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Textos que Falem eu Nao Vivo sem Voce

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Máscara

Ao mesmo tempo que estou rodeada,
fico isolada.
Converso, dou risada,
mas tudo não passa de uma máscara.
Posso ter muitos "amigos",
e ainda sim ter meus próprios inimigos.
Não adianta falar com todo mundo,
e continuar, sem ninguém notar, nesse poço sem fundo.
É como se estivesse desconectada,
me sinto até deslocada...
Sou só mais uma gota no meio do oceano,
cujas marés embalam passeando.

21/04/19

Por várias vezes nós julgamos aquilo que não queremos como errado,ou como travessura do destino sem nos dar conta de que talvez nem tudo oq queremos seja,de certo modo, o ideal. Defendemos a ideia de estarmos sendo sempre injustiçados por não aceitar aquilo que talvez não seja o quê no passado desejávamos,sem nós importar com a possibilidade,do mesmo estar se tornando de uma forma provável, adequado e melhor. Mas pq nós sempre queremos e forçamos a circunstâncias a nos servirem? enquanto a final de contas,quem as deveria servir seríamos nós... Que por milhares de vezes tentamos muda-lá sem nos dar a chancer de ao menos tentar nos adaptar. Não se trata da vida,nem tão pouco do universo,que certamente,conspira a favor dela. Se trata da verdade absoluta que cada um defende sem respeitar as diversas opiniões variadas que pelo mundo a fora são espalhadas! Pq ? Que a verdade absoluta é a sua e não a do próximo,quais são os argumentos que te defende e que diminui a sabedoria "tola"que você julga?.
Pq as suas falhas são vitimizadas e consequentemente causadas, na sua opinião,pela falhas dos outros?,pq precisa culpar o mundo por aquilo que não alcançou por falta de seu mérito?.
Seria mais fácil pra você e menos doloroso não assumir as consequências de seus erros ,e ver que talvez não é a pessoa adequada para pregar aquilo que defende,mas que não pratica?

O desespero de acordar e o pesadelo da noite passada ainda não ter acabado. Nada aconteceu, literalmente, dentro de mim a sensação permanece como uma água perigosamente parada, um mar calmo a espera de uma tempestade para se tornar revolto.
Estava tudo controlado, contido, cada coisa em seu lugar e de repente BOOM! Tudo explode e me vejo em meio a escombros do lar mental que eu tinha construído para mim mesma. Olho ao redor procurando abrigo e vejo seus braços estendidos, mas eles são finos... E apesar da dúvida eu te entrego meu problema, te exponho a minha humilhação... É seus braços eram muitos frágeis e agora você também está no chão, seu semblante é devastador e com os cotovelos ralados você sangra, e sua dor espirra em mim fazendo o fardo ainda mais pesado.
O que fazer quando seu porto seguro não está pronto para te socorrer? O que fazer quando você é o único que suporta o próprio peso e o do mundo de todos ao seu redor?
É tão cansativo viver nesse caos, mas calma eu vou levantar.
Nada alem do comum, guardar minha dor no bolso, bater a poeira das minhas roupas, limpar o sangue e suor de meu rosto e partir para a luta, levantar todos que eu puder e reconstruir minha sanidade 1, 2 3 mil vezes se necessário for. Sei que um dia eu terei a certeza de que tudo valeu a pena.

COMECEI A GOSTAR MAIS DE MIM quando certa vez acordei, me olhei no espelho e já não era mais a mesma pessoa, eu havia me abandonado. As marcas de expressão me avisaram que deveria me priorizar.
Comecei a gostar de mim quando amigos me abandonaram uma vez que minhas prioridades haviam mudado com a chegada da maturidade, e estas não mais eram convenientes a eles. Desde então confio somente no Sagrado.
Comecei a gostar de mim quando parei de escutar as mentiras ditas pela minha voz interior e estas só serviam para massacrar minha autoestima.
Comecei a gostar de mim quando tomei as rédeas da minha vida, me tornei mais mulher, mais bonita, autêntica, sincera, sem me preocupar com o que o mundo dita como regra.
Comecei a gostar de mim quando senti meu coração disparar de alegria ao assistir as ondas do mar baterem nas pedras, mostrando a grandeza e beleza da criação.
Comecei a gostar de mim quando me peguei sensível ao perfume das flores. A delicadeza de suas pétalas me mostraram o quanto a vida é efêmera e preciso viver cada minuto como se fosse o último. Chega de não florir e machucar-me com espinhos que eu mesma criei.
Comecei a gostar de mim quando ouvi Jura Secreta, e chorei convulsivamente. Eu deveria ter roubado o beijo que tanto ansiei, deveria ter jurado secretamente e causado a briga que pesava em minha alma sedenta de afeto.
Comecei a gostar de mim quando desvendei que o meu amor próprio é indeclinável, só assim conseguirei compartilha-lo.
Comecei a gostar de mim quando em meio aos meus fracassos ouvi a voz de Deus e nela não havia condenação alguma, só um doce amor me dizendo que poderia recomeçar tudo de novo quantas vezes fossem necessárias, e que nunca estaria só.
Comecei a gostar mais de mim quando compreendi todas estas coisas e muitas outras que estou desvendando conforme percorro a jornada incrível da minha existência.
Hoje gosto mais de mim apenas por mim!

No alto

O lobo sobe a colina
Uiva para a Lua
Que de cima brilha
Os outros observam
Mas não sabem o mistério
Como chegou no alto
Não foi um ato mágico
Com garra e destreza
Força e resistência
Ninguém notou
O caminho percorrido
Como os obstáculos
Foram enfim vencidos
Mas ele guarda
Dentro de si
Sabendo que não foi
Fácil chegar ali
Lutando contra desistir

Reflexos de um amor

O dia, a noite antecede,
Estão ligados mas juntos não ficam,
Uma ligação que nunca se mede,
Atos e justificativas que não se explicam.

O dia vê a noite chegar,
Mas não consegue ver a beleza do luar,
Foge pra outras bandas à trabalhar,
Quando volta,vê a noite acabar.

Sombras e claridade,
Brilho e escuridão,
Mentiras e verdades,
Norteiam um coração.

O amor e o ódio,
Andam juntos mas não se enxergam,
Sombras viciantes de um ópio,
Atitudes impensáveis que despertam.

Despertam de sua letargia,
Escondidas nesse estágio de dormência,
Podem acabar com a sintonia,
Desse amor embalado pela inocência.

O dia acena ao longe,
A noite percebe tal agitação,
Uma sabedoria de monge,
Pode salvar uma paixão.

O amor não se deve contaminar,
Com as impurezas das incertezas,
Analisar,pensar e se jogar,
No fluxo mágico dessas correntezas.

Lourival Alves

A vida não tem volta.
Sobra o séquito de sombras
e uma canção trôpega
atravessada no peito:
espada, rubra espada
cravada de mau jeito.
Aqueles rapazes esbeltos
ai, estrangularam-se
nas gravatas da rotina.
Ai, crucificaram-se
no lenho das doenças.
Aqueles rapazes tão belos
não fazem mais acrobacias
nem discursos inflamados
Arrastam chinelos e redes
ruminam silêncio amargo.
Um dia fui bela, filha,
digo a surpreendê-la.
Devo provar com retratos
o que tem ar de mentira.

Não é por apenas vaidade que sempre me arrumo, uso maquiagem e tiro fotos.

É para me sentir bem comigo mesma e ver como estou diferente e muito melhor a cada dia.

Me olhar no espelho, me amar e me sentir feliz é a minha tarefa diária.

Receber elogio faz bem para qualquer pessoa e é muito legal saber que sou notada e admirada.

Estar com a minha autoestima e segurança em dia é a melhor atitude que eu poderia ter.

É essa mudança que me valorizou e fez me livrar da depressão que aos poucos estava me matando.

Achava que era uma frescura criada da minha mente e seria fácil sair.

É uma doença que não tem cura e requer muita todo meu esforço para continuar vencendo e não me depreciar.

Eu digo estou curada por escutar apenas o que vai me acrescentar, aprendi a não me frustrar com qualquer coisa, passei a me automotivar e a me amar em primeiro lugar.

As coisas já não são mais as mesmas.
os gestos não são mais os mesmos.
Os carinhos que antes transbordavam hoje sinto a falta da maior parte deles
Culpa será minha? Acredito que em uma parte sim mas na outra não, nada acontece por acaso, pra tudo existe um motivo e uma razão,tenho culpa do amor ter esfriado? Se tenho culpa das brigas terem aumentado? se o acarinho não é mas o mesmo a atenção não é mais a mesma! Agora pergunto o sentimento diminuiu ou não teve alteração como deveria? Julgar o outro é fácil sem saber o que ele sente ou pensa, o sentimento é para todos, acontece que alguns sentem com mais intensidade.

O poeta se calou
Das palavras desistiu
Ao ver o que escrevia
Não traduzia o que sentiu

O silêncio o tomou
O desespero invadiu
Aquele coração tão nobre que agora
Não passa de um sonho que ruiu

A melancolia, sua nova morada
A solidão - sua amiga vil
Desperta desse sonho agora
Tu que nunca desistiu

Veja no amanhã uma possibilidade de sorrir
Um novo sol que se levanta
De onde nunca imaginaria que iria surgir

São 5:41, não acordei hoje. Simplesmente porque não dormir.

Em certos dias à dopamina misturada com adrenalina tem poder de cafeína.
Não era para rimar, mas rimou.
Igual na vida. As vezes fazemos coisas que não eram para ser, mas foi ou foram.
Tanto faz o plural, tanto faz a concordância verbal. Olha aí, mais uma vez, rimou de novo.
Mas não era para rimar mesmo, afinal peguei o celular para escrever sobre finais. Vejam só, rimou de novo.
Tudo bem, não irei mais me apegar ao que combina ou não, ao que casa e ao que não casa, ao que se encaixa e ao que não encaixa, a coerência ou a falta dela. Só quero falar de morte agora.
Morte é tão vida.
Morte é tão normal.
Morte é tão banal
Morte é tão natural.
Como dizia Raul Seixas (Morte, Morte,Morte,Morte eu sei que você vai me encontrar), em alguma esquina,
Dormindo, engasgado, afogado, ou até mesmo em um escorregão besta.
Tabom, tudo bem, nada novo para um membro descendente genético de uma espécie que já enfrenta a dama de preto por tantos bilhões de anos.
Adoro pensar na morte como o que dizem em unanimidade os cientistas,biólogos,antropólogos: a extinção é o natural. A sobrevivência é a exceção.
Sabe aquele tipo de texto que ninguém lê e quem lê não entende ?
Pois é.
É esse o meu tipo de texto de hoje.
Como quem dizia Clarice “Me entender não é uma questão somente de inteligência, talvez seja uma questão de entrar em sintonia”.
Sintonia com pinturas rupestres que se desenvolveram para escrita/linguística contemporânea que ao mesmo tempo se perdeu em meio a vastidão de interpretações rasas e carregadas de viés, sejam político, dogmáticos, politicamente correto, modismos, que se foda.
O ponto chave aqui é a morte.
Que no fim é só olhos fechados, pulmões e corações parados. Sim corações, o de quem morre quando o coração para e o de quem não
Morre literalmente mas morre de tristeza por aquele que o pulso cessastes.
Tudo é meio morte.
Ou seria totalmente morte ?
Não sei.
Só que que a pá de terra pode ser jogada no nosso corpo frio e sem pulso a qualquer momento.
A qualquer momento.
Leia de novo.
A qualquer momento.
Leia mais uma vez.
A qualquer momento.
Que mania idiota temos de pensar que esse tal de a qualquer momento é sempre depois da velhice.
As vezes traçamos rotas entupidas calculando e contando com essa certeza.
No fundo pode ser agora, jaja, daqui 5 minutos.
A grande pergunta é: Ah mas e se não for ?
É verdade, e se não for por agora e você decidir não fazer nada que preste, terá tido uma vida vegetativa segundo a lógica do capitalismo e da sociedade moderna.
As vezes eu paro e penso:
Acho que ninguém sabe de porra nenhuma.
Nem eu,nem você, nem todos os outros 7 bilhões de nós.
Estamos todos confusos, iludidos, ansiosos ou quando calmos ( dopados com qualquer droga lícita dos dias atuais), sejam elas as redes sociais, o açúcar, as séries na Netflix, e algumas outras crenças que eu não quero citar aqui por conta da censura e porque não sou leigo a ponto de não conhecer bem a continuação federal que rege as regras do jogo da terra onde nasci. (Só por isso não vou escrever que religião é uma afirmação de fracasso intelectual).
O ponto é.
A morte está bem perto da gente.
Bem do lado do nosso travesseiro.
Ela beira todo dia em silêncio o Rio que deságua na gente.
A morte vem e diz psiu.
Como uma enfermeira que pede também no hospital em sua imagem no cartaz colado na parede, pede silêncio pra gente.
Isso,isso,isso. Nos distraiamos com nossas bobagens,assim não sobra tempo pra olhar minimamente desconfiado que todo o circo armado, é uma fuga simbólica pra o silêncio meteórico que ronda a gente.

Tiago Szymel 01 de Julho de 2019

Vou te contar um segredo
Um sentimento que não é só meu
Relata meu medo
De quem vive e já viveu
Medo da literal morte
De contar ou não com a sorte
Da morte em vida
De não ser a preferida
Medo de não saber fazer
De fazer acontecer
De nem ao menos tentar
Da derrota sem lutar
Medo dessa que chega: a idade
Da dor da saudade
De se adaptar ao novo
De começar tudo de novo
Medo de mim
Medo do fim
De não saber como vai ser
De não pagar pra ver
Medo de olhar pra trás
Invejar quem faz
De descobrir que morreu
Mais do que viveu
Medo do futuro
Das vezes em cima do muro
De tarde demais se arrepender
Do tempo que deixou de viver
Medo de falar
O que era pra calar
De magoar
Com palavras sem pensar
Medo de realizar os sonhos
Mesmo os mais medonhos
De cansar de esperar
Por mais uma chance de amar
Medo de confundir tudo
Com essa loucura que é o mundo
De me perder pelo caminho
Esquecer a importância de um carinho
Medo de viver sem razão
Magoar meu coração
De me ver perdida
De não curar minha ferida
Medo, medo, medo de toda essa loucura que é viver

o tempo
o tempo vai passando
como cavalo mal domado
não tem taipa nem alambrado
que segure este maleva
os segundos ja se encerra
num upa barbaridade
levando a juventude
da velhice a eternidade

Aproveito meus 50
como se fosse meia régua
Cosa loca cho égua
meio seculo se passou
mais um ano se findou
o tempo nunca perdoa
seja nobre seja atoa
todos na mesma parelha
a chegada no partidor
o criador é que sabe
quem fica mais poquito
ou quem vai pra eternidade.
Ivens@breu

⁠O mal das pessoas é colocar a expectativa em tudo e em todos, sem expectativa não nos resta dúvida, há apenas a vida a ser vivida e aproveitada do jeito que ela é.
A vida não é essa baboseira de conquistar o mundo, é simplesmente pura e feita pra se viver e tirar o melhor de cada situação independente de ser boa ou não!

Afinal de contas a vida é imparcial para todos...

⁠Acho que vou me apaixonar
Ah! Pensando bem não
Mas meu coração acelera
Ela é linda de todas as formas
Coração bobo
Melhor sensação
Não tinha intenção
Aconteceu
Estou cheio de amor
Transbordo
Ela nem sabe
Já tive tantas desilusões
Tenho até medo de contar
Parece fácil
Uma mensagem, uma rosa, um bombom
Mas não é
Quando amamos insistimos
Até esgotar todas as possibilidades
Sempre saio machucado, sangrando
Chorando
Conselhos pra quê?
Não seguirei
Poeta, o amor entra pelo olhos, pela som da voz e
Pelo toque
E vai direto para o coração
Reparo, vejo
Te desenho mentalmente
O poeta tá confuso
Tem medo do amor
Mas nem percebeu que está amando
E o poeta ama duas vezes, e ele
Está no início do jogo
Parceria
@maradias_alves
@quielcosta.733

⁠O DESEJO DE AMAR
(Edson Nelson Soares Botelho)

Quando o amor é legitimo
Não existe o imaginário medo
O coração está livre de toda escuridão
Homenageando a liberdade de cada dia

Recuperando todo o tempo perdido
Alcançando o conhecimento mais alto
Libertando de todos os amargos da vida
Sem precisar percorrer nenhum caminho duvidoso

Ergue-se na presença de uma sensação estranha
A mais rara cobiça do ser humano
A sublime arte de amar

No desejo de fundir-se em uma única peça
O sentimento mais raro e nobre
Na mais estranha sensação de nunca ter fim

⁠Ninguém só vive de elogios
A nossa vida não é só esse vazio
Entenda que críticas fazem parte
Mas não ligue apenas faça sua parte
Busque fazer algo construtivo
Use seu intuitivo
Mas não pense que é só isso
Separe bem quem te quer bem
Para alguns vc é especial
Para outros vc é um ninguém
Uns querem sua evolução
Outros sua regressão
Mas viva por algo maior
Não valorize demais uma opinião
Saiba que o seu o brilho incomoda muito aqueles que são escuridão
Elogios e críticas estão juntos,são irmãos
Por mais que vc goste de um e não de outro,entenda
a junção
Aceite as críticas com sabedoria
E os elogios com alegria
Busque fazer tudo com maestria
Sempre com um pingo de ousadia
O nosso tempo é curto
Então aproveite cada dia

⁠⁠Já não sei mais!
Faz tanto tempo que sequer sei as datas,
Não me recordo das roupas,
Não me recordo das pragas.
Só me recordo dos beijos,
Do toque da tua mão na minha
Do cheiro dos seus cabelos,
Do pouco que restou da vida.
Me recordo da tua voz
E de todas as tuas risadas
Todas as vezes que lembro de nós
Mas não consigo relembrar as palavras.
Por mais que digam ou façam, não serão lembrados.
Recordamos mesmo é das sensações e dos impactos causados.

►Jaciara

Vida, não encontro maneiras
De lhe dizer o que sinto
Maneiras de expor meu carinho
A lua bem sabe o quão sozinho fico
Quando não te vejo pertinho de mim
Assim, num instante, entristeço
Sem dar tempo para a saudade me alcançar
Sem dar tempo para o tempo me machucar.
.
Vida, vida minha
Há tempos lhe dei o direito
Minhas lágrimas são suas, minha alegria
Minhas histórias e aventuras
Sobre seu peito a felicidade me atrai
Assim como um tupiniquim,
Não entendo sua magia.
.
Vida, a natureza sussurrou teu nome
Em meus sonhos eu te vi, longe, distante
Gritei, gritei bem alto, para que me escutasse
Mas, você desapareceu na imensidão
Juro que te procurei, preparei frases
De amor, paixão e romance, peço perdão
Não te encontrei mais, e acordei assim
Sem paz.

⁠A esperança nem sempre é uma boa amiga
É como esperar um ônibus que não vai passar
Esperar um dia que não vai vir
Um amor que não vai chegar
Ô, esperança, por que fizeste isso comigo
Sempre me mostrei seu amigo
Pra tudo tinha você
Ô, esperança, você possessiva me afastou de todos
E no final só sobrou eu e você