Textos poemas sobre Filhos
Pais educadores devem sempre procurar conhecer todas as reações, dificuldades, medos, desejos e sonhos de seus filhos, no sentido de diverti-los, desafiá-los à criatividade, à comunicação e à diversidade de bons relacionamentos e, despertar neles as suas percepções, o senso de informações, o valor da educação, da gratidão em servir e cooperar, sem recompensas e da busca de conhecimentos acerca dos propósitos da vida para que façam as melhores escolhas e cooperem uns com o outros dentro da mesma família, igreja, sociedade e nação.
Mães sabem conjugar a razão e o sentimento com seus atos de docilidade, resignação, força, zelo, esmero, fidelidade, perdão, empregando suas atitudes e seus benefícios em prol do crescimento e da felicidade dos seus filhos, devendo ser tratadas como rainhas do seu lar, pois elas são merecedoras do Prêmio Nobel do Amor pelos seus contínuos propósitos em lapidar a existência humana com as mais altas responsabilidades sociais e qualidades educacionais e divinas, para formarem, na missão de mãe de muitos filhos, filhos da igreja, filhos de uma sociedade digna, filhos abençoados e felizes e por que não, membros fiéis e filhos legítimos da família de Deus.
A falta das politicas publicas educacionais e culturais efetivas geradoras de bons sonhos existenciais a médio prazo e a crescente escassez de oportunidades profissionais, incentiva de forma injusta e equivocada a falsa felicidade e realização pessoal de vida, para as meninas pela maternidade precoce. São elas esquecidas órfãs sociais em um papel despreparado de irmãs-mães, cada vez mais cedo que dificilmente conseguem dar prosseguimento de vida. O agravamento desta situação, não para por aqui pois em poucos anos e muito mais desesperador, pela invisibilidade de uma crescente população geração abandonada de meninas mães e filhos sem pai, via o fomento culposo institucional de ausência politicas preventivas e de programas educacionais da maquina publica, contraporá uma mão de obra cada vez mais barata, farta e fácil, desqualificando a virtude da vida para toda uma sedenta marginalidade crescente e cada vez mais dominante, aliciadora e impositora de uma falsa felicidade efêmera e imediatista de consumo fácil, tão presente nos grandes bolsões de miséria urbana nas periferias sombrias das grandes cidades deste nosso tempo.
