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Textos que Falem eu Nao Vivo sem Voce

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⁠ஐ𝗙𝗶𝗺 𝗗𝗼 𝗝𝗼𝗴𝗼ஐ
༺༻
Não existe jogo algum sem princípio e fim. Sem vencedor e vencido.
Não existe nada eterno!! Nada é para sempre, seja bom ou mau… tudo termina.
Não existe vida sem morte… e a vida o que é? Um jogo simplesmente. Um jogo que todos somos forçosamente derrotados no final, apenas vamos tendo vitorias ilusórias, nada mais nada menos.
Não existe dia, mês ou ano concreto para tal jogo terminar a não ser que… exactamente! A não ser que quem está a jogar decida fazer batota e roube tempo da final, mas isso não torna a pessoa vencedora, nada mesmo.
Não existe chance de vencer o jogo da vida!! Então me diga alguém, se é que tem quem saiba, qual o grande final para quem já perdeu e continua na jogada simplesmente porque a vida a pessoa mantém???
Não foi justo, não é justo e muito menos virá a ser uma jogada justa e limpa a nossa última. Então que se pode esperar deste jogo quando já tudo se perdeu?
Não existe nada mais que ao jogo prenda… sendo eu pessoa que gosta de domínio ter nas passadas e não tirando o valor a quem no jogo está, existe quem faça para o mesmo terminar.
Não é este o plano para o Grand Final, mas estar no jogo para outros poderem se realizar não é também meu propósito.
Não pretendo jogar mais… preparando a última jogada, a que me fará ser perdedora de um jogo já mais que vencido e terminado.
༺༻

Tc.12102025/112

O tempo não espera
à espreita ansioso pela sua
demora.
Ele se vai, diante dos seus olhos…
viril, implacável, surreal…
sim ele se vai, enquanto você aguarda a hora ideal.
O tempo pode ser tanto um aliado como um inimigo também, basta responder a pergunta: quem manda em quem?
O tempo é como um rio que flui, sem barreiras, mordaz, pleno, constante.
E num piscar de olhos leva, o que tinha de mais importante.
Mas não se preocupe, deixe pra amanhã, o hoje não é importante, mas um aviso eu te dou : o tempo segue adiante.
O tempo segue andando, enquanto isso você adia o abraço, o beijo e o eu te amo.
Assim como uma correnteza ele não volta atrás, aquelas horas perdidas, aquela única chance, aquele último instante…não voltam mais.

PAZ NÃO SE NEGOCIA


Já me anulei por medo de perder
Fiquei em lugares que deixaram de me caber
Fiz silêncio pra não incomodar
Segurei o mundo, mas esqueci de me segurar

Fui ficando, mesmo sem ter pra onde ir
Até que entendi: paz é saber partir

Paz não se negocia
Nem por afeto, nem por companhia
Se for pra ficar, que traga leveza
Se for pra ferir, que vire lembrança e clareza

Tem gente que sai e a paz floresce
Tem gente que fica… e a alma adoece
Que o tempo ensine com silêncio e sinais
Quem vale a pena… e quem só traz temporais

Aprendi a ouvir o que o tempo diz
Que cada passo vale mais que um talvez
Que paz não é só silêncio no ar
É ter coragem de recomeçar

Não carrego mais o peso do que passou
Nem deixo o medo dizer onde vou
Hoje me entrego ao que me faz crescer
E deixo o que não me deixa ser

Já fui abrigo pra quem não se abrigou
Fui farol pra quem nunca voltou
Hoje eu sou meu próprio lar
E nem todo mundo vai poder entrar

Paz não se negocia
Nem se pede com covardia
Se for pra curar, que venha devagar
Se for pra doer… é melhor deixar

Caio num buraco sem fundo, onde não há mundo, onde nada habita, nada se cria, a não ser a saudade de você.
Caio, filha, não consigo subir. O buraco não é no vazio do nada, caio no oceano de minhas lágrimas, lágrimas de saudade de ti.
Caio, princesa. Aqui, quando não sufoco na agonia de entender, me percebo inerte, olhando para o nada, tentando reencontrar você.
Caio, amor, mas não por sua culpa. Não permito que se entristeça por mim. Caio porque amo demais e, mesmo aqui, nesse buraco cheio de lágrimas, prefiro estar aqui. Prefiro a eternidade da dor de não a ter mais, do que a possibilidade de nunca a ter.
Cada dor, cada lágrima, cada intensidade desesperada de saudade vale a pena, pelo presente de ter todo você no meu ventre, de tê-la alimentado em meus seios e de ter todo você por trinta anos em meus abraços.
Por você, princesa, tudo vale a pena, até essa eterna dor.
Te amo sempre, até a eternidade do nosso amor.
A. C., sua mamys"

Esse tal Senhor Tempo




Ah, esse senhor que não domamos. Esse tal senhor Tempo

Esse ser que não tocamos.

Esse alguém que simplesmente vem,

E passa por nós, sobre nós.




Um desconhecido que chega à meia-noite.

Sem aviso prévio. Um intruso.

Inflexível. Implacável. Invulnerável.

Era passado, fez-se presente e já é futuro.




Por que o tempo passa?

Mas se não passasse não seria tempo!

Seria um contratempo!




Por que não o contrário?

Nasceríamos velhos, ficaríamos crianças,

pequeninos, inocentes e morreríamos bebê,

Sem nada saber…




Sim, esse senhor parece voar,

como a águia, como o pensamento.

Parece intocável, como sonhar.

Vai em qualquer direção como o vento.




Começamos a morrer no segundo seguinte,

Logo que nascemos, dizem.

Que paradoxo. Que dicotomia. Que ironia.

Vir e partir. Nascer e perecer.




Em cada novo alvorecer,

Usando cada segundo desse tempo,

Ao meu Salvador quero engrandecer.

O Pão do Céu será meu alimento.




E como um vaso imperfeito,

Que o Oleiro faça em mim um novo advento.

E o ser que eu era seja refeito,

Mesmo diante do inexorável tempo.




E a cada novo amanhecer,

Quero anunciar de voz e de coração:

"Bendirei o Senhor o tempo todo!

Os meus lábios sempre o louvarão".

Entre fases
Às vezes a gente passa por períodos em que o coração parece meio perdido.
Não é falta de amor, é excesso de aprendizado.
A gente se decepciona, se levanta e aprende que o que realmente importa é encontrar alguém que traga leveza e não confusão.
Já conheci pessoas boas, com boas intenções, mas nem sempre é o momento certo. E está tudo bem!
Porque o tempo ensina que não é preciso preencher o vazio com pressa
Às vezes é preciso deixar ele existir para entender o que cabe ali de verdade.
Hoje eu só quero paz.
Quero reciprocidade, sinceridade e presença.
E até que isso aconteça, eu sigo construindo o que mais preciso agora... A minha própria paz.

Cercado de gente, me sentindo só,
um mundo tão cheio, mas dentro é pó
Os risos ressoam, não chegam aqui,
sou barco sem vela, perdido em si


Tantas vozes falam, nem sei como escutar,
procuro um abraço que venha ficar
O tempo me cerca, mas não me contém,
sou vento que passa sem prender ninguém


No meio da festa, vazio eu sou,
sendo um fogo apagado que nunca queimou
E mesmo entre muitos, me encontro assim:
sozinho no mundo, sozinho em mim

Não faz muito tempo,

senti saudades de alguma coisa.

Pensei em escrever a respeito.

Mas,não escrevi.

Mudaram os dias, e me esqueci da saudade.

E nunca mais lembrei.

Esse poema não é a respeito

da saudade (que esqueci)

mas sobre o poema que nunca

existiu (apesar da saudade).

Em não me desperdiçar narrando,

perdi uma memória.

Uma lembrança que chegou

a doer por um momento,

e inspirou um verso que nunca rimou.

Me perdi em não me desperdiçar.

Não gosto de ir a sepultamento.

Não gosto de ir a sepultamento,
Porque não suporto o fingimento dos filhos e parentes, quando ouço a lamúria, dá vontade de vomitar em cima dos hipócritas que fingimem ao falecido amar.
Teve oportunidade, nunca abriu o coração para dizer ao falecido: "eu te amo, meu irmão".
Do mesmo modo acontece com os seus genitores, jogam nos abrigos e nunca vão visitar; mas quando a morte os levam, os miseráveis se põem a chorar.
Por esse motivo não vou a sepultamento, pois meu coração não suporta tanto fingimento.

Do que se trata viver?


Viver trata-se de entender a própria dor, para que assim não se atinge os males e socos que o mundo nos dá.


Se trata de viver sabendo que valerá cada segundo o dedicado no que estamos fazendo.


Saber que, de uma hora ou outra não veremos os rostos que estamos assimilarizados


Morrer, sabendo o que foi viver.

Não rezo pedindo a Deus que me cure os sentimentos internos.


Se não os houvesse, o que seria de mim sem meu amor por ele?


Não rezo pedindo a Deus que mude o coração, os pensamentos…


Constantemente eu peço que leve a resposta a tudo aquilo que ele ainda não decifrou.


Meu coração não cabe pouca coisa, e eu não sei ser pequena por dentro.


Sou nova, mas penso em centenas de sonhos.


Me casar, ser mãe…


Eu, como qualquer outro ser humano, também tenho minhas dúvidas.


Mas, devo me lembrar que a constância não é pra qualquer um.


Já furei a bolha. Já quis deixar de sonhar alto por medo da solidão, às vezes até da felicidade em excesso. Medo dos meus sentimentos em excesso.


Ele me jogou em um turbilhão de emoções onde eu aprendi como lidar com todas elas, junto dele.


Eu aprendi a lidar com a enfermidade, aprendi a lidar com a calma, com a paciência na espera, até com a dor da incerteza…


Mas, se eu tivesse que listar, citando todas as vezes que ele me fez sorrir… não existiria papéis o suficiente no mundo para escrever tudo.


Ele me faz sonhar e respirar.


Hoje eu tive a certeza que ele carrega as minhas felicidades com ele. E eu o agradeço muito por isso.


Vou sentir falta quando acabar

À Mulher de Fogo e Símbolos


És rito e renascer, não simples carne,
És brisa e chama, e o verbo que desperta;
Tua pele ,mapa antigo guarda em tarde
Os segredos que a lua, em ti, desperta.


Pagã, não por negar, mas por sentir:
Crês no vento, no toque, no instante.
Em teus olhos, o sol vem redescobrir
O que o mundo esqueceu .o vibrante.


Tens tatuada em ti a própria história,
Runas e flores, feras e destino;
Cada traço é canto, dor e glória,
Códice vivo do teu desatino.


E eu, mero homem, que em ti me perco,
Busco o mistério que em ti reside;
És templo e tentação, caos e berço,
A chama antiga que o tempo divide.


Se um dia fores minha por um segundo,
O mundo em ti caberá inteiro;
E serei, não dono, mas o fundo
Eco do teu riso verdadeiro.

Dois polos,
Jovem e velho,
Quente e frio,
Quem te viu?


Vazio preenchido,
Antônimos,
Não são estranhos, senti-los.


Ontem iluminado,
Pelo Sol, machucado,
Pela Lua, curado.


Hoje calmo,
Não corro mais,
Caminho olhando.


Hoje acordei calmo,
Investindo em pensamentos,
Pensei, chorarão amanhã?


Imprevisível como o amor,
Amanhã,
Certo como a morte,
Hoje.

..Não gosto do Outono
Porque folhas caem
Pessoas morrem
Faz frio lá fora
E esse frio corta
Dá um nó na garganta
Desfaz a esperança
De um novo amanhã
Entra com pezinho de lã
Parece fazer sol
Mas é sol de pouca dura
Porque logo ele vai embora
As nuvens cedem à secura
Bebem as lágrimas que se fazem sentir
Agora com mais força
A cair do céu
Que a primavera me ouça
Ou até mesmo o verão
Para transformar este céu cinzento
Numa nova onda de calor
E logo quando o sol se pôr
Surgirá uma força interior
Acompanhada de um anjo protetor
Com suas asas proteger-me-á
Do mal que se avizinha
Da dor que não nasce sozinha
A dor do outono tem dono
Cabeça, tronco e membros
É o Mês de Dezembro que se advinha
Árvore de natal só tem enfeite
Não dá luzinha
Não tem quem espreite
Antes espreitada de empreitada
Hoje este natal não é nada
Hoje este outono é uma estação amaldiçoada
Outono mata
Outono não é ouro
Outono não é luz
Outono não é prata
Outono não é tesouro
Outono não reluz
Outono que leva a alma
Outono que vá para o raio que o parta

Uma mulher

A mulher do capitulo 12 de Apocalipse, como é evidente não é "Maria"! Ela é o povo de Deus, tanto do Velho testamento, como o povo santo do Novo Testamento! Essa mulher dá à luz um filho, que é fruto do Povo de Israel, mas de um modo geral, fruto de` todo o povo de Deus! Há uma referência também às 12 tribos de Israel, assim como aos 12 Apóstolos do cordeiro!

O povo santo sempre vence com o cordeiro Deus. O dragão, não vence, mas sim os santos com o filho da mulher!

HelderDuarte

Não sei dizer...
Tentando ser engraçado ou tentando rir de mim mesmo. Tenho a mania de olhares engraçados em meus olhos que enxergam rindo. É a maneira de minha criança interior se divertir, brincar com os outros e até de amar. Quase ninguém entendi. Não importa se a piada tem graça ou não... Eu acho que tem... é sutil e não obvia...
Pronto falei! Caiu a casa!!!

Vivemos acorrentados a obrigações que não escolhemos,
chamamos de rotina o que, na verdade, é prisão.
Corremos para dar conta de tudo — e, nesse ritmo,
esquecemos de sentir, de respirar, de ser.


As horas voam, os dias se confundem,
e a alma, exausta, vai se perdendo em meio às tarefas.
No fim, resta a pergunta que ecoa no silêncio:
“Estou vivendo… ou apenas sobrevivendo?”


Talvez a verdadeira liberdade seja recuperar o direito de parar,
de sentir sem culpa,
de existir sem pressa.

noites em claro
não consigo dormir
mente cheia
não para quieta


parece perder as forças
chegou de madrugada
galo canta
cigarra assobia


o dia clareia
e minha mente continua cheia
tempo voa
já é de tarde


chegou a meia hora
noite volta
tudo de novo


liga o telefone
tela brilha
noite vira dia


pois é
minha mente
continua bagunçada

Sobre oportunidades

Não é a ocasião que faz o ladrão, dizia ele a alguém; o provérbio está errado. A forma exata deve ser esta: "A ocasião faz o furto; o ladrão nasce feito." Machado de Assis

O ladrão nasce feito, melhor dizendo ele nasce do pavor em sermos menores, nasce da nossa falta de humildade, de humanidade, nasce na esfera angular de nosso mundo medíocre e impaciente.

O ladrão e, não é preciso cometer delito para que seja, bastando apenas pensar, franzir a testa ou até mesmo omitir questões importantes para nós e os que nos rodeiam.

Pensemos com o coração mais aberto, com o diálogo nascido do agora, deixemos as frases prontas, a neutralidade da alma, abdiquemos da nossa frágil e inútil arrogância, pois está nos faz “furtadores” de sonhos, que por muitas vezes são os nossos.

Viajei

Viajei…

Hoje estou numa viagem… Dessas que não tem porto seguro!

Náufrago de mim mesmo… Mas, caminhando, ainda pensando sobre a morte, dela que cedo ou tarde terei sorte, vaguei por pessoas incomuns, boas, ruins, sem laço algum.

Andei pastos verdes, vi montanhas, atravessei rios, não me afoguei, engoli o choro e caminhei, mesmo indo pra tão, tão, distante, a minha frase preferida é de um burro a um ogro: “Já chegou”?

Eu nunca chego, eu nunca vou…