Textos que Falam sobre Mim
Até aos 24 Anos -
Nasci póstumo!
Neto de Alguém…
Avô de mim mesmo…
Filho de Ninguém ...
E de onde vim?!
De parte incerta
- por certo! -
Vivi póstumo na Vida,
tão póstumo,
que da Vida me perdi ...
E o que de mim fiz?!
Alguém que longe,
de tão longe
chegou a Si!
Profunda sintonia,
estranha contradição...
Mui mal me senti ...
Aqui e ali ...
Sem Coração!
Aquém-de-mim !
Num Universo sem fim ...
Meu triste e pobre Universo!
Sem verso, nem reverso,
fui Poeta, Solidão, Fado e Asceta,
intima Espiral de profunda comunhão!
PERDI A CONTA DE MIM MESMO.
Quantas vezes minha vontade foi feita ou negada pelos sins e nãos que falei?
Quantas vezes eu disse um, querendo dizer o outro?
Quantas vezes meu sorriso estampou minha alegria e quantas outras ele escondeu minha tristeza?
Quantas vezes eu escolhi quem me acompanhava e quantas eu escolhi apenas não ficar sozinho?
Quantas vezes usei meu silêncio para encobrir meu conteúdo e quantas outras falei sem parar para esconder meu vazio?
Quanto sou do que quis ser e quanto sou do que quiseram que eu fosse?
Sou fruto de poucas escolhas e infinitas renúncias.
Minhas escolhas fizeram de mim o que sou e minhas renúncias fizeram de mim o que deixei de ser.
Uma Carta para mim mesmo:
Sei que você está abatido, confuso, atordoado, nebuloso, mas acredite, isso é apenas um grande teste, onde se você passar, terá a maior recompensa da sua vida, tudo o que você está passando não é em vão, isso te transformará em uma pessoa com uma mentalidade forte, e principalmente inabalável, todos aqueles seus pedidos, desejos, serão realizados, eles só estão demorando por que o Altíssimo quer que você passe no teste, não se preocupe, porque quanto mais demorado for a caminhada, maior será a recompensa.E sabe aquelas pessoas que você achava q tinha alguma relação saudável, elas simplesmente te abandonaram ou/e você se afastou, isso foi um desejo seu atendido:"Deus livre-me de inimigos", então siga firme e forte, porque todo esse sofrimento se converterá em glória, e você finalmente desfrutar do prazer de um dia dizer:"Eu consegui".
Mesmo sendo o mesmo mar que vi antes, hoje ele é novo para mim.
Mesmo as coisas que eu conheço, mesmo as coisas que eu já fiz, num dado momento, com certa pessoa, é a primeira vez.
(...)
O que acontecer depois desse momento, não é culpa de ninguém, as coisas só acontecem assim.
Do mesmo jeito que algumas ondas se desfazem e outras quebram.
Acontece.
Por isso, você não deveria se preocupar tanto.
Só porque você viveu ontem, não significa que saiba tudo sobre hoje.
Oração
Ó Deus, examina-me e me ajude a entender a mim mesmo. Ajude me a reagir da forma mais apropriada e que eu não busque fazer somente a minha vontade. Me ajude a ver o gosto do outro e a respeitá-lo. Diante de conflitos, ajuda-me a saber o meio termo para que o equilíbrio se faça. Ajuda-me senhor a aceitar o seu plano pois o caminho que o Senhor traçou para mim eu quero conseguir seguir. Aceito a presença de Deus em minha vida. Aceito a proteção e o amor de Deus para comigo.
Embora já crescida, sou uma semente do bem na Terra e desejo crescer na vontade e no amor do Senhor meu Pai e Nele florescer e frutificar.
Abençoe-me meu Deus no dia de hoje e em todos os meus amanhãs!
14/10/2010
Amém.
*A melhor versão de mim*
Hoje, vivo a melhor versão de mim mesmo.
Não porque tudo está perfeito, mas porque decidi fazer uma revisão honesta da minha trajetória.
Olhei para dentro, encarei meus erros, reconheci meus excessos e abracei minhas virtudes.
Removi palavras que feriam, hábitos que me sabotavam, desejos que não condiziam com minha essência.
Deixei para trás vícios disfarçados de rotina e pessoas que, ao invés de somar, drenavam minha energia.
Foi um processo silencioso, às vezes doloroso, mas absolutamente necessário.
Hoje, caminho mais leve. Com mais verdade, mais consciência, mais paz.E sigo aprimorando, porque ser melhor é um movimento contínuo.
Se você também sente que é hora de se revisar, se limpar, se reencontrar… saiba que nunca é tarde.
A melhor versão de você está te esperando. Basta coragem para começar.
꧁ ❤𓊈𒆜🆅🅰🅻𒆜𓊉❤꧂
Às vezes eu finjo entender o sentido da vida, repito para mim mesmo que tudo é passageiro, que o agora é tudo o que existe.
Mas, no silêncio da noite, a mente me trai.
Começo a pensar nas escolhas que não fiz, nas palavras que calei, nos caminhos que abandonei.
E percebo que, mesmo aceitando quem me tornei, ainda há uma parte de mim que sente falta do que nunca aconteceu.
Não sei dizer...
Tentando ser engraçado ou tentando rir de mim mesmo. Tenho a mania de olhares engraçados em meus olhos que enxergam rindo. É a maneira de minha criança interior se divertir, brincar com os outros e até de amar. Quase ninguém entendi. Não importa se a piada tem graça ou não... Eu acho que tem... é sutil e não obvia...
Pronto falei! Caiu a casa!!!
As vezes a lágrima desce
Do nada ela chega e molha toda minha face
E pergunto a mim mesmo
O que está acontecendo?
Por que estou chorando?!
Percebo que a alma sente dor
Dor que o corpo não consegue ter conhecimento
É uma dor que se torna desconhecida
E faz uma bagunça em nossa vida
O que me resta é apenas
Secar as lágrimas do rosto
E procurar meios de fazer com que minha alma se alegre de novo.
Quando a mentira Cansa
Eu já contei muita mentira bem construída para mim mesmo. Aquelas frases que soam inteligentes, fazem sentido num café com amigos, mas não fecham a conta com a realidade do meu dia a dia. “É só uma fase.” “Está controlado.” “Eu aguento mais um tempo.” Lá no fundo eu sabia que não era verdade, mas repetir essas justificativas era mais fácil do que admitir que eu tinha medo de mudar. O problema é que o corpo não negocia com esse tipo de mentira durante muito tempo. O cansaço aumenta, a irritação cresce, a paciência desaparece. Não é azar, não é só pressão externa: é o desgaste de sustentar uma vida que já não faz sentido para aquilo que eu sei que poderia ser.
Talvez você também tenha criado essas histórias para continuar onde já não faz sentido ficar. Um relacionamento que só se mantém por hábito, um trabalho que já não te desenvolve em nada, uma rotina que te deixa num piloto automático confortável, mas sem vida. A mente é criativa para arranjar justificativas: agora não dá, não é o momento, depois eu vejo isso. Só que cada “depois” é uma escolha. E, queiramos ou não, a identidade que temos hoje é o resultado exato da soma do que aceitamos, do que ignorámos, do que adiámos e do que escolhemos manter. Não é um rótulo abstrato. É a consequência prática da forma como temos vivido.
Quando eu parei de me ouvir como vítima e comecei a olhar para mim como responsável, a pergunta deixou de ser “por que é que a minha vida está assim?” e passou a ser “que tipo de pessoa eu tenho decidido ser todos os dias?”. Não adianta só desejar mais, querer mais, sonhar mais. A questão é: eu sou o tipo de pessoa que sustenta aquilo que diz que quer? Os meus hábitos, a forma como eu gasto o meu tempo, as conversas que eu alimento, as relações que eu tolero, a maneira como eu fujo do desconforto… tudo isso revela quem eu sou hoje, não quem eu conto que sou. E dói perceber isso, mas é uma dor lúcida.
Hoje eu entendo identidade como esse espelho que não mente. Não é sobre a imagem que eu vendo, é sobre o rasto que eu deixo. Se eu quero uma vida diferente, não basta pedir por oportunidades novas, eu preciso aceitar o custo de me tornar alguém à altura daquilo que eu diz que quer construir. Enquanto eu continuar a proteger as minhas desculpas, vou continuar a proteger também os resultados que me incomodam. A virada começa quando eu assumo, sem drama mas sem fuga: a vida que tenho hoje é a versão prática da pessoa que eu venho escolhendo ser. A pergunta que fica é simples e incômoda: eu quero mesmo continuar a ser esta pessoa?
"Passei anos decifrando a mim mesmo para descobrir que o mundo não muda quando o compreendemos, mas quando ousamos recriá-lo a partir de dentro. Meu ofício é nascer de novo — e convidar quem lê a fazer o mesmo."
F. Fidelis - Psicanalista, Filósofo entusiasta e observador das relações humanas
Eu não tenho medo de dizer te amo.
Não escondo o que pulsa em mim, mesmo quando a dúvida tenta se instalar, mesmo quando a incerteza se veste de silêncio.
O amor, para mim, não é cálculo nem estratégia: é entrega. É coragem de se expor ao risco, sabendo que cada palavra pode ser ponte ou abismo.
Se tudo correr ao contrário, se o destino decidir virar as páginas sem me consultar, não me calarei. Vou reagir em outra localidade, em outro espaço de mim, onde a dor não seja prisão, mas aprendizado.
Porque amar é também aceitar que nem sempre o caminho será reto. É saber que a vida pode nos deslocar, mas nunca apagar aquilo que foi verdadeiro.
E mesmo que o tempo nos leve a diferentes direções, guardarei em mim a certeza de que dizer te amo nunca foi erro, mas ato de escolha.
Eu não quis acreditar.
Desconfiei do que sentia e enfrentei a mim mesmo.
Lutei contra meus próprios sinais,
neguei o que o coração gritava em silêncio.
Falhei com meus instintos — falhei porque resistir
nem sempre é força, às vezes é medo.
Então eu a conheci.
Ela não pediu passagem, não anunciou chegada.
Entrou como quem reconhece território,
como quem invade não por maldade,
mas por natureza.
Ela é a invasora de mim.
Devastadora porque desmonta minhas defesas,
sensual porque domina sem tocar,
senhora do caos que eu fingia controlar.
Sou refém não por fraqueza,
mas porque há encontros que desarmam a alma
e nos colocam diante da verdade nua:
há quem chegue para ficar,
mesmo quando tudo em nós dizia que não.
Sempre a chamo de linda, pois prometi a mim mesmo ser verdadeiro em tudo.
Sempre diferenciei o bonito do lindo: uma pessoa bonita tem uma aparência agradável, mas a pessoa linda... ela não é só a mais exuberante e chamativa do lugar. Ela tem um coração gigante, o pensamento mais puro e sincero, o cabelo mais lindo e os olhos que mais me deixam cego / cego de amor, de paixão, não sei. Só sei que, mesmo há anos sem ver essa linda pessoa, não vejo a hora de abraçá-la e ficar o resto da minha vida contigo.
Essa pessoa linda tem nome, tem sobrenome, tem minha atenção e admiração (nem tão secreta assim). Há alguns dias, disse que agora era pra sempre. “O que é pra sempre?” Você é o meu pra sempre. Independente do que acontecer, na minha cabeça você significa "pra sempre", e eu espero que isso / se é que pelo seu lado tem alguma coisa / se torne pra sempre, porque eu cansei de ser só de vez em quando…
Eu me enganei quando disse que não quero tentar. Minha filha, eu quero tentar quantas vezes for possível pra realmente dar certo com você. Mas isso nem importa muito, até porque eu só estou explicando a diferença entre uma pessoa bonita e uma pessoa linda, e nada mais.
Um olhar para dentro.
Aprendo muito sobre mim mesmo, quando observo o outro. Nesta observação não há nenhum juízo formado nem qualquer tipo de preconceito. Contudo, quanto mais observo mais gosto do eu que me governa. Posso viver só? Claro que sim, tenho-me, e, porque me sou, basto-me ! Há uma multitude de coisas que me fazem sobejar a mim mesmo.
Oxalá se pudesse provocar em mim mesmo, uma suave alegria que me levasse a apossar de uma parresia contundente, para poder imitar o grande apóstolo em seu texto idiomático dirigido aos Coríntios em sua primeira carta, no remate do capítulo e versículo 9,16.
Ai de mim, digo eu, em pobre ortodoxia que se transforma em triste desejo de meu quietismo estimulado neste epílogo, por sentimentos de difícil compreensão humana...
Hino do Sacrificado:
A mim mesmo, por mim mesmo, busquei
e a Sabedoria Primordial alcancei:
memória, destino, origem;
somente eu conquistei.
Huginn, Muninn, Geri, Freki:
da Lembrança ao Pensamento;
do Instinto à Fome,
eu sou acompanhado pela
natureza do Homem.
Sacrifiquei a mim mesmo,
por mim mesmo,
para mim mesmo -
em nome do oculto,
não-dito fora de meu tributo.
Aceitei o sofrimento
como preço do Sentido -
tal é o sangue simbólico,
do egoísmo nascido.
Na Yggdrasil fui enforcado,
e com a Lança Gungnir
perfurei a mim mesmo,
(eu, somente eu)
durante o ciclo eterno do Nove -
e, como Sacrificado,
vislumbrei de tudo o Fim,
e a observação absoluta escolhi,
do Ragnarok.
Pois, nele, os nomes
deixarão de ser dito,
enquanto tudo retornará ao pó -
ode à morte que no infinito governa;
não-ser que atrai à divina contemplação,
que sela o Obscuro no universo,
à corrupção da alteração.
Sim, é fato: entreguei o Olho divino
ao Logos arcaico, à memória cósmica,
do poço de Mimir como
intelecto pré-racional,
anterior à morada de deuses
e suas vitórias.
Sim, conheço,
(eu, somente eu)
conheço o Possível pela perda,
pelo sofrer do que amei;
enquanto, no silêncio, permaneço
no afastamento do sagrado,
que pela minha morte foi pago.
Ora, no símbolo, e pelo símbolo, morro.
(eu, somente eu)
Por mim mesmo, eu morro.
Sozinho, eu morro.
Dou-me à morte como oferenda,
pelo sublime que permanece
à realidade em sacrifício,
como a realização da sabedoria mítica:
tal é das runas a magia não-dita.
Ofereci a mim mesmo, por mim mesmo,
para conviver com o inevitável saber
da trágica morte
vindo a mim;
e, pelo mistério das runas,
para obtê-las e enxergar o oculto,
enforquei-me
sem jamais temer dos deuses
o fim.
Assim, retorno aos Nove Mundos
após o Abismo ver,
os segredos conhecer,
e meu destino contra Fenrir perceber;
realizando o destino do fim divino,
como morada do eu mítico.
‘’Se não eu, quem vai fazer você feliz?’’
Ora! Tanta gente!
A começar por mim mesmo...
Eu pergunto:
-Se não eu, quem vai me fazer feliz?!
Antes que qualquer pessoa possa, eu sou detentora da minha felicidade.
A capacidade é toda minha. Você pode até ajudar, mas atrapalhar com certeza não.
Eu me faço feliz.
Os outros? Ajudam!
Se não for pra ajudar, porta da rua é serventia da casa.
Obrigada.
“Cuida de mim, mesmo que eu seja toda errada, mesmo que eu não mereça. Me proteja por mais que eu só entre em furadas e me meta em confusões. Me mime mais, mesmo eu já sendo a sua bebê, me belisque me morda, me jogue aguá, me jogue na piscina me abrace quando estiver molhando, me envolva na mesma toalha com você. Me chame de gordinha, de fedida e de besta mas termine dizendo que eu sou sua, somente sua. Bagunce meu cabelo, estrale meus dedos beije a ponta do meu nariz, morda minha orelha. Me envolva com o seu casaco ,com o seu cheiro. Implique com o modo que eu falo, repetindo as palavras que eu erro só pra me irritar, me suje de sorvete e depois passe a linguá dizendo que foi sem querer, diga que meu shorts é muito curto, pra mim ver se você realmente repara em mim. Me puxa pela cintura, entrelace suas mãos nas minhas, deixe-me usar uma camisa sua como camisola, esfregue seus pés nos meus quando eu reclamar de frio. Me diga coisas bobas sem sent
ido só pra me ver sorrindo, passe o chicletes da sua boca para a minha, sente no meu colo mesmo você sendo maior que eu, você será sempre meu pequeno. Cante uma música pra mim, por mais que saia desafinado vindo de você já me faria bem, me faça ver filmes de terror com você por mais medrosa que eu seja, você conseguiria me convencer, pois sua companhia já me confortaria, poderíamos fazer disputas no vídeo-game valendo um beijo como premio. Não me importaria de perder. Eu não preciso de presentes caros, se você roubasse as flores do jardim da vizinha pra me dar eu já me sentiria importante ao invés de me mandar sms de madrugada me ligue. Quando estivermos sem assunto me beije, ou me faça cafuné. Diga que ouviu uma música e lembrou de mim, me chame pra ir na sua casa, me chame pra ir ver o jogo de futebol do seu time por mais que eu não entenda nada. Me faça surpresas simples do tipo deixar bilhetes em minha bolsa, compre ingressos de uma peça de teatro. Tire fotos comigo, seja meu par na hora da dança, pague micos ao meu lado, tente pegar um urso na máquina do parque de diversão, vá domingo almoçar comigo no shopping. Me conte sobre sua infância e me questione sobre a minha. Me faça pedidos bobos como te dar um beijo, sentar do seu lado no sofá, deixar meu colo ser seu travesseiro, ou de minha mãe ser sua sogra, só não me peça pra ir embora. Pra deixar de sonhar, pra deixar de te querer de te amar.”
"PASTOREANDO"
"Eu, pastor de mim mesmo
Carrego o meu rebanho na memória
Mastigando as lembranças bem ligeiro
Pra não ouvir os passos agoniados dessa história
Vivendo dias e noites por inteiro
Calando os 'ais' de um coração que apenas chora
Disfarçando, com versos, aquele efeito derradeiro
Pra não sentir a dor que foi deixada outrora".
