Textos que Falem eu Nao Vivo sem Voce
CHEGUEI EM MIM
Eu escrevo e canto versos, poesia.
Eu escrevo.
Escrevo, escrevo, escrevo.
Falta um mundo
para descrever o que sinto.
Vivi, vivi tantas coisas.
Já passei por tantos risos.
Já andei por tantas estradas
que pareciam não ter fim.
Cheguei.
Cheguei em mim.
Nildinha Freitas
Manifesto de Felicidade
Eu declaro para a minha vida que, na caminhada, ao invés de encontrar espinhos, eu encontre rosas e flor.
Eu declaro que só vou encontrar amor.
Eu declaro um longo e infinito tempo de paz, onde o ódio e a maldade ficarão para trás.
Eu declaro para a minha vida felicidade, sorrisos, leveza, brincar no quintal, correr com o cachorro, abraçar minha filha e minha família.
Eu declaro amar, amar e ser amada.
Declaro felicidade a cada passo da estrada.
Nildinha Freitas
Eu te odeio
Finjo normalidade diante do seu descaso,
em comparação com a energia que tínhamos antes.
Eu não te conheço completamente,
nem suas diversas versões.
E, sinceramente, não quero conhecer.
Porque, na medida em que você se revela,
eu me decepciono mais com quem você realmente é.
E me decepciono comigo
por sentir o que sinto por você,
mesmo você sendo assim.
Se um dia te admirei,
pois saiba: hoje te desprezo.
Tento me convencer
que você ainda irá amadurecer,
ou cair na real.
Mas já percebi
que a única coisa sua que vai pra frente
é a sua idade.
Espero que você se foda
pelas suas atitudes imaturas.
Eu odeio sentir emoções fortes,
e te odeio por despertar tantas em mim.
A raiva que transborda aos poucos
consome quem sou a cada segundo.
E é culpa sua —
eu espero que você sinta o peso
do dano que me causa a cada dia.
Eu te odeio com todas as minhas forças.
E te culpo pelo meu fracasso
e pela minha infelicidade.
Porque foi você que despertou isso
e agora sou obrigada a lidar com tudo sozinha.
Eu te odeio tanto
que me atreveria a dizer que eu te amo.
Te odeio por me fazer te amar.
Te odeio por não merecer o meu amor.
E me odeio
por amar alguém que me trate assim.
Me odeio por te culpar
e te odeio por ser culpado.
Me odeio por amar alguém que,
ao meu lado, ergue os braços para outra pessoa.
Me odeio mais ainda por amar alguém como você,
que me rebaixa ao abismo.
Me odeio por ainda te querer feliz,
mesmo não sendo comigo.
E me odeio por querer felicidade
para alguém que tirou a minha.
Me odeio por não me sentir suficiente.
Te odeio por me fazer sentir insuficiente.
Eu te odeio
por ter acabado comigo.
Eu te odeio
por me fazer me odiar.
E te odeio
por me fazer sentir ódio.
Eu te odiei
desde o dia 07/06/2025.
E te odiarei
até meu último suspiro.
Desde que me conheço, os olhos me chamam antes de tudo. Eu os desenho, os observo — e por vezes juro que os escuto, porque falam mais que a boca e carregam histórias que um cérebro inteiro talvez não caiba.
Fascinam-me como galáxias: cada olhar é um mundo distinto, às vezes repleto, às vezes vazio.
Acho que a maior dádiva é poder observar. Observar me dá vontade de viver: detectar minúcias, e desvendar outros olhares, torcendo para que alguém queira desvendar os meus também.
Chorar dói, é um nó na garganta. Era o que eu pensava, mas hoje, que me permito reconhecer que tenho sentimentos — e, especialmente, no tempo atual, mais intensos que o normal — percebo que chorar não dói. O que dói é o sentimento entalado, se recusando a sair por alguma razão, apesar de querer sair de qualquer forma.
Me intriga como sentimentos podem nos mutilar no âmago do nosso ser quando somos tão taciturnos. Dores explícitas são dores, mas as ocultas são torturas. Te fazem agonizar amargamente, de dentro para fora. Culpa, tristeza, insegurança… a cada parte do seu corpo, se espalhando feito uma praga, bem devagar, lá no fundo, se certificando de que não sobrará nada para recorrer à recuperação.
Você está sentindo isso, e sabe onde vai dar. Prematuramente, você ainda pode evitar, mas escolhe arriscar. Machuca. Você se machuca. Você morre de dentro para fora, sem propósito, sem felicidade, sendo o aconselhador dos tristonhos quando se está mais destruída do que alguém que já se destruiu.
Quer saber? Chorar dói sim. A garganta fecha, as lágrimas caem, dilacerando meu rosto, o coração dói. Não acredito nesse papo de chorar de felicidade. Quem se submete a tanta dor por estar feliz? Afinal, eu não sei. Talvez nunca tenha estado tão feliz a esse ponto, mas não irei pedir para que alguém me faça feliz, ou pedir a um ser divino para me ajudar. Afinal, eu falo tanto que um pedido de ajuda passaria despercebido, assim como tudo o que eu falo passa despercebido diversas vezes. Mas, como dizem, é só tomar um remédio pra calar a boca, e fica tudo bem para eles. Não me atrevo a dizer para ninguém: há segredos e dores que morrem conosco.
Será que algum dia, serei capaz de seguir em frente?
Digo, realmente seguir em frente
Porque eu vejo a sua vida, e você só foi embora
E continuou com outra pessoa, e você tem o que eu sempre quis
Eu sempre quis ter a minha própria família
E eu não tenho, já senti algo parecido com o que nós tivemos
Mas, meio que não deu certo
E mesmo depois de tanto tempo
Eu ainda acredito que foi culpa minha
Mas, fico pensando aonde foi que eu perdi o amor da minha vida
Havia algo que eu pudesse fazer?
Algo que fizesse com quê os nossos caminhos, não seguissem separados?
Talvez eu nunca saiba de verdade
Como te deixar, como te esquecer?
Como esquecer o quê nós vivemos?
Como eu posso te perdoar por me destruir
Como te perdoar por acabar com o quê nós tivemos?
Não é possível, que não tenha sido real
Eu amei você mais do que deveria
E te amar, quase me fez desistir da vida
Porque te amar foi a melhor coisa que me aconteceu
Mas, te perder foi devastador
Te perder foi o quê me quebrou
Você partiu o meu coração, arrasou a minha alma
Acabou com os meus sonhos
Acabou comigo, e ainda estou reparando os danos que me causou
Eu nunca mais serei inteira novamente
Como nunca mais irei te tocar novamente
E o nunca mais, me destrói
Você foi e sempre será o amor da minha vida
17 de Janeiro de 2026
eu sou assim leve como a brisa e intenso nos sentimentos que inspiram-me para exaltar e admirar sua grandesa em particular;
Suas atitudes desatinam as minhas certezas de estar certamente aguardando algo que não puderia ter;
Mas com todas as minhas forças desejo-te para então você me encontrar e me desafogar desse turbilhão que é a vida;
Eu chorei em momentos alheios sem disfarçar entre sentimentos sinceros.
Amei seus caminhos bem mais que a mim, esperando transpor minhas ansiedades com seus doces carinhos.
Minha carência se desmancha com um simples olhar seu em minha direção, tornando perfeito o sentimento despertado entre nós.
O desfrute que se esconde entre o silêncio é comparado a nada mesmo com o indicio de um apetecer ensandecido por você.
Eu sempre fui um garoto inocente, perdi minha infância em um sentimento de amor e loucuras.
Perdi-me em olhos sedutores e boca carnuda me dominando e mastigando meus sentidos.
Era inquieto o silêncio e seu corpo me alucinava em um feixe de luz e murmurava em meu ouvido fazendo-me arrepiar todo o corpo.
Entregava-me a felicidade, pois você é minha alegria e não posso viver sem teus carinhos e tua presença.
Eu me ouvia, tentava ler meu coração, será que sou louco ou lúcido com minhas próprias razões sentia dor como ninguém;
Fingia meus sorrisos em um acalento nunca existente para agradar pessoas que nem mereciam;
Mas com tudo chorei meus erros e minhas frustrações de querer acompanhar as verdades que sempre admirei;
Algum tempo planejei te conquistar e adentrar em seu coração para bem lá no fundo eu finque meu amor certo que a faça feliz;
Eu quero você para me amar, me ouvir e me aceite como eu sou para enxugar minhas lágrimas que cai de meus olhos e rolam meu rosto;
Se eu desafinar ou esquecer-se de mim me faça me sentir novamente para então voltar a amá-la;
Te desejo muito além do meu próprio querer, peço que conquiste meu mundo para que eu possa vencer de mãos dadas à você;
Venha fazer o diferente em minha vida para que eu possa decifrar-te e ganhar você para descobrir teus segredos;
Vista o meu coração que com o meu ver te faz enxergar o improvável;
Nada melhor que um beijo quente
Em que eu perceba o gosto de seus lábios
E a dor de suas mordidas
Saboreando-me
Com salivas
Indecentes, porém
Doces...
Nossas bocas juntas
Se formando quase em uma
Em um entrelaçar de línguas
Fortalecendo a nossa união
Entre um beijo e outro
O intenso momento de um querer selvagem
E indecência divina que tanto
Satisfaz os nossos desejos...
Em meia turbulência de nossas carnes
Entendo a sacanagem de nossas bocas
E do por que o consumismo
De sua boca para com o beijo;
Jeito de boneca, lábios carnudos, pele rosada... A sua beleza é um absurdo!
Acho eu, que posso me apaixonar
Sou facinho de conquistar
Vai depender de quão cheio está o seu coração
Para que eu possa me candidatar;
Eu não te prometo nada, além do meu amor
Do quero entrar em seu coração... Me dá licença, por favor?
Minhas indecisões são pedaços que nem eu mesmo consigo explicar sem me sentir tão adulto responsável de atestar alguma coisa.
Ser tão correto ou até tão bonito não me dá o direito de perceber que eu lhe amo.
Eu sei que a quero, mas a distância foge ao meu alcance e se esconde a minha razão.
Tenho a confusão um pouco em exagero que me faz lembrar e esquecer-se do que não vivi.
Durante muito tempo eu fugi de palavras cruéis sendo insuportável aos meus ouvidos;
Na queda me despedacei buscando voar com minhas asas pequenas, mas não sei voar;
Tentei deixar um testamento onde não havia nada escrito para o meu amor que nunca existiu;
Porém o veneno que tomei fez-me prematuro e inocente para sonhar com um amor inventado;
Eu digo revoltado um foda-se às regras que me proíbem de dizer o que penso, me julgando vagabundo;
Eu tenho um coração e minha opinião de subverter o meu país que para em erros degradantes aos próprios filhos;
Não sei da missão, mas sei dos deveres que me aborda com palavras justas, mas nunca desacreditado;
Toda vez que me deparo com sua imagem eu me apaixono diferentemente dia após dia;
E nada esconde esse desejo de te ter aos meus braços pensando em te oferecer um poema no qual eu recite com o eco os meus sentimentos a você;
Deixe-me te encontrar para descobrir o seu eu com requinte de um romantismo suave, mas verdadeiro para iniciarmos uma linda história;
Há... Se eu pudesse voltar no tempo...
Erraria mais! Cometeria mais equívocos
Eu iria percorrer, cortando caminhos
E talvez me amaria mais
Há... Se tivesse a chance de concertar os meus caminhos
Eu iria desconserta para conhecer a felicidade
Há... Mas como não posso!
Viverei a cuidar do meu futuro!
Desabafo
Eu escolhi ser solteiro porque é o momento que desejo viver...
Eu sou solteiro porque isso me faz bem, sem ter que dar satisfação de como e quando eu vou;
Estou solteiro para não ter que fazer do meu passado julgamentos impróprios na minha angústias;
Eu quero está solteiro para não relatar os meus erros com um açoite interminável...
Não estou pronto para um relacionamento de mentiras que acaba com mágoas de um só coração!
Estou solteiro porque não quero alguém pela metade ao meu lado, acredito que sou merecedor de um inteiro e não por pedaços;
E escolhi o tempo de colher a minha felicidade na hora certa!
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