Textos que Falem eu Nao Vivo sem Voce
Educar não é apenas ensinar a viver no mundo, mas lembrar que o mundo também aprende conosco. Somos tanto lição quanto aluno da vida.”
— Alexsandro Luz Silva @culturaescola
🌌 “O universo não é distante de nós; ele respira em cada célula, em cada pensamento. O mundo é apenas o reflexo íntimo do infinito que carregamos dentro.”
“Podem prender-me em algemas
Em grades ou podem amarrar meus pés
Mas meu conhecimento não!
Ah! Isso não!
É o meu escudo, minha proteção
Meu grito de guerra
Minha libertação!”
Análise do poema da escritora Priscila Mancussi
Pequeno no tamanho, mas grande na potência, este poema nos lembra que o saber é uma arma contra qualquer forma de opressão.
Ser feliz não é possuir o mundo nas mãos, nem somar vitórias como quem coleciona medalhas enferrujadas.
Ser feliz é mais silencioso. É reconhecer que o pouco que nos acompanha já carrega em si o inteiro da vida.
Não se trata de ter tudo, porque o tudo é sempre uma miragem que se afasta quando pensamos alcançá-la.
Trata-se de agradecer o instante, o gesto, o olhar que nos acolhe, o pão simples sobre a mesa, a respiração que insiste em continuar.
A felicidade, afinal, não é abundância, mas presença.
Não é conquista, mas gratidão.
É o vazio que se ilumina quando aceitamos que nada nos falta, mesmo quando falta tanto.
No fundo, ser feliz é aprender a olhar para o que temos e descobrir que aí já mora um universo inteiro.
Como podemos ser tão falhos assim ?
Deixando palavras ditas por pessoas que não sabe o que vivemos ou passamos, e mesmo que saibam elas não são Deus que pode saber o que pensamos!
Nossos pensamentos e preocupações as vezes nós bombardeiam, como uma metralhadora.
Mas não se esqueça essa situação que tá vivendo agora não anula todas as vezes que se superou ou precisou se reinventar. Não desista por favor.
Porque a coragem não está em nunca sentir medo, mas em enfrentá-lo — seja avançando contra ele, seja escolhendo sobreviver.O problema é que confundimos covardia com sentir medo. Achamos que ser covarde é recuar, tremer, falhar. Mas não. O medo não define a covardia. O que define é se você deixa ele decidir por você.
(Kazehara, Kazumi)
Existem pessoas que simplesmente não merecem a sua atenção. Gente que só aparece quando precisa sugar algo de você, mas que nunca está quando é a sua vez de precisar. Pessoas que diminuem suas conquistas, que zombam dos seus sentimentos, que te cercam de inveja e negatividade. Dar atenção para esse tipo de gente é como desperdiçar energia preciosa em algo que não retorna nada de bom.
Atenção é valor, é cuidado, é escolha. Quem não te respeita, não te apoia e não sabe reconhecer quem você é, não tem direito a ocupar espaço na sua vida. Não se culpe por fechar as portas. Você não deve nada a quem não sabe somar.
“Nunca fui segunda opção e nunca serei submissa a quem não me valoriza. Não nasci para ser opção de ninguém, nem para me curvar aos caprichos de quem se acha superior. Meu respeito se conquista, minha presença se merece, e minha força não admite submissão. Quem tenta me diminuir ou me colocar no lugar de segundo plano logo descobre que está lidando com alguém que não se dobra, que não implora e que não aceita migalhas. Eu sou inteira, intensa e imparável — quem não me enxerga assim, não merece nem meu tempo, nem meu olhar. Aqui, ou você reconhece meu valor, ou desaparece da minha vida.”
Gláucia Araújo
O amor e o ódio não estão em lados opostos, estão na mesma cama. Dormem juntos, acordam juntos, se confundem. Quem ama com intensidade, quando se decepciona, odeia com a mesma fúria. É no excesso que mora o perigo: o mesmo olhar que já foi desejo, vira veneno; o mesmo toque que já foi abrigo, se torna repulsa. Amor e ódio andam de mãos dadas, e quando um cai, arrasta o outro para o abismo.
Gláucia Araújo
Minha Negra Consagrada
Não esconda teus caracóis
em químicas de lisura,
tua pele é tua cor,
tua arte nua e crua.
O teu jeito tão singelo
te faz altiva, és rainha,
danças leve, sensual,
na elegância que caminha.
Lábios fartos, pele escura,
jeito doce, alma pura,
a malícia se confunde
com a ternura da tua curva.
Se soubesses o quão rica
de beleza e de candura,
não dirias ser pequena,
és gigante em tua altura.
És tão linda, és tão forte,
tua raça me encanta,
descendente de rainhas,
me governa, me levanta.
Minha negra consagrada,
meu amor mais singular,
me ensina a ser teu homem,
me ensina a te amar.
Teu corpo é como um violão,
em minhas mãos, vira canção,
floresço em ti, natureza,
perfeição da criação.
Mauricio Macedo
“A prosperidade não é só riqueza”.
A riqueza, em sua natureza intrínseca, constitui dom especialíssimo,
atributo que dimana do Altíssimo, conferido a alguns segundo Sua soberana vontade;
talento e recurso que, embora legítimos, não asseguram por si só a eternidade,
pois se limitam ao campo material e transitório da existência terrena.
Diversamente, a prosperidade se reveste da condição de verdadeira bênção,
porque se estende a todos quantos depositam sua confiança no Deus vivo.
Não se restringe a cifras, patrimônios ou títulos de crédito,
mas se manifesta em paz de espírito, em saúde preservada,
em família edificada com dignidade e em fé que sustenta a jornada diária.
Cumpre reconhecer que o homem rico, ainda que cercado de tesouros,
pode revelar-se pobre de sentido, carente de substância na alma,
enquanto o próspero, mesmo em meio às adversidades, floresce e subsiste,
porque amparado está na força que do Alto provém,
e sua vida se firma perenemente na graça divina.
Assim, proclama-se: a riqueza é dom, privilégio que pode converter-se em vaidade;
já a prosperidade é bênção inalienável, direção segura
e fundamento espiritual da existência.
Se o dom é recurso eventual, que Deus soberanamente reparte,
a bênção é graça contínua, que jamais permite faltar
o necessário à vida, ao coração e à eternidade.
Ambos procedem de Deus, o que ratifica a existência de realidades diversas:
há o rico pobre e o pobre rico, assim como há o rico verdadeiramente rico
e o pobre que permanece pobre.
O que, em essência, distingue cada um não é a soma dos bens,
mas o caráter, a fé e a dignidade que sustentam a alma diante de Deus.
H.A.A
Sua luz, distante e pura, em meu céu,
Um farol que guia meu silêncio, meu véu.
Não ousarei chegar perto, nem tocar seu chão,
Pois a beleza que admiro não é para minha mão.
Você sorri, e o mundo inteiro se ilumina,
Em meu peito, uma flor que não se inclina.
Sou apenas uma sombra, na esquina da vida,
Amando uma estrela que nunca será atingida.
Eu a vejo passar, e o tempo para,
Seu perfume, a brisa suave que me abraça.
E em cada olhar que não é para mim,
Planto um amor que nunca terá um fim.
Não desejo a posse, não quero ser seu par,
Apenas a sorte de, de longe, poder amar.
Você é a poesia que nunca escreverei,
O sonho bonito que sempre sonharei.
Calunga da Alma: Umbanda em Versos Alquímicos
Não é só na guia, no atabaque ou no giro,
Mas na sombra que dança no fundo do respiro.
A Umbanda não vem só de folha ou raiz,
Vem do abismo do ser, onde o eu se infiltra e diz:
"Quebranta-me, Preto Velho, com teu cachimbo lento,
Desfia este novelo de falso sofrimento.
Mostra-me na kalunga do inconsciente fundo,
O Exu guardião do meu desejo infindo.
Eis que o terreiro é espelho: arquétipo em transe,
Jung e Lévi-Strauss no mesmo passo que dança.
Ogum desce no ferro da couraça quebrada,
Oxóssi flecha a angústia, caça a alma atordoada.
Iemanjá é o útero, o mar primordial,
Onde o ego se afoga num sal gélido e igual.
Ela lava na espuma o complexo enraizado,
O trauma cristalizado, o amor não realizado.
Oh, Pombagira gira no eixo da libido,
Desata o nó do gozo, do que foi reprimido.
Seu riso é catarse, seu gume é análise,
Desvelando na lama a mais pura promessa.
A magia? É símbolo que opera no osso,
Projeção transformada em axé, sangue e gozo.
O médium, o transe, não é Narciso ferido, é amparo
Enxergando no orixá seu duplo esquecido.
A cura não é fuga, é integração profunda:
O inconsciente coletivo que em santo se desfunda.
O ego se dissolve no ponto riscado no chão,
E renasce no corpo de luz, em comunhão.
É "Erzulie" no espelho quebrado da autoimagem,
Xangô julgando a culpa, cortando a ramagem
Do superego severo, da moral que oprime,
Restituindo o sujeito ao seu centro sem crime.
A Umbanda opera a grande sublimatio...
A pulsão devoradora, em caridade e ofício.
O desejo recalque, em gesto de dar,
O ódio ancestral, em perdão sem parar.
Não é magia menor, feitiço no escuro,
É "magnum opus" da alma no cadinho do futuro.
É a psique em procissão, arquétipo em terreiro,
Desfazendo o sintoma, curando o mundo inteiro.
No silêncio que ensurdece após o último ponto,
O eu, agora coletivo, perde seu contraponto.
A vida transformada? Não por mero milagre,
Mas porque a alma, enfim, aprendeu a ser ponte
Entre o abismo e o astral,
Entre o humano e o divino,
Entre a dor e o axé,
No terreiro, destino....
Veem-me cinzento.
Mas não é por falta de cor —
é por não pintarem devagar.
Não sou o que mostro.
Sou o que seguro para não cair.
O que calei para não ferir.
O que deixei por dizer
quando me disseram que já não havia tempo.
Aprendi a vestir sombras
com a dignidade de quem sabe
que até a noite tem camadas.
Ergui castelos no ar
com mapas rasgados.
Com linhas tortas, sim,
mas desenhadas com silêncio aceso.
Procurei luz sem a pedir.
Preferi arder por dentro
a que me apontassem o fogo.
E quando me disseram que o mundo era
preto ou branco,
guardei as cores no bolso.
Não para esconder —
mas para que alguém as quisesse ver.
Sou feito de todas as coisas
que não se veem à primeira.
De silêncios que gritam.
De memórias que ainda não aconteceram.
De palavras que nasceram antes da boca.
Não preciso de ser lido.
Mas se me lerem, que não me distorçam.
Procurem a cor, não as trevas.
As que tremem.
As que resistem.
As que sou.
Há um vinho perdido, soterrado num fiapo de névoa fora da criação.
Não é uva, não é sangue é memória de um tempo anterior ao tempo.
Os astrólogos disseram que quem o encontrar sentirá o gosto de tudo que já foi sentido.
E também o que jamais deveria ser.
Os reinos em guerra não o buscam por sede, mas por fome de trono.
Querem o cálice, não o conteúdo.
Querem ser os que ditam o silêncio.
Não beberão, mas farão com que outros se curvem ao aroma.
Não discuta com idiotas, pois eles são tão bons nisso que acabarão vencendo por desistência. Parafraseando Mark Twain
Os idiotas são como pombos: primeiro, derrubam as peças, cagam nos tabuleiros e, como se estivessem cantando para subir, estufam o peito e arrulhando, então alçam voo para cagar novamente — só que desta vez nas nossas cabeças.
Não se espreme pra caber onde Deus nunca te pediu pra ficar.
Tem espaços que parecem bonitos, mas exigem que você encolha a alma pra entrar.
E isso não é amor, não é cuidado, não é d’Ele.
O que vem de Deus te abraça por inteiro.
Não corta suas asas, não apaga sua luz,
não pede pra você se perder pra ser aceita.
Vai onde sua presença pode ser inteira.
É lá que a graça floresce.
— Edna de Andrade
@coisasqueeusei.edna
Dia dos Pais
Tem amor que não precisa de muito pra ser grande.
É no jeito de ajeitar o travesseiro, de esperar na porta, de ouvir com atenção até as histórias que já conhece.
É no silêncio que guarda as preocupações pra não pesar o teu dia.
É no olhar que te acha no meio da multidão e respira aliviado: meu filho está aqui.
Pai é quem fica,
quem escolhe estar,
quem aprende todos os dias a traduzir amor no idioma das atitudes.
E Deus, na Sua generosidade, nos presenteia com esses braços que seguram o mundo pra que a gente possa sonhar sem medo.
— Edna de Andrade
Me doeu fortemente te ver nesse estado. Mas me doeu, ainda mais, não conseguir fazer nada para te ajudar. E vai me doer, ainda mais, não conseguir te salvar. Me perdoe, princesa. Eu não fui aquele que te fez a mulher mais feliz do mundo. Pelo contrário, eu fui aquele que tentou e te viu se desfazer com o tempo, como um lírio perdendo suas pétalas.
E pensar que nunca te olhei nos olhos. Nunca sequer coloquei minhas mãos sobre as suas. Nunca sequer te abracei levemente e menos ainda com toda a minha força... E pensar que nunca vou ser capaz de te dizer que te amo, te olhando nos olhos, acariciando o seu rosto, com lágrimas escorrendo pelo meu.
Se, ao menos, eu tivesse a menor das chances de voltar no tempo e impedir o meu eu de te permitir sair dos meus braços, apenas para que talvez eu tivesse a menor das chances de te salvar para sempre... Eu faria qualquer coisa para te fazer sorrir e te fazer sentir alegria apenas por estar viva. Deus sabe o quanto me culpo amargamente por ter te permitido ir.
Eu não quero morrer, mas viver sem você é como se eu nem mais estivesse vivo para ter o privilégio da morte.
Você terá sempre o seu lugar em meu coração, no mesmo trono em que eu havia te acomodado, na primeira vez que te amei, minha princesa, minha rainha, minha majestade, minha vida, minha pequena... meu tudo.
A vida cansa, morrer é descanso eterno.
Trabalhar é ruim, não ter como sustentar-se é doloroso.
Sua casa mesmo com goteiras ainda é a casa dos sonhos de alguém que não tem teto.
Saiu de algum lugar que pode voltar, lembre-se de levar a chave ou deixar aberto, mas se não tem a intenção de retorno, feche e não olhe pra trás!
Ninguém rouba casa vazia, portanto não deixe de cuidar daquilo que ama.
Para uns isso é sua conta bancária, para outros é apenas quem está ao seu lado, e isso basta!
Sabe, faz tempo que parei para escrever, não é falta de vontade, nem por não ter o que dizer, só não tinha entendido ainda o que sinto por você.
É uma mistura, de certeza com ansiedade é como se enxergasse com clareza mas não entendesse a paisagem, como estar diante da realeza e não perceber a majestade.
Sim, coração tá assim, batendo com outra frequência, algo mudou em mim e veio com muita potência, energia que não tem fim vida da fonte da existência
Você me conquistou, talvez sem nem mesmo tentar, você é meu futuro, o meu porto seguro, a praia do meu mar, meu barco navega no escuro ciente de onde vai chegar
11/08/25
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