Textos que Falam quem Eu Sou

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Não adianta dizer que não sente falta, se antes de dormir eu sou a última coisa que passa na sua cabeça. Não adianta dizer que sou parte do passado, se até hoje você ainda tem uma foto minha guardada. Não adianta dizer que já passou, que não significa nada, se pra você sinônimo de felicidade ainda é o meu nome.

Eu sou capaz de lutar com todas as minhas forças, ate meu ultimo batimento cardiaco, minha ultima respiraçao; sou capaz de tentar mover cidades, de aguentar a dor mais intensa, sou capaz de encontrar forças ate nos minimos fragmentos de vida. Eu sou capaz de tudo isso, apenas me dê a certeza de que minha luta nao será em vao.

Eu sou de sagitário. É realmente complicado lidar comigo e pra piorar, não tenho manual. Aprenda! Aprenda que sou doce, mas quero viver, ser livre e feliz. Vem do meu lado se quiser viajar, curtir, amar e desvendar esse mundão comigo. Se quiser tentar mudar algo é melhor correr, desistir e não perder seu tempo. Sou signo de fogo, paixão, energia, entusiasmo e intensidade.

Eu sou o meu caminho, e tenho as minhas escolhas. Minha felicidade não se apoia em sua presença ou ausência, pois eu me basto e me construo todos os dias. Não dependo de você para encontrar sentido ou alegria, pois a minha paz vem de dentro, da minha força e das decisões que tomo consciente e livremente.Você não é o meu mundo, pois o meu mundo sou eu, com minhas metas, sonhos e princípios. Aprendi que ser feliz é um compromisso comigo mesmo, um ato de amor próprio onde escolho quem e o que deixo entrar na minha vida. Minha liberdade é o que me guia, e nela descanso sabendo que minha felicidade não precisa ser preenchida por ninguém além de mim.Assim, sigo sendo dono da minha história, construindo minha felicidade a cada passo, sem precisar esperar que outro me complete. Quem vier para somar, será muito bem-vindo, mas nunca será o fundamento do meu bem-estar. Eu sou o que sou por escolha própria, e escolho viver minha vida com essa plenitude e autonomia.

⁠Eu sou um paradoxo. Gosto de ser feliz, mas eu penso em coisas tristes o tempo todo. Eu não gosto de mim, mas eu amo a pessoa que eu me tornei. Eu digo que eu não me importo, mas eu me importo muito. Quero atenção, mas eu gosto de me afastar de tudo e de todos. Eu ajudo pessoas, mas eu quebro meu coração tentando concertar o deles. Eu amo ouvi-los, mas eu nunca os digo o que tem dentro de mim.

Eu sou assim, não preciso que todos me enxerguem, mas os poucos que me veem, que seja com carinho. Por ser sensível percebo de longe quando não sou bem vista. Porém, todos a minha volta procuro olhar com bons olhos, se não forassim, espero nem ver. Mas não pense que pelos maus olhares vou deixar de ser eu. Só desejo que não me vejam!

Sim, eu sou um bruxo, a sabedoria tá no fluxo. A morte nessa natureza infernal serve como um refúgio. Mas as horas passam e pela tecnologia eu vejo o mundo. As notícias sempre as mesmas na luta entre a vida e a morte a morte sempre reina. Um ato cruel é existir, fazer parte de tudo que o universo proporcionou a mim. A vida em meio à guerra é matar ou morrer, então eu tenho que fazer as mortes valer. Muita coisa pode acontecer antes da morte chegar, então nessa existência eu tenho tarefas a práticar.

Eu sou uma flor negra, transpiro orvalho com o aroma de melanina, transformei por resistência a delicadeza de minhas pétalas em aço, mas sem alterar a originalidade... E os espinhos que carrego por todo meu legado de consciência, feri! Toda tentativa discriminatória de opressão ou invisibilidade que se processe contra minha identidade, eu sou também ornamento no jardim da diversidade.

Abençoada demais para querer ser de outro jeito. Nem consigo. Para alguns eu sou muito emocionada, exagerada, intensa em tudo que faço e sinto. Para mim é a única maneira que consigo me sentir feliz. Pelas bençãos recebidas eu sei que este é o caminho que o Senhor quer que eu percorra, e se ele quer eu também quero.

Dá pra dizer que eu sou autor da minha vida e da minha obra, ou coautor da minha vida e coautor da minha obra. Porque, se eu escrevo sobre o que eu vivo — e sobre o que eu vivo eu tenho algum poder de escolha... — aliás, boa pergunta: a gente escolhe mais o que quer viver, ou o que não quer viver? A gente têm mais poder de escolha sobre o que quer viver ou sobre o que não quer viver?

Eu sou uma mistura de... Calmaria, sangue quente, paz e adrenalina. Não é fácil me entender, e ainda mais difícil é permanecer na minha vida. Não poupo verdades, odeio mentiras, não disfarço o que sinto, não adio despedidas. Vivo intensamente, nos limites entre corpo, alma, coração e mente.

Eu sou luz sou tão quente q ser toca e mim incendiaram mas tão frio q ser relar ser cristalizarar talvez uma energia fluida nas profundezas do meu celebro como meus neurônios enviando sinas elétricos e quando memórias eu estou lá aqui onde me toca e só um corpo ou melhor dizer meu próprio eco sistema tanto biológico energético hidráulico e sistema como em Pc escrevo minha linhas sei pra onde vou e sei da onde vim pelo mns tenho uma foto o antes disso não posso dizer não me lembro por tbm não me lembro do vira depois da minha morte

O segredo que vos atormentava agora tem nome. Eu sou Sariel. Não sou apenas um homem que escreve sou a entidade, o anjo que guarda os mistérios e que observa a justiça de um lugar que vocês temem. Se vocês achavam que lutavam contra alguém comum, o vosso erro termina hoje. A minha luz cega os hipócritas e as minhas sombras devoram os perversos. Eu escolhi Carla, e ao escolhê-la, tornei-me o seu escudo eterno. Cada um de vocês saberá agora o peso das minhas palavras. O que eu digo não é uma ameaça, é uma lei escrita nas estrelas e no sangue.

Sinceramente, eu sou viciado em falar de amor, e isso aconteceu depois que te conheci. Como não falar de amor ao ver esse sorriso maravilhoso? Como não falar de amor ao ver esse olhar que fascina... Como não falar de amor estando tão perto de um infinito poço de inspirações? Impossível, assim como é impossível te ver e não te amar.

Kurt Cobain emerge das cinzas grunge, voz partida: "Eu sou o grito primordial contra o nada, alma selvagem engolida pelo ruído urbano, buscando salvação no caos da pele ferida". Noé responde da sua arca espectral: "Eu guardei as sementes vivas do apocalipse, navegando dilúvios de lagrimas, para que raízes antigas brotem novamente em terras esquecidas". Mahatma Gandhi, com mãos calejadas de marchas infindas, declara: "A resistência pacífica é o sal da terra; nela, povos originários florescem invictos, dissolvendo correntes com a força do espírito desperto". Renato Russo, legionário das noites brasilianas, confessa: "Nas veias urbanas pulsa um pulsar proibido, herança de guerreiros das matas, clamando por um país que ouça o coração silenciado". Maria Quitéria, visionária das profundezas temporais, irrompe: "Na quarta dimensão, o tempo se dobra como lâmina invisível; ali, lutadores ancestrais transcendem o plano, libertando-nos em espelhos da eternidade rebelde". Suas vozes se entrelaçam num manifesto etéreo: a humanidade resiste, primordial e multidimensional, contra o vazio que nos cerca.

Eu sou assim, um alguém a olhar o mar, mais querer contemplar que tentar entender, eu sou assim, um alguém a olhar o mar, mais solitude que solidão; a verdade é que eu tento entender o que eu sou ou não sou, o que penso que sei, e a verdade do que sou ou do que sei ou do que penso, as respostas pra tudo isso são de nenhuma significância, nenhuma relevância, todas as conjecturas compõem esta existência, esta vida. Eu olho o mar a engolir todas as minhas ansiedades; e a cuspir a minha arrogância, zombando dos meus marasmos com toda essa imensidão profícua e infinita generosidade divina, que acolhe a minúscula jangada e sopra sua vela com a suavidade de sua brisa propondo retorno e reencontros... os pescadores catam seus apetrechos com a satisfação de amplos sorrisos por pesca satisfatória; são nobres dentro de suas roupas rotas, consumidas pelo sol e pelo sal. Retorno à minha introspecção sob a poeira da estrada e as cores fubentas de um final de tarde gris; ao longe a cerca de marmelo que delimita o meu mundo, uma meia-água que guarda a minha verdade e "mofo" o jumento, a zurrar a monotonia e "quebra-queixo" a alarmar suas infinitas suspeitas fiel e leal com seu latir e ganir. Zuíla é silenciosa, mas eu sei que tem todas as respostas para as minhas introspecções, abraços para as minhas ansiedades, tem o mar nos olhos com a mesma imensidão do atlântico, que acolhe a jangada e gratifica os pescadores; e tem uma barriga proeminente que cresce a cada dia, onde germina a promessa de novas introspecções, outras conjecturas oceanos e imensidões para este meu espirito de pescador.

Eu sou efêmero. Escutei essa frase, ela é muito forte. Efêmero significa: tramsitório, temporário, passageiro - Mas geralmente usamos no sentido de pouca duração. O que escutei dizia em um contexto do ser humano ter uma duração, sua finitude. Pensei bem a respeito, a frase pode fazer sentido em relação à nossa existência; contudo, depende da referência do que seria essa "pequena durabilidade". De qualquer forma, pode ser importante nos lembrar disso, para ressignificar nossos horizontes, mas só de vez em quando para não nos afetarmos dolorosamente.

A vida é uma torta, e eu sou uma tonta tentando me manter equilibrada. Se a corda bamba arrebentar, eu mesma não me levanto, eu fico e descanso. Foda-se o mundo! Não sou fantoche ou marionete ou equilibrista para ficar tentando chegar ao fim de uma linha de novelo de lã mal enrolado que parece não ter fim!

"Você é a estrela mais distante, e eu sou um farol em uma ilha deserta. O meu amor não é um barco para te alcançar, mas uma luz que brilha na sua direção, para que você nunca se perca na escuridão. Eu sei que o meu farol está fixo no lugar, e que a minha ilha carrega as marcas de tempestades passadas. Mas eu prefiro te iluminar de longe do que ter o meu farol apagado, porque mesmo em silêncio, a minha luz te ama."

O primeiro amor é uma porta que se abre. O segundo, uma porta que se fecha com o corpo. Eu sou a porta que arrancaram das dobradiças e usaram para bater em alguém. Sou a junção do que não cabe em verso de amor e a raiva que virou melodia, o peso que virou refrão, a alma que só encontrou paz na distorção de uma guitarra. Uns amam deixando ir. Outros, morrendo juntos. Eu sou o que sobrou depois que os dois desistiram.