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Textos que Falem eu Nao Vivo sem Voce

Cerca de 210493 frases e pensamentos: Textos que Falem eu Nao Vivo sem Voce

emoções rasas, memoria que não tive / portuguesa


" Aquela ao meu lado
Nunca serei abandonado
És minha amiga
De simpatia é rica


Nesse campo
De tantas pequenas flores
Mesmo com nas minhas dores
Você é minha clematis
Resiste as nossas nevascas
Persiste em suas carícias


Seu apoio
Meu suporte
Nossa amizade
Ombro amigo
Amiga Portuguesa
Q nossa amizade cresça"

Deus não prometeu caminhos perfeitos, vida
sem sofrimento, vitórias sem lutas, assim como
nunca disse que seria fácil a caminhada. Porém,
sabemos que n’ Ele temos socorro presente,
fidelidade e certeza da vitória, porque Ele
caminha lado a lado com a gente, nos protege,
nos guia pelas veredas e pelos vales escuros e
se preciso for, vai à nossa frente quebrando
as barreiras. Creia, confie e acredite...
Deus honra cada filho d’Ele.

Setembro Amarelo: Vamos Falar Sobre Isso?
Já que não sabemos os desafios que cada um carrega, que tal trocar o julgamento por uma escuta sem pressa? Trocar os dedos apontados por uma mão estendida.
Que tal fazer diferente hoje? Dê um abraço de verdade em alguém próximo e pergunte, com calma: *"Como você realmente está?"*. Essa simples pergunta pode ser o primeiro passo para uma conversa que salva vidas.
Vamos construir, juntos, um mundo onde cuidar da saúde mental seja um ato de todos nós. Sua atitude faz mais diferença do que imagina. Vamos começar essa mudança, um abraço de cada vez?

A democracia não é apenas um arranjo institucional de governo, mas um pacto moral entre cidadãos.
Sua beleza está em exigir que a vida pública seja sustentada pela honestidade, pela consciência ética e pela fidelidade à verdade.
Quando esses fundamentos se corrompem, não é a democracia que fracassa em si mesma, mas a ausência dessas virtudes que a esvazia e a transforma em ilusão.

CADA MOMENTO CONTIGO É UMA HISTÓRIA QUE O TEMPO SE ENCARREGA DE CRIAR

2º Ato | Enquanto Não Vens..

Te esperei nas entrelinhas de tantos poemas,
nos abraços que não me prenderam,
nas promessas que o tempo levou
como folhas secas ao vento.

Te imaginei em rostos que sorriam errado,
em vozes que não sabiam o meu nome por inteiro.
Te busquei nas ruas vazias da alma,
onde até a esperança anda devagar.

Talvez tenhas vindo e eu não vi,
disfarçado de silêncio, de adeus,
ou talvez nunca tenhas vindo, e só existas no que ainda creio.

Mas sigo… Mesmo com a saudade do que nunca foi, mesmo com a dor de querer sem ter,
porque amar, às vezes, é espera!

Recomeçar é um ato de coragem.
É olhar para as próprias cicatrizes
e escolher não parar nelas.


É dar um passo de cada vez
mesmo quando o chão parece novo demais.
É permitir que a alma se renove
e que o coração volte a acreditar.


Recomeço é lembrar que a vida
é generosa com quem insiste em florescer
mesmo depois do inverno.


E, no fundo, é confiar que Deus
sempre sabe por onde nos guiar.


— Edna de Andrade
@coisasqueeusei.edna

Do Amor que Não é Água Parada


Não te ensinaram o mais perigoso dos segredos, o amor não pede permissão, ele é.
Chega como o sol da manhã, não como a luz tímida de uma vela que se pode apagar.
E se um dia ele bater à tua porta, não lhe ofereças o pão morno da prudência.
Porque o amor que é moderado é uma flor de plástico, tem a forma da beleza, mas não tem o perfume da vida.


Há os que buscam o amor como um refúgio, um porto seguro contra a solidão.
E fazem dele uma casa aconchegante, com janelas fechadas para o vento.
Mas eu te digo:
O amor não é abrigo! É a tempestade que arrasa a casa para que você relembre o céu.
É fogo que consome a lenha morna da tua existência comodista.
O que é morno não queima, é verdade. Mas também não aquece a alma, que é de gelo e de estrela.


O amor insípido é a maior das traições a si mesmo.
É uma concha vazia na praia, que acredita ser oceano porque um dia a água a tocou.
É um beijo dado com os lábios cerrados, um abraço que calcula a distância entre dois corpos.
É a comida sem sal, que sacia a fome do estômago, mas deixa o espírito em jejum.


Porque o amor, quando é, é intenso ou não é.
Ou é um grito que parte o silêncio ao meio, ou é apenas um eco cansado.
Ou é um rio que transborda e altera o mapa dos teus dias, ou é um filete de água estagnada, criando limo.


Ama, pois, com a fúria dos que não temem a destruição, porque só o que é intenso conhece a verdadeira reconstrução.
Entrega-te não como quem depõe uma arma, mas como quem mergulha no abismo, certo de que voarás ou encontrarás as profundezas que te habitam.
Porque o amor morno não perde, é verdade. Mas também não ganha. Apenas... permanece. E permanecer é a morte disfarçada de vida.


Que a tua entrega seja um vulcão, não um braseiro controlado.
Pois é melhor a cinza do que foi intenso, do que a perfeição intacta do que nunca se ousou ser...

Do Reconhecimento Vazio


Não me tragas teus louros nem tuas coroas tecidas de olhares alheios.
Não me ofereças o espelho onde me devolvem a face que esculpi para ser amada.
Pois o que busco habita nas entranhas do ser, onde nenhum aplauso ecoa,
e o reconhecimento é uma moeda que compra apenas o eco da própria imagem.


Dizem que sou digno quando minha sombra se alonga no crepúsculo dos elogios.
Mas eu, que me alimento do silêncio primordial que habita meu peito,
sinto-me estrangeiro no banquete dos aprovados.
Minha fome é mais antiga que a palavra “glória”;
ela vem do tempo em que eu era apenas um pulsar anônimo no ventre do cosmos.


Ah, não me entendas mal:
não desprezo a mão que me estende um ramo.
Mas como posso aceitar um nome que me dão,
se ainda não desvendei o nome que sou quando ninguém me chama?


O reconhecimento é um abrigo construído com janelas para fora.
Ele me mostra o mundo que me observa,
mas me cega para o mundo que sou.
E eu desejo é a escuridão fecunda onde germina a semente que não sabe de si,
onde posso ser inteiro, e sem testemunhas,
assim como a rocha é rocha, mesmo quando a noite a envolve.


Há um grito em mim que não busca ouvidos.
Há uma verdade em mim que não carece de testemunhas.
Ela arde em seu próprio isolamento,
como uma estrela que brilha por sua natureza ígnea,
não pelo navegante que se guia por ela.


Trouxeram-me espelhos e me disseram: “Vê! És grande!”
E eu olhei, e vi um fantasma gestual, uma marionete de expectativas.
Quebrei o espelho e no caco cortante avistei, enfim,
o reflexo de um deus ferido ou de um animal intacto—
já não sei—mas era real, era meu...


Não me satisfazes, ó reconhecimento,
porque me vendes a embriaguez de ser alguém
e me roubas a vertigem de ser todo.


André Vicente Carvalho de Toledo.

Silêncio


Em nome do silêncio que deixei, E da ponte que não cruzei, Deixo estas palavras.


Não vejas na minha ausência um amor minguado, Pois é um amor que, em seu núcleo, é tão vasto e sagrado Que,por vezes, se perde de si mesmo.


Em verdade te digo: Há um oceano de questões dentro de meu peito, Um redemoinho de sombras sem nome e sem jeito, Que a razão,tão frágil, não consegue conter.


E na ânsia de acalmar a tormenta interior, Busquei abrigo no vinho do esquecimento, E mergulhei no véu espesso do entorpecimento, Não para me afastar de ti, Mas para fugir da tempestade que sou em mim.


A vida, em sua superfície, é um jogo de espelhos, Cheio de poeira e de acontecimentos insignificantes. E há dias em que o peso do trivial, O ruído do mundo,o eco do vão, É uma lança que encontra a fenda de minha alma.


Mas oh, amada… Não confundas a fraqueza do vaso de barro Com a pureza da água que ele guarda. Não confundas meu naufrágio momentâneo Com a direção das estrelas que admiro em teu céu.


O que transborda é minha pequenez, Não o meu amor por ti.


Pois o amor é a montanha inabalável sob a neblina dos meus dias. O que vacila é o peregrino, cansado e ferido, Que por vezes se perde no caminho, Antes de encontrar o seu centro novamente.


E se um dia me vires calado e distante, Lembra-te que até o rio mais profundo Precisa, por vezes, correr subterrâneo Para reencontrar sua própria nascente.

Só Quero Te Amar


Não trago joias nem finas palavras,
só esta voz que do peito se lava.
Como o rio que corre, calmo e sereno,
te amo no silêncio, te amo no engano.


Te amo no pão que partimos juntos,
nos segredos antigos, nos mundos defuntos.
Te amo no sol que a janela ilumina,
— ah, Camila, minha doce menina!


Não prometo fortuna, nem grandezas tolas,
só este amor que não cabe nas escolhas.
É raiz que se prende, teima e persiste,
mesmo quando a vida se faz triste.


Quero te amar com a calma da terra,
com o cheiro do café logo na serra.
Com as horas bordadas no mesmo fio,
construindo um jeito simples e manso.


E se um dia o tempo nos for escasso,
que fique esse amor—rasgo no espaço.
Camila, meu canto, meu norte, meu chão,
eu só quero te amar…
és minha canção.

Um dia láaaa na frente quando forem me descrever não aproxima-te tu daqueles insensatos que em meu convívio observaram apenas seus defeitos em mim!
Convida aos que sorriam com minhas piadas, os que prestavam atenção apenas em ações benevolentes, porque ao contrário se incitei, foi apenas por correção e jamais por punição.

FERRUGEM

Observai a beleza inconsistente do novo mundo, como olhos que derretem sob a luz que não pertence ao sol.

Rogai amor aos que sentem ódio por nunca terem conhecido um abraço caloroso na madrugada fria.

Observai, homem santo, teus pecados mais secretos diluídos no manto do teu pensamento, de tecido puído e fétido, usando falsas palavras como antídoto para frases nunca ditas a ouvidos mutilados.

Lembrai-vos, a esperança reina no coração dos homens de honra, e a bondade continua oculta, porém tão vivida quanto a fúria dos oceanos quando quer retomar o que é seu por direito.

Alma de ferro, felicitai-vos por não enferrujardes tuas vértebras e veias; sorri ainda que a lágrima de teus olhos envelheça tua carcaça, ainda que as lembranças sejam apenas horas que nem sequer existem.

Festejai, alma de ferro, pois o sol se foi, a escuridão veio e somente a proteção de Deus pode nos manter inteiros até a manhã obscura e incerta do dia seguinte.

Tem um monte de lixo espalhado pela cidade que não vale um real
Tem lixos por aí que merecem tomar tiro na cara
Os burros fazem os inteligentes
Os ignorantes fazem os sábios
Tem pessoa que eu tenho nojo de ficar do lado por que dali não vem nada a agregar valor
: Aí é onde você separa os evoluídos dos involuidos


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“O tempo para… quando vejo a lua
Em cada lua cheia,
não me lembro do que lembro todos os dias
do sorriso, da voz, do olhar……
mas sim do instante em que o amor nasceu em mim,
silencioso,
como a própria luz que a lua empresta ao mundo “. Voce estava ali e eu te mostrei o céu.. te dedicando o universo.

N.C

07/10 – A Luz Depois da Noite.


Quando a noite pareceu não ter fim,
e, cansado, os olhos já não suportavam mais,
tive medo.


Quando meu coração esteve angustiado
e temia o caminho que se abria à frente,
tive dúvidas.


Quando questionei e em silêncio aguardava respostas,
irado se encontrava meu coração.


Quando aos meus olhos o que se via
era a estrada da morte, o fim de todos os homens,
foi quando quis desistir.


Quando enfim a noite tomou conta do meu coração
e as trevas me cercaram,
em angústia minha alma clamou:


Socorre-me, ó Deus!
Tudo o que tenho é o Senhor!
A quem eu clamarei senão a Ti?


Foi então que pude entender:
em todos os momentos o Senhor esteve comigo!
Com Suas mãos me sustentou,
cuidou de mim com o amor de um Pai.


Mesmo nos dias maus, segurou minha mão;
meus olhos viram a alegria,
mesmo em meio à angústia.


O medo foi embora com a chegada da certeza de que
Tu, ó Deus, és o mesmo — sempre e eternamente.


E para sempre eu me lembrarei:
clamei a Ti em minhas angústias
e o Senhor me ouviu.
És meu Amigo, meu Pai amado,
a quem sempre amarei.

O tempo não espera, irmão.
E viver, viver de verdade! Tem preço alto.
A gente perde gente, perde sono, perde fé… e não dá nem tempo de viver o luto. Porque o boleto vence, o prazo chega, e o mundo continua girando sem perguntar se você quer continuar junto.

Mesmo quando dá certo, o cansaço vem.
Você vence, mas sai moído.
No dia de descanso, a mente não desliga: pensa, revisa, planeja, sofre.
Tudo que é bom evapora rápido — parece que um dia leve custa dois dias pesados. E aí, ser feliz começa a parecer coisa de luxo.

Resultado bom custa energia, e energia tem limite.
Quando descarrega, você olha pro lado e ninguém tá lá.
Todo mundo tem pressa, todo mundo quer resposta, e ainda esperam que você “recomece com motivação”.
E você vai lá e faz, mesmo sem vontade. Faz com raiva, faz com desgosto, faz sabendo que o esforço bonito de hoje vai ser esquecido amanhã.

A lágrima vem grossa, densa.
Leva embora um pouco do peso, mas não tudo.
Tem dor que não sai, tem lembrança que anda do teu lado.
E de tanto desconfiar, até o que era prazer começa a parecer castigo.
É como nascer de novo — sem manual, sem colo, sem força.

Mesmo assim, você tenta.
Dá o melhor, mesmo cansado, mesmo sem ver sentido.
E no fim, sobra saudade… de um tempo que ainda existe, mas se afasta todo dia um pouquinho mais.

~ “Lv7” 89994099249$.

Viver !
Viver sem ti não há razão,longe de ti principalmente.Quem se afasta de ti, deixa ser obediente.Viver por viver é melhor ser recolhido, porque só em teus braços, o homem é acolhido.Deus faz um convite para toda humanidade, quem crê nesse convite será feliz de verdade. Ele diz: Olhai para mim e sereis salvo. (Isaías 45:22 ). Ele diz: Buscar-me-eis e me achareis, quando me buscardes com todo o vosso coração. (Jeremias 29:13). Buscar ao Senhor de todo coração, é difícil para muitos; porque requer santidade. O Senhor é Santo,Ele aborrece o pecado, mas ama o pecador. (Povo. 15:9).Em I Pedro 1: 16 está escrito: Sede Santo, porque eu sou Santo. Louvado seja o Deus para sempre.

Procrastinação não é preguiça.


É o colapso silencioso da disciplina num mundo viciado em prazer rápido e fácil.


Perdes negócios. Reputação. Oportunidades irreversíveis.


Não por incompetência — por adiamento crónico do que importa.


A verdade nua: o mercado não espera. O tempo não negocia. Ninguém espera.


É a hora de converter intenção em resultado real, a mentoria estratégica é onde isso acontece.


Reflete.
Depois, age.

Entre Mentes
Há algum tempo anseio o saber —
não o que dorme nos livros empoeirados,
mas o que se aprende com o corpo cansado,
com o tropeço, o erro, o fardo.
Como vampira, sugo teu intelecto,
saboreio tua razão, teu susto, teu afeto,
digiro o que entendo, excreto o que sobra —
e o resto, ah, o resto, me dobra.
Uma parte de ti em mim se instala,
como lembrança que nunca se cala,
e sigo, voraz, faminta, errante,
à caça do próximo semblante,
buscando no outro o que me falta,
eco antigo, alma farta.
Procuro o que não sei nomear —
mas saberei, quando encontrar,
eterna metamorfose do pensar,
esperança cansada de esperar.
Mas a verdade — ah, a verdade —
não tem alma, nem saudade,
é fria, nua, imortal,
e eu — humana — sigo,
buscando o que é real.

O sol se inclina no horizonte,
e a Base de Santa Cruz silencia por um instante...
Não é o som das armas que domina o ar,
mas o pulsar de dois corações que escolheram caminhar juntos.


Hoje, diante dos irmãos e irmãs de farda,
somos testemunhas de algo que nenhuma patente explica:
o amor força que nenhuma guerra vence, e nenhum comando apaga.




Loba Hanson e Ravenna Leatrice...
duas almas forjadas na disciplina,
lapidadas na dor,
e elevadas pela coragem.


Hoje não há hierarquia entre vocês.
Não há posto, nem comando
apenas o sagrado laço de duas vidas que se reconhecem.


O amor é o mais nobre dos pactos,
e esta cerimônia não marca o início de uma caminhada,
mas o reencontro de duas almas que sempre pertenceram uma à outra.






Loba — que carrega em si a bravura e o instinto de proteção.
Ravenna — que traz na alma a sabedoria e a chama serena.


Juntas, formam o equilíbrio perfeito entre força e ternura,
razão e sentimento,
guerra e paz.


Que este laço seja luz nos dias escuros,
escudo nas horas de batalha,
e abrigo quando o mundo lá fora se tornar frio demais.




Bênção poética


Então que o vento leve o nome de vocês
para além dos muros da Base,
e que os céus de Santa Cruz testemunhem esta união.


Que as estrelas desta noite guardem suas promessas,
e que, onde houver escuridão,
seja o amor de vocês a primeira luz que se acende.


Pelo poder que me é confiado,
sob o olhar do Alto Comando e sob a benção do próprio destino,
declaro:
Loba Hanson e Ravenna Leatrice unidas pelo amor, seladas pela coragem, e eternas sob o símbolo de Santa Cruz.


🕊️✨
Que viva o amor, e que jamais falte honra ao coração que escolhe amar.


Dom Romanov, pseudônimo de Gustavo de Paula em OneState.