Textos que Falem eu Nao Vivo sem Voce
A verdadeira liberdade não está no mundo externo, mas dentro de si mesmo. Liberdade não é algo que se toca ou se conquista fisicamente, porque o corpo, por sua própria natureza, está preso a necessidades básicas, como o alimento, o descanso e outras condições essenciais para sobreviver. Essas dependências tiram qualquer ilusão de que a liberdade pode ser algo plenamente físico.
A liberdade, na verdade, é um estado que se sente, algo profundamente interno. Não é sobre estar em um lugar ou realizar uma prática, mas sobre sentir-se livre, independente das circunstâncias externas.
De nada adianta viajar pelo mundo inteiro, explorar cada canto do planeta, se dentro de si ainda persistem prisões invisíveis: medos, preocupações, angústias e a incapacidade de estar em paz consigo mesmo. A verdadeira liberdade é sentir-se livre por dentro, independente do que acontece ao seu redor. É um estado de aceitação e presença que nenhum lugar externo pode proporcionar.
O que realmente importa não está do lado de fora, mas dentro da gente. O que somos de verdade está nas coisas que os olhos não veem: no coração que bate, no sangue que corre, na cabeça que pensa, nas partes do corpo que se refazem e na respiração que não para. É essa força da vida que nos segura, que nos faz andar e que diz quem nós somos.
O que a gente vê por fora – a cara que a gente faz ou o que os outros enxergam – é passageiro, é como uma sombra que um dia some.
O corpo, com seu formato e sua cara, é só uma roupa por um tempo. Ele fica velho, cansado e um dia acaba. Mas o que a gente é de verdade – a vida, o espírito – vai além disso. No fim, a gente deixa o corpo, mas o nosso verdadeiro eu não morre nunca.
Por isso, tudo que a gente busca lá fora, tudo que a gente tenta ganhar ou mostrar para os outros, não pode dizer quem a gente é de verdade. O que somos, o que nos faz seguir em frente, o que dá valor à nossa vida, mora aqui dentro. E é esse mundo dentro da gente que manda na nossa vida, muito mais do que as aparências e as coisas que um dia vão embora.
Pra mim,
Parente não é necessariamente uma família;
família é um conjunto de pessoas com as quais me sinto bem.
Minha família pode estar espalhada por onde eu for, em qualquer lugar onde eu seja bem recebido.
Família está onde há pessoas de bom coração, onde há acolhimento, respeito e amor.
A vida não acaba com a sua morte, ela continua.
Você não tem apenas 80 anos, você tem bilhões de anos, porque a vida é algo que transcende o tempo e o espaço.
Eu morro, mas continuo aqui. Estou sempre aqui, porque não sou apenas um corpo, uma matéria. Sou a vida que habita dentro deste corpo e dentro de bilhões de outros corpos. A vida é uma força contínua, e enquanto houver vida, ela continuará. Eu sou a vida se multiplicando, se renovando, se transformando em diferentes corpos ao longo do planeta e do universo.
A vida é um fluxo eterno, e eu sou uma parte desse fluxo que nunca se acaba.
Vejo o dinheiro como uma consequência, e não como um desejo em si.
Prefiro trabalhar no que eu realmente desejo, no que escolho, no que me faz bem, independentemente de ser considerado "impossível" ou não, e ter o dinheiro como uma consequência disso, do que simplesmente desejar o dinheiro e, como resultado, enfrentar o estresse, o desânimo e o desgaste de trabalhar em algo que não me satisfaz.
Para mim, o verdadeiro valor está em fazer o que amo, e o dinheiro surge como uma consequência natural desse processo. Trabalhar apenas pelo dinheiro pode levar a uma vida de frustração e exaustão, enquanto buscar o que realmente traz satisfação gera um bem-estar contínuo.
Seja filtro, não esponja.
Pense na esponja: ela absorve a água suja e acumula tudo dentro de si, ficando cada vez mais pesada. Da mesma forma, quanto mais você absorve sem eliminar, mais pesado se torna, acumulando sentimentos, preocupações e negatividade. Já o filtro, por outro lado, não acumula nada. Ele simplesmente filtra, limpa e joga para fora o que não serve, permitindo que o fluxo continue sem interrupções. O filtro não deixa o peso se acumular; ele mantém o equilíbrio, fazendo a limpeza interna constante. Assim como o filtro, devemos aprender a liberar o que não nos serve, para que possamos continuar fluindo de maneira leve e limpa.
Dor é alerta, não necessariamente dor, já que quem interpreta assim é o próprio cérebro.
Toda dor temos uma interpretação negativa sobre, uma sensação ruim, dolorida, incomoda e estranha...
E repare, toda dor, indiferente de qual, a cura é sempre algo positivo, que preenche, cura aquele mal-estar negativo...
Na dor emocional não é diferente;
Nosso cérebro interpreta tal situação como um aspecto negativo, obviamente sentiremos negativo também; Mas acontece que nesse caso nossa capacidade de cura é bem mais suscetível que outras, já que podemos escolher o que queremos sentir. Toda vez que você tem uma interpretação negativa, uma dor sobre tal situação, é possível sim inverter a situação, caso você queira, e ver aquela situação na qual via como negativa, curar-se, aprender e agora ver como algo positivo, normal e simples, a cura que precisamos está toda na própria mente que entende através do que sente e com ela nos impulsa a aprender e curar aquela dor que já não existe mais.
"Habitamos o incerto, o não dito, o entrelugar.
Na arquitetura do achismo,
erguemos muros de insegurança
moldados por olhares que sequer nos viram.
Gastamos o sentir no peso do julgamento alheio,
esquecendo que, tantas vezes,
o mundo está ocupado demais com as próprias sombras
para notar as nossas."
— Roseli Ribeiro
VALORES QUE O TEMPO NÃO GASTA.
Andamos mais exigentes, é verdade.
Às vezes reclamamos, às vezes esquecemos…
Mas seguimos vivos, e isso já é um milagre cotidiano,
desses que acontecem de forma discreta e silenciosa.
O tempo nos percorre sem pedir licença,
ensina manias,
oferece rugas como...medalhas
e, firme mas sensível, nos cobra memória, o que é temeroso já que somos enciclopédias ambulantes,
com volumes escritos por múltiplas mãos:
pela dor que ensina;
pela alegria que sustenta;
pelos sonhos que repousam;
e pelos que, insistentes, ainda querem nascer.
Cientes estamos que as relações de afeto e de convivência
constroem-se como parcerias de apoio mútuo,
feitas de necessidades compartilhadas
e compreensões recíprocas,
ensinando-nos a enxergar além das aparências,
onde habitam os afetos verdadeiros
e mora aquilo que o tempo não consegue gastar.
Sabemos reconhecer esses valores, além de brindá-los, com sorriso sereno, cumplicidade,
carinho atento,
tolerância generosa
e respeito por inteiro,
pois nossos corações limpos, há mais de meio século, acreditam e oferecem
a mais bonita forma de felicidade:
a de continuar amando,
mesmo quando o tempo, implacável,
insiste cotidianamente em nos desafiar.
Gonçalvesdarocha.
"Aprendendo em Silêncio"
Aprendi que não posso exigir o amor de ninguém, posso apenas dar boas razões para que gostem de mim e tenham paciência, para que a vida e o tempo se encarreguem de fazer o resto.
Aprendi que não importa o quanto certas coisas sejam importantes para mim, existe pessoas que não darão a mínima e jamais conseguirei convence-las.
Aprendi que preciso escolher entre, controlar meus pensamentos, ou ser controlado por eles.
Que os heróis são pessoas comuns que fazem o que acham certo naquele momento, independente do medo que sentem.
Aprendi que não importa o quão meu coração esteja sofrendo, o mundo não vai parar por isso.
Aprendi que certas pessoas vão embora de nossas vidas de qualquer maneira, mesmo que queiramos rete-las conosco para todo o sempre.
Aprendi, que é difícil traçar uma linha entre ser gentil e não ferir ou magoar as pessoas.
Por fim, aprendi que será difícil dizer EU TE AMO quando já foi dito uma vez, a alguém ao qual desprezou esse amor
O quarto agora guarda um frio que não vem do vento, é o peso o "nós" transformado em esquecimento.
A mesa posta para dois, o café que esfria no centro, enquanto a verdade corrói o que eu guardava por dentro.
As paredes repetem promessas que o tempo mentiu, amoldura sustenta um riso que a traição destruiu.
Não foi só a carne, foi o templo que ruiu no chão, deixando o silêncio ser a única voz da solidão.
Onde havia abrigo, agora existe um deserto de dor, as cinzas do que fomos sufocam o resto do amor.
Dói saber que o abraço que outrora me salvava, era o mesmo que, em segredo, a minha cova cavava.
‼️ "Quando o maluco não é da tua família, a dança dele te faz rir, o barulho da ambulância só te irrita quando nenhum dos teus familiares está lá dentro.
O cadáver só te dá medo quando não é de um dos teus parentes, a comida do funeral só tem bom gosto... Até o dia em que é preparada no teu próprio quintal, Só faltas respeito ao professor por ele não ser teu Pai.
Os conselhos dos teus pais só são desagradáveis enquanto eles ainda estão vivos, Só quando o idoso não é um dos teus progenitores que te assusta e tu o chamas de feiticeiro, A vigília fúnebre é considerada uma festa até que seja a de alguém muito próximo a ti.
Não faça mal a ninguém; Não deseje mal; Nunca inveje; Não suje a reputação de ninguém; Não julgue; Não condene; Não zombe...
Na minha profissão, tive a graça de fazer múmia em vários corpos. Homens e mulheres, adultos e crianças, essa experiência de enrolar corpos de seres humanos sem vida e colocar na gaveta completamente fria me ensinou a valorizar a vida e a perdoar!
Não perdemos nada fazendo o bem
Deus em Cristo te abençoe!
Em 1695, o líder Zumbi do quilombo de Palmares morreu lutando por não aceitar a escravidão à qual eram submetidos. E hoje, mais de 300 anos já se passaram, mas o negro ainda encontra diversas dificuldades em alcançar seus direitos de cidadão; enfrentam muito preconceito e discriminação racial. Absurdo! Infelizmente teve que se criar um dia do ano, para a tal consciência negra! Cotas para negros nas universidades! A inserção do negro no mercado de trabalho! Pra quê? Por quê?... Até quando? Que indignação! Quanta resistência abominável!
Todos somos iguais, normais, mestiços, misturados... É isso que é belo da vida; a miscigenação de cores, meus amores. A vida é linda e colorida!
E que seja cada dia melhor e mais conjunta.
Amor não é dor;
Amor não é atormento;
Amor não é lamento;
Amor não é desprezo;
Amor não é medo;
Amor não se vende;
Amor não ofende;
Amor não é tristeza;
Amor é a certeza;
Que o Amor é valor;
É comprometimento;
É bom intento;
É beijo, é festejo;
Vem e entende, compreende;
Amor é a sublime prece;
Ele transforma, enriquece e nos enaltece;
Amor apetece amor;
Amor é poder, amor se faz ser; cuida, sonha, doa, ganha...idealiza e realiza.
O amor e sua linda e relevante façanha!
Hoje sou mais ser;
Quero mais é compreender;
Que a vida não é só ter;
E não é só enxergar, tenho que realmente ver;
Dialogar e não gritar e de mansinho cada palavra dizer;
Entender que ser razão nem sempre me traz prazer;
Ter gratidão é sempre o meu dever;
A boa ação, procuro todos os dias fazer;
Pois o que me resgata de verdade; é saber viver;
O que me torna sábio é entender;
Que o amor é a fonte inesgotável de todo florescer.
Nara Nubia Alencar Queiroz
@narinha.164
Criança, joia rara;
Trem-bala que o tempo não para; leveza, clareza, sabedoria, bela pureza!
Criança, entoa riso em tudo que é preciso; é energia, é alegria, e é sempre clara.
Criança é carinho, é caminho, é semente que brota e desabrocha pouco a pouco do nosso ninho;
Criança é gigante, faz do simples núcleo, um feliz universo avante.
Criança, fase mutante e curta;
Aceite e aproveite! E nunca a esqueça na remanescente estação adulta.
Há uma "doença psicológica" para quase tudo, então, por que não criar uma para os gananciosos que roubam trilhões das pessoas ao redor do mundo? Devemos colocá-los em uma camisa de força, tomando injeção, dentro da cadeia.
Porque não é sinal de saúde mental correr atrás desesperadamente de tanto dinheiro, quando sabemos que toda essa riqueza ficará para trás quando a vida terminar.
COMO ÁGUA IMPETUOSA.
A água não teme fronteiras, ultrapassa limites e rompe barreiras.
Em seu mover impetuoso, arrasta tudo pela frente, mas cumpre seu propósito glorioso.
Teu Espírito, ó Senhor, como água impetuosa, o meu ser inundou.
Já não vivo mais eu, sou completamente Teu; Teu favor me alcançou.
Diante do Teu altar, vem minha alma saciar-se desta água cristalina,
que jorra do Teu trono, impetuosa e contínua.
Teu Espírito, ó Senhor, como água impetuosa, o meu ser inundou.
Já não vivo mais eu, sou completamente Teu; Teu favor me alcançou.
Cícero Marcos
Título: O Nazareno Passou
Jesus Cristo de Nazaré
não chegou fazendo barulho.
Não trouxe trombetas,
nem anunciou a própria grandeza.
Passou como quem conhece a rua,
como quem sabe o nome das dores
antes mesmo que elas falem.
Tinha poeira nas sandálias
e eternidade nos olhos.
Sentava-se perto dos esquecidos,
como se ali fosse o centro do mundo.
E era.
Dizem que era Deus.
Mas eu gosto de pensar
que era também silêncio —
desses que consolam
sem explicar nada.
Na cruz,
quando tudo parecia fim,
Ele apenas amou.
E desde então,
quando a tristeza me visita sem avisar,
eu imagino o Nazareno passando outra vez
pela rua estreita do meu coração —
sem barulho,
mas ficando.
EM ALTA DEFINIÇÃO.
Narciso voltou.
Não das águas turvas do mito antigo,
mas do brilho polido das vitrines digitais.
Renasceu, qual fênix perfumada,
das cinzas do próprio reflexo,
com legenda estratégica e luz lateral.
Já não precisa inclinar-se sobre o lago.
O lago agora o segue, portátil e obediente,
no bolso da vaidade.
Multiplicou-se em telas,
em ângulos estudados,
em versões de si mesmo,
sempre a melhor, por certo.
Como dizia aquele,
“é preciso ter caos dentro de si
para dar à luz uma estrela dançante”.
Narciso levou ao pé da letra:
fez do próprio caos um espetáculo
e da estrela… um holofote.
E recorda, comovido, o outro:
“O poeta é um fingidor.”
Ah, mas Narciso superou o mestre:
finge tão completamente
que chega a crer na própria encenação.
Sua dor é estética.
Sua alegria tem enquadramento.
Seu abismo tem alta resolução.
Outrora morreu por não suportar
a distância entre si e a imagem.
Hoje morre aos poucos
se a imagem não recebe o aplauso.
Antes, o lago era silêncio.
Agora, o silêncio é algoritmo ingrato.
Pergunta-se, entre um elogio e outro:
o que pode detê-lo?
Talvez o olhar que não o reflita,
mas o confronte.
Talvez o amor,
essa imprudência que exige entrega
e não performance.
Ou, quem sabe, como sussurraria mais um:
“o inferno são os outros”,
mas apenas quando não o admiram.
Até lá, Narciso reina.
Imperador do próprio contorno,
devoto da própria imagem.
E aplaude-se com fervor,
sem perceber
que nenhum espelho,
por mais fiel que seja,
é capaz de abraçar.
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