o nosso Santo guerreiro!

Ah! O que há de sentir?!


É este amarelo que não cabe nos olhos e transborda,


uma febre de girassóis golpeando o peito até que ele se abra.


Não é o ar que entra, é a própria luz que nos invade,


com o peso de mil borboletas em pânico dentro das veias.


Sentir é o fim da distância.


É ver a flor e não saber onde termina o perfume e onde começa o seu fôlego.


É esta urgência de ser tudo ao mesmo tempo:


a pétala que cai, a asa que hesita, o sol que devora o horizonte.


Há um incêndio silencioso nas cores.


O mundo brilha com uma crueldade bela,


e nós, náufragos dessa claridade,


sentimos o universo pulsar sob a pele como um coração alheio.


O que há de sentir?! Tudo.


O espanto de estar vivo enquanto o tempo desmorona,


e a glória de ser apenas este instante,


dourado,


frágil,


absoluto.

⁠Quem não encontra paz dentro de si acaba espalhando tempestades ao redor.

A inquietação interna se reflete nas palavras, nas ações e até no silêncio.

Por isso, antes de tentar mudar o mundo ou cobrar dos outros, é essencial olhar para dentro, curar as próprias feridas e encontrar equilíbrio. Só quem tem paz pode realmente compartilhar a mesma

⁠Quando percebo que algo ameaça minha paz, já acendo o alerta.
Não é medo, é maturidade.

Porque antes de qualquer coisa, eu me respeito.
Sou muito bem comigo mesmo, e às vezes até melhor só…

Do que tentando ser “o cara certo” em uma relação errada.

A minha paz não é negociável.
E se for pra perder a cabeça, que seja por um sonho —

nunca por alguém que não sabe cuidar.,

Entre erros e abraços


Não fui exemplo de sucesso. Meus vícios, meus prazeres fugazes, as escolhas tortas que fiz — tudo isso me levou por caminhos que não renderam medalhas nem aplausos.


Houve noites em que me perdi de mim mesmo, dias em que a esperança parecia um luxo distante. Mas mesmo assim, mesmo com todos os tropeços, há algo que nunca perdi: o respeito das minhas filhas.


Elas me viram falhar. Me viram tentar. Me viram cair e levantar, às vezes sem força, outras vezes só por elas. E nesse olhar delas, que não julga, que não exige perfeição, eu encontrei algo maior do que qualquer conquista, amor verdadeiro.


Não sou herói de novela. Sou um homem real, com marcas, com histórias que doem e outras que fazem rir. E minhas filhas, com sua sabedoria silenciosa, enxergam além das minhas falhas. Elas sabem que, apesar de tudo, sempre fui presente e distante falhas, devaneios aleatórios , talvez não com estabilidade, mas com afeto. Com verdade.


Hoje, quando olho para elas, vejo o que há de melhor em mim. Elas são minha redenção, meu norte, minha chance de ser mais do que os erros que cometi. E se o mundo não me levou longe, elas me levaram fundo — no coração, no significado, naquilo que realmente importa.


Sempre há uma chance de repensar, reagir e ficar contente na busca de ser melhor ...


.

Já fui tempestade em corpo humano.
Corria, entregava, me doava tudo em excesso, tudo por quem não merecia.
O descanso era luxo, o sono um privilégio raro.
E mesmo assim, eu seguia, quebrado por dentro, inteiro por fora.
Fui chão para muitos que nunca se abaixaram para me levantar.


Hoje, minha vida mudou.
Não porque ficou mais fácil, mas porque aprendi a escolher.
O que antes era urgência virou direção.
O que era excesso virou equilíbrio.
O que era entrega virou cautela.


E agora, quando me permito parar, respirar, dormir… incomoda.
Incomoda quem nunca viu o quanto já fui além dos meus limites.
Mas não me julgue por descansar.
Não me chame de preguiçoso.
Veja em mim alguém que aprendeu a se respeitar.


Porque meu descanso não é fuga.
É cura.
É reencontro.
É o silêncio que me devolve a paz que o mundo tentou roubar.

*A verdade permanece. A mentira se desfaz.*


Não sou obrigado a aceitar o que me fere.
Não sou obrigado a corresponder ao que não me faz bem.
E não sou obrigado a carregar rótulos que não me pertencem.


A calúnia é pecado.
A Bíblia diz que Deus abomina a língua mentirosa, a testemunha falsa e quem semeia contenda entre irmãos (Provérbios 6:16-19).
Quem vive disso… não herda o Reino de Deus.


Jesus já avisou:
_"Bem-aventurados sois vós quando vos injuriarem, e mentindo, disserem todo o mal contra vós por minha causa."_ (Mateus 5:11)


Não é sobre vingança.
É sobre permanecer firme.
É sobre deixar que Deus cuide do que é Dele.


A mentira pode correr solta por um tempo.
Mas a verdade…
Ela sempre chega.
E quando chegar, vai calar.


#Fé #Verdade #Perseverança #DeusÉJusto #Mateus5 #Provérbios6 #NãoÀCalúnia #EdifiqueComSuaLíngua

"Filho, não te preocupes com os que falam sem saber. Eles olham para ti com olhos turvos, porque não enxergam o que Eu plantei em teu coração.

Tentam te definir, mas não conhecem tua essência, nem os caminhos que Eu tracei para ti.

Cada mentira que levantam contra ti será caída por terra, pois Eu sou tua verdade.

Enquanto eles se perdem em julgamentos vazios, Eu te sustento com minha mão forte. Não temas tua imagem está guardada em Mim, e nenhum homem pode apagar aquilo que Eu mesmo escrevi."


Uma mensagem de Jeová pra mim.

inspiração Deus Jeová

Pensador Evans Araújo

10x10 Não Só Quando Convém


Relacionamento não é uma balança...
onde só um lado pesa.


É uma parceria,
um pacto silencioso de estar junto
não só nos dias de sol,
mas também quando a tempestade chega.


O conceito de “casal 10x10”
vai além de dividir contas ou tarefas.


É sobre dividir o fardo,
o medo,
a esperança
e o recomeço.


Muitos homens crescem ouvindo
que devem sustentar a casa,
que sua masculinidade está ligada ao poder financeiro.


Mas e quando esse homem cai?


Quando ele precisa de apoio,
não só emocional,
mas prático?


O amor verdadeiro não deveria ser seletivo.


Se ele faz por ela quando pode,
por que ela não faz por ele
quando é ela quem pode?


O discurso de que “o homem tem que bancar tudo”
já não cabe mais
num mundo onde mulheres também conquistam espaço,
salário e independência.


E isso é lindo.


Mas igualdade não é só sobre direitos —
é também sobre deveres.


Se o casal é 10x10,
então é 10x10 _sempre_,
não só quando ele está bem.


Porque, no fim das contas,


o que sustenta uma relação
não é o dinheiro


é o cuidado mútuo,
o respeito,
e a disposição de levantar o outro


quando ele não consegue sozinho.


By Evans Araújo

Ser e estar com alguém


Não é sobre o que se faz, mas sobre o que se é.
Ser com alguém é permitir que o tempo compartilhe silêncio e riso sem cobrança.
Estar com alguém é escolher a presença mesmo quando não há função, tarefa ou propósito.


Parceria não se mede por utilidade.
Não é quem resolve, é quem permanece.
Não é quem tem respostas, é quem escuta.
Não é quem aparece quando precisa, é quem não vai embora quando não precisa mais.


Ser é oferecer essência.
Estar é doar tempo.
E quando os dois se encontram, nasce o tipo de companhia que não se explica — só se sente.

Hoje ela veio de novo… a ansiedade.
Bateu com tanta força que por um momento pensei que não fosse aguentar.
O peito apertou, a mente correu, o ar faltou.
Mas ainda assim, respirei.
Porque, mesmo quando tudo dentro de mim gritou “desiste”, existe uma voz pequena e firme que sussurrou
“Calma, isso vai passar.”


E passa.
Talvez não agora, talvez não fácil
mas passa.
E quando passa, eu percebo que sobrevivi mais uma vez.