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Textos que Falem eu Nao Vivo sem Voce

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Às vezes engulo o que pesa em mim, não porque seja leve, mas porque desabafar me faz sentir ainda mais frágil.

Quanto mais falo, mais me arrependo de ter aberto a boca, como se cada palavra fosse uma arma entregue ao outro para, um dia, ser usada contra mim.

O alívio que dizem existir no desabafo nunca chega. Pelo contrário: vem a sensação de exposição, de vulnerabilidade escancarada. É como deixar portas abertas em uma casa que sempre tema ser invadida. Então, guardo em silêncio, não por força, mas por medo de que o pouco que digo se torne munição nas mãos erradas

Gratidão não se troca por ingratidão.
Abandono não é acidente: é escolha, é desrespeito.
Virar as costas é decidir que o cuidado, o amor e o tempo que te deram não valem nada.
Não há desculpas. Não há perdão fácil.
O vazio que você planta volta como peso — pesado, frio, inevitável.
Respeito é a última defesa; quem não honra, cedo ou tarde sente o golpe da própria escolha.


— Purificação ✍️

Vida e ingratidão.
Abandono não tem desculpas: é ausência, é escolha de desrespeitar.
Quem ignora amor, cuidado e sacrifício planta solidão e colhe vazio.


Não há desculpa. Não há perdão.
O abandono fala mais alto que qualquer falha dos que te carregaram.
Honrar é a última defesa contra o próprio peso que você vai sentir.


— Purificação ✍️

Vida e ingratidão.
Abandono não é acidente: é escolha, é desrespeito puro.
Virar as costas para quem te carregou é cravar a lâmina no próprio sangue.
Amor ignorado vira vazio. Sacrifício desprezado vira solidão.
Não há perdão. Não há desculpa.
Honrar é a última linha entre você e o peso que vai te esmagar.


— Purificação ✍️

O racismo não é apenas um preconceito visível; é uma ferida que se infiltra nos pensamentos, nos gestos e até nos sonhos das pessoas. Ele não se limita à discriminação aberta: muitas vezes, é silencioso, internalizado e repetido pelas próprias vítimas. O auto-racismo, por exemplo, mostra-nos como uma comunidade pode aprender a odiar a si mesma, aceitando padrões de beleza e sucesso que privilegiam outros em detrimento da própria identidade.

Em contextos como o de Namicopo, o racismo não surge apenas na relação entre negros e brancos, mas também dentro da própria comunidade negra. A valorização da pele clara, a idolatria de filhos claros e o desprezo por quem tem a pele mais escura são manifestações de um padrão social aprendido, reforçado por gerações e perpetuado por olhares, comentários e até por comportamentos de ostentação.

A consequência é profunda: o racismo interno gera insegurança, frustração e competição baseada em fatores superficiais. Jovens e adultos começam a medir o seu valor por um critério artificial a cor da pele esquecendo que a dignidade, a inteligência e a criatividade não se pintam. Quem vive sob essas regras aprende a rejeitar-se, a cobrir-se de loções, filtros e máscaras, procurando aprovação em algo que nunca deveria definir o seu valor.

O combate ao racismo, portanto, não é apenas uma luta externa, mas uma tarefa íntima de resgatar a autoestima e a consciência da própria identidade. Cada olhar de rejeição, cada comentário depreciativo, é um convite à reflexão: quem somos para nos julgarmos uns aos outros pelo tom da pele? O valor humano não se mede na cor, mas no respeito, na empatia e na capacidade de construir relacionamentos genuínos, livres de preconceitos.

Enquanto a sociedade continuar a premiar o claro e a desprezar o escuro, o racismo permanecerá como sombra persistente. Mas a mudança começa na percepção de cada indivíduo: ao aprender a valorizar-se, ao reconhecer a riqueza da própria herança e ao ensinar isso aos outros, cada pessoa torna-se agente de transformação. É na consciência e na valorização da diversidade que reside a verdadeira força contra o racismo, seja ele explícito ou internalizado.

Todos nós temos uma escolha. Mesmo que, em alguma situação, achemos que não há saída ou que não existem escolhas, sempre há duas opções.

É certo que, quando acreditamos que não há outra saída, é porque sabemos que a decisão mais correta é justamente aquela que trará mais sofrimento. E, por isso, a isolamos, pois temos medo de enfrentar o que seria iminente e sem perspectivas. E quando o sofrimento não traz recompensas, é difícil encontrar razoabilidade nessa escolha, mesmo que ela seja a mais certa e honesta.

É por isso que digo que, nessa guerra que travo dentro de mim, é impossível que haja empate. Nunca poderei conviver com o meu monstro. Ou eu venço, ou ele será o vencedor. Nós dois não podemos viver lado a lado.

Quem cederá? Esse monstro que se nega a ceder aos meus ataques constantes de esperança, subserviência, respeito e bom humor, e que, através da sua paciência em não reagir a nada, me mostra que os meus fracassos em incomodá-lo apenas me tornam mais fraco.

Esse monstro não reage, não ataca, não revida. Apenas se utiliza da minha fragilidade, dos desgastes mal-sucedidos, e avança lentamente, passo a passo. E, com essa estratégia, vai conquistando uma área cada vez maior do meu império.

E o pior de tudo isso é que toda área que ele conquista é impossível de ser recuperada. Não há como voltar atrás. Tenho apenas uma opção: não permitir que ele avance. Mas o meu monstro é inabalável. Ele continua, silenciosamente, a conquistar.

Tudo o que lanço contra ele não dá resultados. Táticas de guerra, alianças políticas, concessões de privilégios — nada tem efeito benéfico a meu favor.

E agora estou ficando cansado. Cansado de tentar avanços sem sucesso, até mesmo invasões de inteligência e artilharia pesada que, no fim das contas, apenas atingem o meu próprio reino.

Na grande arte da guerra, o importante é conhecer bem o inimigo. Mas o que estou vivenciando é que, quanto mais conheço o meu monstro, mais o alimento — e mais forte ele se torna.

Quanto mais entendo como ele ataca, mais o conhecimento de sua força me faz recuar ou me tira as forças. E talvez seja isso que ele quer. O conhecimento de seu poder me desanima, e ele avança mais uma linha.

Mas, nessa guerra, não existe bandeira branca ou pedido de trégua. Não pode ser uma guerra milenar ou histórica. Alguém terá que vencer.

E essa é a grande questão: eu nunca perco. Eu nunca serei conquistado. Eu nunca me entregarei. Não suportaria viver na condição de vencido, nem aceitar ser escravo do meu monstro.

Isso, nunca. Não vou fugir. Mas, quando não conseguir mais defender meu reino, simplesmente desaparecerei. Pois não serei lembrado por ter sido escravizado, nem por terem levado meus despojos. Mas citarão meu nome como o de um guerreiro que, mesmo diante de um inimigo invencível, defendeu e honrou sua dignidade, e viveu até o limite de suas glórias já conquistadas.

Quero sair, quero aproveitar a vida que ainda posso me deleitar; mas não tenho forças.

Mesmo o meu corpo rogue por atividades a minha mente se mantêm estancável e imóvel.

O tédio me corrói, a solidão é visível. Mesmo a solitude sendo nobre e prezo por ela; mas estar sozinho é gritante, da mesma forma que é gritante como eu sou carente e necessito de estar com outras pessoas que me amem de verdade.

Sinto falta de conversas inteligentes, sinto falta de troca de cultura. Isso é necessário para o meu crescimento, principalmente para quem não cultua o físico ou não o convêm.

Eu procuro sempre pequenas coisas que façam sentido para continuar pelo menos aquele dia. Pelo menos até o começo da noite. Mas quando acho que encontrei pequenos sentidos, eu paro e não vejo mas nenhum sentido nisso. E novamente tudo fica de lado. E tudo fica triste. E volto ao meu sofá, vendo TV e fingindo rir de piadas rotineiras e infames.

Hoje aprecio mais as piadas de humor negro. Me sinto bem ao ouvi-las. Aprendi que pessoas que riem, sinceramente, de sua desgraça, são pessoas altamente inteligentes, pois reconhecem como Shakespeare que a vida é um sopro e nada significa.

Quando estou em algum lugar, sempre estou feliz por estar lá. Mas o caminho é muito desgastante, e normalmente ninguém quer passar isso com voce. Pois voce não vale a pena.

Estou cansado de estar cansado. Estou cansado de promessas de andar lado a lado quando estão na sua frente, mas basta estar longe e tudo vira meras falácias. Palavras sem sentido e esquecível para quem declama; mas para mim que acredito, dói muito se sentir apenas uma pessoa qualquer que apenas cruzou o caminho de alguém por afinidades parentais ou nem isso.

Sempre é assim. As coisas que antes me alegravam, nem me levantam da cama mais.

Eu grito e mostro como posso ser feliz, mas a pessoa ouve, olha no meus olhos e escuta uma coisa totalmente diferente.

Não sei até quando vou gritar e ninguém vai ouvir. Não sei até quando vou ter voz. E quando estiver mudo, ainda valerá a pena?

O mundo não para. A vida insiste em seguir. Por mais que doa e pareça que não haverá trégua, o tempo sempre encontra um modo de suavizar. A marca permanece, mas a ferida se fecha; nem sempre por inteiro, mas o suficiente para permitir o próximo passo. Há um medo profundo de olhar para dentro. De se ouvir. De navegar pelo próprio silêncio. Não é fácil seguir quando parece que a única coisa que importa desmorona. É como se o chão se quebrasse, sem nenhuma placa de “atenção”. A vida muda de rumo tão rápido e insistimos em segurar os pedaços que quebram. Depois de tempos em transe, acordamos em um mundo diferente… O que foi que houve? Culpa. Sua? Não, do outro. Culpa de Deus, da família, dos amigos… Mas não há culpa alguma. Aliás, o que a culpa é senão uma forma de nos irresponsabilizarmos de um ocorrido de que participamos? Então apenas escute. Escute seu coração gritar. Lide com a dor causada no seu próprio tempo e descanse. Não precisa correr como se tivesse um bicho-papão te seguindo. O tempo é o melhor professor, se deixar com que ele te ensine.

E, quando se trata do outro, o bloqueio é ainda maior: não escutamos, interpretamos. Não acolhemos, aconselhamos. Aquilo que chamávamos de empatia tornou-se, muitas vezes, uma projeção de nós mesmos. Um narcisismo disfarçado de cuidado. Porque a verdade é que jamais vamos compreender por completo a dor do outro. Nunca estaremos dentro dele, nunca veremos o mundo com os olhos que moldaram sua reação. Mesmo quando histórias se assemelham, o peso não se transfere: o que é dele é dele, o que é seu é seu. E, ainda assim, passa. Não como quem apaga o fogo, mas como quem deixa que ele se transforme em brasa. Não digo que cura, porque muitos confundem cura com ausência de dor. O que acontece é diferente: a dor amolece, se dobra em nós como um metal aquecido, e já não corta como antes. O tempo não cura, mas ele auxilia na transformação. Ele não apaga, mas suaviza a intensidade.

Esse caminho não é simples. Confiar é difícil, e abrir-se parece um risco alto demais. Mas é preciso ousar permitir que alguém toque nosso ritmo, nossa dor, nossa essência. Aceitar que a vida nunca será do jeito que queremos,porque não a controlamos. E, justamente nesse descontrole, pode nascer a chance: de mais amor, de mais coragem, de mais vida pulsando onde antes só havia medo! O tempo é fundamental. Mas, ao contrário do que muitos acreditam, ele não é um simples remédio que nos cura apenas pelo passar dos dias. O tempo, por si só, não transforma; ele precisa da nossa colaboração ativa, da consciência de que é necessário olhar para dentro e lidar com a dor. Não adianta esperar que ele cure nossas feridas se continuarmos nos automutilando com pensamentos repetitivos e negatividade. Cada um tem seu tempo e isso não está relacionado à idade ou à maturidade, mas à nossa essência, que é imutável e profunda. É nessa essência que reside a capacidade de nos escutarmos e de permitirmos que a dor se amoleça, sem se apagar completamente, para que possamos seguir adiante.

Leve o meu Pandeiro !




No meu sepultamento, não quero choro e nem quero grito, mas se puder levem o meu padeiro e também alguns apitos.
Façam uma farra e cantem essa canção: Digam para todos, que Cristo é a solução.


Estou feliz, porque vou morar em um lindo País.
Em Rua de ouro e de Cristal, lá não existe tristeza e nem o homem do mau.
Vou para casa, que Cristo para mim conquistou; na bela Cidade, louvarei ao meu Senhor.

Lembretes diários




Não viva no ócio, seja útil, esteja sempre em movimento, ajude sempre que puder. Seja observador, não curioso, o curioso vê e não pondera, fala o que não deve e o que não sabe, o, observador se atenta aos detalhes, procura fazer o correto julgamento sobre os fatos, fala quando necessário, o silêncio é sabedoria para ele.

Só desejo que nossas fotos ainda estejam guardadas na sua galeria,
talvez esquecidas, mas não apagadas.


Porque um dia, quando vistas,
vão fazer latejar a saudade daquilo que era bom,
daquilo que era de verdade.


Desejo que um dia seu luto acabe
e que você possa enxergar, na verdade,
quem sempre esteve ao seu lado
e caminhou em cada degrau que você subiu.


E como você subiu... amadureceu, cresceu, evoluiu.
Foi o que o nosso convívio nos proporcionou.


Desejo que, em algum momento do seu dia,
você se pegue pensando em mim,
lembrando o momento em que meu sorriso
não cabia no meu rosto ao te ver.


Desejo que nossos vídeos,
de momentos inesquecíveis,
possam fazer você recordar
o quão mágico era viver no nosso mundo.


Desejo que, mesmo lembrando e não querendo voltar,
você possa lembrar que há um coração
que ainda pulsa o seu nome.


Desejo que seja feliz na sua nova jornada,
que possa se reencontrar e se redescobrir,
sem medos e sem culpa.


Só te desejo todas as melhores coisas
que essa vida possa te oferecer,
e desejo, um dia, te reencontrar
e ver que você tomou a melhor decisão pra sua vida.






27/04/18 13h42
Karina Megiato

Jogos? Espero que não!
Sinceridade? Espero que, sim, de exageros!
Confusão? Muita, e com toda certeza.


Pura demagogia, porque, no fundo, todos têm medo de não ter ninguém do outro lado quando saltar de paraquedas.
Mas, se a convicção de que ele vai se abrir exuberante no céu não te preenche o coração,
o que será que te falta?






08/05/18 05:50
Karina Megiato

Ser espiritual não é sobre seguir ou não alguma religião.


É sobre estar conectada com o seu coração,
com o seu sentir,
com a sua alma.


Viver essa profunda relação com você mesma
é também viver uma relação com a energia divina
que habita dentro de cada uma de nós.






12/10/23 20h18
Karina Megiato

Decisões Silenciosas


Me pego olhando o teto, em silêncio,
pensando no que não foi, no que poderia ter sido.
Um oi que não saiu,
um adeus que ficou escondido,
um te amo guardado,
preso no fundo do peito, esquecido.


Amizades que se foram,
ou que nunca começaram,
por gestos não feitos,
por palavras que calaram.


Mas então percebo,
que cada passo, cada escolha,
me trouxe até aqui,
me fez ser quem sou — sem folha em branco,
com marcas, com história, com dor e com brilho.


Sou eu, apenas eu,
o autor da minha jornada,
o dono das minhas decisões,
o escultor da minha estrada.


E se posso errar,
também posso mudar.
Transformar o que sou,
para o bem ou para o mal,
mas sempre com o poder
de reescrever meu final.

É um movimento ritualistico

Sua incerteza me faz pensar

Não quero ser um rascunho




Você é primavera e verão

Irradia teu calor em mim

Me integra no teu lindo Ser




Sou réu subjugado

E te peço por clemência

Mira no meu coração




E me deixe em Frenesi

🜂 “O Equilíbrio do Todo”

Não temas o mal que te fere a alma,
pois nele jaz o germe da transmutação.
Toda dor é iniciação,
todo peso é degrau na escada do Ser.

Não te embriagues com o sabor da vitória,
pois há sempre uma pedra velada
no meio do caminho dos homens.

Não te proclames o melhor,
pois o vento do tempo sopra e substitui
aqueles que se julgam eternos.

Cumpre o teu ofício com pureza e silêncio;
não firas, não invejes, não te exaltes.
O que é teu há de vir no seu instante,
e o justo colherá o que semeou na luz e na sombra.

Como fazer educação?


Como fazer educação se, na escola, não se tem educação?
Portas são fechadas com uma pedra.
Tomadas escassas, às vezes nem funcionam. Enquanto isso, os alunos se olham, esperando que algo aconteça. Alguém diz: “Professor, não se preocupe, vai dar certo.” O professor, já suando, responde: “Sim, vai dar certo.”
Mas a extensão é curta demais, o datashow não alcança. Logo, nada feito.


Como fazer educação em uma sala que comporta 40 alunos, mas tem somente um ar-condicionado? O calor é intenso. Os alunos se amontoam uns em cima dos outros, tentando alcançar aquela mísera porção de ar. Como dizia Foucault, a escola se assemelha a uma prisão. E olhando para esta sala, é impossível discordar.
Alunos não podem sair. Não podem usar celular. Têm que escrever sem parar e, diante das adversidades, como consequência ou não, agem com má educação.


Como fazer educação se não conseguimos nem mesmo terminar a chamada com a voz íntegra? Nem muito menos dar nossa aula.


Como fazer educação se, nas salas, não há internet? E, se quisermos fazer uma aula diferente, precisamos usar nossos próprios dados móveis, que, em quinze minutos de uso intenso, acabam antes de o vídeo da música do Michael Jackson terminar.


Como fazer educação se os superiores não têm empatia com os professores e muitas vezes agem de maneira insensível ou hostil? Professores com ansiedade, depressão, burn-out… ninguém nos vê.


Dados não definem como fazer educação.
A educação não está sendo feita.
O professor já não aguenta o pré, o durante e o pós-aula.
Não há como fazer educação assim.
A educação pede ajuda. A educação pede que alguém nos ensine a ensiná-la.

PENSAMENTOS COMO VENTO




Tô cheio de problemas,

Mas não me entendo bem.

Quando olho no espelho,

Não me reconheço mais.

Sentimentos misturados,

Minha mente bagunçada,

Já não sei quem sou mais.

Procuro um abraço carinhoso,

Mas tô fechado pra todos.

Traumas me acompanham,

Como marcas que não somem.

Tranquei meu coração,

Pra me proteger de pessoas

Que talvez fossem minha salvação.

Os erros ensinam o homem pela dor,
pois não há aprendizado mais profundo que aquele que nasce do arrependimento.


A presença de uma mulher virtuosa é um espelho da alma,
e mesmo quando não sabemos se a merecemos,
a simples existência dela nos faz desejar ser melhores.


Cuidado com as máscaras do mundo
a falsidade caminha sorrindo,
e quando menos se espera, perfura o peito sem deixar ferida aparente.


O amor verdadeiro não nasce do merecimento,
mas da entrega.
E se o coração de quem amamos nos é negado,
que reste, ao menos, a honra de tê-lo amado com pureza.


Ser amigo, companheiro e marido
não é um título, é uma virtude que se cultiva.
E quem deseja proteger o outro da dor,
mostra o valor da alma que escolheu amar.


Pois amar não é possuir,
é permanecer mesmo quando o destino se mostra ingrato.
E quem permanece, mesmo ferido,
torna-se sábio.

Não siga o meu caminho, ele é meu e não seu.
Este meu caminho é cheio de altos e baixos
De verdades incontestáveis, e dúvidas infinitas.
Ele é feito de muitos sorrisos e, de muitas lágrimas também.
De alegrias momentâneas e longas tristezas.
Precisa de coragem para seguir este caminho.
Ele é feito de força, determinação e abnegação.
Não é um caminho para percorrer com o medo nos olhos ou no coração.
Não é um caminho fácil mas, é o meu caminho.
E eu vou seguindo lutando e acreditando que tudo pode ser melhor.