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Textos que Falem eu Nao Vivo sem Voce

Cerca de 210536 frases e pensamentos: Textos que Falem eu Nao Vivo sem Voce

Tenho um pouco das orquídeas
das várzeas baixas ou altas,
Não posso me contentar com
o que os olhos não veem,


Só posso me contentar com
águas cristalinas e doces,
E com todo o amor que
o coração deseja e mantém,


Não amo o que convém,
e sem saber onde e quem;
Quero o que posso ver
e sentir que me faz bem.

“Existe beleza em não conhecer as cercas religiosas, pois elas são cultura do cárcere.
Existe beleza na falta de crença: Deus não é crença, ele é.
Existe beleza no erro humano, não como falha, mas como autenticidade.
Existe beleza no feio que pintaram sobre ser feliz — escolher o que se deseja é admirável.
Existe horror em se negar.”

Não é o nome da universidade que gera conhecimento nos estudantes. Cada um deve compreender que, para ser um bom estudante, é necessária dedicação, e não a expectativa de que o prestígio institucional opere uma espécie de magia capaz de atribuir saber sem esforço. Em suma, não existe uma “melhor” universidade, no fim, tudo exige entrega e compromisso.
Furucuto, 2026

EM UMA MADRUGADA QUALQUER 🌌


Não consigo dormir como antes,
Meus pensamentos não me deixam,
Cada noite que passa, os dias
Retrocedem em minha mente
Como se fossem clipes de pura
Monotonia, mudar o seu redor,
Explorar este mundo 🌎 apenas
Com sua presença, é um pouco
Desconfortante, mais, quanto mais
O tempo passa, menos tempo nos temos,
E de repente a vida se encontra em seu momento de completa confusão.
E de repente... já se passaram 20 anos

#portugal

O ano de 2026 em Portugal ficou marcado na memória coletiva não pelos avanços tecnológicos ou metas económicas, mas pela vulnerabilidade humana perante a magnitude da natureza. O texto que partilho serve como um testemunho vívido dessa época, funcionando como um diário de uma nação que aprendeu, pela dor, que a vida é um fluxo contínuo e indomável.

Aqui está uma descrição histórica e narrativa desse período, refletindo a essência das suas palavras:

Portugal 2026: O Ano do Reencontro com a Essência
1. A Natureza como Força Implacável
Em 2026, o território português enfrentou o que muitos descreveram como o "princípio das dores" da crise climática. Não foram apenas previsões estatísticas; foram lágrimas devastadoras caídas do céu. Rios que transbordaram as suas margens, submergindo lares e transformando bens materiais — acumulados durante uma vida inteira — em nada.

Neste cenário, a sociedade portuguesa confrontou a sua impotência perante o comando da vida. Onde as palavras falharam em conter a força das águas e o sopro do vento, restou o silêncio da alma e o reconhecimento de que nada é um bem contínuo ou garantido.

2. A Transmutação do Valor
A história deste ano não se escreve pela perda financeira, mas pela mudança de paradigma. As populações, fustigadas pelo terror de verem as suas vidas destruídas, foram obrigadas a passar por metamorfoses de humor e espírito.

O Valor da Vida: Percebeu-se que o objeto só tem valor através do olhar de quem o possui. Sem a vida, o material é vazio.

O "L" de Ligação: No auge da calamidade, surgiu uma união que as crises anteriores não tinham conseguido consolidar. A "entre-ajuda" tornou-se a moeda de troca, e o amor, o único refúgio seguro contra a convulsão do mundo.

3. A Resiliência e a Espiritualidade
Perante o véu da incerteza, o povo português de 2026 encontrou-se "por sua conta". Esta solidão perante o destino forçou um olhar para o transcendente. A esperança, muitas vezes vista como uma ilusão, tornou-se o único elo de libertação para um povo que nunca se sentiu tão preso às circunstâncias.

A fé e o pedido de misericórdia deixaram de ser rituais vazios para se tornarem gritos de socorro por alívio e consolo. Aprendeu-se o "verso da moeda": a ideia de que as coisas más contêm em si a semente do crescimento e da adaptação.

Reflexão Final
Portugal em 2026 foi um país que chorou com o céu, mas que descobriu que a generosidade é o único gesto capaz de vencer a paralisia do pânico. Foi o ano em que se compreendeu que a maior proteção não vem de muros, mas da união entre corações que batem em uníssono entre a terra e o céu.

"A força da natureza não se vence por palavras, mas sim com gestos de generosidade."

Amor em estado de agora

Faz parte do caminho:
Não te esquecer, mas escolher viver outra vez.
Não importa o tempo, nem a contagem dos dias,
meu amor permanece — raiz e calmaria.

Passam horas, instantes, saudades...
Um tempo que se foi, mas que abre portais.
De um futuro que brilha, promessa de paz,
da alegria que contagia e não olha para trás.

É um novo fôlego, o desejo em estado de prece,
a vontade de fazer com que o agora aconteça.
Seja em forma de amor, ou de pura paixão,
ou no brilho de um riso que inunda o chão.

O essencial é o movimento, o ato de ser,
a coragem bendita de enfim renascer.
Hoje o destino é você, o afeto se faz chama,
e o amor, no presente, por nós dois reclama.

Venha!
Não tema o abraço da felicidade.
Posso ser o teu melhor, a tua vontade,
posso ser o prazer, ou apenas o meu eu,
posso ser o reflexo do que em ti se perdeu.

Podemos ser nós, sem pressa ou adeus.
Simplesmente viver.
Simplesmente sermos teus e meus.

Poesia de Islene Souza

O Avesso da Fala

Tateio o que ficou sem legenda,
o que não coube na moldura da frase pronta.
Não é mais sobre o que os lábios dizem,
mas sobre o que o silêncio grita
quando a gramática do afeto entra em colapso.

Houve um tempo de certezas lineares,
de palavras que descansavam no papel como pássaros.
Hoje, o que sinto é arqueologia:
escavo o peito à procura de um sentido
que não se explica, apenas se atravessa.
Queria entender a mecânica dessa ausência,
o exato ponto onde o nó se tornou rastro.

Mas a fala tem seu avesso,
e é lá — onde a voz tropeça e o ego cala —
que finalmente me encontro,
inteira,
em tudo o que não sei dizer.



Poesia de Islene Souza

Pensar o Nosso Tempo


Texto VII – Educação


A educação não falha por falta de programas.
Falha quando esquece o humano.


Ensina-se para o exame, para o número, para a estatística. Raramente para a consciência. Quando a escola exime-se de formar o pensamento crítico, passa a produzir obediência acefálica.


Educar é mais do que instruir: é formar sujeitos.

O Brilho que Vem de Dentro


​A verdadeira felicidade não é algo que roubamos dos outros; é algo que cultivamos no nosso próprio jardim. Quando você torce pelo sucesso de alguém, o universo entende que você também está pronto para receber o seu.
​Ser otimista é acreditar que o sol nasce para todos, e que não precisamos apagar a vela de ninguém para que a nossa ilumine o caminho. A paz de espírito mora na consciência limpa de quem sabe conquistar o seu espaço com integridade.

​Não queira o riso que nasce da dor,
Nem construa castelos no chão de ninguém.
A vida devolve, com todo o vigor,
O fruto plantado na busca do bem.
​A estrada é larga, há espaço e lugar,
Não tente o atalho de quem já venceu.
Felicidade é saber respeitar
O que o destino pro outro escolheu.
​Não fure o olho, não quebre a corrente,
Nem de amiga, nem de um estranho qualquer.
Quem planta o respeito colhe, certamente,
A força de ser quem a alma quiser.
​Seja o apoio, o abraço e o abrigo,
Pois o brilho alheio não tira o seu brio.
Quem anda direito caminha seguro,
Longe das sombras e do desvio.
Paz e amor!!!
Autor desconhecido

Anelante.

Não quero apenas um abraço!
Não quero apenas um sim!
Não quero apenas um "te amo"!
Não quero apenas um "gosto de você"!

Quero atenção, com reação.
Quero um abraço demorado.
Carinho sem proibição.
Quero amar e ser amado.
Quero...

Quero você em meus braços.
Quero longas viagens no espaço.

Quero... quero acordar e te ver!
Quero... quero tudo e mais um pouco!
Quero, no mundo, o olhar de menina me querendo em seus braços.

Eu quero!! E você?

A Garota do Balcão
Passei dois anos tentando entender como é perder alguém.
Não perder por briga ou despedida, mas perder por dentro.
Perder a fé no sentimento, perder a crença no amor, perder a certeza de que algo assim pudesse acontecer de novo.
Durante esse tempo, eu realmente acreditei que não encontraria mais ninguém.
Que algumas pessoas atravessam a nossa vida levando consigo tudo o que havia para amar.
Que depois delas, o coração aprende a funcionar… mas não a sentir.
E então, sem qualquer aviso, eu entrei numa loja de acessórios de celular.
É curioso como a vida escolhe cenários simples para grandes recomeços.
Entre películas de vidro, suportes discretos e cabos organizados não por cor, mas por tipo —
como se até ali tudo precisasse fazer sentido —
havia uma garota atrás do balcão.
E o mais estranho de tudo é que a única coisa que realmente nos separa…
é o balcão.
Não foi só o sorriso que chamou atenção.
Foi o conjunto.
O jeito contido.
As tatuagens minimalistas, quase silenciosas, marcadas como pensamentos que não precisam ser explicados.
Detalhes pequenos, mas cheios de intenção — como quem diz muito sem dizer nada.
E então tem o olhar.
Um olhar tão misterioso que desconcerta.
Daqueles que, se sustentado por mais de três segundos,
faz a gente desviar não por timidez,
mas por sentir demais.
Ali eu entendi uma coisa importante:
o amor não avisa quando volta.
Ele reaparece… diferente.
Não veio com urgência, nem com exagero.
Veio como curiosidade.
Como vontade de permanecer um pouco mais.
Como aquela sensação estranha de querer voltar ao mesmo lugar sem precisar de motivo.
A Garota do Balcão não sabe,
mas ela desmentiu uma certeza que eu carreguei por dois anos.
Ela provou que a gente nunca perde a capacidade de se apaixonar —
a gente só esquece como é até alguém lembrar.
Hoje, confesso ao público:
já não tenho mais o que inventar para entrar naquela loja.
Já comprei o que precisava… e o que não precisava também.
Mas continuo voltando.
Talvez isso não seja uma história de amor.
Talvez seja só um capítulo breve.
Ou talvez seja o começo de algo que ainda não tem nome.
Mas uma coisa é certa:
depois de tanto tempo acreditando que o sentimento tinha ficado no passado,
eu me apaixonei de novo.
De um jeito novo.
Mais calmo.
Mais consciente.
Mais verdadeiro.
E tudo isso começou…
E tudo isso começou com um balcão no meio.
Não como obstáculo,
mas como prova de que às vezes o amor não está distante —
só separado por alguns centímetros
e pela coragem de atravessar.

Amo aqueles que não sabem viver a não ser como quem declina, pois são os que passam.
Amo os grandes desprezadores, porque são os grandes reverenciadores, e flechas de anseio pela outra margem.
Amo aqueles que não buscam primeiramente atrás das estrelas uma razão para declinar e serem sacrificados: mas que se sacrificam à terra, para que um dia a terra venha a ser do super-homem.

Friedrich Nietzsche
Assim falou Zaratustra. São Paulo: Companhia das Letras, 2011.

Há pessoas que erram, magoam e machucam repetidamente, mas não reconhecem seus erros. Pior: acreditam estar certas, como se ferir o outro fosse normal. Criam justificativas, inventam razões, fogem da própria consciência. E eu me pergunto: será que essas pessoas realmente a possuem?

Errar não é o problema — somos humanos, somos falhos. O verdadeiro problema é não reconhecer o erro, não se arrepender e não se responsabilizar.

Viver não significa uma meta fixa, diária, mas uma bússola que integra paixões e valores para evoluir!
O tudo começa com o nada, se tudo desse certo na vida, não daria valor a felicidade, sem conhecer uma saudade!
Terrífico, uma vida sem lembranças marcantes e espetaculares, dos risos e lágrimas, das conquistas e superações!
Na ausência de bons motivos de sonhar gera uma sensação de exigência diária, em vez de vivência plena, evidenciando a importância de encontrar um propósito de vida... um significado à existência para o bem-estar!

Não venha falar em liberdade, mulher.
Liberdade não mora no discurso, mora nas escolhas.
A tua vida ainda está algemada no ontem,
presa a erros que você insiste em chamar de passado superado.


Hoje você abriu os olhos —
e isso não é redenção, é apenas o começo.
Ver a própria prisão dói,
mas continuar fingindo liberdade é pior.


Agora não basta enxergar.
É preciso romper, assumir, caminhar.
Porque quem acorda e não muda,
continua presa… só que acordada.


Desperta enquanto o momento é de oportunidade.
Você é livre.
Viva a vida.

Exercícios De Pensar


Texto II – Ensinar


Ensinar não é entulhar respostas.
É atiçar inquietações duráveis.


O ensino que preze ser bom não molda repetidores de conteúdos, mas sujeitos capazes de perguntar quando todos se calam por medo de serem silenciados.


Por isso, ensinar Filosofia nunca foi neutro: ou desperta consciências, ou é reduzido a formalidade vazia.


Ensinar é uma aventura. Mas é também um compromisso com o futuro.

Exercícios de Pensar


Texto IV – Filosofia


A Filosofia não serve para decorar conceitos, mas para desinstalar o que parece óbvio.


Ela começa quando desconfiamos do que parece natural e perguntamos quem ganha com o silêncio, com a exclusão, com a ignorância.


Por isso, a Filosofia é sempre um incómodo: começa quando não aceitamos que o mundo é como é porque tinha que ser assim mesmo.


Filosofar serve para contrariar.


— Ramos António Amine

Exercícios de Pensar


Texto V – Esperança


A esperança não é ingenuidade.
É uma escolha ética.


Esperar, neste sentido, é continuar a pensar, ensinar e escrever mesmo quando o cenário é adverso. É acreditar que a palavra ainda pode formar consciências e que o pensamento ainda pode humanizar.


A esperança, quando pensa, torna-se resistência.


— Ramos António Amine
Professor

Nem sempre ganhamos o que queremos e às vezes somos rudes e não pensamos direito. Aí está, um assunto dos mais delicados. Ninguém quer errar. Todos querem ganhar, sem se importar em plantar o bem para colhê-lo. Aí está, a sociedade não quer saber de seus erros. "Ai mas tudo é culpa de tãnanã", "É por causa do fulano" ... Mas nunca é a sua culpa.
Sabemos o quão difícil é admitir sua parte e não culpar o outro, ou perdoar os outros. O perdão. O perdão é uma forma de nos livrarmos de rancor guardado à toa. Uma pessoa que te fez mal pode melhorar e evoluir. Não temos que ignorá-la, falar mal dela ou rejeitá-la pelo seu passado, a pessoa quer se redimir, mas o orgulho é maior...

⁠Quando digo que algo me magoa, não cabe ao outro decidir onde dói em mim.
Tenho me questionado sobre tudo "Vale a pena?"
Bater em porta alheia, e tentar mostrar aos outros, onde eles erram? Se a própria pessoa não tem a dignidade de assumir onde falha e precisa melhorar?! Estar sempre com mais angustias que alegria? Pior, gente cheias de erros , que se colocam como vítimas, tentam nos colocar comos vilões,minhas palavras carregam peso da minha verdade,meu valor estar no que eu não permito